História A Cobaia-414 - Capítulo 8


Escrita por: e Strawberry_Lust

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, EXO, G-Dragon, Got7, Kim Soo-hyun, TWICE
Personagens G-Dragon, Jackson, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Kris Wu, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Sehun, T.O.P, Tzuyu, Xiumin, Youngjae
Tags Bangtan Boys, Bangtan Boys (bts), Bts, Ficção Cientifica, Guerra, Romance, Sobrevivencia, Tragedia, Tzuyu (twice), Vinger Trast, Violencia
Visualizações 129
Palavras 2.283
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Lírica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AAAAAH, voltei porra!! Atrasada, porém voltei.
Bom, eu tive alguns problemas de criatividade para escrever esse capítulo, então espero que vocês gostem Sz.
Estou tendo problemas com tempo livre, pois eu estudo de manhã, trabalho a tarde e comecei a fazer curso a noite :"). Então realmente está um pouco complicado, mas não desistam de mim. (´・_・`)

Coronel: G-Dragon/ Jin
Ten. Coronel: T.O.P
Major: Xiumin
Capitão: Suga
Primeiro Tenente: Rap Monster
Segundo Tenente: J-hope
Sub. Tenente: Sehun
Primeiro Sargento: Jimin
Segundo Sargento: YoungJae
Terceiro Sargento: Kim Soo Hyun
Cabo: Jackson
Soldado: Jungkook, V

Palavras com (exemplo*) estarão com o significado nas notas finais.

Capítulo 8 - Capítulo 7: Mensagem gravada.


Sala de reuniões.

 

Narrador.

— A decisão de desligar as câmeras foi péssima! Olha só no que essa merda deu!

— E o que você quer que eu faça?! Desligar as câmeras foi uma ideia sua Yoongi!

O Capitão se virou, encarando o Coronel com seriedade.

— É, mas agora estou dizendo que foi um péssimo plano e precisamos religá-las. – os membros do conselho observavam atentamente.

— Você está deixando seus sentimentos interferirem em suas decisões. – ele disse finalmente, soltando o que estava engasgado em sua garganta desde o início da reunião. A expressão de todos mudou com a insinuação que acabará de ser feita pelo Coronel.

— Meus... Sentimentos? Era pra ser uma piada? – ele soltou uma leve risada. — Ela foi atacada mas poderia ter sido qualquer um de nós. – Yoongi trancou o maxilar ao perceber o que havia dito. — Onde estavam todos aqueles soldados que você queria em cada corredor?! Além do mais, você não acredita que ela seja a cura? Deveria cuidar melhor do seu novo bichinho de estimação.

O Capitão caminhou em direção a porta, com o intuito de deixar a reunião e esfriar um pouco a cabeça.

— Min Yoongi! Min Yoongi, não me dê as costas! Yoongi! – assim que a porta bate, Ji-yong pega o copo em sua frente, o jogando contra a parede. O vidro se estilhaça e os militares sentados mais próximos se abaixam. — Algum de vocês pode me explicar por que os soldados não estavam nos corredores?!

— Nós tivemos um empecilho*. – respondeu o Segundo Tenente.

O Coronel ergueu as sobrancelhas, esperando que ele continuasse.

— Os soldados foram trancados nos dormitórios. Levamos algum tempo para tira-los da lá. – completou o Primeiro Tenente.

Uma respiração funda e uma risada de nervoso. Foram as únicas reações do superior.

— Isso por acaso é uma brincadeira para vocês?! Os nossos soldados foram trancados enquanto dormiam... – ele cerrou o punho. – Nunca conheci pessoas mais triviais* do que vocês. Saiam daqui. – os militares não se moveram, pensando que ele havia dito da boca pra fora. — Saiam daqui!

As cadeiras fizeram barulho ao serem arrastadas e todos deixaram a sala. Kim Seokjin, que estava em pé ao lado do Coronel se aproximou para dizer algo.

— Eu disse que não era uma boa ideia. – ele se expressou e saiu.

[...]

