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História A cigana e o príncipe dos ladrões - Capítulo 9


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Notas do Autor


Boa leitura, meus amores.

Capítulo 9 - O primeiro encontro.


Assim que as lembranças com a senhora Marie terminaram na mente de Marinette, a mestiça sabia o que fazer contra os dois criminosos , que a olhavam feito dois falcões encurralando uma presa saborosa, a mestiça reabriu os olhos com frevor , lançou um olhar decisivo para os dois bandidos.

 

 

**

 

 

_ Marie me escolheu como a nova cuidadora das crianças. Porque ela me adotou, sabendo que sou uma boa pessoa . Que nunca ia desistir de nada. Era como uma filha para ela, mesmo que ela nunca teve filhos. Lila já tem coisas demais. Ela mente para as pessoas , para ter a atenção dela . Não me importo que façam alguma coisa contra mim. Se me perseguem, sei que estou fazendo o que é correto na minha vida. Lila não passa de uma criança mimada em um corpo de mulher. - diz Marinette ao discursar para os criminosos.

 

 

_ É uma pena que tem feito uma péssima escolha, senhorita. Mas, como a Lila nos pagou muito bem. E não queremos jogar fora o dinheiro dela. Podemos fazer o que quiser com você. Que a Lila não está dando a mínima para os sentimentos alheios de qualquer outra pessoa. Inclusive você- diz o tapa -olho ao sorrir maléfico para a mestiça.

 

 

 

_ Sim, temos várias ideias em mente. Mas, ainda não decidimos o que vamos fazer com você. - diz o grandão animado em fazer maldades contra a mestiça.

 

 

 

_ Podem fazer o que quiserem comigo. Somente, peço para que me deixem viva, tenho várias crianças para cuidar. - diz Marinette ao se auto – sacrificar para o bem das crianças .

 

 

_ Não vamos te matar. Podemos garantir isso. Bem, pode fazer outras coisas. O que acha de começamos em tentar afogar ela no lago , ali na frente. O que acha , meu amigo ? - diz o tapa -olho ao ter uma ídeia sombria ao amigo ao olhar malicioso para o companheiro.

 

 

 

_ Sim, vamos começar. - diz o grandão ao esfregar as mãos ansioso para começar .

 

 

 

_ Claro que sim. - diz o tapa -olho imitando o gesto do amigo.

 

 

 

**

 

 

Chat Noir ouviu a conversa com detalhes, sem hesitar , tirou a espada da bainha , saltou da árvore , que estava escondida , começando a correr atrás dos criminosos , fazendo círculos para confundir os dois.

 

 

 

**

 

 

_ Ah, o que está acontecendo ? - diz o tapa -olho ao ver o príncipe ladrão se movimentando muito rápido.

 

 

 

_ Nem sei. Mal dá para ver ele. - diz o grandão ao ver o loiro circulando -os em alta velocidade.

 

 

 

 

**

 

 

Conseguido enganar os dois criminosos , Chat Noir partiu para cima deles , dando múltiplos socos em todas as partes do corpo, agindo em alta velocidade, entre os golpes , evitando que os criminosos façam contrato com o seu corpo .

 

 

Os dois criminosos caíram na grama , após vários golpes do príncipe ladrão , totalmente derrotados, sem ao menos se defender do inimigo .

 

 

**

 

 

_ Agora, vão aprender a ser mais educados com as mulheres. Vocês me dão muito nojo. - diz o Chat Noir ao olhar para os dois derrotados, aguardando a sua espada que nem tinha usado .

 

 

_ Ai, ai... - disseram os bandidos gemendo de dor .

 

 

 

_ Ah, quem é você ? - diz Marinette ao ver o príncipe loiro pela primeira vez, aproximando-se dele com calma.

 

 

 

_ Vai saber quando a hora chegar. E por nada. - diz Chat Noir ao se despedir da mestiça, saindo correndo de perto dela.

 

 

 

_ Que cara misterioso. - diz Marinette ao ver o loiro indo embora , olhando confusa para a saída do gato .

 

 

 

_ Marinette. Marinette. Marinette. - disseram algumas pessoas ao entrarem na floresta , encontrando a mestiça no meio do lago.

 

 

 

_ Ah, que bom que está bem, Marinette. Te vi deixando a feira. Sei que é um pouco perdida com algumas coisas. E nem mandou ninguém para me avisar. Fiquei um pouco preocupado com você. É uma amiga muito querida. - diz o fazendeiro correndo para perto da mestiça .

 

 

 

_ Me desculpe , senhor. É que tive um problema com eles. - diz a Marinette ao apontar para os dois bandidos machucados.

 

 

 

_ Oh, minha nossa. Conheço eles, mas , o que queriam aqui ? - diz o fazendeiro ao receber os machucados na grama.

 

 

 

 

_ Lila pagou aos dois para façam algo de muito ruim para a mim . Porque , ela queria fosse embora do reino dela, levando as crianças comigo. Mas, neguei - diz Marinette ao fazendeiro , olhando fixo para ele.

 

 

 

_ Ah, sei disto. A minha esposa também quer se mudar do reino. Porque , algumas amigas dela acreditam que a senhorita Rossi . Por isso, estou juntando um bom dinheiro para me mudar de lá. Vou morar no reino dos Cesáries. Lá, vou ter a minha liberdade de volta. - diz o fazendeiro para a cigana.

