História A chegada - Capítulo 4


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Categorias Orgulho e Paixão
Personagens Afrânio Cavalcante, Aurélio Cavalcante, Julieta Sampaio Bittencourt "Rainha do Café"
Tags Aurieta
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Palavras 5.142
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, gente, voltei! Espero que gostem do capítulo e tenha ficado como vocês esperavam. Eu falei que esse seria o último capítulo, mas, vamos ter mais um. Me desculpem pelos erros ortográficos. Boa leitura.

Capítulo 4 - Um dia especial


    Já se aproximava das 16:00 quando Aurélio foi até o escritório chamar Julieta, já estava próximo a hora de levarem os filhos ao lugar escolhido pelo casal. Aurélio não saberia dizer qual dos dois estavam mais animados, uma vez que na visão deles, esse passeio significava novas aventuras e descobertas. Aurora e Thomas eram apaixonados por descobrir coisas novas e apreenderem sobre elas.

    Pensei que o nosso combinado fosse que a senhora não trabalhasse mais por hoje? – Aurélio diz ao notar que Julieta não tinha notado a sua presença.

    Retirando os seus óculos de leitura, Julieta diz – Aurélio, não tinha notado você aí. Bem, eu não estava fazendo nada, achei por bem dá uma última olhada nesses contratos, mas já acabei. – Lança um sorriso para o marido.

    Vim buscá-la para irmos preparar a sexta de piquenique juntos. – Vai se aproximando da esposa.

    Pensei que Mercedes fosse fazer isso ou não? – Arqueia uma das sobrancelhas, se colocando de pé.

    É muito mais interessante que a sexta seja preparada por quem vai para o piquenique. – Já está perto o suficiente para acarinhar o rosto de Julieta que fecha os olhos. – No mais, Mercedes não sabe o que queremos levar. – Deposita beijos no pescoço de Julieta, que vai se afastando até sentir seu corpo se chocar com um móvel que tem atrás da sua mesa.

    Aurélio, é só nós di....– Não termina a frase, pois sua boca é tomada com toda paixão por Aurélio, que a beija como se nunca houve feito isso antes. Julieta, só consegue retribuir aos beijos que vão se intensificando, despertando outros desejos, que só aumenta com as investidas de Aurélio. Quando o ar se faz necessário, Aurélio passa a beijar mais uma vez o pescoço de Julieta que vai se entregando mais e mais aos carinhos do marido. Aurélio passa a fazer uma trilha entre o pescoço de Julieta até o início do decote da esposa. Nesse momento a respiração de Julieta já estava totalmente descompassada e Aurélio notava que os seios da mulher subiam numa velocidade nada normal. Ao olhar para Julieta, Aurélio nota que ela está vermelha por onde sua boca havia passado.

    Você precisa se controlar, Julieta. – O sorriso maroto suje nos lábios de Aurélio.

    Ora, estás muito petulante, Aurélio, você.... – Novamente não completa a frase, sua boca estava ocupada fazendo algo melhor.

    Aurélio a beija com paixão e desejo todas vezes. E Julieta não pôde e não quis mais resistir aos beijos e carinhos de Aurélio. O homem começa a beijar novamente o seu pescoço só que dessa fez dava leves mordidas o que fazia Julieta morder os lábios e passar as mãos pelas costas de Aurélio. Ele vai descendo até onde mais almejava beijar naquele momento e durante todo o percurso deixava pequenas mordidas, fazendo Julieta fechar os olhos e ansiar por mais. Aurélio para subitamente e Julieta abre os olhos sem entender.

    Parece que você quer mais não é minha Julieta? - Um sorriso malicioso nasce nos lábios de Aurélio. Foi a vez de Julieta o puxar para mais um beijo, mais urgente e sempre pedindo mais. Aurélio aperta a cintura de Julieta fazendo-a arfar pela primeira vez. Sua mão passei pelas costas de Julieta até parar e apertar a bunda da mulher.

    AU-RÉ-LIO. - Não fala por muito tempo, uma nova onda de beijos foi iniciada. Julieta passeava seus dedos por entre os cabelos de Aurélio os puxando. Esse por sua vez, começava a levantar a saia da esposa e passear uma das mãos pela coxa da mulher, sentindo toda a maciez daquela pele. Julieta só sabia se permitir e entregar-se aquele homem.

