História A Corrida Para O Amor - Daryl Ortega (Temporada 2) - Capítulo 114


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Categorias Is It Love?
Personagens Adam, Colin, Gabriel, Mark, Personagens Originais
Tags Brigas, Drama, Hot, Is-it Love Daryl, Romance
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Palavras 3.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiii Amores! Mais um capítulo!❤❤❤❤❤Espero que gostem...Amanhã tem mais!
~ Boa Leitura

Capítulo 114 - Provas e Razão


DARYL ORTEGA

Sim, eu estava decepcionado. Não podia negar isso. Desde ontem a noite tenho quebrado a cabeça por causa da gravidez. Eu realmente pus minhas esperanças naquilo? Realmente me apoiei em minhas próprias suposições? Não devia ter feito isso; concluo quando percebo que fiquei chupando o dedo no fim da história.

Eu tenho pensado nisso desde o momento em que saímos daquela clínica. E ali ainda me restava um pouco fiapo de esperança enquanto eu olhava para a barriga de Catherine e insistentemente me perguntava se não havia ali mais um herdeiro meu. Um feto, um bebê em formação, como aquele que perdemos antes mesmo de crescer.

Esses pensamentos não deixaram minha mente até então. Tenho estado preocupado e o trabalho na empresa parece nunca diminuir. Eu não fiz nada que preste desde que cheguei aqui. Chega a ser frustrante. O pior, é saber que nossa relação não mudou também. Assim que chegamos em casa, Catherine entrou em seu quarto e não saiu.

Eu sei que ela precisa de um tempo e que cometi um puta de um erro, mas...Porra! Não aguento mais esperar. Odeio essa distância entre nós. Odeio não toca-la, não beija-la e nem sentir seu corpo. Odeio não agir como eu mesmo, sempre fingindo e tentando manter um sorriso no rosto que não é meu, não me pertence e nem me convém no momento, dadas as circunstâncias.

Olho minha sala em volta; eu lembro da primeira, única e última vez que transamos Aqui. Lembro de sua expressão tímida, suas bochechas vermelhas, mas acima de tudo isso, a excitação crescente ondulando através de nós, indo de um para o outro, incessantemente. E eu gostava daquilo. Queria aquilo. Desejava aquilo. Nosso joguinho de prazer...

Solto um suspiro frustrado e amasso minhas próprias têmporas, cansado. A quem quero enganar? No fundo, sei que estou mais necessitado dela do que nunca. Queria poder dizer que estou normal mas não estou. Sinto falta dela, do que éramos antes, dos velhos tempos. E agora é como se isso nunca tivesse existido, nunca tivesse acontecido.

Felizmente, alguns passos indiscretos e próximos da minha porta, os quais julgo ser alguém, me tiram dos meus pensamentos pessimistas e me impelem a não me torturar mais. Sem ao menos bater na porta, meu irmão invade minha sala com a astúcia de um gato e a calmaria de um ancião. De novo. Eu me recosto mais preguiçosamente na cadeira e o encaro com cinismo.

- Você podia pelo menos ter a decência de bater, sabia disso? – Meu irmão se encaminha até mim com ambos o olhar e o andar esnobe, mexendo furtivamente as sobrancelhas.

- E você devia parar de ser tão rabugento. Isso são modos de falar com seu irmão querido? – Zomba. Eu aprecio Matt mais que a mim mesmo; sua capacidade de brincar e descontrair nas piores horas me intriga.

- Agradeça por não ser pior. – Matt sacode os cabelos e estica os ombros.

- Que é isso, irmão? Onde está o Daryl que eu conheço? Isso tudo é a perspectiva de não transar que te deixa assim? – Eu rio um pouco, entrando na pilha. Olho para o lado, tentando procurar um ponto fixo.

- Uma das. – Minhas palavras ficam soltas no ar como balões. Ele suspira e ri também.

- Não. Não aceito isso. Não me conformo. E acho que você também não vai querer, depois do que tenho a te dizer. – Matt também deixa suas palavras soltas, cálidas, mas dessa vez, elas me atraem como minúsculos pedaços de ímã e metal. Eu giro bruscamente em minha cadeira para me virar em sua direção.

- Do que está falando? O que quer dizer? – Meu irmão sorri presunçosamente, como se houvesse sido o ganhador da próxima loteria.

- Eu tenho uma solução para seu problema. Sei como convencer a Catherine da sua fidelidade. – Imediatamente me animo. É uma velocidade recorde à rapidez e agilidade com que me levanto da cadeira de rodinhas e ando em sua direção.

- Qual? Como... – Guardo minhas palavras para mim, parando no meio do caminho.

