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História A casa de número 666(Bakudeku) - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Oi pessoal! Obrigado pelo apoio quanto aos meus problemas,um obrigado especialmente para as pessoas que comentaram, obrigado as pessoas que favoritaram e me descupa demorar tanto para atualizar novamente, vou tentar postar com mais frequência mas não posso prometer nada.




O primeiro capítulo de "O cara que eu odeio" será postado provavelmente amanhã, e espero que gostem, também é bakudeku, meu casal favorito!

Espero que gostem do capítulo de hoje! Boa leitura.

Obrigado, atenciosamente:

- Ravena ♡

Capítulo 5 - Cap: 5 - Um conhecido


- K -K -Kacchan v-você e-esta -d-d-duro - senti meu rosto queimar com tal comentário óbvio, enbora estivesse "morrendo" de vergonha não conseguia desviar os meus olhos dos dele 

- É culpa sua inferno! - exautou-se - Se não tivesse deitado ai de olhos fechados com a blusa levantada e essa bermuda curta isso não teria acontecido! - reclamou

- C-Como assim culpa minha?! Eu estava tentando não olhar pra você, praticamente semi nu ao meu lado! - disse rápido de mais e por puro impulso 

- Eu não estou semi nu caralho! Eu to de bermuda, e não tenho culpa se meu corpo é mais quente que o normal - argumentou - Agora da pra sair de cima de mim - pediu

- K-K-Kacchan, v-você ficou -d-duro por minha causa? - perguntei apontando para mim mesmo, vendoo olhar para outra direção. - S-se é culpa minha, e-eu posso te ajudar com isso - senti minhas bochechas arderem um pouco mais, com certeza eu estava da cor de um tomate. Os olhos do mesmo se dirigiram em minha direção e eu abaixei o olhar, havia caido com uma das pernas no meio das dele, levantei lentamente encostado na ereção presente ali, vendoo abrir a boca sem deixar que o som escapasse, pressionei um pouco mais vendoo entreabrir os labios novamente , e fixar seus olhos aos meus, fazendo com que eu me perdesse na penumbra avermelhada que eram àqueles olhos, deslizei a mão pelo abdômen do mesmo sentindo cada pedacinho daquela definição deliciosa, e logo meu meu membro acordou,  deci novamente os dedos agora arranhando de leve aquela pele gostosa, até tocar a ereção do mesmo, o corpo dele era quente extremamente quente e isso me deixava louco.

- Deku que você está fazendo ? - perguntou enquanto eu me livrava das peças que separavam minhas mãos daquele corpo perfeito

- Não sei- susurrei mais para mim mesmo do que para ele, nem mesmo eu sabia oque estava fazendo, mas queria muito o fazer seja lá o que for, se envolvesse tocar aquele corpo eu queria, e queria muito, comessei a me incomodar com a minha propia ereção. Me livrei finalmente da última peça que me impedia, ou seja, a box preta do mesmo, e logo um pau rosado um pouco maior e mais grosso que imaginava pulou em minha frente, me levando a salivar de desejo, o toquei com agilidade  ouvindo um suspiro arrastado escapar dos lábios entreabertos do mesmo, tocar-lhe e saber que ele se sentia bem era excitante.

- Não podemos fazer isso Deku! Que merda - reclamou, me tirando de cima dele, o mesmo se afastou com uma mão no rosto e a outra ageitando a roupa - Não é que eu não queira, se eu pudesse foderia você até que perdesse a habilidade de andar, mas não posso - minhas bochechas arderam com tal comentário e automaticamente desviei os olhos para o chão 

- Por que?- perguntei voltando a fita-lo, e o mesmo finalmente tirou a mão do rosto, revelando os olhos, oque antes era uma penumbra avermelhada agora brilhava em carmesins, e como se meu corpo se atentasse ao ar, pude sentir o calor que o corpo do maior exalava, eis ai a parte ruim das habilidade que antes havia achado um máximo.

