História A cidade sem nome - Capítulo 7


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Categorias TWICE
Tags Acidadesemnome, Chaetzu, Dahyun, Drama, Fic, Jihyo, Jungyeon, Mina, Namo, Sana, Suspense, Twice
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Palavras 2.698
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Mistério, Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Atenção:

Little Bunny- Nayeon

Kim Tofu- Dahyun

Strawberry princess- Chaeyoung

Y-V-E-S -Yves - Ha Soo young

Chuu-va - Chuu- Kim Ji Woo

BUUU- Jungyeon

Central Park - Jihyo

Tozaki- Sana

Me chama de Myoui e deixa eu ser sua MINA

Yoda- Tzuyu

Momo-chi Moguri - Hirai Momo

*Qualquer dúvida é só perguntar <3

GENTE DESCULPA SE EU COMI ALGUMAS PALAVRAS/LETRAS OU ERREI ALGO

Capítulo 7 - O outro lado do: Eu te amo, é isso.


Fanfic / Fanfiction A cidade sem nome - Capítulo 7 - O outro lado do: Eu te amo, é isso.

 

Hirai, acordou com seu despertador as nove da manhã. Olhou a janela fechada e os poucos raios de sol ultrapassando-a. Sentou em sua cama observando o teto, que na infância seu pai pintara um céu noturno amanhecendo. Sua cama era centralizada ao quarto, a janela a frente da cama e em baixo dela uma cômoda azul bebe. Em cada lado da cama um criado-mudo com um abajur e um porta retrato. Em um dos porta retrato, encontrava-se a foto de Nayeon e Momo, e no outo uma única foto de Nayeon juntamente com seu telefone. Não havia mais nada no quarto de Hirai, além da porta que levava ao seu closet e a porta da entrada. Pega seu telefone ao lado da foto de Nay.

MENSAGENS

 

Sexta 21h00, Little Bunny: Boa noite meu mochi, durma bem!

Sábado 09h10, Momo-chi Moguri: Bom dia meu raio de sol.

 

Sexta 22h00, Strawmberry Princess: Você vai amanhã, na praia?

Sábado 9h11, Momo-chi Moguri: Vou.

 

Sexta 22h01, Soo Y-v-e-s: HIRAI MOMO EU PRECISO DE UM CONCELHO, EU PEÇO OU NÃO A KIM  JI-WOO EM NAMORO? Ok você já deve estar dormindo...ME RESPONDE AO ACORDAR!

Sábado 9h12, Momo-chi Moguri: Calma docinho, pede sim! Vocês já estão ficando a seis meses, estão completamente apaixonadas, para que ficar enrolando?

 

Sexta 22h10, Kim Chuu-va: Eu acho que a Soo-Young não quer mais ficar comigo... ela está tão... estranha :(

Sábado 9h13, Momo-chi Moguri: Acho que não, deve ser só impressão sua.

 

Sexta 22h11, BUUU: Ou você assume ou eu assumo por você!

Sábado 9h14, Momo-chi Moguri: SE VOCÊ FIZER ISSO EU NUNCA MAIS FALO COM VOCÊ YOO JUNG YEON!

 

Sexta 22h15, Central Park: Tem certeza... a Jeon... ??????

Sábado 9h15, Momo-chi Moguri: Vocês estão solteiras, se atraem, por que não?

 

Sexta 22h20, Tozaki: Aquele sorriso, aquele corpo, aquela pintinha no queixo MEU DEUS EU PRECISO FICAR COM ELA.

Sábado 9h16, Momo-chi Moguri: só vai.

 

Sexta 22h22, Me chama de Myoui e deixa eu ser sua MINA: Eu estou apaixonada, e não quero usar a Tzuyu para abafar esse sentimento.

Sábado 9h17, Momo-chi Moguri: Eu não sei o que dizer Myoui... desculpa.

 

Sexta 22h24, Yoda: Eu quero ficar com a Mina.

Sábado 9h18, Momo-chi Moguri: Peça a ela.

