História A Complicada História De Amor de Dipper e Pacifica - Capítulo 15


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Soos Ramirez, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Dipcifica, Mabill
Visualizações 101
Palavras 3.091
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Por favor leiam o cap escutando a música The Thousand Yeas q vc vai chora muito.
Boa leitura.

Capítulo 15 - As cartas



            ~♡~ 



Pacifica estava animada para a festa. Era o último dia dos Pines na cidade, e ela não sabia o que dar para o jovem Pines.

É claro, ela iria dar uma boneca para Mabel. E já comprou a mesma, era rosa e usava chapéu. Mas Dipper... Era diferente... Ela não sabia o que dar para ele.

A loira não sabia o que compra. Não sabia o que ele gostava, mas... Tinha uma ideia em mente. Ela se lembrou do dia da Festa da família Nothwest, o dia em ele caçou o fantasma que atormentava sua família à séculos.

Festa... Fantasma... O abraço... As risas...Suja o chão de chocolate... Tudo isso deixava as suas bochechas coradas. Dipper fazia sua cabeça dar muitas voltas.

Depois de andar um pouco, ela acha uma loja. Era de lembranças de festa, não era chamativa. Mas para seu ideia, valia tentar.

Ela entrou na loja. Fitou as prateleiras e viu algumas canecas, blusas, livros, agendas e também diários... Diários...

Então surgiu uma luz. Pacifica sábia que o diário de Dipper foi destruído por Bill no estragendon, ele não tinha mais nenhum diário...

Que tal compra um diário para o mesmo?

Correu até os diários. Procurou um de cor azul - Ela sabia que sua cor favorita era azul... Ele disse nas poucas conversas que tiveram - A cor azul estava na prateleira de cima. E digamos que ela não era alta...

Pacifica deu alguns pulinhos para alcançar. Mas estava um tanto alto...

- Quer ajuda mocinha? - Perguntou um homem. Pacifica se vira para ele e deixou um sorriso sem graça surgir.

- Eu queria esse diário... Pode me dar? - Falou ela. O homem sorriu e lhe deu o diário, Pacifica agradeceu e correu até o caixa.

O homem que lhe ajudou riu da cena. Então, a loira lhe dar o diário e pediu para não embrulhar, ela queria fazer issso sozinha. Pagou tudo e saiu correndo.

Ela saiu correndo. Não tinha mais tempo, a festa iria começar.

Dipper estava alegre com a festa. E claro também nervoso, era o seu último dia em Gravity Falls... Ele iria voltar para a Califórnia e não tinha mistérios e também... Não tinha Pacifica.

Mas o que é isso? Dipper não era assim... Ele não sentia nada pela loira... Era apenas amigos...

Cantaram parabéns e cortaram o bolo. A essa altura uma certa loira estava nervosa e ansiosa para abrir seu presente.

- Quando vão abrir os presentes? Passei uma hora empacotado - Disse e mostrou suas mãos cheias de fita adesiva e também papel de presente. E era verdade, ela passou uma hora empacotado para deixar tudo perfeito.

Soltaram uma risada, tanto quanto Mabel e Dipper acharam engraçado o jeito da loira.

- Pacifica - Disseram em uníssono, então os olhares se cruzaram.

O castanho se cruzou com o azul. Os corações bateram com força, lembranças de como se conheceram lhe vem a mente. Da primeira impressão, das suas brigas e também da festa do solar Nothwest. Era uma coisa estranha, parecia que estavam conectados.

Mas não era estranho. Foi ali que se apaixonaram, isso mesmo. Com doze anos, eles se apaixonaram.

Foi ai que seu romance começou.




"O dia em que nos conhecemos,

Congelado, segurei minha respiração.

Desde o início.

Sabia que encontrei um lar pro meu coração"




A troca de olhares acaba e ambos ficam corados. Pacifica fita o embrulho, dentro do diário tinha uma carta. Lá, dizia desculpa por ter o enganado na mansão. Não sabia se ele iria gosta, mas... não custa tentar.

Dipper abriu o embrulho. Viu o seu novo diário, e sorriu timidamente para a loira. Dipper estava com muito vergonha... Ele nunca ganhou um presente de nenhuma menina... Ainda mais da loira. Ele nunca pensou que isso um dia ia chegar...

A festa acaba e Dipper entrou no ônibus. Fitou seus familiares uma última vez, a loira não estava lá. Mas... Tudo bem, ela não era importante...

   O ônibus dá a partida. Ele ler a carta que Wendy lhe deu, sorriu em vez cada assinatura de seus amigos. Até mesmo Gideon havia assinado... E no canto, em uma caneta rosa e letra perfeita, estava a assinatura dela...

Algumas lágrimas saíam de seus olhos. Sentiria falta de todos até mesmo da loira que vivia brigando com ele.