    Aurélio queria tê-la ali e ele sabia que ela também. Sem pensar muito começa a se inclinar até sentar na cadeira que ficava atrás da mesa de Julieta. Logo em seguida Julieta se senta no colo de Aurélio e começa a desabotoar os primeiros botões e tem sua boca tomada mais uma vez. Após mais um beijo, Aurélio começa a desabotoar os botões do vestido de Julieta que começavam no início do decote e se seguiam até a cintura dela. Julieta só se arqueava para trás dando permissão pra ele continuar. Olhava com reverência para aquela parte de Julieta, ele amava se deleitar ali.

    Há, Julieta, como eu te amo, meu amor. - Começa a beijar e mordiscar os seios e quando finalmente iria colocá-los para fora da combinação, ouvem uma batida na porta. Ambos quase caem da cadeira por causa do esforço que Julieta fez para sair do colo de Aurélio.

    Calma, Julieta. - Aurélio diz ao segurar Julieta pelas costas. - Quem é? - Aurélio procura pelo o melhor tom de voz que consegue, visto o que estavam a fazer, dando tempo para Julieta se levantar.

    Sou eu, Aurelinho. - Julieta olha com cara de espanto para o marido.

    Só um momento, papai. - Aurélio fala ao mesmo tempo que abotoa seu colete. - Calma Julieta, deixa eu te ajudar. - Aurélio começa a abotoar o vestido de Julieta e ao terminar diz. - Pode entrar, papai.

    Seus filhos estão procurando vocês, e como eu sou um avô zeloso e não quero meus netos traumatizados resolvi eu mesmo chamá-los. - Afrânio fica encarando o casal.

    Como? Traumatizá-los? Mais do que está falando, papai? - Diz Aurélio olhando para o pai.

    Dessa pouca vergonha que vocês estavam fazendo. - Julieta tem os olhos arregalados devido as palavras do sogro e Aurélio quase rir de como Julieta ficará após ouvir as palavras.

    Papai, papai, o senhor estar sendo evasivo e além do mais não estávamos fazendo NADA. - O Barão mostra-se irritado e dispara.

    Posso ter minhas limitações físicas, Aurelinho, mas não sou cego! Olhe para você com o cabelo todo bagunçado e minha norinha, que bem se ver que nem o vestido sabe abotoar direito. - Imediatamente Julieta olha e nota que os botões do vestido estão colocados de forma errada. - Já dei o recado, com licença. - Por dentro o Barão estava se acabando de rir da cara da nora, ele sabia que ela odeia passar por constrangimentos. Ao sair do escritório fecha a porta e retorna a sala.

    Com a saída do Barão o casal se olha por meros segundo até começarem a rir da situação.

    Isso foi loucura e é culpa sua, que não soube nem colocar os botões nos locais certos. - Julieta diz ao sentir a aproximação de Aurélio.

    Minha? A senhora é que não controla seus impulsos. - A puxa para mais perto de si. - Bom, e de uma coisa é certa, meu pai está com uma visão ÓTIMA! - Beija Julieta mais uma vez, que rir do que Aurélio diz.

    É melhor nós irmos preparar a sexta. - Julieta já estava indo em direção a saída do escritório quando Aurélio a puxa pelo braço.

    Mas antes, vamos arrumar esses botões. - Só de sentir os dedos de Aurélio tão próximos dos seios faz com que Julieta sinta um arrepio consumir seu corpo. - Pronto, estão todos nos seus devidos lugares. - Beija mais uma vez o pescoço da esposa e um sorriso é trocado e em seguida o casal saem rumo a cozinha da fazenda.

    Ao avistarem os pais, Thomas dispara. - Penei que tinham esquecido do passei!

    Jamais meu amor. - Diz Julieta

    Vamos para a cozinha preparar a sexta de piquenique? - Aurélio fala todo empolgado.

    SIM! - Thomas e Aurora falam ao mesmo tempo.

    Mas, para onde vamos? - Aurora cruza os braços, como se exigisse saber a verdade.