 

Hirai soltou o telefone e suspirou. Era incrível sua capacidade de dar concelhos a todos que vinham lhe procurar, respondeu suas amigas e deixou outras pessoas no vácuo. A mensagem de Jungyeon estava corroendo seu estomago, ´´ou você assume, ou eu assumo por você´´. Hirai sabia o que deveria fazer, mas tinha tanto medo. Levantou-se da cama, abriu a porta de seu quarto atravessando o enorme corredor repleto de fotografias e desenhos de quando era mais nova juntamente aos quadros que pintava. Atravessou a sala que lhe causava tedio, era inteiramente branca com uma única parede amarela, entrou na sala de jantar onde seu pai lia o jornal e sua mãe mexia no celular.

-Bom dia filha, o café da manhã pronto. –Parou e observou as coisas em cima da mesa, uma jarra de suco de laranja, uma cesta com pães, um pratinho com mamão fatiado, um prato três tapiocas com geleia e pasta de amendoim, outro prato com cinco torradas com ovos, uma jarra de smoothie de aveia e morango e o bule de café. Hirai amava seus pais e amava os cafés da manhã de sábados. Era o único dia onde tomavam café juntos.

Momo sentou-se ao lado de sua mãe, colocando café em sua pequena xicara preta, servindo-se um copo de suco de laranja e colocando em seu pratinho uma torrada, dois pedaços de mamão, um pãozinho e uma tapioca. Quando começou a comer, teve medo do aconteceria. Sua mãe sempre aproveitava que Momo estava de boca cheia para metralha-la com perguntas.

-Não vai tomar smoothie? É o seu favorito. –Perguntou.

-Não estou afim. –Disse enquanto colocava um pedaço de torrada na boca.

-E sua amiga Im Nayeon, quando vem nos visitar? –Perguntou seu pai do outro lado da mesa. –Vocês eram tão próximas o que aconteceu?

-Não aconteceu nada, eu sempre a vejo. Aliás hoje vamos a praia, vou passar para busca-la. –Disse a menina tentando evitar a vermelhidão em seu rosto.

-Deve estar sendo difícil para ela... ela perdeu o pai! –Disse sua mãe perplexa, a fixa nunca cairia. –Quero que fique de olho nela, e sempre que puder traga-a aqui. A mãe dela não anda mais a mesma.

-Mãe eu não gosto de me meter na onde não sou chamada, a mãe dela não está bem, eu sei. –Bebeu todo seu suco e saiu da mesa com sua torrada. Atravessou a sala de janta apoiando-se na parede da sala de estar, ainda ouvindo o que seus pais tinham a dizer.

-Amor, você não pode falar essas coisas para Momo, você sabe que ela não lida bem com o assunto. Isso também lhe chocou muito.

Momo correu para seu quarto afundando-se em sua cama e observou a mensagem de Dahyun em seu celular.

 

Sábado 10h20, Kim Tofu: Hirai... eu vou sair para comprar as coisas, vem comigo?

Sábado 10h30, Momo-chi Moguri: Claro Dahyun! Você passa aqui as 11h?

Sábado 10h31, Kim Tofu: Sim, até daqui apouco.

 

Sentou-se na cama observando novamente seu magnifico teto. Era hoje, tinha que ser hoje. Abriu seu closet pegando sua bolsa de praia, correu para o banheiro onde passara protetor solar em seu belíssimo corpo e vestiu o biquíni de sereia que Nayeon escolhera quando saíram para comprar roupas de banho. Pegou seu celular ligando para sua amiga, Chaeyoung.

 

-Alô?

-CHAE FAZ UM FAVOR PARA MIM?

-É o fim do mundo, por que eu acho que estou ouvindo Hirai Momo me pedir um favor!

-Passa na casa da Nayeon e leva ela para praia?

-É O QUE?

-Isso mesmo que você ouviu, espere junto com ela no calçadão, a Jungyeon encontrara vocês lá!

-Mas...

-Ah e nós vamos para a Ilha dos esquecidos, Chuu conseguiu alugar a casa lá.

-MOMO!

-É só isso obrigada Chae, te adoro.