 

P.O.V – 414

Me virei para o lado, sentindo minha pele deslizar pelo lençol macio. Minha perna ficou sobre a outra e eu sentei imediatamente, me livrando do cobertor.

— Mas como. – passei o dedo pelos pontos. — Droga! – eu tinha apagado novamente, desta vez por mais tempo do que eu esperava.

— Eu tentei suturar bem. – uma voz veio da porta.

— O que? – ergui o olhar. Era o Yoongi.

— Você tem tendência a ter cicatrizes, então eu tentei suturar bem. – foi inevitável* não inclinar cabeça para o lado. Ele não estava de farda.

— Onde eu estou? – perguntei olhando ao redor. Uma coisa era certa, eu não estava na clínica. As paredes não eram brancas. Sem dizer que haviam mais portas e janelas que o normal.

Yoongi se desencostou do batente, saindo de sua postura relaxada e sentou na cama.

— Na minha casa. – por que isso me surpreende tanto? — Alguém da base está tentando te matar. Você está mais segura comigo. – me matar. — Bom, tome um banho. Podemos conversar sobre isso depois de jantar. – ele se levantou e começou a caminhar. — Ah, tem toalhas no armário, algumas roupas no guarda-roupas e tudo que você precisa no banheiro, a esquerda.

Yoongi fechou a porta e eu fiquei parada por algum tempo, apenas pensando.

Por que o fato de alguém querer me matar não me preocupa? Não sentir medo disso me assusta.

Tentei me levantar, mas o meu pé ainda não estava melhor e o corte na minha coxa não ajudava nem um pouco. Andei devagar até o banheiro e me olhei no espelho. Eu estava horrível. Parecia que eu tinha passado mais tempo acordada do que dormindo.

Assim que sai do banho, peguei uma toalha e me enxuguei, tentando secar o meu cabelo o máximo possível. Me enrolei na toalha e fui até o guarda-roupas. Quando o abri, decepção me tomou. Abri todas as portas e gavetas, torcendo para que eu estivesse errada. Suspirei.

[...]

 

Terminei de me vestir e sair do quarto, dando de cara com um corredor. Eles me perseguem. Segui o barulho e acabei parando na cozinha. Yoongi olhou para mim e segurou para não rir.

— Sabe, você esqueceu de dizer que as roupas eram suas. – disse levantando os braços e mostrando as mangas da blusa.

— E o que você esperava? Que eu tivesse roupas de garota?! Não sou esse tipo de cara. – ele disse irônico. Revirei os olhos.

— O que vamos jantar? – tentei mudar de assunto.

— Lamen.

— Você sabe cozinhar? – franzi o cenho.

— Sei ferver a água. - segurei uma risada. — Do que está rindo? Por acaso você sabe cozinhar?

Eu voltei a ficar seria, sem saber bem o que responder.

— Provavelmente, não.

— Não foi por mal, eu acabei... deixa pra lá.

— Tudo bem. Não tem problema. – dei de ombros e me sentei na mesa a minha frente. — Mas você mora sozinho, deveria saber cozinhar. – ele soltou uma risada baixa.

— E como chegou a essa conclusão?

— Eu estava no seu quarto, e como não tem roupas de garota, significa que você mora sozinho.

— Parece que você não é tão sonsa quanto eu pensava. – decidi fingir que não tinha ouvido isso. Ele se encostou na parede ao lado do fogão, cruzando os braços. Eu sinto que conviver com ele vai ser um saco. — Por que está me encarando? Gosta do que vê? – sorriu.

— Você é insuportável. – ouvi a água começar a borbulhar e ele desligou a chama. Alguns minutos depois, Yoongi apareceu com dois potes de lamen e colocou um na minha frente. — Por que me deu uma colher? Eu sei usar o hashi.

— Tenho medo que você enfie ele no meu olho. – zombou.

— De repente me deu uma grande vontade de enfiar essa colher na sua garganta. – levantei o objeto de metal, olhando meu reflexo.

— Que gracinha, até parece que você consegue tocar em mim. – respirei fundo e comecei a comer. — Tem alguma ideia de quem pode ter atacado você?

— Não. – respondi antes de colocar a colher na boca. Ele ficou parado, apenas me observando. — Isso também me assusta.

