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História A Cientista- Imagine Jeon Jungkook - Capítulo 14


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Notas do Autor


Hey galerinha!! Boa leitura! ❤

Capítulo 14 - Agora deu muito ruim!!


Fanfic / Fanfiction A Cientista- Imagine Jeon Jungkook - Capítulo 14 - Agora deu muito ruim!!

   Enquanto isso, na casa da S/n...

             * Lisa *  

— É o seguinte. — Taehyung começou, após reunir todo mundo que morava naquela rua, na casa da S/n. — Eu preciso resolver essa situação. Vou fazer a mesma pergunta a todos vocês. Preciso saber se alguém tem motivos para acreditar que a S/n e o Jungkook estavam envolvidos de alguma forma.

— Taehyung. — eu disse. — A própria S/n disse isso pra mim, para as irmãs dela... Deus! Pra todo mundo. Por que você ainda está duvidando?

— Porque eu acho que tem alguma coisa errada nessa historia. — ele respondeu. — Vou começar a agora. Primeiro você, Sr. Joo, o senhor tem algum motivo para acreditar que a S/n e o Jungkook estavam envolvidos?

— Não. — o Sr. Joo respondeu.

— Dihyun? — Taehyung continuou.

— Não. — Dihyun respondeu. — Eu achava que ele gostava da Jennie.

E assim se seguiu. Ele já estava na nona pessoa, quando olhou pra mim.

— Eu não disse, Lalisa? — Taehyung argumentou. — Tem alguma coisa errada. Você, Stacy. Tem algum motivo para acreditar que a S/n e o Jungkook estavam envolvidos??

— Eu tenho. — ela respondeu. Taehyung já estava se dirigindo a próxima pessoa. Mas então, parou e se voltou a Stacy.

— O quê? — ele perguntou.

— Eu disse que tenho. — ela afirmou. — Alguns dias atrás eu vi os dois juntos na praia, bem cedo. Ela estava de biquini e ele, bem eles começaram a nadar e desapareceram atrás daquelas pedras. E demoraram pra voltar.

— Eu também tenho motivos, Taehyung. — Rhyung afirmou. — Eu vi a S/n saindo da casa do Jungkook, bem tarde da noite. Na hora, eu não pensei nada, porque não foi a primeira vez que eu vi uma mulher sair da casa dele, principalmente a noite. Depois que eles fugiram que eu fui juntar as peças.

Eu me aproximei de Taehyung.

— Acho que agora você tem provas suficientes, não acha??

          * Jungkook * 

Graças a Deus!!

Era o que eu queria dizer quando aqueles bandidos encapuzados apareceram. Eu preferia enfrentar ladrões armados do que continuar dentro daquele carro. Nem a companhia de três mulheres conseguia me distrair da situação. Eu estava quase implorando para o cara atirar em mim. Até que o revólver foi apontado para a S/n. Então, coisa toda mudou.

— Se você quer apontar isso para alguém, aponte pra mim. — eu disse.

— Coloquem tudo aqui dentro. — o bandido disso, com uma sacola aberta. — Dinheiro, celular, relógio. Tudo que for de valor.

As irmãs estavam choramingando.

— Isso terá que ser feito, garotas. — eu disse enquanto tirava o relógio do pulso e o celular do bolso, colocando na sacola do bandido. As garotas entregaram suas bolsas. S/n entregou apenas o celular.

Eu sabia que era melhor fazer o que eles estavam pedindo, sem reagir. Principalmente porque estávamos em desvantagens, e com três mulheres no carro, era melhor não arriscar. Os caras exigiram a minha mochila, eu entreguei. Tinha um pouco de dinheiro dentro dela.

— E ela? — o bandido perguntou se referindo a S/n.

— Ela já entregou o celular. — respondi.

— E a bolsa?

— Entregue a bolsa, S/n. — eu disse.

— Mas aqui está todo o...

O dinheiro dela. O nosso dinheiro, levando em consideração que eu não tinha mais a minha mochila.

— Vai logo. — o bandido disse. — Entregue a bolsa.

Ela colocou a bolsa na sacola.

— As chaves. — o bandido disse a Eunyoung. Ela entregou a ele e o mesmo abriu o porta-malas. Caralho, eles estavam mesmo levando todas as nossas coisas.