Momo desligou o telefone ofegante. Vestiu seu vestido branco, os chinelos e começou a andar nervosa pelo quarto na espera de Dahyun. Hirai estava altamente nervosa e por um longo instante esqueceu que deveria ligar avisando para Jeon que ela encontraria Chae e Nay no calçadão. Pegou novamente o telefone que deslizava pelas mãos soadas e digitou o número de sua amiga, Yoo Jung Yeon.

-Alô é Jeon. –Jeon sempre tinha o costume de atender seu telefone desta maneira, mesmo que ela soubesse que suas amigas tinham seu número salvo.

-Jeon, é a Momo.

-Eu sei que é você, aqui está escrito ´´ANTA ABULANTE´´.

-Sem graça!

-Está ligando, pois, aposto que vai preferir que eu te declare em seu lugar! –Momo ouve uma gargalhada.

-Não... não é isso.

-Meu amor, vim até aqui para declarar tudo o que sinto, pois estou perdidamente apaixonada por você! Quebrou-se a vidraça do meu coração, rasgou-se...

-ONDE VOCÊ ACHOU ISSO JEON?

-Quieta eu estou lendo! Rasgou-se as cartas de nossas lagrimas, leva-se embora os sonhos ruins, deixando meu abraço cobrir seu corpo... olha o resto eu não vou ler não. É muita poesia safada para se ler em voz alta.

-Onde arrumou isso? –O coração de momo batia fortemente, ela esperava que ninguém mais tivesse lido. Suas poesias eram a única forma de tirar do peito tudo aquilo que sentia por ela.

-Roubei da sua casa. Mas para que que a Srta. Hirai Momo ligou? Em?

-Encontre Nayeon e Chaeyoung no calçadão da praia.

-Em que parte do...

 

*CHAMADA ENCERRADA*

Escutou a campainha tocar e pulou do lugar em que estava com o coração na mão, pegou sua bolsa e correu encontrar Dahyun.

Algumas horas mais tarde.

 

Momo nunca pensou que pudesse fazer o que fizera naquela tarde. Quando retirou o vestido de Nayeon e sentiu o contraste de seus corpos, seu corpo flamejou. Sentia os arrepios subindo e descendo por toda a superfície de sua pele. Ela queria aquilo. Ela podia ter lhe beijado naquele instante. Mas ficou com medo. Momo, por mais atrevida que fosse em algumas ocasiões, tinha um grande medo de Nayeon não gostar de receber seu toque, de sentir seus lábios um no outro, de não querer suas mãos deslizando por outros lábios.

Quando sentiu o frio bater em seu corpo, olhou para o horizonte daquela ilha. Hirai nunca contou a ninguém, mas tinha tanto medo de estar ali. Observou a floresta que acompanhava do outro lado da praia, sentia-se observada, como se alguém pudesse estar ali, esperando, observando. Mas ignorou o fato, ela não queria causar pânico em ninguém. Momo sabia que lendas eram apenas lendas vindas dos medos mais profundos de quem ali viviam. Chuu, Dahyun e Jihyo juntaram madeira o suficiente e ascenderam uma fogueira, onde todas juntaram-se para se aquecer. Momo sentou-se ao lado de Nayeon, onde podia livremente observar o lindo corpo arrepiado de Im Nayeon. Yves havia se aproximado, e feito uma linda declaração de amor.

-Kim Ji Woo – Começou. –Os tantos meses são seu lado foram como o fogo desta fogueira, ardente e intenso. Foram como o mar desta parte da praia, cheio de surpresas e mistérios. Foram como está cabana, que esconde camas confortáveis. Foram como o sal de nossas lagrimas, unidos por nosso amor. Eu sei que ando distante, mas é por que penso nisto dia e noite. E não dá mais para me afastar de você, fugir de você, ou apenas aceitar seus doces beijos hora ou outra. Eu quero tentar ser uma mulher melhor com você, eu quero colorir seus dias e trazer as pequenas coisas que lhe deixam feliz, junte sua felicidade a minha. Aceita namorar comigo?