    Não pode, é surpresa. - Aurélio diz em tom brincalhão e arranca risos dos filhos que apenas os seguem para a casinha.

    A preparação da sexta de piquenique foi bastante rápida e optaram por levar poucas coisas. Colocaram umas frutas, bolos, duas garrafas de sucos, uma de maracujá e a outra de goiaba.

    Tá tudo pronto, agora vamos, daqui até o estábulo é um pouco longe. - Aurélio diz ao pegar a sexta de cima da mesa.

    Estábulo? Será que é o que eu estou pensando, Thomas? - Aurora se põe em frente ao irmão

    Acho que vamos sair da fazenda e andar a cavalo! - Os dois dão as mãos e começam a pular de alegria.

    Então vamos e vocês vão descobrir. - Julieta tenta segurar o riso diante da cena dos filhos.

    Dá fazenda até o estábulo é no máximo 20 minutos e naquele dia parece que foi menos. Ao chegar no local, tanto o soberano, quanto zeus já estavam preparados e os aguardando.

    Boa tarde, senhor Ricardo, tudo bem? - Julieta como sempre cumprimentado os seus funcionários.

    Boa tarde, Dona Julieta, estou bem e vejo que vocês também. - Lança um sorriso pra família.

    Obrigado, por preparar os cavalos, Ricardo. - Aurélio agradece e o homem fecha os olhos e acena positivamente.

    Agora, vamos, não queremos nos atrasar não é mesmo? - Aurélio se vira para os filhos.

    NÃO! - Os dois falam ao mesmo tempo.

    Bom, na ida, eu levarei Thomas e na volta eu traga Aurora, está bom assim pra vocês? - Julieta se abaixa se pondo da altura dos filhos.

    SIM! - Um sorriso iluminou os rostos dos filhos.

    Ótimo! - Julieta fala já montando em soberano. - Ricardo, pode me entregar Thomas, por favor? - O funcionário diz que sim e coloca o garoto na sela a frente da mãe, fazendo o mesmo com Aurora na sela de Aurélio. Ambos agradecem e partem para o local escolhido. Levava mais que 30 minutos a cavalo até chegar ao destino final. Durante o caminho dava para notar a empolgação e os olhos curiosos dos filhos, que observavam todos os detalhes possíveis que encontravam no caminho. Ambos achavam o Vale do Café lindo, mas tinham mais certeza quando saiam dos limites da Fazenda Sampaio Cavalcante.

    Bom….chegamos. - Aurélio diz ao pararem em frente a uma pequena trilha. Após descer de zeus ele desce Aurora e em seguida ajuda Thomas a descer do cavalo da mãe. - A trilha é muito pequena para os cavalos, vamos deixá-los aqui, ninguém os faram mau.

    Dito isso, Aurélio pega a sexta e a mão de Aurora e começam a entrar na trilha sendo seguidos por Julieta e Thomas. Quando o casal notou que já estavam próximos ao local, param.

    Agora, vamos colocar uma venda em vocês. - Julieta e Aurélio trocam olhares e risos ao ver a cara de interrogação do filhos. - É uma surpresa. Vamos tirar quando chegarmos.

    Após terem colocado às vendas, continuam a caminhada por no máximo 10 minutos. Aquele lugar, tão lindo, tão mágico. O casal se encantava sempre que iam ali.

    Vamos contar até três e vocês retiram a venda, tá bom? - Aurélio pergunta e os filhos acenam que sim.

    Juntos, Julieta e Aurélio começam a contar. - Um….dois….três….e tirem! - E assim eles fizeram

    UAAAAAAAAAAAAAAAAAAAU! - Tanto Aurora como Thomas arregalaram os olhos na mesma proporção que abriram suas bocas e um sorriso invadem a face dos pequenos. - Julieta e Aurélio sorriam um para o outro ao verem as reações dos filhos.

    É LINDA! - Aurora estava encantada com o que estava vendo.

    É mais linda que as dos livros! - Thomas não era indiferente ao encantamento da irmã.

    Por que nunca nos trouxeram aqui? - Aurora mostrava-se curiosa.

    Por vocês serem muito pequenos. - Aurélio diz. - Agora, vamos começar o piquenique.

