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História A Certain Romance - Capítulo 18


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Notas do Autor


Amorinhas que ainda não desistiram dessa fanfic, espero que tenham uma boa leitura <3

Capítulo 18 - Why this is so easy with him?


Fanfic / Fanfiction A Certain Romance - Capítulo 18 - Why this is so easy with him?

Point of View: Abby Dohlesck

 

Faziam três dias que estava morando com Nash. Era tudo mais tranquilo, bom, quase. A irmãzinha de Nash teve uma complicação e Elizabeth teve que ir para Nova York em outro especialista, Nash teve uma crise de ansiedade aterrorizante, mas consegui ajuda-lo e me senti bem. Eu também estava seguindo com a medicação da forma correta, tudo por causa de Nash me obrigar a tomar os comprimidos. Mas estava começando a entrar em abstinência, sentia falta de fumar e beber. Era um vício tão gigantesco, fazia parte da minha rotina. Agora a tantos dias afastada disso, era a única coisa na qual conseguia pensar.

― Tá tudo bem? Você tá suando frio! ― Nash diz me observando. Ele se arrumava para ir à escola e eu fiquei de bobeira na cama dele, ganhei dois meses de atestado recebendo apenas conteúdos via e-mail.

― Sim, claro! ― Respondo sem nem ter percebido que estava assim.

― Bom, eu preciso ir, vou voltar só depois do treino. O Hayes vai almoçar em casa, só tem meio período hoje. Se cuida, e toma seus remédios por favor! ― Deposita um beijo demorado em minha testa e me encara por alguns minutos, quando parece sair de seus devaneios me despeço e o espero sair. Acho que devo dormir mais um pouco, quem sabe paro de pensar no álcool e nas drogas.

 

Point of View: Nash Grier

           

            Mesmo me sentindo tenso e desconexo com a realidade, precisava ir à escola. Deus me livre reprovar. Já na entrada avisto os meninos, Cameron é o primeiro a me cumprimentar com um abraço. Ele sabia muito do que se passava comigo.

― Cara, você tá fodido! ― um japa todo ofegante aparece do meu lado. ― Sério dude, se eu fosse você dava o fora!

― O que? O que está acontecendo? ― Digo sem entender nada. Era só o que me faltava mais uma confusão escolar.

― NASH GRIER! VOCÊ ENLOUQUECEU OU O QUE? ― Ah não...

― Que porra Susie, deu pra ficar gritando no meu ouvido essa hora da manhã? ― A respondo irritado, não preciso de drama essa hora do dia.

― Grito sim e grito mais se precisar! Quem acha que é pra começar a namorar comigo e nunca estar de fato comigo? Tem gente fazendo fila, e eu to aguentando, to suportando, to tentando te apoiar e me manter firme para estar com você nos seus momentos difíceis, mas não preciso disso... ― Diz cruzando os braços. Eu estava sem forças para discutir. Apenas suspiro e busco o que falar. Errada ela não está, já fazem semanas que mal a respondo. Eu sentia uma conexão com ela, mas desde que me aproximei da Abby, Susie nem existe pra mim.

― Susie, me desculpa. ― Começo já cansado dessa situação. ― Só que, eu não tenho condições de manter um relacionamento agora, aproveite a fila que tem aí e segue em frente. Você é legal, mas não é certo eu te prender agora em algo que sei que não vai te fazer bem. ― De imediato ela desconta um tapa forte, e bem forte, em meu rosto. QUE RAIVA! Ela não tinha o direito...

            O sinal toca, Susie vai para um lado chorando, os meninos estavam todos boquiabertos com a situação, Jack G se acabava de rir.

― Eu avisei! ― Carter da de ombros e recebe um tapa de Cameron.

― E você tá rindo de que? ― Cam pergunta a Gilinsky.

― Eu transei a semana toda com a Susie, pelo menos agora ela não vai ficar choramingando depois de gozar que isso tudo é errado. ― Gargalhei com esse comentário, claro, que previsível!

― Uau, você tava transando com a Susie? ― Pergunto e Jack assente com cara de garanhão ― Aproveite meus restos.

― E você os meus! ― Ele diz, e logo compreendo que é de Abby de quem ele estava falando, e só ignoro. ― E os restos do Bill é claro. ― Ah não... que baixaria. Em um segundo já acertava um murro na cara do Gilinsky

― TÁ ACHANDO QUE É O NOVO REI DA ONDE QUE TÁ COM TODA ESSA SOBERBA E ARROGÂNCIA? ― Não consigo evitar me alterar ― ELE ESTUPROU A ABBY E QUEM TAVA LÁ PARA AJUDAR ERA EU! ELE FOI MORTO NA CADEIA E A ABBY TA MORTA POR DENTRO, NÃO TÁ FÁCIL, MAS VOCÊ SÓ OLHA PARA O PRÓPRIO UMBIGO, VAI SE FUDER JACK.

― JÁ CHEGA! ― O treinador aparta a briga e nos manda um para cada lado, eu para a diretoria e Jack o seguiu.

