História A Confeitaria de Juonji (Jikook) (Cute) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Chimchim, J-hope, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Kookie, Namjoon, Rap Monster, Seokjin, Suga, Taehyung, Yoongi
Visualizações 6
Palavras 1.237
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Em pequenas cidades, pode-se encontrar grandes valores!


Juonji, 1998

O inverno de 1998 havia chegado. Estava nevando na Coréia, pelo menos no Sul. Park Jimin estava deitado em seu aconchegado quarto e sua deliciosa cama. Estava dormindo... Como um anjinho...

"Triiim, triiim!"

O despertador toca com uma grande euforia. No primeiro milésimo, Park Jimin arregala seus olhos, cujas pupilas são um azul bem clarinho. Depois acorda num pulo, bagunçando suas roupas, seu edredom e... Sua cama. 

- Droga! Que ventilador mais... Mais... - Fala, com extrema ignorância em seu tom de voz. Porém o esquecimento fez com que Jimin não completasse sua fala.

Sem ter o que dizer, acaba bufando. Jimin senta e depois levanta da cama, calçando suas pantufas brancas com orelhinhas de coelhinho, olhos, nariz, boca e pelos do animal.

Ainda trajado com seu pijama e calçando suas pantufas, Jimin pisa em seu tapete branco, o que acaba manchando os pelos com uma cor amarronzada.

- Droga! - Exclama. - Por que eu sou tão azarado? - Dá uma leve pausa. - Vou ter mais um serviço depois do trabalho! - Fala, dessa vez um pouco calmo.

Jimin sai de seu quarto. A primeira coisa que vê é o corredor, escuro e sombrio como uma noite fria de outono, porém está um pouco iluminado por conta da janela, no fim do cômodo estreito. 

Sem hesitar, Park Jimin caminha até o banheiro, faz suas higienes matinais, e finalmente pega sua escova e creme dental.

Antes, Jimin se encara no espelho. Olha para sua pele: ele não gosta de si mesmo.

- Droga... - Ele fala. - Minha pele é... Tão enrugada... - Baixa a cabeça, olhando para parte da pia e seus pés, cobertos pelas pantufas. - Tão oleosa... Meu cabelo é tão desarrumado...

- Será que um dia alguém vai me querer desse jeito?

Durante seus 19 anos de vida, Park Jimin nunca sequer beijara ou namorara uma garota. O garoto nem gosta de meninas, muito pelo contrário. Park Jimin é homossexual.

Tentando deixar esse pensamento de lado, Jimin abre a torneira e molha um pouco de sua escova. Coloca um pouco de creme dental na mesma e assim a leva até seus dentes, fazendo movimentos leves e macios, para não machucar.

Assim que termina sua escovação, Park Jimin limpa sua boca com a água da torneira e assim tira suas vestimentas, as joga num canto qualquer do banheiro e então entra no seu Box do chuveiro. 

A água quente que descia do chuveiro e que ia de encontro com o tórax e peitoral do Jimin o fazia sentir-se confortável, mesmo pensando que ao sair dali para pegar a sua toalha, já pendurada num ganho, iria emanar-se um grande frio ao redor de si. Mas ele não importou-se com o depois.

Assim que acabou o banho, Park Jimin tomara coragem e assim saiu do Box, enfrentando o grande frio que fazia ali no banheiro. De olhos fechados e num movimento rápido, pegou sua toalha e rapidamente cobrou seu corpo, dos ombros até parte das coxas.

Jimin sentia seus dentes tremerem, como caveirinhas fofas. Mas isso não o impediu de caminhar como um pinguim até o seu quarto para secar-se por completo.

Assim que chegou ao cômodo, Park Jimin fechou a porta e finalmente percebeu o inesperado: estava nevando. A janela que ficava ao lado de sua cama exibia os fofos flocos de neve, alguns caindo no chão, quase coberto pela neve, outros grudados na janela. 

Park Jimin soprou levemente sua janela para ver melhor a grande imagem. Não nevava em Juonji há tempos. Parecia... Parecia o natal. Jimin conseguia ver as crianças que moravam em casas vizinhas saírem para brincar na neve. 

Era muito bonito ver tudo aquilo: a neve caindo, as crianças brincando, os telhados das casas cheias de neve... Aquilo lembrava grande parte de sua infância.

