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História A Clínica - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oi!

Então né... caso não tenham lido o jornal que eu postei, quem está falando aqui é MSabaku, eu acabei excluindo minha conta, pois estava chateada com várias coisas nela, e vinha recebendo algumas mensagens também que estavam me deixando bem desanimada, peço desculpas a quem acompanhava, mas estava meio deprimida.
Enfim, acabei criando essa nova conta hoje, na qual vou postar uma nova história e algumas das antigas, não todas, pois algumas não haviam me deixado satisfeita, somente algumas delas e esta será a primeira.
Para quem leu a história na minha outra conta e quiser reler, irão notar que esse primeiro capítulo está um pouco diferente, pois mudei algumas coisas que não haviam me deixado satisfeita, e na minha opinião ficou melhor.
Enfim, peço desculpas novamente e espero me acompanhem mais uma vez.

Boa leitura!

Capítulo 1 - Prestando Serviço


Fanfic / Fanfiction A Clínica - Capítulo 1 - Prestando Serviço

Naruto Uzumaki:            

 

Sou Naruto Uzumaki Namikaze, tenho 17 anos e moro com meus pais, Minato Namikaze e Kushina Uzumaki. Minha mãe quando adolescente foi acometida por uma grave doença, a qual levou os médicos a lhe noticiarem que ela não poderia ter filhos e por isso, quando engravidou de mim, foi extremamente feliz e muito mimada por meu pai, que fazia tudo o que ela pedia. Minha mãe teve uma gravidez difícil e eu nasci prematuro e fui muito mimado.

            Conheço meus amigos desde cedo. Sakura Haruno é minha única amiga mulher, a qual conheço desde meus cinco anos. Ela é uma garota de 17 anos, de cabelos inacreditavelmente rosa e olhos muito verdes, de personalidade forte, que não abaixa a cabeça pra qualquer um. Às vezes é muito agressiva e deixa as pessoas de fora, que não a conhecem bem, assustadas, mas eu e meus amigos já estamos acostumados com ela.

            Kiba Inuzuka, é meu amigo desde os sete anos, tem 17 anos também, possui cabelos castanhos e olhos negros, com pupilas verticais, e uma marca em cada bochecha, é o idiota do grupo, sempre ocupado fazendo alguma gracinha ou nos provocando.

            Por fim, Rock Lee Maito se juntou ao grupo aos nossos oito anos, possuindo também nossa mesma idade, 17 anos. Possui olhos negros e cabelos da mesma cor, em formato de tigela, além de sobrancelhas incrivelmente grossas, é o mais animado do grupo e está sempre treinando com o pai, o professor de Educação Física, Gai. Ele é meio obcecado com o treinamento, mas de nós, é o mais sensível psicologicamente.

            Estávamos os quatro reunidos em nosso “clubinho particular”, que ficava na garagem de Kiba, já que a mãe e a irmã dele trabalhavam o dia todo e por isso podíamos ficar lá de bobeira e praticar alguns atos que sabíamos, nossos pais nos matariam se descobrissem, principalmente a mãe de Kiba e a minha, que são as mais esquentadas.

            Estávamos jogados, cada qual em seu canto, Sakura a mais comportada, atirada em uma poltrona, com as pernas sobre os braços desta, Lee e eu sentados ao chão, cada um em um extremo, enquanto Kiba aproveitada dois pneus ao solo para recostar seu preguiçoso corpo, todos rindo a toa, quando meu amigo de olhos verticais teve uma brilhante ideia.

 

- Ei, por que não saímos um pouco? Aqui está muito chato. – afirmou dando mais uma calada em seu cigarro, Lee concordou.

- Verdade. Vamos... devemos aproveitar nossa juventude. – se entusiasmou meu esquisito amigo, jogando fora a lata terminada de cerveja em suas mãos.

 

Em concordância, todos saímos, indo até uma boate a qual costumávamos frequentar. Mostramos nossas identidades falsas, as quais Kiba havia conseguido e adentramos o tumultuado lugar, nos separando e misturando à multidão. Não vi mais meus amigos depois disso por um bom tempo, ocupando-me comigo mesmo.

O primeiro que fiz ao chegar ao local, foi ir à barra e pedir uma dose do que tivessem de mais forte no bar, e recebendo uma bebida azul que deixou-me tonto após tomá-la de um único gole, depois de tudo já havia chegado algo alto à boate.

Saí do bar, dirigindo-me à pista, procurando com o olhar minha próxima presa, avistando uma loira muita bonita, de lindas curvas e enormes peitos encarando-me, enquanto praticamente se esfregava a outro sujeito. Sorri com malícia e comecei a mover meus pés ao ritmo da música alta, sem nunca abandonar o olhar da loira, seus olhos castanhos encarando-me com a mesma intensidade e intenção.

Com um movimento de cabeça, a chamei e sem esperar resposta, me dirigi ao banheiro masculino, onde a joguei contra a parede assim que a vi abrir a porta, meus lábios devorando os seus, enquanto minhas mãos subiam abaixo de sua minúscula saia. Em pouco tempo já a tinha gemendo em meu ouvido, enquanto meus lábios marcavam seu amorenado pescoço e meu membro se movia com força em seu interior, a levando ao ápice do prazer.

            Após tudo terminar, devorei mais uma vez seus lábios e deixando um tapa estalado em sua bunda, me despedi satisfeito, para sair em busca de talvez outra possível presa.