    Enquanto Aurélio estende a toalha na grama e organizava tudo para o pequeno piquenique, Julieta levou os filhos para beira da cachoeira, onde os pequenos observavam fascinados as águas descerem majestosamente.

    Já está tudo pronto, meus amores. - Ao ouvirem Aurélio eles passam a caminhar em direção ao homem. – Agora, qual história vocês querem ouvir enquanto comem e contemplam essa vista que é tão linda? – Aurélio mostra dois livros que ele sabia que os filhos amavam suas histórias.

    Queremos ouvir a história do amor de vocês dois. – Thomas diz sem pensar duas vezes.

    Isso mesmo, já sabemos a história desses livros. – Aurora diz ao cruzar os braços.

    Mas, vocês já sabem da nossa história, Julieta já contou uma vez. – Aurélio tinha um riso de canto.

    Mais, papai, ouvimos na visão da mamãe, agora queremos ouvir na sua visão. – Thomas disse com determinação.

    Está bem, eu vou lhes contar. Deixando bem claro que a mãe de vocês me deu muito trabalho para conquista-la e eu passaria por tudo de novo só por saber o que o nosso amor geraria. – Os filhos ficam encantado com a declaração do pai e Julieta mais ainda. E assim, Aurélio conta aos filhos tudo que fez para merecer o amor de Julieta e o que passaram juntos. – Hum... a mãe de vocês falou do que ela me chamou e me disse muitas vezes? – Os pequenos balançam a cabeça e Julieta apenas rir. – Vamos lá, me chamou de petulante, insolente, riu do meu ultimato do amor, disse que eu estava tendo devaneios sobre o meu amor por ela e mais, até tapa na cara dessa mulher eu ganhei. – Todos começaram a rir.

    Mamãe, foi mesmo uma mulher difícil. – Aurora diz enquanto Thomas concorda e os pais começam a rir.

    Agora, será se podemos brincar um pouco dentro da cachoeira? – Thomas pergunta com uma cara de pidão.

    Vão brincar na parte mais rasa, vamos, levaremos vocês até lá, depois que tirarem essas roupas. – Tempo depois, eles já tinham levado os filhos para o lado mais raso e seguro da cachoeira e estavam a observá-los sentados na toalha do piquenique. – Eles estão se divertindo muito. – Julieta apenas concorda.     Quando olha para o marido se assusta com o que ver.

    O que você está fazendo? – Encara Aurélio não querendo acreditar no que estava vendo.

    Bom, me preparando para brincar com eles também e para isso tenho que me livrar um pouca dessas roupas, você deveria vir. – Aconselha a esposa.

    Eu não posso, Aurélio. – Julieta fica cabisbaixa.

    Não pode porque, Julieta? Está só nós aqui meu amor. Vamos, eu ajudo a tirar o seu vestido. – Julieta recuou.

    Eu não vou, já disse! – Aurélio não acreditava no que estava ouvindo.

    Eu só quero saber porque, Julieta? Não é medo de água e nem me digas que não sabes nadar, já viemos várias vezes aqui. – Um suspiro cansado é solto por Julieta. – Bom, lembras do que eu lhe disse? Se permita participar das brincadeiras deles, meu amor. Vai me dizer que você não gostaria de estar brincando como eles estão? – Julieta olhou para a direção onde os filhos estavam a brincar jogando água em direção ao outro com risos fáceis.

    Pra você é fácil falar, não eu você que vai ficar de combinação na frente deles. – Aurélio notou as bochechas da esposa corar.

    É isso, você está com vergonha... pare de besteira, Julieta, depois quando chegarmos a fazenda vai se martirizar por deixar a vergonha tomar conta de você e não aproveitar o momento com os seus filhos. Vai mesmo deixar que eles contem que a primeira vez que viram uma cachoeira só brincou com o pai quando puderam ter a mãe participando também? – Aurélio jogou as palavras e foi indo em direção as crianças, deixando Julieta pensativa.

