História A Chave Primordial - Capítulo 19


Escrita por:

Postado
Categorias Castlevania
Personagens Alucard, Drácula Vlad Tepes, Leon Belmont, Personagens Originais
Tags Aventura, Castlevania, Dialogo, Literatura, Saga, Taylor, Vampiros
Visualizações 2
Palavras 2.977
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Saga, Shounen, Sobrenatural, Steampunk, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Saudações. De fato, faz um tempo que eu não posto capítulo aqui no spirit, creio q tenham ficado ansiosos xD
No último capítulo, Taylor enfim coleta a relíquia de Belzebu, mas Himmler foge de volta à Alemanha. Esse capítulo será outro bem básico e curto, focado mais em uma despedida entre os personagens, mas ainda está bem interessante
Espero que gostem :)

Capítulo 19 - Portratos do Destino


Fanfic / Fanfiction A Chave Primordial - Capítulo 19 - Portratos do Destino

Quanto tempo passei lá fora? Eu não tenho certeza..., mas foi mais de um dia sem dúvida. Esta foi, sem dúvida, a viagem mais cansativa que eu já tive.... Eu enfrentei Himmler, consegui a relíquia que buscava, me reencontrei com meu desaparecido pai, e ainda estou confuso... e cansado também...

Ninguém falava enquanto voávamos. Para quebrar o tédio, decidi “falar” com Luís..., na verdade, eu estava me comunicando através da telepatia, então acredito que “pensar” seja um termo mais adequado:

- Luís? – Perguntei a ele.

- O que foi, Taylor? – Ele respondeu com naturalidade, embora não parecesse estar se esforçando para conversar.

- O que aconteceu em Moscou? – Eu decidi abordar um assunto que me encheu de dúvidas quando estivemos no Kremlin, e eu realmente não entendi o que ele falou para Stalin. – Por que Stalin não estava satisfeito conosco?

Dito isto, Luís teve que construir um pouco de paciência para se dispor a falar sem omitir nenhuma informação importante:

-... A verdade, Taylor, é que no começo não confiávamos nos bolcheviques..., então retiramos os nossos diplomatas da Rússia durante a Revolução. Percebemos que eles eram uma ameaça ao vermos as suas atitudes rebeldes e a instauração de um regime totalitário. Chamamos esse Estado de “legítima contracultura”. – Ele fala assim porque quer diferenciar daquelas que nascem dos movimentos populares, como os movimentos LGBTs, feministas e o rock, pois, mesmo opondo-se ao sistema nacional e se chamassem de “contracultura”, eles formavam uma cultura própria. Diferente do totalitarismo, que acaba sendo a extinção de todas as outras, ou pelo menos era isso o que eles pensavam:

- A cultura proibida, na verdade.... Acho traços totalitários muito bonitos. Claro, pois Brasília é um bom exemplo disso..., cidade nascida da mente autoritária de Oscar Niemeyer..., mas eu admito que ela é um perigo para o nosso mundo. Mas o que Deodoro tem a ver com isso? Pelo amor de Deus, Luís, quem é Deodoro, no final das contas?

-.... Deodoro é... – Ele se obriga a não continuar.

- Não me venha com desculpas de informação sigilosa... pois quando você disse que eu sou um de vocês, eu fiz um juramento de que comportaria com lealdade e justiça como um defensor do Templo Temporal Somos como um local de trabalho, mais que isso: uma família. Seus segredos são meus segredos. Se algo ruim acontecer, devo me responsabilizar assim como vocês.... Pode continuar agora.

-.... Deodoro é a Chave Primordial. – Quando me respondeu, fiquei um pouco confuso com esse termo. – Nossa aparente solução durante essa Grande Guerra. Era a nossa primeira opção antes de cogitarmos você. Aconteceu no seu ano passado, férias de julho... – Então, Luís começou a ter faíscas de memória daqueles tempos passados: - Deodoro era um tanto que antissocial no sentido de que não usava muito as redes sociais e não entrava em contato com muitas pessoas, mais porque ele era muito próximo do nosso Templo.... Mas em julho de 2019, ele não falou mais com a gente. O clima estava muito tenso e ficou ainda mais preocupante quando soubemos que Deodoro não compareceu nas aulas do começo do semestre de agosto.

