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História A Cobra E A Grifinória - Capítulo 21


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Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 21 - Capítulo - 21


*Júlia

Agora eu não sei se estou sonhando, mas estou dentro de uma limousine, com pessoas que não conheço, e agora estou vendo várias pessoas dançando em cima da mesa, estou cercada delas. Agora estou bebendo e todos gritam. Acordo dentro de uma casa, cercada de gente, de sujeira, de comida, de bebida alcoólica, e Severo e Alan estavam dormindo cada um ao meu lado. "Meu Deus! O que aconteceu ontem à noite?!"

*Snape

Eu coloco as mãos na cabeça, tinha muita gente ao meu redor para que eu pegasse a minha varinha e estourasse o pneu daquele carro.

- Severo! - Alan me puxa e eu vou o seguindo. - Tenho um carro, vamos seguí-la. - Ele diz procurando algo nos bolsos. - Droga! - Ele diz. Eu o olho curioso. Ele para, e eu também.

- O que houve? - Pergunto para ele e olho ao redor desconfiado.

- Esqueci as minhas chaves, bem, me espere aqui, esse é o meu carro. Eu volto... Bem rápido. - Ele diz começando a correr de costas e se vira, eu me encosto no carro pensando no por quê que Júlia havia fugido daquele jeito. E começo a me lembrar de quando ela havia fugido a pouco tempo atrás, mas como Alan havia dito anteriormente, ela estava drogada. Provavelmente quem a drogo poderia estar naquela limousine, e pelo jeito que ele falou, ele sabe quem foi que a drogou. Eu continuo pensativo por um grande tempo. A senhora da qual eu havia controlado aparece com uma grande garrafa de vodka na mão, ela me olha ao longe, e eu tento não fazer contato visual, ela vem cambaleando na minha direção. Eu começo a andar ao redor do carro, ao fim de evitá-la.

- Hey! - Ela diz correndo e esbarra em mim, derramando um pouco da sua bebida. - Não quer um pouco, gostosão? - Ela pergunta me forçando a beber, e joga grande parte do conteúdo na minha boca, eu acabo engolindo um pouco e me engasgo me afastando dela.

- Sai de perto de mim, sua velha louca! - Digo indo para o outro lado da carro. Eu olho para trás e vejo Lilian no lugar da velha rabugenta. Eu fico a olhando se aproximar.

- Está me vendo agora? - Ela pergunta se aproximando e sorrindo, ela não havia mudado absolutamente nada. Eu balanço a cabeça, e dou alguns murros na mesma. Aquilo não era Lilian, eu a vi morta naquele dia, isso só deve ser uma brincadeira.

- Você... Você não é ela!! - Grito a empurrando cada vez mais, ela alisa o meu corpo. Eu a empurro e me afasto dela, sem ficar longe do carro. - SAI DAQUI!! VOCÊ NÃO É ELA!! NÃO É ELA!! - Grito ainda mais correndo dela, e tudo começa a girar, eu perco o chão, e me agarro ao pneu do carro.

*Narrador(a)

- Gostosão? - A senhora pergunta cutucando o professor agarrado ao pneu do carro e deitado no chão gritando incessantemente " NÃO É ELA!! ESTÁ MORTA!! SAI DAQUI!! ", a velha começa a alisar o corpo do adulto assustado que estava tremendo e suado, ela morde os lábios de pura excitação, adora ver a reação da droga no organismo dos inexperientes. Alan chega correndo, suado e ofegante com a chave na mão, e vê ninguém perto do carro.

- Ah! Fala sério! Não acredito que... - Alan para de rodar a chave no dedo ao ouvir o grito de Severo. Ele vai para a nascente do grito e vê uma velha com Severo.

- Que bom que você chegou meu filho! - A velha diz olhando para Alan, mas se sentindo irritada por não ter alisado a parte mais cobiçada. Ela se levanta com dificuldade e conta uma mentira dizendo que havia chegado a pouco tempo e que ele já estava lá com a garrafa na mão, quando ela o vira. Alan logo descobre a armação, só que ele não sabe muito bem o que fazer.