    Aurélio, volte aqui, por favor, vou precisar da sua ajuda com o vestido. – Um sorriso nasce no rosto de Aurélio que retorna mais que depressa. – Você me faz cometer cada loucura Aurélio. – Ele sorrir e beija Julieta. Tempo depois Julieta estar só de combinação e Aurélio pega em suas mãos dando a coragem que ela precisa. – Hoje eu perco todo o meu respeito com eles. – Diz com um riso nervoso.

    Duvido, minha querida! Hoje você ganhará mais ainda admiração dos seus filhos, confia em mim. – Deposita um beijo em sua testa.

    Vamos, antes que desista. – Aurélio mais que depressa põe-se a caminhar com a esposa.

    Será se podemos participar da brincadeira também? – Disse Aurélio brincalhão. Os filhos ao notarem a presença dos pais e como eles estavam arregalaram os olhos no mesmo tempo que os encaravam. Naquela hora, Julieta sabia que tinha sido um erro.

    PAPAI! – Diz Aurora não acreditando no que estava vendo.

    MAMÃE! – Thomas diz ao ver a mãe naqueles trajes.

    Quando Aurélio notou que Julieta iria sair dali pega na mão da esposa a fazendo ficar. – Não responderam a minha pergunta. E no mais, vocês estão com trajes iguais aos nossos, só que em tamanho menor.

    Mais é claro que podem brincar, só pensávamos que não queriam participar. – Diz Thomas ao jogar um pouco de água com os pés nos pais.

    Poderiam nos ensinar a nadar. – Sugere Aurora.

    Mais é claro que vamos. – Aurélio responde a filha jogando um pouco de água da mesma forma que Thomas fizera a pouco tempo. – Agora, vamos levar vocês para uma parte mais funda. – Cada um pega um dos filhos e começam a entrar na parte da lagoa mais funda da cachoeira. Eles aprenderam rápido, na terceira tentativa já estavam nadando muito bem.

    Agora, que vocês já sabem nadar, eu proponho uma brincadeira. – Todos olham com cara de interrogação para Aurélio. Ela é simples, eu e Julieta seremos a base e vocês ficaram em cima dos nossos ombros, o objetivo, derrubar o adversário, quem derrubar primeiro ganha, e então, vocês aceitam?

    SIM! – Lá se foram eles se perderem na hora com essa brincadeira. As vezes a dupla era formada por Julieta e Aurora e a outra Aurélio e Thomas. Risos ecoavam por todo aquele lugar.

    A hora passou tão rápida, que quando se deram conta já estavam nos últimos raios de sol. – Chegou a hora de voltarmos. – Diz Aurélio ouvindo um AAAAAAAAAAAAAA dos três ouvintes. – Mas, antes disso, deixa eu ensinar algo que eu ensinei para a mãe de vocês quando andamos aqui pela primeira vez. – Julieta naquele momento era só risos, enquanto os filhos só empolgação. – Vou ensinar, vocês a boiarem na água. – Dito isso, Aurélio pôs a explicar o que eles tinham que fazer para conseguir tal feito, e acreditem, eles conseguiram. Depois disso, eles saíram de dentro da cachoeira e vestiram as suas roupas.

    E agora quando voltaremos aqui? – Thomas quis saber.

    Bom, vocês estão de castigo por uma semana por cousa da nossa irresponsabilidade hoje pela manhã. Mas, assim que saírem, podemos ver. – Aurélio pode notar a cara de arrependido dos filhos com a notícia e seu coração ficou apertado, poderia ter sido diferente se ele tivesse perguntado a Julieta se poderia os levar para o cafezal. Mas, se tudo aquilo não tivesse acontecido possivelmente eles não teriam ido conhecer a cachoeira, então logo se acalmou, para todo mal tem um bem maior.

    Vamos fazer assim, na primeira e na terceira quinta de todo mês nós vamos vim passar um tempinho aqui, pode ser? – Julieta se abaixava se pondo da altura dos filhos.

    SIM! – Ela sorri para os pequenos enquanto pisca para Aurélio.

    Já estamos resolvidos, vou pegar um pouco de água para os cavalos e partimos logo em seguida. – E assim foi. Não demoraram muito e logo já estavam a ver os cavalos. Deram água e logo em seguida já estavam montados.