- E os pais dele?

- Ele não tem pais. Vivia em uma república por conta própria.

Obviamente, morava em República...”

- Ele desapareceu durante o mesmo período em que você entrou na USP, então eu acho que você já tenha ouvido sobre essa notícia durante as primeiras semanas de aula... – Certamente, ele estava certo. Eu me lembro bem dos comentários que falavam sobre ele.... A partir daí, Luís narrou como foi o momento que vivia aquele tempo:

 

1º de agosto de 2019

E dois grandes eventos aconteciam....

 

Templo Temporal

-.... Por que não previmos isso? – Indagava Maria, como sempre, indignada quando as coisas estão fora de ordem.

- Porque “isso” não estava registrado na linha. – Ryan se referia à linha do tempo. Estavam falando sobre algo que fugiu do controle deles.

- Equívoco teu, major! – Aeon apareceu, como de costume, para a surpresa de todos na sala. – Não chame isso de ‘linha’ do tempo, mas sim, eu gosto de considerar uma grande bola de um barato muito doido de espaço-tempo... coisado. – Provavelmente deve ter se inspirado em Germain para fazer um comentário desses, ou estava na maratona de sua série favorita. – O tempo não tem previsão. Tudo é possível de acontecer e analisamos todas estas possibilidades. Percebam, meus consagrados: o tempo passa aqui dentro também, paralelamente com o tempo que estamos fadados a proteger e observar. Se algo fora do tempo ocorresse, certamente não poderíamos prevê-lo!

Mesmo com toda esta apresentação rica em beleza, uma mensagem estava sendo chamada para todos os membros do Templo como um sinal de emergência. Era do Luís, datada de 2019 AD.

-.... Ah, merda... – Aeon resmungou, devia ser alguma coisa séria para ele perder a esperança. – Por que não previmos isso?

Após isso, ele atendeu a mensagem e a transmitiu no telão principal:

- Salve! – Deu uma rápida saudação a seu colega, assim como Maria e Ryan:

- Salve, Coronel! Quais são as informações?

- Registramos um código 909-1. – Significa abandono ou desaparecimento a longo prazo de gravidade. – É Deodoro. Ele sumiu.

- COMO?! – Aeon foi o primeiro a se espantar. – Sumiu?! Mais como assim...?!

- Eu falei com o professor Carnero. Eu disse a ele que fui professor particular dele no oitavo ano. Ele me disse que o Deodoro não compareceu à universidade hoje. Ninguém soube o que aconteceu e ele não estava em sua república ou qualquer lugar em toda São Paulo. O porteiro do edifício que residia disse que não o viu sair de lá, então ele deve ter fugido por teletransporte e desativou o rastreador temporal. Não tem como eu encontra-lo em nenhum lugar ou época desse mundo.

-.... Isto é mal, muito mal.... Luís, me ligue depois, por favor. Vamos resolver nossas ações a partir de agora. – Dito isto, Luís desligou a transmissão. No momento em que disse isso, um garoto de aparentes 14 anos, mas formalmente devia ter uns 15 ou 16 perguntava a ele:

- Com licença, senhor, saberia dizer onde fica a direção dessa universidade?

 

- Siga à direita e depois, segue reto.

- Obrigado.

- Por nada. – Foi uma conversa bem rasa e sem detalhes, embora fosse de extrema importância para o futuro. E o futuro era um assunto de grande interesse para o Templo Temporal...

