História A consequência de uma idiotice - Capítulo 5


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Felipe Z. "Felps", Flavia Sayuri, Matheus Neves "Pk Regular Game", Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso, Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Alan Ferreira, Felps, Flavia Sayuri, Matheus Neves, Pac, Pedro Afonso Rezende Posso, Rafael "CellBit" Lange
Tags Alan, Cellbit, Cellps, Felps, Gravidez Masculina, Rezende, Sasa
Visualizações 241
Palavras 1.829
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei. Desculpem a demora!

Capítulo 5 - Revelações


-Posso te perguntar uma coisa? -o loiro pareceu nervoso

-Pode. -Felps falou simplista

-Como você chegou ao ponto de ler para crianças? -o loiro sentou na cama

-Longa história. -o moreno suspirou e passou as mãos nas madeixas escuras

-Se não me engano, o que conta história aqui é você. -arqueoou uma sobrancelha loira

-Está muito abusadinho, Barbie.

-Barbie é a senhora sua vó. Eu tenho nome. -o loiro fechou a cara

-Ih, estressou. -revirou os olhos. -Vou te contar só por que está carregando um filho meu. -sentou na cadeira de rodinhas

Rafael cruzou os braços e alinhou os lábios, como se irritava com tão pouco na presença marcante do outro. 

-Acho que você lembra quando eu pichei o muro da escola, não é? Bom, tudo começou por aí, eu tinha tirado dois e meio na prova de história, tinha certeza que tinha respondido todas as questões certas. Mas a louca da professora resolveu me dar um dois e meio porque peguei a filha dela. -revirou os olhos. -Para ne vingar, pichei o muro com o nome dela e ao lado um demônio cuspindo fogo. Ela não gostou muito e me denunciou, o juiz decidiu que eu teria que pagar com trabalhos solidários. A escola das crianças estava em uma situação não muito boa, alguns professores foram demitidos por falta de verba. Eu fiquei como um substituto para as aulas de leituras e diversão. Teria que ir todas as terças ler para um bando de crianças piradas correndo para cima e para baixo. Achei aquele trabalho cansativo durante um mês, as crianças não paravam de correr, gritar, chutar minha canela e puxar meu cabelo. Foi aí que decidir mudar as táticas para lidar com elas. Eu era o responsável, elas me deviam obediência e não o contrário. Escolhi alguns livros de contos infantis e levei na semana seguinte. Antes eu tinha que brincar com elas a tarde inteira, depois dos livros elas se sentavam no nosso tapete e escutavam atentamente a cada palavra. E alguns até dormiam antes mesmo de terminar a leitura. Eu fiquei responsável por cuidar delas e quando os pais chegavam, elas já tinham lanchado, escutado uma história boa e tirado um cochilo. Aqueles minis humanos começaram a me chamar de tio e eu acheu lindo. Nunca tinha me sentido daquele modo, me recebiam com abraços e beijos. Uma vez fiquei doente e não pude ir ler para eles. Eu estava de cama e mal podia sair do meu quarto. Estava um tédio horrível. Até que escuto a porta abrindo e olhos curiosos me olhando atentamente. Não acreditei no que estava vendo, as crianças foram me visistar. A professora falou que eles passaram a manhã inteira perguntando que horas eu iria chegar e quando souberam que não iria, imploraram para ir me visitar. Nesse dia eu li o Pequeno Príncipe, era o livro que tinha no meu quarto. Todos invadiram minha cama e alguns acabaram dormindo também. A professora os levou para a escola e na semana seguinte eu voltei a ler para eles. Depois de quatro meses, minha ordem judicial acabou. Mas meu coração se partiu ao ver meus diabinhos chorando na despedida. Fizeram muitas cartinhas e desenhos pedindo minha volta. Na semana que não fui, senti um vazio me corroer. Na terça seguinte não resisti e voltei para visitá-los. E desde então não consegui me desprender das pequenas garras daqueles monstrinhos. Faz oito meses que estou indo em plena liberdade. -o moreno sorriu largamente e tirou uma foto da carteira. -Essa foi a foto tirada no dia que foram me visitar. 

