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História A Cidade Sem Nome - Capítulo 1


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Notas do Autor


Qualquer coisa errada com o jeito da escrita, avise

Capítulo 1 - A Chegada


Fanfic / Fanfiction A Cidade Sem Nome - Capítulo 1 - A Chegada

Então, lá estava eu, no trem para a cidade paranormal número #69,420, me pergunto de onde eles tiram essas coisas, pessoas morrendo bastante? E assassinadas? É nessas horas que você começa a querer desejar que o próximo não tenha motivo para matar alguém só pra que você não tenha que ter o trabalho de ir lá, investigar, e falar "hey, tá com fantasma, casa número 'tal', n vai lá n", porque não é senso comum a pessoa só, sabe, não ir aonde está dito para não ir.

De qualquer forma, o trem se aproximava mais e mais da minha próxima zona onde eu devo trabalhar pra investigar sobre "atividade paranormal", numa cidade, onde eu nem sei o nome, que fica no meio do nada, num horário onde praticamente 50% da população mundial dorme, ou outra estatística, eu não faço a menor idéia, e nem ligo pra ter essa idéia certa só pra eu poder, com sucesso, fazer um resmungo extremamente longo e desnecessário na minha cabeça.

De qualquer forma, o trem para aonde eu desço, de frente pra cidade onde eu vou passar duas semanas inteiras, apenas estudando cada centímetro de cada casa existente nessa maldita cidadezinha, o que é tão exaustante dito quanto feito. Porém, eu sou parado por um velho com roupas até que bem formais, um paletó todo perfeito que me deu até inveja só de primeira vista, sapatos polidos com perfeição e uma cartola que só adiciona aquele toque perfeito de "eu sou um cavalheiro britânico do mais alto grau existente". Ele olha para minhas roupas de turista que me deu até vergonha no momento, e extende sua mão em direção á minha.

Vejo que és novo nessa cidade cheia de bizarrices.. — ele me diz enquanto segura minha mão — é bom você ter comprado uma casa para ficar por aqui sem causar muito quiprocó, petiz..

O que diabos ele quis dizer com isso? O que é um petiz? Gíria pra turista? Desconhecido?

infelizmente senhor, não tenho uma casa comprada, vim aqui para investigar as casas á procura de atividade paranormal — eu digo, quase surtando pela minha falta de classe com o idoso extremamente elegante.

é uma real pena que você tem que falar com a prefeira — ele diz para mim, enquanto expressa uma cara meio triste, como se quisesse dizer que eu já não tenho mais esperança.

Assim que ele termina de falar isso, e de expressar isso, eu sinto uma mão segurando no meu ombro, me dando um cala-frio e me paralisando de medo, e eu me preparo para morrer, porque é claramente um bandido ou algo do tipo vindo me matar, porém, eu ouço uma voz feminina e quase que aliviante ao extremo, quase, porque afinal eu ainda preciso checar todas as casas dessa cidade pequena no meio do nada por mais duas semanas.

então eu tenho uma oferta para você, investigador... — eu ouço vindo do meu pescoço, como se essa mulher estivesse falando na minha nuca, e por que ela estaria fazendo isso? Eu sou feio pra cacete, não?

Mas de qualquer jeito, eu olho para trás, vendo uma mulher jovem, tipo, 20-30 anos, vestindo um paletó e uma saia que bateria na metade da canela, eu ACHO que seja na metade da canela, eu não sou muito de moda, como eu acho que você já sabe, Deus ou quem for que esteja lendo minha mente. Poh, por que eu ainda penso desse jeito? De qualquer forma, eu expresso uma expressão de curiosidade, já me adaptando ao jeito que eu acho que essa cidade é, cheia de elegância, não é atoa que essa cidade não tem acesso ao mundo externo a muito tempo, essa cidade é perfeita!

seus olhos de curiosidade me falam que quer saber da oferta...pois bem, há um celeiro que serve de hotel para essa cidade, ao custo de 100 dólares por mês.. — a mulher me diz, enquanto eu arregalo meus olHOS

UM CELEIRO?!?! Oxe, essa cidade tem uns cara-que-faz-terno que eu esqueci o nome, com mãos divinas, fazendo paletó, calça e sei lá o que, que parece que foi costurado por literais deuses, mas em questão de aluguel, a melhor coisa é um CELEIRO!?!? Eu vou dormir numa cidade de ricos eu acho, AO LADO DE VACAS, CAVALOS E PORCOS?!!?! Tá bom, digo, ou é isso ou não é nada, e além do mais, é por mês, eu só fico duas semanas, jackpot!!!

Claramente eu aceito, senhora, é um roubo praticamente! Me mostre o caminho! — eu digo, esperando o pior

amigo, apenas siga as placas, deve ser fácil para você, investigador, já que investigar é seu trabalho, afinal... — ela diz, em seguida rindo enquanto coloca uma corda em um pião

Eu sigo as placas, um pouco confuso de primeira com as setas mal-desenhadas e manchadas de ferrugem do tempo, o que me faz me perguntar se eles sequer ligam para o que os outros que vem de outras partes do país possam pensar dessa cidade, mas chego no celeiro, vendo uma visão...estranha.

Eu vejo um homem, ou pelo menos uma figura masculina, alto, no mínimo 1,80m de altura, porém, eu não consigo identificar mais nenhuma característica do homem por estar escuro demais para eu ver. O homem estaria segurando uma galinha, e ela apodreceria nas mãos dele quase que instantaneamente, como se ele pudesse acelerar o processo de vida das coisas vivas ou algo assim, e antes de eu poder fazer alguma coisa, ele me percebe, virando apenas uma fumaça negra enquanto o corpo apodrecido da galinha cai no chão feito uma esponja seca, me paralisando de medo.

Após esse acontecimento, eu me aproximo do corpo da galinha, suando frio enquanto eu me pergunto o que acabou de acontecer, ou como aconteceu, ou se foi apenas halucinações da minha cabeça. Porém, parando para pensar bem, eu fui mandado aqui para investigar o paranormal, porém, se isso foi um fantasma, ele é um tipo que eu nunca vi antes...eu estou completamente fudido, e eu tô no meio do nada, certo? Se eu morrer, ninguém vai saber até outro investigador vier aqui e sofrer o mesmo, eu REALMENTE me fudi...

Fim do Capítulo 1


Notas Finais


Como dito anteriormente, quaisquer erro notável na escrita ou de entendimento, favor avisar


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