 

Enquanto isso, no Templo, já era de interesse faalar sobre uma nova esperança... Maria, no entanto, tinha outras dúvidas em mente:

- Senhor, afinal, por que você está tão preocupado em encontrar um novo pupilo? O que te aflige tanto? – mas Aeon não a respondeu. Ele continuou com o olhar fixo no vácuo. –.... Eu sei o que lhe aflige. Eu percebo. Sempre que você fica desse jeito, alguma coisa muito ruim acontece. Acho que já está na hora de revelar as suas preocupações...

Mas isso seria um desafio para o mestre do templo. Aeon é o tipo de pessoa que seria capaz de vestir dois casacos no centro de Fortaleza às 12 horas da tarde para não admitir que esteja errado, mas essa peculiar personalidade não era de agrado de seu mais brilhante pupilo, Tyler, de fato, que já esta perto de não mais esperar que seu relacionamento perdurasse para melhor. Os últimos pontos de esperança ofuscavam faíscas, mas era necessário usá-las contra o seu inimigo. Escondido pelo corredor, invisível para os olhos dos residentes, ele espiava e jogava essa esperança que guardara com remorso, mas ainda com carinho dentro. O resultado foi nulo e ele perde outra batalha, a última, talvez.... O que saiu da boca de Aeon não era digno, e não poderia ser respondida com igual valor para que Tyler dissesse o que tinha a dizer. O estoque de esperança ficou esgotado na sua paciência, mas ainda existiam muitas “munições” de decepção. Ele se decepcionou, e decepcionado, não mudou o remorso que já estava sentindo. Ele apenas foi embora, pois nada mais podia fazer naquele momento.

O novo plano de Aeon, no entanto, tinha sua data inicial marcada naquele dia do calendário celestial, a partir de quando ele viu através do monitor um menino de feições familiares se despedindo de Luís, entrando numa nova jornada pelo caminho da diplomacia:

- Maria..., você ainda se lembra de Richard Smith?

-...?! – Perplexa, calou-se. Ela não ouvia aquele nome há uns... três anos celestiais? Mas como ela era humana, isso equivalia a 11 anos terrestres, então, de fato, faz um tempo que ela trabalha com o tempo.

- Já é hora de começar o nosso plano mais esperado: hora de procurarmos a Chave Primordial. – Ele analisou a informação do estudante:

· Nome: Taylor M. Smith

· Idade: 15 anos

· Sexo: Masculino

· Origem: Potenjitaba – RN

· Fé: Judaica

Talvez a esperança de Tyler tenha sido inteiramente jogada para Aeon senti-la naquele momento, e o que lhe rendeu um rosto de felicidade também o fez falar sua célebre frase:

- Bem a tempo!

 

Àquela hora, tínhamos todos de voltar para casa. Eiji tinha um legado para cumprir com seu falecido mestre, a eterna captura de Oda Tatsuo e a profana de espada de Sengo Muramasa... que os espíritos kami o guardem nessa longa jornada e o protegem das mãos do maligno e decaído Tojo...

Kalinka nos prometeu ajuda se aliando a Rans e atuar nas áreas de combate em 1944. Isso não seria um problema desde que ela era uma nativa daquela época. Pessoalmente, fiquei feliz com essa informação. Sentia que conforme o tempo passava, por ironia, mais eu gostava dela. Agora, toda a nação soviética estava do nosso lado novamente, e os estadistas estariam bem ocupados a partir dali, mas agora, o inimigo já era outro...

Jonathan e Charlotte tinham que continuar suas missões na Val... digo, Romênia. Até 1999, Jonathan será o guardião do Vampire Killer. De acordo com as profecias que me foram contadas, este é o ano em que a linhagem dos Belmonts se revelará após um hiato de quase 200 anos. Enquanto isso, muita confusão circunda na cabeça desse pobre rapaz... ainda há de entender muito sobre o que seu pai desejava por ele e o que toda essa confusão no mundo significa de fato. Certamente, esta segunda dúvida fica mais fácil para eu desvendar.