 

 

 

_ Ah, que bom. Mas, não posso deixar as crianças desamparadas. Prometi cuidar delas, depois da morte de Marie - diz a mestiça ao olhar para o amigo.

 

 

 

_ Pelo o que sei. Marie nunca te disse que deveria morar na mesma casa que ela. Me lembro de uma vez, também a Marie queria se mudar para bem longe do reino dos Rossi. Por causa da família rica. Por isso, a aconselho em se mudar com as crianças. O reino dos Césarie está sempre de portas abertas. - diz o fazendeiro ao aconselhar a mudança da mestiça.

 

 

 

_ Que bom. Mas, acredito que os moradores não gostam de gente como eu. - diz Marinette receosa com a população do reino.

 

 

_ Lá, eles não são como aqui. A família Rossi foi banida de lá . Porque eles quase derrubaram o governo deles. E enganaram a família real. - diz o fazendeiro sobre a família real.

 

 

 

_ Bem, não é de admirar . Os Rossi são muito enganadores , mentirosos. - diz Marinette ao concordar com o amigo.

 

 

 

_ E quem são eles ? - diz a Marinette ao anotar as pessoas que tinham chegado no lago.

 

 

 

_ São alguns amigos. Depois que se perdeu na feira. Procure eles , organizamos uma equipe de busca . - diz o fazendeiro ao olhar tranquilo para a amiga.

 

 

 

_ Ah, muito obrigada mesmo. - diz Marinette ao agradecer a equipe de busca.

 

 

 

_ Por nada, senhorita Dupain Cheng. Sempre gostamos de ajudar as pessoas . - diz um verdudeiro para a cigana.

 

 

 

_ Nem nos importamos com a origem das pessoas. - diz a doceira do grupo ao dar um lindo sorriso para a mestiça.

 

 

 

_ Nem ligue para as pessoas que são contra você. Porque , um dia vão se arrepender do que falaram contra você. - diz a mulher do meio do grupo para a cigana.

 

 

 

_ Se quiser, pode trazer as suas crianças para a nossa casa. Eu e a minha mulher vamos te receber de braços abertos. Podem ficar o tempo , que quiser.- diz o marido da mulher ao oferecer moradia a todos.

 

 

 

_ Muito obrigada mesmo. Nem tenho palavras para agradecer a ajuda de vocês. Por isso, sou muito grata a tudo. Principalmente ao senhor, fazendeiro Jack , por ter um grupo de busca para me encontrar. - diz Marinette começando a chorar da felicidade .

 

 

 

_ Ah, por nada. - diz o fazendeiro Jack ao dar um abraço forte na cigana , oferecendo o seu ombro para chorar.

 

 

**

 

 

 

Todos decidiram a abraçar a cigana em apoio por tudo o que ela tinha feito , até o momento , confortando-a em momento complicado de sua vida .

 

 

 

**

 

 

 

De longe , Chat Noir assistia o abraço coletivo em torno da mestiça, que chorava de emoção no meio de todos.

 

 

 

E então, o príncipe dos ladrões deixou o seu esconderijo para atrás, voltando para os seus companheiros , que tinham ficado muito receosos com a prolongada ausência do líder deles.

 

 

Meia hora depois, todos desfizeram o abraço coletivo , e então, os homens foram na direção dos criminosos, que ainda agonizavam de dor, depois que levaram uma surra do loiro, os pegaram de jeito, começando a leva-lós para uma delegacia, onde eles iam prestar depoimentos sobre o ocorrido.

 

 

 

A mulher de um dos homens, tinha ficado ao lado de Marinette, observando o seu marido com a ajuda dos amigos,levando os dois criminosos embora do lago.

 

 

**

 

 

_ Devo dizer que você é uma pessoa muito corajosa mesmo. Poucas pessoas, que nem você, enfrentaram os Rossi de peito aberto. Marie deve sentir orgulhosa da pessoa , que se tornou – diz a mulher ao elogiar a coragem da mestiça.

 

 

 

_ Conhece a Marie ? - diz Marinette espantada com a revelação da senhora.

 

 

 

_ Sim, fomos as melhores amigas na infância. Sempre brincamos juntas. É uma pena , que não podi me despedir dela , no dia do enterro dela. Estava cuidando de um dos meus netos, que ficou muito doente mesmo. - diz a senhora ao olhar com profunda admiração para a mestiça.

 

 

 

_ Ah, sim. Ah, nem sei o seu nome . - diz a Marinette ao dar um sorriso simples para a nova amiga.

 

 

 

_ Me chame de Marcie , minha querida. E sobre o nosso convite de moradia, é de verdade. É que a minha casa, que divido com o meu marido, é muito grande. E nossos filhos já cresceram, tem as famílias deles. Iamos adorar , que se mude para a nossa casa . Temos muitos quartos disponíves, muita comida para todos. - diz Marcie voltando a convidar a mestiça e as crianças.

 

 

 

_ Ah, já que a melhor amiga de infância da minha mãe adotiva. Vou pensar com carinho – diz Marinette gentilmente.

 

 

_ Ah, claro que sim. Pode ter o tempo do mundo para pensar. - diz Marcie alegre .


 

- Muito obrigada mesmo por me compreender . - diz Marinette grata com a compreensão de Marcie  


Notas Finais


me desculpe por algum erro.


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