    Eu proponho uma corrida, visto que já estar ficando escuro, os cavalheiros aceitam? – Julieta direciona o olhar para o cavalo ao lado onde Aurélio e Thomas estão.

    Um desafio? Mais é claro que aceitamos, não é Thomas?

    Com muito gosto, papai!

    Tanto Aurélio quanto Julieta ensinaram os filhos a melhor maneira de se pegar nas rédeas do cavalo. Assim que notaram que já estavam prontos, começaram a correr. Não era uma competição nem de longe. Eles estavam se divertindo. Os risos ecoavam pelo o caminho e o tempo passou tão rápido que quando deram por si, já estavam em frente à fazenda. Aurélio pediu para que um dos funcionários levassem os cavalos para o estábulo, agradecendo em seguida. Adentram a sala da fazenda, fazendo o maior barulho chegando a surpreender o Barão.

    Vejo que o passeio foi ótimo! – Afrânio estava curioso.

    Foi sim, vovô. Conhecemos a cachoeira. – Afrânio arregala os olhos, nunca penso que o casal fosse apresentar tal lugar tão cedo para os netos. – Aprendemos a nadar com a mamãe e o papai, brincamos e apostamos uma corrida de cavalo na volta para cá. E adivinha quem ganhou? Isso mesmo, eu e mamãe. – Termina Aurora toda feliz. E Afrânio não acreditava no que ouvia da neta.

    Nós deixamos não foi, papai? – Thomas cruza os braços

    Dessa vez, Thomas, elas ganharam. Mas, dá próxima será nós. – Abre um sorriso pra filho. Que logo se desfaz com a pergunta do Barão.

    Aurora, você estava dizendo que aprenderam a nada com os pais de vocês? Mas, vocês não estão nem molhados. – O Barão queria saber mais.

    É porque usamos nossos trajes íntimos, vovô. – Aurora diz e Afrânio arregala os olhos mais uma vez.

    Eu tenho pena desses meus netos com esses pais que eles têm. – O Barão balança a cabeça negativamente para a atitude do casal.

    Ora, ora, vovô, foi muito divertido. – Era Aurora quem falava, mas Aurélio jurava ter ouvido a voz de Ema na filha caçula.

    Papai, papai! – Aurélio lança um meio sorriso para o pai, pedindo aos céus que ele não falasse mais nada.

    Bom, já falaram tudo para o seu avô, agora vamos subir, tomar um banho e retornar para o jantar. – Julieta, Diz ao pegar nas mãos dos pequenos e ir em direção a escada sendo acompanhada pelo o marido.

    Voltamos já, papai. – Aurélio diz e começar a subir as escadas.

    Tempo depois, eles retornam, o Barão já se encontrava na sala de jantar os esperando. O jantar foi cheio de rios, os pequenos estavam encantados com a beleza da cachoeira, empolgados porque duas vezes ao mês eles iriam para lá e por tudo que viveram com os pais. Certamente eles levariam aquelas lembranças para o resto de suas vidas. Aurélio pega em uma das mãos de Julieta e entre sorriso diz sem emitir som – obrigado, eu te amo – com um riso fraco e os olhos marejados, Julieta, sem emitir som responde, - eu que agradeço, eu te amo – Após o término do jantar, as crianças ficaram na sala por pouco tempo, estavam cansadas e logo demostraram sinal que queriam dormir.

    Boa noite, Barão, vamos meus amores? – Eles se levantam e dão um beijo no avô e dizem ao mesmo tempo.

    Boa noite, vovô!

    Boa noite, meus netos e Julieta. – A mulher dirigi um sorriso ao sogro e se retira.

    Aurelinho, pode me ajudar me recolher? – Aurélio sorrir para o pai.

    Mais é claro que sim, papai! – Saem rumo ao quarto de Afrânio que devido ao uso da cadeira de rodas, dorme em um quarto no andar de baixo da fazenda, não podendo reclamar da acomodação.  Era um quarto bem amplo e arejado. Julieta e Aurélio tinham muito zelo pelo o Barão.

    Boa noite, Aurelinho.

    Boa noite, papai, qualquer coisa, já sabe, basta nos chamar ou tocar o sino. – Beija a testa do pai e se retira.