— O fato de quererem matar você?

— Não. O fato de eu não me importar.

[...]

 

Sala de treinamento.

Narrador.

— Não foi culpa sua. – Taehyung disse mais uma vez, tentando tirar o peso dos ombros do amigo.

Jungkook jogou mais uma faca, acertando o alvo novamente.

— Eu deixei ela sozinha. Se eu não tivesse saído, se eu estivesse com ela... Isso não teria acontecido! – jogou a última faca, desta vez acertando a parede.

— A culpa não foi sua. – ele repetiu. — Não tinha como você saber que isso iria acontecer.

— Ela poderia ter morrido. E seria culpa minha!

— Eu acho que você está se preocupando demais com uma coisa que nem aconteceu. Vamos embora, está ficando tarde.

— Você não entende, eu nem tive chance de pedir desculpas.

— Então vá vê-la amanhã. – ele disse simplesmente.

— Não tem como, ela está na cidade.

— Como se isso já tivesse te impedido de fazer alguma coisa. – Tae soltou o ar pela boca.

— Desta vez é diferente. Ela está na casa do Capitão Yoongi.

— Vá no dia do festival, ele vai estar ocupado com a segurança do evento. – Jungkook se virou para olha-lo, era uma ideia perfeita. Ele só precisava da ajuda de alguém que sabia como sair da base.

— Sana, eu preciso falar com a Sana. – sussurrou para si mesmo e saiu correndo.

— Ei! Aonde você vai?

— Preciso conversar com alguém! Falo com você amanhã!

[...]

 

Corredor.

Jungkook parou de frente a porta e bateu diversas vezes. Um barulho veio do quarto e ele franziu as sobrancelhas.

— Já vou abrir! – Sana gritou.

Ele achou estranho ela não ter perguntado quem era ou bater a senha de volta na porta, para ter certeza de que era alguém conhecido. Ela abriu a porta sorrindo e ele logo se esqueceu.

— Preciso da sua ajuda!

— Nossa! É ótimo ver você também. Eu estou bem, obrigada. – disse meio brincando, meio falando sério.

— Desculpe. Preciso sair da base sem que ninguém saiba. O que acha de irmos ao festival? – ele abriu um grande sorriso e ela suspirou.

— Claro, seria ótimo. – Jungkook se aproximou para abraçá-la.

— Obrigado, obrigado. – ele a segurou pelos ombros e a afastou para olha-la melhor. Seu olhar alcançou os joelhos de Sana e uma risada se fez presente. — Seus joelhos estão sujos, o que você estava fazendo?

— Meu joelhos? – olhou para baixo. — Ah, claro. Eu estava... Arrumando algumas coisas no quarto.

— Ok. Venho te ver amanhã. Me espere. – falou se afastando.

— Ah, claro. Como se eu fosse sair daqui. – balançou a cabeça e fechou a porta assim que o amigo virou o corredor.

Sana encostou as costas na madeira e escorregou até sentar no chão, respirando fundo.

— Foi por pouco.

[...]

 

P.O.V – 414.

Yoongi começou a tirar as coisas da mesa e eu me levantei, começando a andar pela casa. Não havia fotos, quadros ou qualquer outra coisa pendurada nas paredes. Isso era estranho. Pelo menos as paredes não são todas brancas.

Os moveis eram de tom escuro, o que não me surpreendia. Tudo estava perfeitamente arrumado, com um tapete na porta de cada cômodo. Ele parecia ser metódico*. Tentei abrir uma porta mas ela estava trancada. Continuei a andar e acabei de frente uma porta semiaberta. Parecia um escritório. Olhei para trás e ele ainda estava arrumando as coisas, então tomei coragem e entrei.

Eu estava errada. Não era um escritório. Só tinha uma cadeira e uma tevê lá dentro. Parecia antiga. Comecei a olhar ao redor, procurando pelo controle remoto. Por fim, o encontrei sobre a poltrona.

— Não, não liga! – tarde demais.

Uma mulher apareceu na tela, a imagem estava chamuscada e o sinal era péssimo.