O loiro pegou a foto e sorriu. Felipe estava lendo o Pequeno Príncipe no meio da cama e ao seu redor umas dez crianças escutavam sorrindo, uma delas era o irmão da Sasa. 

-Eles parecem felizes e gostam de você.

-Eu também gosto delas. -pegou a foto e guardou novamente na carteira.

-Você será um bom pai para o nosso filho. -Cellbit falou baixo

Felipe ouviu e sorriu. 

-Filho, trouxe esse sanduíche para você. A canja ainda vai demorar um pouco. -Deya entrou no quarto junto com Renata

-Não estou com fome,mãe. 

-Mas vai comer. -ela ditou firme

-Felipe, seu pai ligou para irmos olhar a casa junto com ele. Vamos? -Renata chamou o filho

-Vamos. Tchau, senhora Deya. 

-Deuxa disso menino, não sou tão velha. -Deya respondeu

-Desculpa. -coçou a nuca

-Vamos. Virei em breve ver como vocês estão. -Renata sorriu

-Será muito bem vinda. Pode vir quando quiser. -Deya abraçou a nova amiga

-Tchau lindinho. -Renata beijou a testa do loiro e alisou a barriga dele

-Tchau, tia Renata. -sorriu doce. -Tchau para você também, Zaguetti.

-Tchau, Lange. 

Os Zaguetti desceram as escadas e foram embora. Em pouco tempo, o pai do Cellbit chegou em casa com novidades. Os Zaguetti se mudariam em breve para a nova casa no final da rua. 

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-Então aquela noite foi tão boa que gerou um fruto? -Sasa riu da cara envergonhada do amigo

-Para, idiota. Foi tudo muito rápido. Eu já estou com dois meses. -alisou a barriga. 

Os dois amigos estavam sentados debaixo de uma das árvores do Colégio. Sua sombra refrescante e suas florea rosas cheirosas faziam aquele lugar ser o favorito dos melhores amigos. 

-Você vai ficar lindo quando estiver com a barriga enorme. E eu vou ser a madrinha não é? -falava animada

-Claro que vai. Será a mãe dele se quiser. 

-Ai, eu posso mesmo?! -abriu um sorriso imenso

Os dois continuavam a conversar despreocupados sobre a gravidez que nem notaram uma outra presença escutando a conversa. 

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Na hora de ir embora, Sasa foi ao banheiro e pediu para o amigo a esperar no portão de entrada. Ao longe viu Felps beijando a namorada. Eles não se falaram, se comprimentaram ou trocaram olhares durante todo o dia. Era como se nada tivesse acontecido no dia anterior. E isso entristeceu o loiro. Não por acha que seriam amigos, mas por perceber que o filho que esperava não significava nada para o outro pai. Ele era diferente fora do Colégio, era atencioso, simpático e gostava de ler para crianças. Mas dentro dos portões da escola era o completo idiota que sempre foi. Revirou os olhos e olhou o relógio, nada da Sasa. Viu o moreno sair de onde estava e caminhar até o banheiro. A sua namorada ficou junto dos amigos dele e de repente gritou:

-Oh barbie! 

O loiro insistiu em não olhar, fingiu não ter ouvido nada. E voltaram a chamá-lo. Dessa vez era a voz do Alan. 

-Barbiezinha!

Revirou os olhos e não olhou. Os gritos pararam por um tempo, mas novamente ouviu e dessa vez seu corpo estremeceu.

-Barbie, só quero te parabenizar pelo filho que está esperando. -a voz feminina gritou a todo pulmão fazendo o Colégio inteiro ouvir

Todos pararam o que estavam fazendo, olharam o loiro ficar branco e se segurar na parede para não cair. Suas pernas tremiam e seus olhos arderam querendo chorar.

-Vejo que é verdade então. -Alan riu e se aproximou. -Só resta saber para quem a Barbie abriu as pernas dessa vez. Pobre do pai dessa criança, caiu no conto da barriga. -falando enquanto andava ao redor do loiro vendo cada uma das expressões

-Pena que não é seu. Se eu tivesse dormido com você com certeza não teria engravidado. Seu mini pênis não teria essa capacidade. -recompôs a pose forte

-O que foi, quer apanhar novamente, sua putinha?! -gritou e empurrou o loiro contra parede.