Mabel dormia traquilamente em seu ombro. Se aproveitando disso, pegou a carta da loira. Mas antes se lembrou dela, e de como ela era incrível.

Pacifica era segura, forte e corajosa. Mesmo com a proibição de seus pais em pisa no tapete caro da família. Ela fez isso, Dipper tinha orgulho dela. Ela não era mais um elo da pior corrente do mundo... Pacifica era boa, ela era apenas mais uma garota normal que queria ter amigos...

As vezes... O moreno queria ser como ela. É claro, não iria usar vestidos cor de rosa ou sapatos. Ele queria ser mais e confiante. O tipo de pessoa que não leva desaforo para casa, sem querer, a loira lhe inspirava a ser uma pessoa mais confiante em mesmo tímida. Ele queria ser seu amigo, e lhe dar tudo.

Mal sabia que Pacifica queria ser mais como ele... Ela queria ser mais corajosa e também mais inteligente. Como Dipper, e também ela queria ter uma família como a sua... Mas ela não tinha uma família. Sua vida era horrível, ela não sabia o que fazer. Mas ela queria ser sua amiga.

Talvez eles sejam amigos.

Dipper ler a carta. Sorriu, a loira pedia desculpas por ter o enganado e também o humilhado. Dipper riu com isso e admirou a carta, nunca pensou ela iria pedir perdão por algum. Mas eu gostou da carta, no final da carta. Pacifica perguntava se ele iria responder ela, o moreno sorrir de lado e respira fundo.

Fita a janela, tocou seus dedos pela superfície. Será que é seguro? Dipper estava tendo sentimentos por Pacifica... Mas ele tinha acabado se levar um fora de Wendy... Será que é seguro ser apaixonar novamente? Em nossas vidas temos medo de revelar os sentimentos. E seu medo era normal, a loira tinha o mesmo medo.

Mas... Eles quebraraim esse medo. Se fosse para ficarem juntos, eles poderiam até mesmo fugir de casa.

Dipper volta a fitar a carta. Um outro sorriso apareceu, ele abriu a carta.

- Eu prometo.




"Bate rápido, cores e promessas.

Como ser corajoso?

Como amar quando estou com medo de cair?

Mas olhando você sozinho

Todas as minhas dúvidas, subitamente se foram de alguma forma"





E assim, Dipper prometeu que iria responder Pacifica. E também virá seu amigo.

Mas... Sua amizade se evoluir para amor. Um sentimento lindo e tão puro... Um amor puro e perigoso.

Preston não devia saber disso...



" Um passo mais perto"



A loira estava animada. Era segunda feira, o dia que o carteiro vinha com alguma carta de Dipper. Pacifica sábia até mesmo seu nome, era Bernado. Ou melhor, Ben era o carteiro mais legal que os dois já conheceram.

- Olá senhorita Nothwest! - Comprimta o a mesma. Pacifica sorrir e andou até o carteiro. Ben era um homem com seus quarenta anos, usava típicos trajes de carteiro. Era engraçado vê-lo andar com aquelas roupas.

- Oi bem, com vai sua esposa? - Gestiona. Ben sorrir e pega a carta, a esposa de Ben se chamava Lílian. Ela que entregava as cartas para Dipper.

- Vai bem... Aqui está a carta - Lhe entrou, olhou para os lados e entregou a sua carta para Ben. O mesmo pega e coloco na bolsa, olhou para os lados.

- Já tenho que ir. Tchau Pacifica - Falou apressadamente, ele sabia que o pai de Pacifica é mal. Se ele soube-se...

A loira correu para seu quarto e trancou a porta. Se jogou na cama e abriu a carta, e se deixou levá pelas palavras e coisas que Dipper falava para ela.

Ele disse como a Califórnia era chata e sem mistérios. Falou de todos os seus sabores favoritos de bolo e soverte, ela deixou várias risadas saírem de sua boca. E também disse sobre uma velha discussão... Biscoito é bolacha... Mas para a loira continuava sendo biscoito.

   A loira também riu de suas histórias no colégio, e ficou triste por ele ser humilhado e também por ser motivo de chacota na escola.

Pacifica ficava triste. Ela queria está com ele... Dipper era seu amigo e até mais que isso... Em cada carta isso ficava mais explícito... Ela o amava e Dipper também sentia o mesmo.

Eles se amavam. Era um amor jovem e tão puro.

Um suspiro saiu dos lábios rosados da loira. Apertou a carta contra o peito, e fechou os olhos. Sorrir para o nada e riu alto.

- Nerd idiota. - Disse ela, era o apelido que ela deu para o moreno. Nerd idiota... Ele a chamava de patricinha. Isso era uma coisa deles.

Mesmo que não disse-sem. Mesmo com a distância, mesmo com o medo do amor não ser recíproco, com o medo do pai de Pacifica saber disso... Eles se amavam, e se amariam para sempre.