- Ah, ele é meu irmão, nós estamos indo procurar uma amiga nossa, não quer vir? É que eu realmente não sei o que farei com ele enquanto estiver procurando-a. - Alan diz e o desejo de intenso e puro prazer toma conta dela que aceita sem pensar duas vezes, ele liga o carro e ajuda a colocar o homem assustado dentro do carro junto com ela que logo alisa as partes íntimas do drogado. Ele entra e liga o carro. Ele mostra a potência do seu carro que alcança cem quilômetros e logo busca pela misteriosa dama. Assim que ele retira a máscara a velha mulher grita surpresa:

- São gêmeos?! - Alan confirma e logo acha a limousine andando devagar com os jovens, incluindo a senhorita bebendo e dançando loucamente. Depois de alguns minutos seguindo a limousine, a mesma para num hotel, Alan logo tem uma ideia, ele fica apenas com a camisa branca aberta, uma gravata desajustada, bagunça os cabelos e sorri vendo que estava parecido com aqueles jovens. Severo acorda bem animado, e empurra a velha.

- Ela me drogou! - Ele se justifica e expulsa a velha do carro.

- Calma gostosão! - Ela diz e Alan vai estacionar o carro ao lado da limousine.

- Eu vou me misturar. - Ele diz e Severo o olha sério.

- Também irei. - Severo diz e faz menção de quem vai sair do carro.

- Não, não irá assim. - Alan diz e começa a caracterizá-lo da mesma forma que ele. - O que é isso? - Ele pergunta pegando a varinha de Severo.

- Amuleto da sorte. - Severo responde rapidamente. Alan joga a varinha dele junto com as outras roupas.

- Não precisará disso. - Alan diz ao ver a cara de reprovação dele. Os dois saem do carro e se juntam ao grupinho que logo grita ao ver que haviam chegado mais dois. Eles vêem Júlia andando e dançando mais na frente com a garrafa na mão, eles vão os seguindo.

- Querem? - Um rapaz pergunta oferecendo vodka para os dois. Eles se vêem sem opção e aceitam.

- Não tem copo? - Severo pergunta segurando a garrafa. O garoto gargalha.

- Hey, vê só, perguntou se tinha copo!! - Quem ouviu começa a rir. Uma moça chega perto deles.

- É só botar a boca na garrafa, Daddy. - Ela diz lambendo a boca da garrafa na mão de Severo. Ela pega no pênis do mesmo, ele retira a mão dela dali. E dá um longo gole, ele respira fundo e entrega a garrafa para Alan que sorri e bebe um pouco do conteúdo, eles continuam seguindo o caminho até um quarto. Assim que eles chegam lá, acabaram ficando quase por último, vêem Júlia bebendo em cima da mesa, Severo se impressiona franzindo as sobrancelhas, Alan sorri impressionado.

- VIRA, VIRA, VIRA, VIRA!!! - Eles gritavam e ela estava virando uma garrafa de vodka, assim que ela terminou, ela jogou a garrafa no chão e se jogou em cima das pessoas, que logo a pegou, e levaram ela para outro canto, Alan e Severo se entreolharam e os seguiram. Eles foram para un quarto, assim que os dois entraram, a porta se fechou. A música começou a tocar mais alta, todos estavam dançando menos eles, eles começaram a dançar também para tentar se aproximar dela. Ela estava cercada por vários homens sarados em cima da cama, que estavam tirando a própria camisa, um estava a beijando e pegando no seu corpo. Ela correu e vomitou o que havia bebido e comido, a festa havia parado, ela voltou e todos voltaram a dançar. Severo acaba se encurralando, Alan também, mas Alan estava mais próximo.

- Chama ela!! - Severo grita olhando para Alan.

- É... Humn... HEY!! - Alguns o olham, ela tenta se virar, mas um rapaz sarado a derruba na cama, e começa a tentar beijá-la. Severo consegue sair de um canto do quarto.

- JÚLIA!! - Ele grita todos o olham. E Alan começa a pensar, então o nome dela é Júlia? Ela levanta a cabeça e os olha apertando os olhos, ela desce da cama e vai até eles.

- Vamos curtir! - Ela diz pegando no braço de Severo e no de Alan, que dizia que era ator e uma figura importante. Severo a repreende com o olhar. Ela sorri, estava claro que ela estava bêbada, felizmente o efeito da droga já havia passado. Severo puxa o próprio braço.