— Eu sou Bae Joo-hyun, falando diretamente do canal seis. Essa é uma mensagem gravada. Hoje é dia vinte e oito de janeiro de dois mil e dezoito. Os sobreviventes do vírus foram abrigados em Vinger Trast. Se você estiver ouvindo essa mensagem e não estiver infectado, por favor, entre em contato e diga que ainda há. – a televisão ficou preta. Yoongi a tirou da tomada.

— Eu disse para não ligar. – ele parecia bravo, muito bravo.

— Você a conhecia?

— Não é da sua conta! – soltou o fio da TV e passou a mão na cabeça. — Saí daqui.

Eu realmente não queria testar a paciência dele naquele momento, então só virei as costas e sai. Quando deixei o cômodo, ele bateu a porta e a trancou. Acho que fiz algo ruim.

[...]

 

Quarto de Sana.

Narrador.

07:05 A.M.

Alguém bateu na porta com intervalos de tempos compassados e Sana a abriu rapidamente, puxando Jackson para dentro de seu quarto.

— Ainda bem que você veio! Preciso que me ajude. – ela soltou de uma vez.

— Hum, pensei que você iria me pedir desculpas por ter me expulsado daqui. Sabia que não devia ter vindo. – ele se virou para sair, mas a garota o puxou de volta.

— Eu sei, eu sei! Eu fui uma idiota, tá legal? Desculpa por ter feito aquilo. Eu realmente sinto muito. – disse o olhando nos olhos.

O oficial a encarou e depois respirou fundo, se dando por vencido e voltando a ficar de frente para ela.

— Do que você precisa? – perguntou secamente e ela sorriu.

— Eu vou sair e preciso que você fique de olho nas coisas para mim. – mordeu o lábio inferior, nervosa.

— O que? Não! Sana, olha o que está me pedindo! Se te pegarem fazendo merda, não vão fazer nada! Você é a irmã do Coronel! Mas se me pegarem fazendo algo de errado, eles vão me matar! Eu só sou um Cabo!

— Não! Olha pra mim. Você confia em mim? – ele não respondeu. – Não vou deixar que façam nada com você! Assumo toda a culpa se for preciso. Mas, não vou deixar que façam nada com você.

Ele humedeceu os lábios e pensou por algum tempo.

— Tá. Posso pelo menos saber aonde você vai?

— No festival da cidade. — disse sem cerimônias.

— Achei que não gostasse desse tipo de coisa.

— Não gosto. Estou indo por causa de um amigo.

— Ah. Mas, e se sentirem sua falta? O que eu faço?

— Não se preocupe. Meu irmão não sabe que eu conheço você, então ele não vai te acusar ou desconfiar. E apenas cinco pessoas do conselho sabem da minha existência. Meu irmão, Kim Seokjin, o Capitão Min Yoongi, o Primeiro Ten. Kim Namjoon e o Segundo Ten. Jung Hoseok. Somente essas pessoas vão procurar por mim. – ela afirmou com certeza.

Jackson estava receoso e pensativo, como se estivesse calculando cada chance de dar errado.

— Se o Sub. Tenente descobrir o que você está fazendo ele vai... Esquece. – isso atiçou a curiosidade de Sana.

— Não, o que ele vai fazer?

— Nada.

— Jackson, o que você sabe que eu não sei?! – o tom de voz da garota mudou.

— Nada, Sana!

— Jackson! – gritou.

— Ele quer tirar o seu irmão do poder! – ele não aguentou e acabou soltando.

— O que?!


Notas Finais


AAAAAAAH, eai? Confusxs? Daria de tudo para saber o que vocês estão pensando. ͡° ͜ʖ ͡°
O meu twitter é @ Army_Robo_ minha DM está completamente aberta para teorias. #MorrendoComVotacaoDaBillboard #SoVemFakeLove

Empecilho: O que empece ou estorva; dificuldade, impedimento.

Triviais: Que não revela maiores qualidades; ordinário.

Inevitável: Que ou o que não se pode evitar, impedir.

Metódico: Que procede com método./ Que é organizado demais.


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