-Nunca mais toque em meu corpo, está ouvindo?! -Cellbit gritou e deu um soco no queixo do outro loiro

Alan deu um passo para trás pelo soco e alisou o queixo dolorido e vermelho, olhou com os olhos em brasa, Gabriela observava a cena junto com Rezende. 

-Você está querendo morrer, desgraçado! -voicerou 

-Não tenho medo de você, Alan. Só tenho pena e nojo. -cuspiu as palavras ao vento

As pessoas ao redor sentiram o ar ficar pesado e temeram pelo o que viria. Alan estava visivelmente irritado. 

-O que está acontecendo aqui? -a voz grossa e rouca de Felipe se fez presente no ambiente. -Não tem nada para olhar aqui,vão saindo, bando de desocupados! -gritou e as pessoas começaram a sair. 

-Sai da frente, Felps. -Alan disse entre dentes

-Fica na tua, idiota. E você, quer apanhar até desmaiar de novo, Lange? Se não se lembra da última vez quase matou a criança. 

-Não me diga o que fazer, Zaguetti. -falou com raiva

-Vai para casa agora. -apontou para a saida

-Ele não vai sair daqui antes de quebrar esse narizinho empinado. -Alan

-Já mandei você calar a porra da boca, não já?! -Felps gritou

-Cell, você está bem? -Sasa chega correndo para socorrer o amigo

-Estou, Sasa. Não se preocupe. 

-Flávia, leve esse idiota para casa. Tenho que resolver umas coisinhas com o Alan. 

-Quantas vezes eu vou ter que dizer que você não manda em mim, seu babaca? -o loio gritou 

-Não chama ele de babaca. -Alan avançou em cima do loiro e lhe acertou um soco na bochecha

Felipe tirou o amigo de cima do outro. 

-Eu não vou falar mais uma vez. Parem com essa porra agora mesmo. 

-Amor, deixa eles se matarem. -Gabriela falou com desdém

-Cala a sua boca também, Gabriela. 

-Que bicho te mordeu heim?! Deixa eu acabar com a raça dessa Barbie logo. Será menos um viadinho no mundo. Aposto que ele nem sabe quem é o pai dessa criança. -Alan riu. -A coitada vai ser mais uma abandonada, aposto que nenhum cara vai querer criar um bebê desse. 

-Cala o porra da boca. -o moreno desferiu um soco na face do amigo. -Nunca mais abra essa boca suja para falar do meu filho. -gritou o jogando contra a parede. 

-Amor, o que você está dizendo? -Gabriela paralisou

-E você fica calada também antes que eu esqueça que você é mulher. Como ousa me trair com o Alan?! Vocês são piores que vermes. Pela frente é meu melhor amigo e por trás me apunhalou com a traição. Nunca imaginei que vocês teriam coragem para isso. 

-Felps, foi sem querer. Quando vi, ela ja estava dando em cima de mim. Eu sou homem não resisti. -Alan argumentou

-Já mandei ficar quieto. Nunca mais dirija a palavra a mim. Nunca mais enconste um dedo sequer no meu filho ou no Cellbit. Está ouvindo?! -pegou o amigo pela gola da camisa

-Então, você realmente é o pai dessa criança? -perguntou atônito

-Sou. E diferente do que falou a pouco, eu irei assumir e criar essa criança. E você ficará bem longe dela. Entendeu? -jogou o loiro no chão

Viu o outro loiro com o nariz sangrando e a ruiva ao seu lado. 

-Toma. -tirou o casaco que usava na cintura e entregou ao loiro grávido. -Vai pra casa,você não pode ficar muito nervoso. Não se preocupe, ninguém vai tocar em você novamente. -olhou para o chão e viu Gabriela levantando Alan que também sangrava pelo nariz.

-Vamos, Cellbit. -Flávia puxou o amigo.

-Flávia, obrigado. -o moreno agradeceu 

Os dois amigos saíram do Colégio. Rafael ia com o casaco do Zaguetti no nariz contendo o sangramento. E Sasa ia ao seu lado levando as bolsas. 

-Por que ele te agradeceu?

-Te conto em casa. -a ruiva prometeu


Notas Finais


Gostaram? Por que será que Felps agradeceu Sasa?


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