- Ah, entendo - respondi como se finalmente ouvese caido a fixa! - Me des...- fui enterrompido pela chamada alta do meu celular, fitei o loiro como se completasse a frase em silêncio e o mesmo sorriu ladino assentindo, caminhei até meu celular ainda encomodado com a ereção entre as pernas e atendi: 

- Oi mamãe, precisa de alguma coisa ? - perguntei de início, não era costume dela ligar quando eu estivesse com amigos, sempre dizia que não queria atrapalhar caso estejamos no meio de uma partida de algum jogo - Sim muito legal da parte dela, mas eu sei que ela só era louca para que eu fosse mais sociável 

- Não Zuku bebê, eu só liguei para avisar que um amigo seu veio aqui te procurar hoje, que coisa feia meu bem, não convidar seus outros amigos para passear também! Eles podem sentir ciúmes bebê, mamãe não quer que você fique sozinho de novo - comentou ela, mas que amigo era esse?

- Que amigo mamãe? Ele te falou o nome dele ? - perguntei confuso 

-Sim,eh...eh....tod...todoroci...todorochi...

- Todoroki - enterrompi, com os olhos levemente arregalados 

- Isso! esse mesmo, ele deixou um numero de telefone, disse para ligar assim que possível- disse ela por fim

- Claro, mãe aqui já acabamos, acho que já estou indo embora- disse e senti os os carmesins se fixarem em mim, sorri infimos e precionei o labio inferior no outro formando uma linha reta 

- Tem certeza querido, se quizer pode dormir ai, você nunca dorme na casa dos seus amigos - sujeriu ela

- Tenho sim, e também acho melhor não, daqui a pouco estou ai, obrigado por ligar tchau mãe, vou desligar - disse

- Até mais querido - respondeu, e desliguei o telefone.


- Por que vai embora agora? - o maior perguntou com os olhos fixos em mim

- Preciso encontrar um velho amigo - respondi pegando a mochila no sofá 

- Velho amigo- repetiu ele 

- É, algum problema- disse por impulso novamente 

- Não claro que não, quando vai vir aqui de novo? - perguntou o maior 

- Não sei, quando quer que eu venha? - perguntei também 

- Quando quizer- sorri largamente com tal resposta, vendoo sorrir ladino novamente, em todos os meses que estive aqui só havia visto sorrir largamente uma vez, e que sorriso maravilhoso, talvez eu esteja me apaixonado por esse homem

- Então ta, até mais, me desculpe por hoje - me despedi indo em direção a porta

- Não precisa se desculpar- a resposta veio quando toquei a maçaneta, a girei e sai antes que fechasse a porta atrás de mim ouvi o murmurar " talvez aconteça de novo", um sorriso involuntário me escapou, e ajeitei a mochila nas costas e deci as escadas, indo em direção ao portão, coloquei os fones de ouvido ao ver a bicicleta encostada no portão e montei, logo saindo dali.


[...]


 - OI MÃE CHEGUEI - gritei passando pela porta, a esverdeada provavelmente está na cozinha, ela adora cozinhar, ela é  chefe principal de um  restaurante no centro da cidade, bem popular aliás, ou seja, cozinha muito bem, e o cheiro maravilhoso de bolo que estava pela casa toda a denunciava

- Oi Zuku bebê - disse ela vindo da cizinha como previsto, se aproximou dando um beijo em minha testa e me abraçou em seguida - Se divertiu querido? Me desculpa ter ligado daquela forma- se descupou novamente 

- Não precisa se desculpar mãe, eu me diverti muito, e já era o suficiente- respondi beijando a testa da mesma 

- Vem querido, acabei de titar o bolo do forno - disse ela sorrindo, me puxou pela mão em direção a cozinha, me sentei e um Pedaço  de bolo de chocolate e um copo de suco de morango foram colocados em minha frente 

- Obrigado mãe- agadeci, colocando um pedaço na boca- E quanto ao numero de telefone ? - perguntei 

- Ah é- disse indo em direção a sala, as vezes a dona Inko podia ser bem destraida, tomei um gole do suco e logo ela voltou com um papel em mãos - É esse o numero, ele não colocou o nome dele apenas me disse para  te dizer, por isso não estava me lenbrando naquele momento - explicou ela com um sorriso amarelo, ri de volta e agradeci.

A mesma saiu da cozinha e logo peguei meu células no bolso, dusquei o número rapidamente e depois do segundo toque a linha oposta atendeu

- Oque você quer? - perguntei diretamente 

- Pra alguém que disse não querer me ver nunca mais, você me ligou bem rápido. . .


 


Notas Finais


Olá, se você leu até aqui é porque você gostou, me descupa os erros não tive tempo de revisar, até o próximo capitulo tchau, tchau 😁


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