Lute, Jonathan, seja assim como seu pai se orgulha...”
Alucard, no entanto, ainda não sabe o que fará da vida. Considerando que as suas funções estão inativas no momento, ele só tem que continuar observando. Mas o mundo mudou drasticamente. A globalização pode ser tanto uma ajuda como um problema para ele. Deveria se adaptar à nova ordem mundial e abraçar uma nova vida? Um novo nome, talvez...?

 

Eiji nos deixou de volta à Europa. A casa de Jonathan e Charlotte ficava próximo ao Rio Danúbio. Era uma residência campestre e de aspecto bem mimosa, que ficava no meio de uma campina aberta, testemunhando um vasto horizonte coberto pelo poderoso rio, e circundada por extensões de bosques ao redor do horizonte. A casa era meio grande e a dualidade de cômodos era bem perceptível. Um lado, azul-marinho, era bem místico e inventivo, com destaque a uma biblioteca do lado de dentro. Pegava o espírito cativante da Charlotte. Do outro lado, vermelho, uma espécie de dojo, mas com alguns elementos de arsenal. Certamente, era posse de Jonathan...

Do lado onde o sol se punha, havia um pequeno vilarejo. Um padre estava trabalhando enquanto saía da capela regional quando viu a gente. Na verdade, ele viu Charlotte e Jonathan e fez uma expressão muito assustada, engraçada até. Por incrível que pareça, não era medo, mas felicidade. Na mesma hora, os dois guerreiros nos deram licença para irem falar com o estranho sujeito.

Enquanto falavam a sós, ficamos conversando. Parece que Kalinka ia pedir ajuda de algum líder de tropas que patrulhava por lá e pedir acesso de volta a Moscou.

Ah, sim, e naquele momento os dois já tinham voltado...

- Quem era aquele sujeito? – Perguntei.

- O nome dele é Vincent Dorin. – Charlotte respondeu – Nós meio que temos algumas... dívidas com ele...

- Entendo...

- Perdoe-nos por quaisquer incômodos que tenhamos causado. - Luís perguntou por mim, com sua cordialidade de sempre.

- Eu poderia desculpar, se tivesse algum! - Charlotte respondeu com a mesma cordialidade, embora mesclasse com sua doçura infantil. - Não me chame de infantil!

Agora já deu! Como é que eles conseguem fazer isso?!”

- Na verdade, eu queria agradecer... - Jonathan retomou após essa misteriosa quebra de quarta parede. - Quando nós estávamos no castelo, eu me sentia confuso..., mas quando encontramos vocês e vivemos essa aventura tão louca, eu sinto que os meus pensamentos estão mais firmes agora.

- Por causa do seu pai?

- Sim. Quando eu era jovem, bem mais jovem do que sou hoje, eu nunca precisei de nenhuma ajuda de verdade..., mas agora, estes dias se foram e eu não tenho tanta certeza de que eu não precisava de ajuda naquele tempo.... Obrigado, Taylor. Agora eu sei que vai ficar...

-... tudo bem.

-... É, isso mesmo... “tudo bem”...

Despedimo-nos, então. Kalinka também estava pronta pra partir. No caso, testemunhava o amplo horizonte. Mas o que ela pensa? Como eu saberia, afinal.... Ela era uma pessoa tomada pelo orgulho e antipatia. Ainda assim, eu olhei com mais atenção: era uma mulher muito linda também. Eu quis me aproximar, mas acho que ela já tinha me percebido por perto:
- Eu vi você lutando contra Himmler. - Foi o que falou. - Só aqui entre nós: eu me senti aliviada por ele ter fugido. - Assim, esse comentário foi de grande surpresa, mas havia explicação para isso: - o Reichsführer é a maior ameaça que eu poderia enfrentar, e eu daria tudo para matá-lo por minha própria conta...

-... Eu não tinha permissão para matá-lo, você sabe..., mas você... - Quando respondi a ela, eu a encarei com determinação e coragem. Mesmo assim, ela também me estranhou. De fato, era uma beleza ver aquela expressão inusitada. Com a minha habilidade especial, “Atirador de Elite”, produzi algumas balas, tomei a mais poderosa pistola que ela tinha: Red Star, e carreguei sua munição, predefinindo o que ela faria posteriormente. Como conclusão: - Boa sorte.