 

- Noite boa? – ouvi a voz de Kiba, que tentava falar por sobre a forte música, enquanto possuía um sorriso malicioso em seus lábios, correspondi da mesma forma.

- A melhor.

- Não sei como tem tanta sorte para que as mulheres sempre caiam na sua. Eu não tenho tanta sorte. – expressou, esfregando a amorenada bochecha, na qual podia-se ver uma marca de dedos que me fez rir, na certa meu amigo mais uma vez havia levado um fora – Por mim a festa aqui acabou.

- Ok, vamos procurar Lee e Sakura. – respondi, depois de tudo já havia conseguido o que queria, uma boa foda grátis.

 

            Encontramos a rosada e o moreno em um canto do bar, rindo feito loucos enquanto fumavam algo que eu tinha quase certeza era maconha, não éramos viciados, mas de vez em quando recorríamos a esses “prazeres”.

 

- E para onde vamos agora? Ainda quero aproveitar a noite. – falou o de grandes sobrancelhas, enquanto a única mulher do grupo concordava com a cabeça.

- Creio que tenho uma ideia. – Kiba respondeu com um sorriso de lado, nos obrigando a segui-lo até onde o carro o qual havíamos pego emprestado de sua mãe estava, abrindo o porta-malas para mostrar uma mochila – sabem... ontem eu passei em uma loja e comprei uma coisinha. – sorriu com malícia, mostrando o conteúdo da mochila, várias latas de tinta, nós apenas sorrimos.

- Kiba, você é um gênio. – falou a rosada, para em seguida sair correndo até o assento do piloto – EU DIRIJO!

 

            Com a velocidade além do permitido e todos ainda um pouco bêbados e drogados, saímos da boate, rindo em meio à gargalhadas, ansiosos por nossa próxima “façanha”, enquanto nos dirigíamos em direção ao nosso destino: a escola. Chegamos lá, já era tarde da noite e pulamos o muro, entrando no prédio e nos divertindo.

            Não era a primeira vez que pichávamos aquelas paredes e provavelmente não seria a última, se não tivessem nos pego no ato. Alguém havia nos visto pular o muro e ligou para a polícia, que nos pegou em flagrante, nos levando presos.

            Fomos encaminhados ao Juizado de Menores, que nos puniu com a limpeza da escola e seis meses de serviço comunitário, para “aprendermos a respeitar ao patrimônio público e às outras pessoas”, pelo menos era isso que diziam.

            Nossos pais ficaram decepcionados, minha mãe pirou e só não me bateu, porque meu pai interveio, mas ela me deixou de castigo por também seis meses, ou seja, eu só sairia de casa para ir à escola e para o tal serviço comunitário.

            Limpamos toda a maldita escola e no dia seguinte, depois da aula, fomos levados ao local em que prestaríamos serviço: uma clínica para menores de idade que sofreram abusos.

            Ficamos meio desconfiados com esse lugar, eu sabia que ali deveriam haver pessoas extremamente deprimidas e com graves problemas psicológicos e que deveriam ter histórias realmente tristes, mas isso não nos importava, nós não iríamos ouvir as histórias mesmo, só iríamos trabalhar, não estávamos interessados em um bando de “doentes depressivos”.

            Chegamos lá, sendo recebidos pela diretora do lugar, uma loira, de olhos castanhos, muito bonita para sua idade e de enormes peitos, que nos olhou de cima abaixo e suspirou.

 

- Ótimo, mais crianças problemáticas. Espero que não sejam má influência para nossos pacientes. Sou Tsunade Senju, a diretora da clínica e essa é minha assistente, Shizune. – falou apontando para uma mulher de cabelos e olhos negros, que sorriu simpática.

- É um prazer conhecê-los. – Shizune falou, ainda sorrindo.

- Shizune irá levá-los para conhecer a clínica. – a diretora falou, já se retirando, enquanto sua assistente começou a andar, nos forçando a segui-la.

 

            Andamos por vários minutos a fio e ela foi nos contando a respeito do lugar e suas normas, até por fim nos informar o que teríamos que fazer. Segundo ela, nossa primeira tarefa, seria pintar a clínica, e nós fechamos a cara irritados, não estávamos acostumados com esse tipo de trabalho “braçal”, por assim dizer.

            Eu andava distraído, pensando em como seria chato e cansativo fazer esse trabalho e nem percebi quando esbarrei em alguém, que caiu sentado no chão e me olhou feio.

 

- Ei cara, olha por onde anda. – o garoto de cabelos e olhos muito negros, falou um tanto grosso, e eu me irritei e o levantei, segurando-o pela gola do casaco, quase agredindo-o, ainda um pouco alto pelo que havia usado na manhã, até sentir uma mão sobre meu braço.

- Naruto, não faça isso. Nós estamos sob punição da Justiça, não podemos fazer nenhuma besteira. – Sakura falou e eu soltei o garoto desconhecido irritado, este deu um sorriso sarcástico.

- É Naruto, não faça besteira. – ele falou rindo com ironia, tive de me controlar para não voar para cima dele.

- Sasuke por favor, não arrume confusão com nossos convidados. – Shizune falou, olhando para o garoto, que revirou os olhos e saiu andando, sem nem se despedir.

- E esse idiota irritante, quem é? É algum outro garoto prestando serviço comunitário? – perguntei ainda irritado, porém fiquei surpreso com a resposta.

- Não. Aquela é Sasuke Uchiha, um de nossos pacientes.


Notas Finais


Continua...


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