    Antes de Aurélio ir também se recolher, havia uma coisa a se fazer e ele amava, contar histórias aos filhos, que mesmo com seis anos ainda dormiam no mesmo quarto. Ao entrar no quarto dos pequenos eles já estavam em suas camas e Julieta já tinha começado a história.

    Estávamos esperando você para terminar. – Julieta diz com um leve abrir de boca.

    Então, vamos terminar essa história. – Se passa um pouco de tempo e antes de chegar ao final da história eles já estavam dormindo. Aurélio lança um sorriso para Julieta que retribui. Terminam de agasalhar os filhos em suas camas e se despedem com um beijo na testa de cada um. Apagam as luzes e deixam a porta entre aberta, para que a luz do corredor possa clarear a ambiente.

    Aurélio abre a porta do quarto dando passagem a Julieta.

    Nunca pensei que fosse ficar tão cansada e mesmo assim, gostar de tal estado. – Julieta diz começando abrir o vestido, indo em direção ao banheiro.

    Que bom que estar feliz. – Aurélio diz e começa a trocar de roupa e colocar sua roupa de dormir.

    Quando Julieta retorna do banheiro ela já usava sua camisola e céus, como ela estava linda. O corte do tecido valorizava cada curva daquele corpo, e o que dizer daquele decote. Aurélio sentia o desejo por ela aflorar, mas acaba por se lembrar que ela disse que estava cansada, então se conformou que iriam apenas dormir.

    Julieta se senta em frente a penteadeira e começa a pentear os cabelos e quando decide olhar para a cama ver o marido indo em sua direção.

    Eu tentei, Julieta, eu juro que eu tentei. – Começa a beijar o pescoço de Julieta e passar aos mãos entre o cabelo da esposa. – Mas, você e essa camisola não estão ajudando.

    Julieta põe-se de pé. – Que bom, Aurélio, era justamente esse meu objetivo, ela não deveria ajudar. – Aurélio notou malicia nos olhos de Julieta. – Temos algo que começamos a tarde e não terminamos não foi meu, querido? – Coloca os braços ao redor do pescoço de Aurélio.

    Temos, com toda certeza do mundo temos. Mas, antes disso. – Ele vai em direção a porta e atranca. – Não queremos correr o risco de sermos atrapalhado de novo. – Julieta só rir.

    Aurélio caminha em direção a esposa com passos largo e quando está perto o suficiente começa a beijá-la como se não tivesse mais nada a fazer. Julieta sentia sua cintura ser apertada com uma força até então não usada, mas era delicado ao mesmo tempo. Aurélio senti os cabelos sendo puxados como um incentivo a continuar. Quando o corpo pede por ar, Julieta começa a beijar o pescoço de Aurélio e começa a abrir os botões da camisa e a joga em um lugar qualquer e começa a passar a mão por aquele peitoral que tanto ama explorar, deposita alguns beijos e logo retorna a beijar aquela boca. Vagarosamente, Aurélio vai levando-a a cama e deposita com todo carinho o corpo de Julieta, sempre a beijando. Em seguida retira a camisola e no momento que a beija, ele passa a apertar um dos seios que estava a mostra, Julieta começa a soltar pequenos gemidos. Os beijos passam para o pescoço até chegar aos seios. E não aguentando mais aquele desejo o consumindo, Aurélio passa a chupar com toda reverência um dos seios e logo em seguida faz o mesmo processo no outro e Julieta apenas morde os lábios. Julieta tinha seios médios, e para Aurélio eram os mais lindos e perfeitos do mundo.

    A trilha de beijos vai descendo até chegar próximo a feminilidade de Julieta que se contorce na cama só de ansiar o que está por vim. Aurélio retira a última peça que faltava e tem Julieta totalmente exposta a ele. Em seguida ele começa a beija toda a região e a fazer movimento no clitóris, fazendo Julieta gemer de prazer e querer mais. Aurélio continuou com os movimentos por mais um tempo e quando percebeu que Julieta estava pronta, retira sua calça e nota Julieta a observá-lo. Como é linda a ver assim.