            Sentado esperando o diretor, sentia meu sangue ferver. Não estava me sentindo bem, talvez ainda estava sofrendo com minha ansiedade. Não consigo me acalmar em meio a tanta merda.

― Grier? Venha cá! ― O diretor faz sinal para que entre em sua sala, me sento e nem me dou ao trabalho de me explicar. ― Toma aqui, duas semanas de conteúdos online para você descansar ok? ― Pera, o que? YES, era tudo que eu precisava!

― Uau, estou sem palavras. Não sei como agradecer. ― Suspiro mais aliviado e agradeço mil vezes o diretor.

― Andei conversando com sua mãe, sei bem como está sua irmãzinha e o que está fazendo pela Abby que infelizmente foi... você sabe. ― Assinto. ― Só não acumula matérias tá legal? Continue sendo esforçado, logo tudo isso vai passar.

― Muito obrigado! ― Pego todos os documentos que ele me entregou e vejo que Cameron estava do lado de fora.

― E aí cara, o que aconteceu? ― Pergunta preocupado, não consigo evitar um sorriso.

― Consegui duas semanas para ficar em casa, com conteúdo online, e faltas justificadas. Que benção! ― Escoro minha cabeça na parede e me permito relaxar.

― Jack levou um esporro do treinador, tem certeza que está bem em relação ao que houve?

― Aí Cameron, nem vou gastar energias com isso.

― Bem o que faz dude, vou tentar acalmar os ânimos entre todos nós, quem sabe não acampamos esse final de semana? ― Sugere e por incrível que pareça me animo muito com a ideia, já faz muito tempo desde a ultima vez que acampei.

― Claro, a gente se fala! Te amo, bro. Vou nessa. ― Digo e já busco o celular para falar com minha mãe.

― Conta comigo se precisar de algo, amo você! ― Damos um meio abraço desajeitado e segui caminho escola a fora. Estava começando a chover, liguei para minha mãe avisando, ela me passou instruções bem óbvias de continuar a fazer as tarefas, mas ficou feliz de eu poder descansar. Após encerrar a chamada com ela, fui de carro para casa. Como minha mãe estava em NY, pude usar o carro.

            Dirigi devagar pelas ruas, a chuva ficou mais densa. Que droga de tempo, entretanto, ficar na cama hoje é uma ótima pedida. Chegando em casa, estaciono e desligo o rádio, pego minha mochila e entro.

― Oi? Alguém ai? ― Falo alto na tentativa de saber onde Abby estava, não sou respondido mas ouço barulhos no andar de cima. Largo meus materiais em qualquer canto, tiro o tênis e subo. ― Abby? ― Ao abrir a porta, vejo meu quarto de pernas para o ar, ela estava surtando.

― Nash? Nash! Ué? ― Ela paralisa no meio do quarto, estava só de camiseta, suas cicatrizes estavam a vista, e sua calcinha também. Me viro de imediato.

― Por favor, veste algo... ― Digo bem paciente e não demora para ela usar um short e dizer que eu podia virar. ― O que aconteceu aqui? ― Eu estou chocado com tamanha bagunça, me controlando muito para não surtar. Quando reparo melhor nela, reparo que sua respiração está ofegante, o pé batendo no chão, e sua feição de pânico já indicam o porquê de tudo: abstinência, uma recaída e das brabas. Suspiro... ― Senta aqui! ― Aponto para a cama e ela faz, ainda muito agitada. ― Eu sei pelo que você está passando, mas tenta ser forte, eu te ajudo tá bom? ― A abraço e Abby desaba em choro.

― Nash, Nash... Eu não consigo, eu preciso, preciso sentir o álcool na garganta, ou o tabaco enchendo meus pulmões. ― Odeio isso, odeio tabagismo! Sky podia muito bem ter pulmões saudáveis, mas não tem. E quem tem ótimos órgãos, os estragam. Prefiro guardar minha arrogância e manter calado.

[...]

 

Point of View: Abby Dohlesck

Após uma luta interna, e por ficar quentinha nos braços de Nash, consigo relaxar um pouco e aliviar brevemente toda a confusão dentro de mim. Almoçamos junto com Hayes e ficamos no quarto a tarde inteira. Foi muito difícil resistir a vontade de sair correndo ao bar mais próximo, mas Nash era incrível demais comigo.

― No que está pensando? ― Nash pergunta me encarando, estávamos deitados em sua cama. (Eu já havia arrumado toda a bagunça que fiz)

― Que é estranho, não falo com os meninos há alguns dias, tô com saudades do Cameron e do Taylor. E foi assustador no hospital, quando todos vinham me visitar juntos, eu me sentia muito sufocada e com medo... ― Não completei meus pensamentos pois uma luz se acendeu dentro de mim: como eu me sentia tão segura com Nash? Como eu ansiava tanto a sua presença? Era terrível reviver as lembranças da escola, levou uns cinco dias até eu aceitar a presença do pessoal no meu quarto de hospital, mas com o Grier... porque era tudo assim fácil?


Notas Finais


Feedback amores, please?<3 penso todo dia nessa fic, não é facil ter tempo, mas não vou desistir nunca!!! amo vocês


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