Porém... Aquilo também lembrava um trauma muito grande... Um trauma que ele não poderia esquecer jamais...

Tentando evitar pensar naquilo, Park Jimin voltou sua atenção ao quarto e assim resolveu vestir-se de uma vez por todas. Vestido com seu uniforme de trabalho: uma roupa social totalmente preta com um avental rosa decorado com bolinhos. Jimin achara o avental fofo quando o vira pela primeira vez. 

Amarrou o nó atrás de si e então saiu de seu quarto. Resolveu não tomar café naquele dia, pois o sabor das panquecas e do café tirariam o frescor de seh hálito. Então... Sem hesitar... Pegou as chaves, e saiu de casa.

As ruas de Juonji eram bastante alegres. Haviam crianças brincando na neve, idosos levando seus animais para passear, casais saindo juntos de mãos dadas... Isso deixava Jimin e, possivelmente, o resto da população extremamente feliz. Sem contar que o prefeito de Juonji... Era gente fina!

Juonji é uma pequena cidade localizada no interior da Coréia do Sul. Não é tão longe de Seul, uns 30 quilômetros é suficiente para definir a distancia entre Seul e Juonji. 

Jimin caminhou umas 3 quadras de futebol americano até chegar a famosa confeitaria: A Confeitaria Lé'Marriè. Fundada por um casal francês, em 1954. É uma das confeitarias mais famosas da Coréia do Sul. O motivo? Tá meio óbvio. Seus bolos gostosos, bonitos e bem criativos; seus chocolates quentes cremosos e bem chocolatudos; seus brigadeiros, docinhos e suculentos! Hmmm... Deu até uma fome...

Sem hesitar, Jimin entrou na confeitaria. Já haviam alguns clientes, porém poucos, sentados nas mesas. Jimin viu logo de cara seu amigo e colega de trabalho, Kim Seokjin. 

- Opa... Tudo bem? - Fala Seok, o cumprimentando. - E então, como foi a sua noite passada?

- Ah, foi bem. - Responde Jimin, sem hesitar. - Fora um pesadelo, a noite foi ótima.

- Então acho que hoje você deve estar com disposição para trabalhar. - Fala Seok. - Vamos, atende aquela mãe e filha que estão ali. - Continua.

Seok se afasta de Jimin e este último apenas dá um aceno discreto para o mesmo. Então vai até onde Jin apontou e começa:

- Bom dia senhoras. - Começa. - O que vão querer?

- Eu quero chocolate quente! - Fala a garota. Ela tem cabelos pretos, liso e nada ondulado. - Por favor mãe!

- Filha, já falei que eu não tenho dinheiro! - Fala a mais velha. Possui cabelos também pretos, um pouco curtos e ondulados. - Por favor, entende a minha situação!

- Ah não, ontem a senhora prometeu me pagar o chocolate quente! - Fala a garota, com raiva. - Se você não me pagar esse chocolate agora, eu vou gritar!

- Nahin! Pare com esse mimo! - A mãe agora domina a voz, batendo na mesa e falando firme. - Quer saber? Eu vou embora daqui! 

A mulher pega a possivel "Nahin" pelo braço. A garota só chora e grita poucas vezes. As duas saem, aos prantos e gritos, enquanto todos olham para as duas... Enquanto Jimin olha... Surpreendido.

- É... Acontece algumas vezes... - Fala para si mesmo e volta para fazer outros pedidos.

Quebra de Tempo

Passara um tempo desde que aquela mãe e aquela garota mimada haviam ido embora. Jimin naquele dia já atendera mais de sete pedidos num único turno. Era bolo pra lá, pra cá... Cupcake pra lá... Deve ser difícil a rotina de um garçom. 

Ouve-se o barulho do sono quando avisa que alguém acabara de chegar no estabelecimento. Jimin olha para trás e nao consegue crer no que vê: Ele.

Ele.

Ele.

Essa palavra ecoava loucamente no cérebro de Jimin. Aquele cabelo macio... Aquela pele branquinha como neve... Aqueles olhos azuis como água cristalina... Aquela boca rosada... Aquele paletó extravagante e sexy...

Bem... Acho que em pequenas cidades também encontramos grandes valores!



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