- Vamos para casa. - Ele diz perto dela e ela sai de perto dele.

- Não! - Ela diz e vai embora pra cima da cama segurando Alan com uma mão. Eles começam a dançar lá em cima, ela e Alan estavam dançando cada vez mais colados, até que Alan a puxa e a beija, Severo levanta as duas sobrancelhas e sobe lá também.

- Iiiii!! O Careta subiu!! - Alguém diz e todos começam a tirar onda, ela para o beijo com Alan, Severo a puxa a beijando e começa a tirar a própria roupa manualmente. Júlia começa a tirar a própria roupa devagar, todos gritam.

- Não, não, não! - Severo diz a vestindo novamente, e a cobrindo com o lençol.

- Por que não? - Júlia pergunta irritada e tira o vestido por completo, mostrando a sua lingerie sexy e preta. Os caras ao redor começam a ficar excitados.

- Deixa ela! - Um cara diz e outro puxa o lençol de Severo, todos a olham de lingerie, Severo a agarra novamente, e a beija com vontade, tocando todo o seu corpo. Alan o empurra e a puxa para si, ele abre as próprias pernas e balança o quadril para frente e para trás, ela pega no pênis dele e ele se excita ainda mais. Severo o empurrou novamente. Alan e Severo começam uma guerra fria sobre quem pegava ela por mais tempo. Depois de algumas horas bebendo e disputando acabaram por pegar no sono. A noite seguiu com os dois abraçando Júlia, cada um de lado.

*Júlia

Eu me levanto com uma enxaqueca daquelas, há várias pessoas dormindo no chão, em cima dos outros, pendurados, tem comida e bebida pelo chão. Eles estavam melados de tinta, de confete. Eu passo por eles com dificuldade e chego a porta. Eu estava com a minha lingerie, e eles estavam semi-nus, até os idênticos.

- Júlia? - Alguém pergunta e eu me viro com dificuldade, Severo estava me olhando enquanto se sentava na cama. Alan o abraça, ele empurra o braço de Alan com força e o mesmo acorda. - Onde você vai? - Ele pergunta e eu começo a sentir um azia e penso no banheiro.

- Banheiro. - Apenas digo isso e aparato no banheiro. Eu sei que havia vários trouxas lá, mas tinha de ser feito, e se alguém visse algo, eu apagaria apenas aquela memória. Havia gente dormindo no banheiro, eu tento passar com desespero entre eles e vomito no vaso, havia bebido demais. Eu pego um roupão e me visto. Eu lavo a boca e o rosto, a minha maquiagem borra por inteiro, eu a retiro, assim que saio do banheiro Alan e Severo estavam na porta. Severo de braços cruzados segurando uma garrafa, e Alan tentando pegar a garrafa de Severo. Eu pego mais dois roupões e jogo para eles.

- Finalmente ela chegou! - Alan diz me olhando e solta a garrafa pegando o roupão e se vestindo. - Manda ele me dar essa garrafa. - Ele diz ajeitando os cabelos.

- Não, eu não mando em ninguém, Alan. - Digo pegando a garrafa e ele faz cara surpresa. Severo sorri com um ar de deboche enquanto se veste. Eu passo por eles os ignorando. - Vamos embora. - Falo passando pelas pessoas deitadas e jogadas no chão.

- Sim. - Severo diz e me segue.

- Okay, eu tenho uma casa aqui perto, caso vocês queiram para se trocar, ou para conversar um pouco mais sobre o fato de nós dois sermos tão parecidos. - Alan diz nos seguindo.

- Bem, infelizmente não poderemos ficar para a sua visita hoje. Quem sabe outro dia? - Digo e o olho assim que chego na porta, ele me olha desanimado, mas logo se anima.

- Então, posso ir para a casa de vocês? - Ele pergunta sorrindo.

- Não. - Severo responde bruscamente e nós vamos andando para a porta.

- Por quê? - Ele pergunta.

- Outro dia. - Digo sorrindo e ele concorda com a cabeça desanimado.

- Espera. - Alan diz tocando no próprio corpo. - Onde estão minhas chaves? - Ele pergunta olhando ao redor. Assim que ele procura pelo chão as próprias chaves, eu me lembro da minha varinha. Eu chamo mentalmente por ela e ela vem de dentro do quarto onde estávamos. Eu a pego, Severo segura a minha mão.