Chuu estava em lagrimas, ela não sabia se dizia sim ou se afundava o rosto nos cabelos de Yves. Aquele momento fez momo pensar, ela queria aquilo para a vida dela. Ela queria Im Nayeon. Mal percebera que Mina e Tzuyu aproveitaram o embalo e alegria do momento e beijaram-se. Jeon deu um último olhar para Hirai, sinalizando que ela deveria ir atrás dela e perdendo-se no olhar de Jihyo. Mas quando Hirai ia levantar, Dahyun lhe puxou para um caloroso beijo. Momo não fechou os olhos, não sabia o que fazer, ficou estática vendo Nayeon correr para a cabana e sair de lá vestida e com sua bolsa. Todo o calor que sentira mais cedo, o arrepio de seu biquíni molhado conta o corpo da mais velha, os sussurros em seus ouvidos e as mãos gélidas retirando seu vestido. Tudo aquilo significou muito para Hirai. Não foi apenas um ato. Nayeon corria pelo escuro, e Momo sabia que a mesma estava chorando. Dahyun afastou-se assustada quando observou o rosto de Hirai.

-Oh Hirai, me perdoe... eu não sabia que... –Suas mãos cobriam a boca. Momo correu para a casa onde pegou seu vestido e ameaçou correr no escuro. Jeon e Jihyo seguraram Momo pela cintura.

-Não, não Momo! –Dizia Jeon na tentativa lhe acalmar. –Deixe ela ir.

-Eu... eu não posso. –Soltou-se correndo pelo escuro gritando o nome da garota que amava.

 -NAYEON. –Gritou uma vez. –NAYEON POR FAVOR VOLTE. –Deixou os joelhos caírem no chão, e as lagrimas escorrerem pelo seu rosto. Seu coração doía intensamente, era algo que nunca quis sentir, e sofrera como todos um dia sofreram ao deixar sua amada partir. Chuu e Yves controlaram a situação. Acalmaram as meninas e deu as ordens para que entrassem, iriam atrás de Momo. Chuu pegou uma lanterna e correu ao lado de sua nova namorada pela imensidão da noite. Encontraram Momo deitada sobre a areia, quando iriam aproximar-se escutaram um barulho vindo da floresta.

-Escutou isso? –Yves sussurrou e Chuu iluminou o local. –Eu pego a Momo.

Yves pegou Hirai no colo, e observou Chuu estática observando o pedaço da floresta onde sua lanterna iluminava.

-Vamos Chuu. –Sussurrou. –Chuu?

-Eu vi... alguém. –Dizia com as lagrimas presas nos cantos dos olhos.

-Vamos embora, rápido.

Andaram rapidamente para a cabana onde Chae, Olivia e Gowon esperavam na porta.

-As Oliwon? –Perguntou Yves. –Quando elas chegaram?

Olivia e Gowon dispuseram a ajudar Yves com Momo. Hirai acordou e a deixaram na escada.

-O que aconteceu com você? –Perguntou Olivia acariciando seus cabelos.

-Não quero falar sobre.

-Espera, como vocês chegaram aqui? Não passaram pela gente. –Yves perguntou novamente.

-Na verdade nós estamos aqui desde ontem. Nós duas estávamos limpando a cabana e ficou muito tarde para voltar, passamos a noite aqui.

-E por que só saíram agora? –Perguntou Chuu. As Oliwon se entre olharam e riram, deixando o assunto pendente no ar. Yves e Chae entenderam e começaram a rir do rosto interrogativo de Chuu.

-Venha, vou separar sua roupa, vá tomar um banho. –Disse Chae puxando Momo pelas escadas. Quando teve certeza que as duas se foram, Chuu tirou a expressão alegre de seu rosto e contou o que viu naquele instante. Ela achou que ririam dela, mas Olivia segurou a mão de Gowon fortemente e disseram ouvir barulhos e passos na noite anterior.