    Aurélio é o melhor homem que eu poderia ter encontrado. As vezes ele pensa muito mais no meu prazer, que no dele. A ele eu me entrego de corpo e alma porque eu sei que vou ser bem cuidada e acarinhada.

    Após contemplar aquela linda visão, seu corpo não queria simplesmente vê-la, queria possuí-la mais uma vez, como se fosse a primeira, e assim o vez, começou lento, indo aos poucos e quando Julieta percebeu que ele queria a permissão dela, enlaçou suas pernas em Aurélio dando a resposta que ele queria. Os movimentos foram se intensificando e a cada aumento de velocidade e invertida que Aurélio dava, os gemidos de Julieta aumentavam e seus pedidos também agora eram ouvidos.

    Não para Aurélio, só não pare, por favor! – Ele não iria parar, não ela pedindo.

    Quanto mais profundo Aurélio estocava, mais Julieta gostava e gemia mais, aos mãos hora segurando os lenções da cama, hora as unhas penetrando em suas costas, tudo aquilo Aurélio amava. Quando ela arqueava as costas e empurra a cabeça para trás fazendo com que seu queijo ficasse mais erguido, ali Aurélio tinha certeza que ela estava amando.

    AU-RÉ-LIOOO! continua, meu amor, só continua. – Ele começou a beijar sua boca e vai no pé do seu ouvido e diz.

    Não se preocupe, meu amor, eu não vou parar, só quando você pedir. – Julieta dá um sorriso.

    Eu amo você, Aurélio. – Entre gemidos e risos ela consegue dizer

    E eu a você, Julieta! – A beija mais uma vez.

    Depois de mais algumas estocadas eles mudam de posição. Julieta ainda não estava saciada nem Aurélio. Ela iria cavalgar, e como Aurélio amava quando ela cavalgava, ele a ver com uma leveza e a forma como ela rebola em seu membro, céus! Ele não sabe como consegue aguentar. E ela sabe que ele gosta, ela provoca, morde os lábios, passa aos mãos no seu peitoral, leva aos mãos deles a massagear um dos seios. Enquanto ela rebola o ouvi gemer sem parar, hora seu nome, hora sussurros que ela não sabe decifrar. E quando ele pega em seus quadris para incentivá-la a rebola mais, ele não faz ideia de quanta energia dá a ela para continuar. Passado algum tempo nessa posição, eles voltam a primeira, os corpos já estavam chegando ao ápice do prazer e com mais algumas invertidas e gemidos de ambos, a explosão ocorre e eles encontram-se satisfeitos. Enquanto Aurélio faz carinho na cabeça de Julieta, essa fica massageando seu peitoral, e ficam assim até, darem conta que precisam dormir.

    Vou prepara um banho para nós antes de irmos dormir. – Aurélio diz e levanta-se em seguida. – Quando eu termina a chamo. – Julieta assenti que sim e sorrir. Alguns minutos se passam até Aurélio chama-la. Depois de Mercedes, o melhor banho já preparado pra ela, é Aurélio que faz.

    Espero que esteja do seu agrado. – A beija na bochecha.

    Tenho certeza que estará. – Faz um carinho em seu rosto. – E então, senhor Aurélio, não vai apreciar o seu próprio banho? – Fala ao entra na banheira.

    Estava esperando o seu convite. – Ela sorrir. Era a resposta dela.

    O banho tava tão bom que eles se perdem no tempo. E quando o sono começa a chegar eles terminam de banhar, vestem suas roupas de dormir e regressam a cama. Alguns beijos são trocados e Julieta deposita seu rosto no peito de Aurélio, desde que dormiram juntos pela primeira vez, aquilo virou uma rotina, ela amava dormir sentindo o peito dele subir e descer. Aurélio, a puxa para mais perto de si e a envolve em seu abraço. Deposita um beijo em sua testa e passa a mexer em seu cabelo.

    Boa noite, Aurélio. – Julieta diz com um pequeno bocejo. – Eu te amo.

    Eu te amo, Julieta. Boa noite, meu amor.

    Depois de algum tempo, ambos estavam dormindo. Um sono leve, ao saber que têm a presença um do outro para o todo sempre.







 

   




 

   


Notas Finais


Obrigada, por lerem. Beijos!


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