- Como você fez isso? - Ele pergunta falando baixo e me segurando. Eu o encaro.

- Não lhe interessa. - Digo quase cochichando.

- Hey, será que tem como vocês me ajudarem? Sem a chave, teremos que chamar um táxi, e eu honestamente não terei como pagar, pois minha carteira está dentro daquele maldito carro! - Alan diz irritado e nós o olhamos. Eu me abaixo e falo mentalmente "Accio Chaves". Logo dezenas de chaves vêm na minha direção, eu me assusto e caio para trás. Elas caem no chão, na minha frente. - Achei! - Alan diz se jogando em cima das chaves e pegando uma. - Afinal, como você fez isso? - Ele perguntou e eu fiquei sem resposta, eu olho para Severo. Ele me olhava com repreensão.

- Ããn... Não sei. Apenas o fiz. - Digo levantando os ombros e me pondo de pé.

- Humn... Quando souber como se faz, me ensina, adoraria ter umas aulas particulares com vocês. - Ele diz segurando a minha mão, e me puxando para perto de si. Eu contorço os lábios.

- Quem sabe um dia... - Digo me afastando dele e notando o olhar de Severo em cima de mim.

- Resumindo: Nunca. - Severo diz passando por Alan.

- Ah... Que chato. Bem que podíamos repetir o que fizemos ontem à noite, não acha? - Alan diz andando enquanto roda a chave no dedo.

- E, o que fizemos ontem à noite? - Pergunto desconfiada parando um pouco. Alan passa por mim com uma cara esnobe e bate no braço de Severo como se fôssem amigos íntimos.

- Hey, ela não sabe o que houve ontem! - Alan começa a rir.

- O que houve ontem? - Pergunto agora preocupada parando na frente dos dois.

- Bem, houve uma festa. Não vê? - Severo pergunta levantando as sobrancelhas com uma expressão de "óbvio". Eu o encaro. Eles passam por mim.

- Sim, eu sei, quero dizer, o que eu fiz ontem a noite na festa que estava rolando? - Pergunto ficando estressada.

- Bem, posso contar? - Alan pergunta para Snape e eu sinto um frio percorrer sobre mim.

- Claro, por que não? - Snape diz e eu fico mais nervosa.

- Então... Você... - Alan faz o maior suspense. - Você dançou, se embriagou. - Alan diz e eu suspiro aliviada.

- Foi drogada, assim como eu. - Snape diz e eu franzo as sobrancelhas.

- Como também beijou outros caras. - Alan diz girando as chaves ainda mais rápido enquanto anda.

- E pegou no corpo deles também, assim como eles pegaram no seu. - Severo diz com as mãos para trás e andando. - Ah, e você se recusou de ir para casa. - Ele completa sem olhar para mim.

- E também fez um stripper, tomou mais de uma garrafa inteira de vodka, fez vários caras gozarem. E por último, se tiver mais alguma coisa para acrescentar, Severo, sinta-se à vontade. - Alan diz seriamente entrando no elevador.

- Não, não tenho, pode continuar. - Snape diz entrando no elevador e eu entro também. Alan aperta o botão do "Térreo".

- E por último, você nos fez brigar para ver quem lhe pegava mais gostoso e por mais tempo, como também nos fez gozar, e não sei a sua, mas o meu foi uma delícia, principalmente quando ela... - Snape o interrompe.

- Já está bom, Alan. - Snape diz com severidade, e com a voz grossa e séria. Eu começo a sentir vergonha, meu rosto começa a corar.

- OK... Mas foi muito bom, seria melhor se eu pudesse... - Ele para e solta um longo suspiro. - Ah... Já pensou em nós três? Juntos, transando como se não houvesse o amanhã? - Ele pergunta e Severo o encara. - Vou considerar isso como um "Sim". - Ele diz sorrindo, ele chega bem perto de mim, e me abraça por trás, o membro dele estava duro. - Shhh... - Ele cochicha me apertando ainda mais e ele toca na Valentina, o elevador chega, Severo anda assim que as portas se abrem. Eu estava excitada. Alan me soltou e eu andei. Andamos em direção ao carro, entramos rapidamente antes que alguma mulher viesse agarrar um dos dois. Eu sentei no banco de trás por ser a mais jovem. Alan nos levou até a casa dele, lá a gente foi dirigido cada um para um quarto, para tomarmos banho.

