História A coleção de loucuras - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Isa, Lizzie, Loucuras, Magia, Sobrenatural
Visualizações 17
Palavras 612
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Prólogo


Isabelle dirigia o carro sentindo-se finalmente livre, tagarelava sem parar e não conseguia pensar em mais nada senão dirigir. Lizzie pelo contrário, estava quieta, estranho, já que sempre fora tão falante apesar de seu jeito inicialmente frio.

— Vamos lá Liz, fala alguma coisa! — a vampira exclamou, buzinando para um senhor que atravessara a rua sem olhar para os lados — Se eu te atropelar podem me prender mas não vão te ressuscitar!

A de cabelos brancos com traços rosados, que até então estava calada, tirou um pigarro da garganta e olhou para a garota ao seu lado.

— Quem é você? — perguntou. Sua voz saiu um pouco fria demais, como se voltasse no tempo em que se conheceram.

— Agora vai se fingir de esquecida? Isabelle, amiga. Sua best friend pro resto das nossas vidas eternas — a eterna garota riu, xingando mais alguém no trânsito que começava a se formar na estrada próxima à floresta no meio do nada onde Lizzie vivia.

— Então, Isabelle... Para onde estamos indo exatamente? — perguntou, sua feição estava séria demais para quem a conhecia há literais séculos.

— Vamos ver meu tio. Com o carro roubado do meu pai — sorriu com certa ironia no olhar. Estranhando um pouco a garota ao seu lado, deu uma freada brusca que quase causou um grande acidente — Se não me conhece, senhorita Harriette, por que diabinhos flutuantes entrou nesse carro?

— Eu estou fugindo — olhou para a outra como se fosse óbvio — Qualquer ajuda é bem-vinda.

Justo, Isabelle pensou. Mas ainda haviam algumas questões em sua mente. Não era do feitio da sua amiga entrar no carro de uma desconhecida — que por sinal era roubado — estando na posição de foragida. E outra, do que exatamente estava fugindo? O ex noivo de sua mãe havia falecido há séculos, o século XXI estava ali de portas abertas para elas, então ser condenada à fogueira não era uma opção, e não tinha mais ninguém que fosse de seu conhecimento que pudesse interromper sua vida.

— Lizzie, como se vê se tá faltando gasolina? — ela perguntou mais ou menos na metade do caminho, que era mais ou menos deserta. Fazia cerca de uma hora que estava dirigindo e o carro começava a falhar.

— Eu nunca dirigi, Isabelle. Acho que é aqui — apontou para uma direção no painel do carro — Mas está cheio eu acho.

— Cheio? Tá vazio! Ai meu santo Drácula — bateu a mão na testa. Podia não saber onde se via como estava a gasolina, mas sabia muito bem como ver se tinha gasolina. No caso, não tinha nada.

Lizzie arregalou os olhos, começando a imaginar que seria pega por alguém e morta em uma fogueira em praça pública como na era medieval. Pressionou os lábios e pensou na primeira coisa que qualquer ser mágico pensaria: usar magia.

Formando nas mãos uma bola de energia e os olhos brilhando em tom dourado, ela conseguiu energizar o carro o suficiente para que não ficassem na não.

— Estava com saudades disso, minha macumbeira favorita. Bem que podíamos usar contra o meu pai, né? Ele não tem um unicórnio ao lado dele — riu, deixando que o carro dirigisse sozinho com a magia de Lizzie.

— Você é até que legalzinha — a outra riu também — Ah, a energia vai acabar daqui a pouco, e repor é bastante cansativo. Acho que seja bom chegarmos à algum posto para reabastecer.

— E você acha que eu trouxe dinheiro, Lizzie?

— Felizmente, como cérebro dessa operação, querida estranha, eu sei muito bem como vamos conseguir gasolina — ela deu um sorriso pretensioso, vendo ao longe um posto, quase vazio, e praticamente no meio do nada.



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