E Kalinka não é uma pessoa habituada a receber elogios, quanto mais qualquer tipo de gentileza. Naturalmente, estranhou de uma maneira como se estivesse sendo beijada por um alienígena ou algo parecido.

-... Você é lunático.... Bem, eu vi a forma que você lutou. Eu vou ter que ser sincera contigo: você lutou muito melhor do que eu estive esperando. Mas ainda falta muito para você ser tão forte quanto alguém digno de ser o escolhido. Eu ainda tenho mais classificação. Se você quiser salvar o mundo, terá de me superar.

-... - Talvez ela realmente estivesse certa. Na verdade, eu não me dei conta dos meus limites. Até aquele momento, tudo parecia correr tão produtivamente que nem parecia que algo poderia dar errado... mas eu não sou nenhum Gary Stu a ponto de querer pensar que a situação sempre daria certo... okay, eu pensava assim, mas não mais... não desde que eu me encontrei com Himmler...

- Enfim, Taylor, assim como você tem que terminar os seus afazeres, eu ainda não terminei a minha missão. Não me procure, pois temo que não nos veremos novamente. – Foi assim que ela se despediu de mim. Não me surpreenderia que essa era forma mais gentil que ela poderia se despedir. Mas sua marca era a frieza, e eu tinha certeza de que não nos veríamos de novo, então não me exaltei. Nada é eterno, afinal de contas...

- Você não quer ao menos esperar o Hans? – Luís perguntou a ela.

- Não, esqueça. Acabou por aqui...

Ainda faltava o Alucard, e ele estava, só para variar, testemunhando o horizonte.

Qual é o problema desses emos com o horizonte?”

Seus olhos vazios vislumbravam a paisagem, mas o prazer entrava e saía, como se sua alma fosse um cano.

- O que você vai fazer agora? – Perguntei a ele.

- Eu nunca sei... Eric Lecarde está morto, não tenho família e estarei desocupado por, pelo menos, uns 50 anos. Acho que vou me adequar à modernidade... Talvez eu acompanhe o Eiji. O que farei depois disso, eu não sei dizer. E mesmo se soubesse, eu não diria. E mesmo se eu disser, você não compreenderia.

-... Sabe, se eu fosse você, ficaria de olho naqueles dois. - o Luís se referia a Charlotte e Jonathan – eles possuem o Vampire Killer, e até o dia D, eles ficarão responsáveis por isso. - Falava enquanto entregava um estranho embrulho a ele. – Foi um prazer em conhecê-lo, Alucard.

- O mesmo digo eu, coronel...

- Eiji, você o manterá seguro?

- Acho que a pergunta é se ele me manterá seguro... mas sim, eu vou.

- Vamos, Taylor. O nosso trabalho termina por aqui.

Fomos embora. Ao dar uma espiada para trás, percebi que Alucard olhou o embrulho que Luís lhe deu. Era um cartão de trabalho especial do Templo, e logo abaixo uma mensagem escrita: “não se esqueça: 1999”.

- “Não esquecerei...” – Sussurrou ao lado de um breve sorriso. O fato d'eu falar isso revela a minha hipocrisia, de não deixar os personagens interromperem minha narrativa, mas eu ter conhecimento sobre eles. Mas logo após isso, fiquei feliz com a sua reação. Certamente, nunca me esquecerei destes homens e mulheres sagrados que eu lutei nessa fatídica era, ainda que tenhamos que ir embora, cada um com seu respectivo motivo. Mesmo assim, sinto que ainda distantes estamos unidos, eternamente unidos...

E enquanto provavelmente pensavam nisso, Alucard teria que forcar em seu futuro. Ele olhou para Eiji e perguntou novamente:

- Kanto?

- Kanto. – Eiji respondeu.

- Kanto, então...

 

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...