- Me acompanhe, senhorita. - Um mordomo diz e eu o sigo, vamos para um quarto luxuoso. - Aqui está o closet, onde tem uma diversidade de roupas e sapatos, aqui está a penteadeira, e essa porta aqui é a do banheiro. O sr. Rickman pediu para que não trancasse as portas, pois todas estão com problemas, ele também pediu desculpas pelo incômodo. - Ele diz e eu desconfio um pouco.

- Tá, valeu. - Digo e ele vai embora. Eu fecho a porta e tiro o roupão e a lingerie que estava, eu entro no banheiro, fecho a porta e começo a me banhar de chuveiro, havia banheira, mas para não perder tempo eu usei o chuveiro. Alguém entra no banheiro, eu pego a mangueira e coloco a temperatura da água no máximo. - Está ocupado. - Digo mas a pessoa abre a porta do boxe, eu nem vejo quem é e abro a torneira da mangueira e o molho. Ele grita, eu desligo a mangueira. - Alan? - Pergunto e ele se molha na pia.

- Você é doida? - Ele pergunta se molhando, ele estava fumaçando. Eu sorrio sem graça, mas logo o encaro.

- O que faz aqui? - Pergunto e ele vem na minha direção.

- Ainda não notou? - Ele pergunta sorrindo de lado. E eu começo a lembrar do que o mordomo havia falado, pedindo para não trancar as portas. Eu o encaro ainda mais. Ele sorri. - Pelo visto só notou agora. - Ele alisa o meu rosto e me olha de cima a baixo. - Você é tão linda... - Ele diz me olhando.

- Sai daqui Alan. - Digo e ele pega uma camisinha no bolso da calça.

- Eu... Estava pensando em usar isso aqui com você. - Ele diz olhando para a camisinha e se aproximando ainda mais de mim. Eu vou me afastando e entro novamente no boxe. - Mas acho que não vai precisar, pois se você engravidar, ficará comigo, e eu finalmente poderei me casar! - Ele diz soltando a camisinha no chão e fechando a porta do boxe.

- Como assim "poderei me casar"? - Pergunto tentando me acalmar, meu coração estava pulando do peito.

- Eu, assim como você, apenas namoro, desde jovem que namoro apenas com ela, eu, eu quero ter um filho, ter uma família, quero me casar e tudo. - Ele diz baixando o olhar.

- E por que não tem? - Pergunto um pouco mais calma.

- Por que ela não pode... E ela não quer se casar agora. - Ele diz quase chorando. Eu o abraço. Ele chora molhando todo o meu peito e as minhas costas.

- Se você ficar insistindo, talvez ela queira, ela aceite. - Digo e ele enxuga as lágrimas.

- OK, então, bem, desculpa, eu acho que ficarei lá fora, tem uma roupa que eu quero que você vista. - Ele diz saindo e sorrindo. Eu tomo o meu banho, pensando no por quê deles não terem se casado ainda, será que ela tinha outro alguém? Ou será que tudo aquilo era teatro? Será que ela só está com ele por quê ele agora é famoso? Ou será que é por causa do dinheiro? Era tudo muito confuso, a água lavou meus pensamentos. Eu me enxuguei, vesti um roupão e saí do banheiro. Alan estava parado no meio do quarto, olhando para a cama pensativo. - Gostou? - Ele pergunta me olhando e apontando para um vestido branco e liso rodado. Havia algumas jóias lá também, e uma sapatilha preta no chão. Eu fiz cara de surpresa, ele tinha um bom gosto.

- Nossa, eu... - Eu começo a falar, e ele vem na minha direção devagar. - Eu amei, obrigada. - Digo e ele sorri e pega uma lingerie vermelha e me entrega. Ele vai andando para onde estava e se vira.

- Isso é a cereja do bolo. - Ele diz apontando para a lingerie, eu tiro o meu roupão e faço menção de colocar a lingerie, ele veio até mim. - Eu... Não aguento mais. - Ele diz pegando devagar no meu queixo e me beijando, ele vai acelerando o beijo, e vai pegando o meu corpo. Ele me suspende, e o dedo dele entra no meu ânus, eu paro o beijo, ele me joga na cama, eu estava respirando com um pouco de dificuldade. Ele tira a calça rapidamente, e coloca o monstro para fora.