"Eu morri todos os dias esperando por você.

Querido, não tenha medo.

Eu te amei por mil anos

Eu vou te amar por mais mil"




Dipper esperava a carta da loira na frente de sua casa. Era sexta feira, o dia da carta. Lílian estava demorando a chegar...

O moreno segurava outra carta em mãos. Estava nervoso, com o passar dos anos Pacifica virou sua amiga fiel. Ele falava com ela todos os seus problemas e segredos mais secretos. Mas... A cada dia um sentimento forte nascia nele, a cada dia ele se apaixonava cada vez mais por ela.

Agora ele tinha catorze anos. E seus nervos estavam a flor da pele.

Lílian chega. Ele se levanta e fitou a mulher, Lilian tinha seus trinta e poucos anos. Era bonita, e tinha cabelos lisos de cor vermelha, era baixinha e cheinha. Mas isso não a deixava menos bonita.

Lílian sorrir para o moreno e lhe entregou a carta. Dipper pegou ela e sorriu para a carteira.

- Muito obrigado Lílian! - Disse ele. A se cabelos vermelhos riu e segurou a bolsa com mais força.

- Não à de que. Você sabe o jeito que entregamos, rápido e prático. Bem, tenho uma boa leitura - Assim que falou, o moreno saiu correndo até o seu quarto.

Trancou a porta e se sentou no chão. Dipper amava ler sentado no chão frio e nada confortável. Era como uma piada que ele mesmo havia inventado.

Ele abriu a carta e sorriu. A caligrafia ainda era perfeita, ele tocou nas letras da loira. Sorriu bobo e começou a ler.

O seu sorriso aumentava a cada palavra que ele lia. Não era nada importante... Ela falava de sua cor favorita e também que gostava de baunilha, que o soverte que tomou tinha esse sabor. Sorriu mais ainda em saber que ela estava feliz...

Tudo que Pacifica fazia era tão bonito... Tão perfeito... Ela era bonita e tinha seu jeito fofo e calmo de responder as cartas. Mesmo que tenha o telefone, ou chamadas pelo chat. As cartas ainda era suas formas favoritas de se comumicarem.

Dipper ficava muito feliz em saber que a loira tinha confiam nele... Era legal saber que eram amigos.

Mas... Ele queria mais que amizade... Dipper tentaria ser corajoso para pedi-la em namoro e ser feliz com ela.

Assim que termina de ler, ele se deitou no chão e sorriu para o teto. Era um sorriso bobo e apaixonado, o amor pode mesmo mudar as pessoas. Até mesmo inimigos mortais.




"O tempo para,

Beleza em tudo que ela é.

Eu vou ser corajoso

Não deixarei nada levar para longe,

O que esta na minha frente.

Cada respiração

Todas as horas vieram para isso"




Os dias se passaram e isso sempre se repetia. A amizade foi evoluído para algum maior... Não dava mais pra esconder não mesmo. Eles queriam uma ao outro, eles queriam ser amar por inteiro. As cartas deixavam isso claro.

Então resolveram se declarar.



" Um passo mais perto"




Um ano se passa. Essa era a hora, Dipper comprou um presente para ela. Ele estava triste, Pacifica não teve um Natal feliz... Isso o deixava com raiva e triste por dentro... Ele bater no pai da loira! Como podia fazer isso? Ela era sua filha! O que o maldito fez? Encheu a casa de putas e a espancou a mãe da menina na sua frente! Horrível!

 Esse havia sindo o pior Natal de Pacifica. Ela havia se trancado no quarto e chorado a noite toda.

Escreveu uma carta para o moreno e ele lhe deu um sapinho de pelúcia. Foi o melhor presente de sua vida, nunca havia ganhado nada com amor.

Na mesma noite, ela entregou sua vida e sentimentos em uma carta. Ela escreveu uma carta se declarando para o moreno, meses depois ela entregou a carta para ele... Foi ai que tudo começou.

Dipper também fez uma carta para ela. Ele deu seu coração, sonhos e alma para a loira. Entregou tudo, e ainda por cima a pediu em namoro.

Mas... as próximas cartas... destrosaram seu coração. Todo o amor "acabou" aí.

Não meus amigos, não acabou. O amor nunca acaba.




"Eu morri todos os dias esperando por você.

Querido, não tenha medo.

Eu te amei por mil anos,

Eu vou te amar por mais mil"




Preston já havia visto uma movimentação estranha em sua filha. Era muito segredos e suspiros apaixonados, isso não lhe soava bem. Preston havia vendido sua filha para um homem muito rico, só estava esperando ela fazer dezoito anos para casa-la com o mesmo.

Não poderia ter falhas.

Então, um dia que a loira se atrasou para pegar as cartas...