 

21h30

 

Momo estava em sua cama, as luzes apagadas e tentava se conformar com o que aconteceu. Não aceitou a janta, não aceitou conforto de suas amigas e nem quis conversar com Dahyun, que até naquele momento eram grandes amigas. Tudo o que fez foi chorar desesperadamente, como se nada no mundo fosse o suficiente para tirar aquela dor. Caiu no sono ouvindo os risos e conversas aleatórias das meninas, enquanto molhava a fronha de seu travesseiro com suas lagrimas.

 

8h30

Quando Hirai acordou seu primeiro pensamento foi: Nayeon. Correu pelo quarto onde todas ainda estavam dormindo. Pegou suas coisas e assustou-se com Jeon sentada nas escadas da cabana.

-Pode ir, eu aviso elas. –Foi apenas o que sua amiga lhe disse. Hirai andou solitária, sem medo algum, a manhã estava linda, diferente de seu reflexo de quem não dormia a dias. Momo pensou em tudo o que ia lhe dizer. Pensou em cada Eu te amo, que lhe diria. Pensou tanto que quando chegou na porta da casa da menina, esqueceu tudo o que ia dizer. Tocou a campainha, seu estomago estava péssimo, sentia que podia vomita-lo a qualquer instante, assim como a bomba que pulsava no local de seu coração. Quando Nayeon abriu a porta, tudo o que pode fazer foi chorar e abraçar a mais velha. Perdidamente apaixonada no perfume que sua pele e seus cabelos tinham logo pela manhã.

–E-eu e-eu fiquei tão preocupada! –Disse momo em meio as lagrimas.

-Hi-Hirai. –Nayeon lhe separa. –O que faz aqui?

-Eu estou te procurando desde ontem! –As lagrimas sem rumo, sem respostas, sem palavras.  Suas mãos seguravam as bochechas da garota, procurando respostas nos olhos enigmáticos de Nayeon que se afasta bruscamente de Hirai. –O que eu te fiz?

-Você partiu o meu coração, só isso.

-Na-Nayeon? –Seu rosto estava confuso, as lagrimas escorriam com mais rapidez, tapou a boca com as mãos. Nada o que Hirai dissesse agora, mudaria aquela noite.

-Eu te amo, é isso. E não aguentei ver Dahyun beijando a boca que deveria ser minha. Aquele momento na casa...eu achei que tinha rolado algo, mas era só você não dando a mínima para o que fazia. –Bateu a porta antes que Hirai pudesse responder algo. ´´Eu te amo, é isso´´.

-Eu te amo, Im Nayeon. –Sussurrou para a porta fechada enquanto as lagrimas escorriam desesperadamente. Sentou-se ao lado da porta, pensando em tudo o que diria, mas que não teve coragem. A porta novamente abriu-se, mas não era o rosto de Nayeon que ali estava, Momo os conhecia, Min Yoongi e Jung Eunbi. Não eram próximos de Momo.

-Você veio se declarar não veio? –Perguntou Yoongi sentando-se ao seu lado. E Eunbi do outro.

-Ela não lembra... da noite em que me beijou.

-Ela estava muito, muito, muito bêbada. Acho que foi a única maneira que ela achou de se declarar. –Diz Yoongi. –Mas, e se você contar a ela?

-Ela não vai me ouvir. –Momo não conseguia parar de chorar, Eunbi lhe estende uma garrafa d´agua.

-Bebe! Pelo menos você chora e fica hidratada. –Momo sorri e aceita a garrafa bebendo um bom gole. –Eu quero ouvir a história. Conte-me.

-Tudo começou no aniversário de 18 anos de Im Nayeon.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Oi gente, desculpa por não ter postado nada sexta, pois foi meu aniversário. Sábado eu tentei postar algo, mas fiquei sem internet até domingo há noite e já não dava mais tempo de publicar nada, pois estava muito tarde e eu tinha aula cedo. Como agora voltou minhas aulas, pode ser que eu acabe demorando para publicar os novos capt. Eu prometo tentar postar nas quartas-feiras, sextas-feiras e sábados (talvez nos domingos). Desculpe qualquer coisa e não desistem de mim, prometo trazer o docinho de vocês logo.
-Srta. <3


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