- Alan... - Começo fechando as pernas e me sento na cama, ele sobe na cama com o bagulho duro.

- Calma... - Ele diz com àquela voz grossa, eu viro o meu rosto.

- É que... Severo já passou e viu muita coisa num dia só. Olha, você pode ser a cara dele, mas é ele quem amo. - Digo e ele baixa a cabeça, ele esconde o negócio. Ele se senta na cama de costas para mim e colocou as mãos na cabeça.

- Entendo... Bem, não irei mais atrapalhar o relacionamento de vocês, mas - Ele vira o rosto - se você quiser, eu estarei aqui, te esperando. - Ele sorri olhando para o meu corpo, eu me ponho de pé para colocar a lingerie, ele me ajuda a me vestir, eu fico pronta.

- O que acha? - Pergunto me virando e ele bate palmas.

- Está um espetáculo, linda, linda, linda, linda! - Ele diz e eu me sento em frente à penteadeira sorrindo. No modo automático eu pego o meu cabelo e deixo liso, e coloco diferentes tipos de maquiagem sem mexer em nada, e sim apenas olhando pro espelho. Eu olho para Alan pelo e ele me olha assustado. - Co-como você fez isso? - Ele gagueja me olhando eu me viro rapidamente na cadeira. Ele se afasta de mim com medo.

- Alan... Eu... - Ele me interrompe.

- Não! Não quero ouvir!! O que é você? O que você faz? Por favor não me machuque!! Eu prometo não dizer nada a ninguém, se quiser eu lhe dou tudo!! Mas me deixe em paz!! - Ele diz desesperado, eu abro a mão para o lado e a minha varinha vem, eu a seguro e me levanto indo na direção dele. Ele corre em direção a porta. Eu o paraliso do pescoço para baixo .

- Alan! Me escuta... Eu... Eu sou uma bruxa. - Digo isso enquanto ele fala desesperadamente para eu não o machucar. Alguém bate na porta. - Quem é? - Pergunto e Alan grita, eu o paraliso da boca para baixo. A porta se destranca e se abre, Severo entra. Ele olha assustado para Snape e para a varinha na mão dele. Snape fecha a porta e a tranca com a varinha.

- O que você está fazendo aqui? - Ele diz olhando para Alan paralisado. Eu vou até ele.

- O que ele está fazendo aqui? E por que está paralisado? - Ele pergunta enquanto eu o puxo para mais longe dele.

- Ele viu... Ele viu o que eu posso fazer, ele sabe que eu sou uma bruxa. - Digo e Severo me repreende com o olhar.

- E como ele viu? - Ele pergunta seriamente.

- Com os olhos. - Digo sorrindo e vou até ele novamente. - Severo, vamos contar para ele o motivo de estarmos aqui. - Falo e Snape concorda com a cabeça. Eu falo sobre tudo para ele, sobre o livro, o fato de eu ter ido para Hogwarts de um modo peculiar, da minha teoria sobre ele, até agora. - ...Agora, eu irei lhe soltar. - Snape aponta a varinha para o teto e faz algum feitiço, talvez algum silenciador. Eu o solto, ele grita e corre na direção da porta.

- Estupefaça! - Snape diz e ele voa para a parede e cai desmaiado no chão. Eu o olho incrédula, ele vai andando até ele.

- Snape! O que acha que está fazendo? - Pergunto indo até a frente dele, ele para me olhando.

- Estou salvando nossas identidades. O que você acha que está fazendo? - Ele diz com um ar de "obviamente óbvio" e passa por mim.

- Eu... eu não sei. - Digo pensativa e vou para a frente dele.

- Então saia da minha frente, eu preciso apagar as memórias dele antes que ele acorde. - Ele diz tentando passar por mim, e eu fico o impedindo.

- Não! Se não tudo que fizemos até aqui tenha sido em vão. - Digo o impedindo, Snape para e se vira.