Preston pegou a carta que era destinada a sua filha. Nela, Dipper falava seus sentimentos para Pacifica. Isso não era bom... Preston também pegou outra carta de sua filha. Lá ela dizia que o amava. Isso não é bom... Seu negócio não iria dar bem, sua filha tinha que ser virgem e sem nenhum romance. Ela teria que ser pura.

Preston só a via como negócio. Isso não é conveniente para ele, nada namorico para sua filha.

Um plano diabólico lhe veio em sua mente.

Em um ato de desgosto e indiferente, jogou a carta de Dipper no fogo. A carta queimou até o fim, depois jogou a carta de sua filha e deixou-a queimar.

- Essa palhaçada acaba aqui. Não vou perder meu negócio por um simples amor de adolescente.





"E o tempo todo eu acreditei que eu iria encontrá-lo.

Tempo trouxe seu coração para mim.

Eu te amei por mil anos

Eu vou te amar por mais mil

Eu vou te amar por mais mil"

"Eu vou te amar por mais mil"

" Um passo mais perto"





Tudo acabou naquela triste tarde de outono.

Como sempre, a loira e o moreno esperavam a carta. Eles receberam a carta... e leram.

A carta que Dipper lia era uma carta digitada. Nela, a loira dizia que ele era tolo em acreditar que ela gostava dele. Nada carta, Dipper era pobre demais para ficar com ela, ridículo e sem propósito na vida. Mas todos o momento ela dizia que não o amava, isso destruiu o coração do moreno. Ele caiu no chão e amassou a carta, finas lágrimas molhavam o piso de madeira. Ele estava destruído.

Em um alto de fúria socou o piso e gritou alto. Dipper não acreditava nisso... Era uma piada... Mas não era, tudo que ele via era mais pura "verdade"

O moreno só se deixou chora, arrependido de ter amado aquela loira patricinha.

Já na Mansão Nothwest. A loira havia pegado a carta e se trancado no quarto, carta... Na maldita carta. Dipper dizia que não sentia nada, que era apenas mais uma aventura e que só servia para encher o saco. Como ela não quis ir para cama com ele, acabou tudo.

Pacifica chorava a cada letra que lia, ela se sentou no canto do quarto. Suas lágrimas viraram soluços baixos, e ela amassou a carta e jogou o mais longe que pôde. Encolheu suas pernas e deixou-se chora ali, o quarto estava escuro e frio. Assim como seu coração.

Sua alma não estava mais ali... Nem a de Dipper. Ele se deixaram a mercê das lágrimas tristes, e em um ato de desespero. Pegaram os presentes.

Dipper se agarrou ao presente de Pacifica. O diário, segurou o mesmo com força e mais lágrimas vieram.

Pacifica pega o sapinho que ele lhe deu. Abraçou e chorou e soluçou baixo.

O que lhe dava mais raiva era o fato de que ambos ainda se amavam. Sim, mesmo com essa carta que os humilhou, eles se amavam e muito.

    Afinal, era o seu único e verdadeiro amor.




"Eu morri todos os dias esperando por você.

Querido, não tenha medo,

Eu te amei por mil anos

Eu te amarei por mais mil"




Mesmo com a raiva que estabam sentindo, com o futuro ódio, com a maldade de Preston e com o medo de amar. Eles sempre iriam ser amar, o tempo não iria apagar seu amor. Mesmo não acreditando nisso, eles vão ser amar para sempre.

Depois de muito choro, eles adormeceram. Mas, ainda caia lágrimas de seus olhos.

Daí meus amigos, para acalmar a dor, resolveram se odiar profundamente. Mas... não adiantou. Sempre que se virem, irão se lembrar do passado e também do amor de ambos.

Dipper e Pacifica voltam ao presente. Essa viagem mostrou tudo e também não mostrou muitas coisas. Afinal, eles não sabem que foi Preston que os separou. Eles acham que foi a Candy, mas essa ainda vai atrapalhar muito...

Os olhos castanhos se fitaram com os azuis. Algumas lágrimas caiam de seus olhos, não acreditavam... O amor ainda estava ali? Essa era a pergunta. E a resposta era sim, o amor estava ali.

Com rapidez, se abraçaram e se beijaram ferozmente. Tocaram a mão na pele um do outro, suspiravam durante o beijo e mordiam os lábios. Era uma loucura, todo amor reprimido todos esses anos estava ali. Engraçado que eles juravam que se odiavam, mas no fundo... É só apenas amor.

Um amor mais forte do que qualquer carta maligna, rivais imponentes e ódio.

Isso iria durar para sempre, e sempre. Nada mudará isso.

Afinal, era apenas o amor dos dois.




"E o tempo todo eu acreditava que iria encontrá-lo.

Tempo trouxe seu coração para mim.

Eu te amei por mil anos,

 Eu te amarei por mais mil"





Notas Finais


É meus amigos, não era a Candy.
Até outro dia de sol


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