— Por favor!! Essa não!! — S/n exclamou quando ele tirou a mala que estava Charlotte. Aquilo não tinha nenhum valor, a não ser ao olhos de algum cientista. Mas os bandidos não sabiam disso. E a expressão de desespero no rosto da S/n não estava ajudando.

— Belezura. — eu disse. — Pare! Isso não vale a sua vida.

— Isso é a minha vida. — ela respondeu. O bandido a tirou do porta-malas. — Por favor!! Não a leve.

S/n abriu a porta do carro e saiu, ignorando o fato que o os bandidos estavam armados.

— S/n, o que você está fazendo?? — perguntei.

O bandido se aproximou, apontando a arma para o rosto da S/n. Deus, ela ia fazer com que ele a matasse.

— Deixe a mala. — eu disse. — E você pode me levar.

S/n olhou pra mim, surpresa.

— Não. — o bandido respondeu, e puxou a mesma, que gritou de susto. — Eu vou levar a mala e a garota.

Eu poderia ter saído do carro e metido um murro na cara daquele imbecil, só por causa do jeito lascivo que o mesmo olhou pra ela. Mas infelizmente, ele estava armado.

— O que ela vale para você? — argumentei. — Alguns minutos de diversão? Olhe aqui. Eu valho milhões. — eu disse, mostrando o meu anel cravado de diamantes, em meu dedo mindinho. — Deixe as garotas e você pode ficar comigo. Já pensou na grana que você poderá receber com o meu resgate??

O ladrão ficou pensativo. Então, Chaeyoung disse a melhor coisa que ela poderia ter dito naquele momento.

— Oh, Vossa Alteza Real. — ela disse. — Por favor não faça isso.

O bandido soltou a S/n.

— Saia do carro. — ele disse e eu sair imediatamente.

— Belezura, entre. — eu disse.

— Mas...

— Vá até o centro e procure um telefone. — argumentei. — Ligue para o Jimin e avise onde você está. Não saia de lá até ele chegar, entendeu?

Ela engoliu em seco e por um minuto eu pensei que a mesma fosse chorar.

— Mas Jeon...

— Faça o que eu estou dizendo. — respondi. — Eu preciso saber que você vai ficar bem.

Relutante, ela entrou no carro. Apontando a arma para Eunyoung, o bandido disse.

— Agora vão embora, rápido! Uma só palavra e o bacana morre.

Eunyoung deu partida e assim que o carro desapareceu na estrada, descobri que não era apenas dois bandidos. Eram seis no total. Uma gangue.

— Hey, pessoal. — o bandido que me segurava disse aos outros que estavam escondido. — Olhe o que eu encontrei. Um príncipe!

— Um príncipe? — um deles indagou.

— Ele não parece príncipe. — o outro argumentou.

— Príncipe ou não, é melhor a gente sair daqui.

Com o cano do revólver em minhas costas, os bandidos me levaram para dentro da floresta.

— Eu sou primo de Park Jimin. — expliquei. — Um dos maiores empresários de Seul. Ele é o atual administrador da minha fortuna. Ligue para ele e o mesmo providenciará o resgate que exigirem.

Na verdade eu não tinha certeza disso. Dependendo do humor do Jimin, ele iria dizer "Faça esse favor para humanidade! Mande esse imbecil para o inferno!" Mas isso não era importante. Eu tinha que dar um jeito de fugir, mas não sabia como.

Quando estávamos literalmente, dentro da floresta, um dos bandidos me deu um soco no rosto.

— Príncipe, é? — ele perguntou, debochado — Não espere nenhum tratamento real da nossa parte.

— Na verdade, eu não sou príncipe. — afirmei. — Se isso ajuda em alguma coisa.

Não ajudou. Levei outro soco. Porra, eles eram seis. E, todos armados. E eles me bateram. Todos eles. Já devia ser quase meio-dia e eu não tinha arranjando nenhum jeito de fugir. Pelo contrário, eu estava espancado, machucado e amarrado em uma árvore, com um revólver sendo apontado para minha cabeça....  



Notas Finais


Tenso... 😰😅😨


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