- Entendi... - Ele diz baixinho, com a voz triste que já ouvi. - Você o ama, e não quer que mexa na memória dele para ele não te esquecer, não é? Para ele não esquecer os momentos que vocês passaram juntos... - Snape se senta, Alan acorda.

- Severo... Não é isso. Eu não amo Alan. - Digo e Alan se levanta.

- Sim, você o ama! - Snape diz irritado e agarra os cabelos.

- Eu ouvi... Ouvi tudo. - Alan diz ficando do meu lado. Nós o olhamos. - E é verdade, Severo... - Ele diz e Snape se afunda. - É verdade o que ela diz. - Snape se recompõe, eu sorrio para Alan, o mesmo olha para mim. - Obrigada. - Ele diz baixinho passando por mim sorrindo e eu sorrio. - Bem, não sei quanto à vocês, mas eu estou faminto. - Ele diz indo até a porta, eu o destranco. Ele sai e eu começo agora a ficar mais alerta, ele estava calmo demais. Snape olha para mim, e eu passo uma mensagem para ele. " Fique em alerta. " . Fomos para a mesa, ele atendeu a um telefonema e se sentou a mesa. Nós nos sentamos também, a comida já estava posta. De vez em quando eu olhava para Severo e o mesmo me olhava entendendo a situação. Alan bateu os talheres no prato e pigarreou chamando nossa atenção, nós o olhamos. - Eu ainda não entendi o que está havendo. - Ele diz revezando o olhar entre Severo e eu.

- Como assim? - Pergunto rindo de lado e olhando para Snape voltando a atenção para o meu prato.

- Vocês estão estranhos, sei que não os conheço, mas já conheço o bastante para saber que vocês não são tão calados, principalmente você, Júlia. - Ele diz me olhando. - Qual o problema? - Ele pergunta tomando um pouco de suco, eu olho para Snape, que começa a sorrir.

- Pegamos ele! - Snape diz e eu começo a rir também. A gente fica rindo e Alan também.

- Ah, então foi uma brincadeira? - Alan diz rindo e olhando pra gente. Nós confirmamos. - Por um momento eu pensei que estavam com medo! - Ele diz entre as risadas, nós trocamos olhares repreensivos enquanto rimos.

- Caiu direitinho! - Digo rindo e zombando da cara dele, pois teve uma grande ponta de verdade. Nós terminamos de rir.

- Eu vou... - Ele diz pegando fôlego rindo um pouco. - Vou fazer uma festa de fim de ano, então vocês estão convidados, na verdade, eu só iria convidar Júlia, mas você demonstrou ser uma boa companhia Severo. - Ele diz nos olhando, ele pisca o olho para mim, eu reviro os olhos. Nós terminamos de comer e pegamos o resto das nossas coisas, fomos para a garagem dele.

- Adeus Rickman, e não nos espere para essa festinha. - Severo diz o olhando de cima a baixo e se afastando.

- Humn, tá bom, creio que você não fará falta, Snape. - Alan diz e eu me aproximo dele.

- Tchau, Alan, até mais ver. - Eu o abraço. - Pense bem sobre o que eu disse. - Falo me retirando do abraço.

- Bem, pensarei mais em você, do que nas suas palavras, mas acredito que ainda as ouvirei por um longo tempo. - Ele diz beijando a minha mão. - Foi um prazer. - Ele diz sorrindo. - Humnn... Quer que eu chame um táxi? - Ele pergunta e eu Snape negamos com a cabeça.

- Não precisamos. E eu lhe proíbo de falar o que sabe sobre nós para qualquer um, até para si mesmo. - Eu ordeno impondo um feitiço sobre ele e logo aparatamos em casa. Ela estava silenciosa, ninguém havia se aproximado. Eu estava muito cansada, exausta para ser verdade, nunca imaginaria que ter tanta magia resultaria nisso. Até que Snape me chama:

- Júlia! - Ele diz e eu aparato na frente dele já com a varinha em mãos preocupada, ele estava numa biblioteca, ele me mostrou a Marca Negra, ela estava aparecendo. - Ele... - Eu coloco os lábios na boca dele pedindo silêncio, faço menção dele falar com Voldemort.

- Severo! - Voldemort diz em tom autoritário. Eu sinto um arrepio e algo ruim ao redor. Snape me olha franzindo as sobrancelhas preocupado.



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