- Eu estava pensando em como a segurança da nossa empresa foi bem executada. – Olho para Matt, cheio de esperança. Tão grande, que um sorriso bobo contorna meus lábios enquanto as engrenagens do meu cérebro trabalham. Então eu entendo e finalmente completo seu pensamento:

- As Câmeras da sala... – O sorriso aprovador de Matt é suficiente para que eu entenda que estou certo em minhas novas suposições. Ele complementa:

- Falei com Doc e ele conseguiu as filmagens. Peguei tudo hoje de manhã, ele falou com o garoto que trabalha no serviço de segurança e está tudo contido neste pen drive. – Ele mostra o objeto diante de meus olhos. Minha satisfação é tamanha. Até que...

- Mas isso não será suficiente. Eu duvido que Catherine queira acreditar apenas nisso. – Meu irmão assente e me entrega o pen drive, o pequeno objeto contendo parte da minha salvação.

- Aí é que está. Não é suficiente. Estou contando com você para que tente convence – la também e se esforce para reconquistar sua mulher. Eu conheço Catherine e sei que ela não vai demorar em te perdoar. Mais um pouquinho e ela vai ceder. O segredo é insistir.

- Eu sei. Obrigado Matt. Não sei como te agradecer por isso. De verdade.

- Reconstrua seu casamento e está tudo pago. – Meu irmão me dá uma piscadela e se retira da sala.

Eu suspiro e aperto o pen drive em mãos, me encaminhando em direção à meu computador. Encaixo o objeto ali e abro o arquivo, que contém exatamente tudo que eu preciso. Aperto o interfone e aviso a Minha nova secretaria para cancelar todos os meus compromissos essa tarde. Por sorte, esta não é como Aubrey; quem eu não vejo por pelo menos uma semana. E é melhor assim.

Apanho meu telefone e disco o número de telefone de Catherine. É hoje ou nunca. Essa mulher vai voltar a ser minha, mesmo porque nunca deixou de ser...Ela atende depois de três toques.

***

Depois do almoço, eu finalmente estou livre. Minha assistente cancelou todas os meus compromissos e eu apenas espero que Catherine volte do banheiro para mostrar a ela tudo que tenho guardado. Desde o exato momento em que Matt me entregou aquele bendito pen drive, e acredite. Estou mais nervoso que nunca, embora saiba que não errei.

Finalmente, uma batida na porta me desperta e eu corro para abrir. Catherine aparece timidamente atrás da madeira e eu me afasto para lhe ceder espaço. Fecho a porta e ela põe uma mecha atrás da orelha antes de me questionar:

- Ainda não entendo porque me chamou aqui. – Sorrio, mais confiante que nunca.

- Talvez minha palavra não signifique nada pra você. Mas não pode se negar às provas. – Catherine franze o cenho.

- O que...Que provas?

Sem dizer uma palavra sequer, ando até o computador e giro a tela em sua direção. Catherine se senta em uma poltrona um pouco a frente do monitor e fixa seus olhos castanhos e desconfiados no objeto. Eu aperto o play, sabendo que tudo se trata de um caminho sem volta.

CATHERINE HARRIS

Meu coração está prestes a sair pela boca enquanto a maldita gravação começa. Eu percebo que se trata disso quando vejo Daryl aparecer na tela, seguido daquela mulher. Minha reação não é das melhores, meus punhos se cerram de imediato e involuntariamente, assim que ouço o que ela tem a dizer.

- Acredite, muitas pessoas apreciam isso. Especialmente mulheres.

A piranha da assistente comenta, já se insinuando para meu marido. Eu posso ver daí que toda iniciativa parte dela.

- Não entendo o que quer dizer com isso, srta.

Apesar de tudo, não posso mentir; o tom de Daryl é sério, o que não deixa brechas para que ela sequer pense nisso. Ele até mesmo se esquiva do assunto. Até que...Cerro meus punhos com mais força e trinco os dentes, quase rosnando de raiva. O ciúme está no nível máximo e minhas chances de evitar isso são mínimas.

- Não banque o inocente comigo, senhor. Sabe do que estou falando.

- Desculpe, mas não. E não acho que essa conversa Seja produtiva. Onde quer chegar?

Assisto à gravação com uma fidelidade animalesca. É como se estivesse diante do filme da minha vida. Eu não quero sequer tirar meus Olhos dali nem por um minuto, como se a qualquer momento tudo pudesse acabar se eu parasse de assistir. Eu suspiro. Estou pondo todas as minhas expectativas em Daryl.

- Por favor, nós dois sabemos que grande parte das mulheres dessa empresa babam pelo senhor. Inclusive eu.

O ódio que sinto por ela nesse instante faz minha alma gritar por dentro. Eu poderia matar essa maldita assistente somente com olhos laser. Como ela se atreve?! Dando em cima de um homem casado, que por acaso é seu chefe? Eu aperto meus punhos com tanta força que minhas unhas rasgam minhas palmas. Apesar de tudo, não me movo da cadeira, mantendo minha postura ereta e respeitável.

- Não vai dizer nada?

- Não tenho o que dizer.

A resposta seca de Daryl me dá orgulho, mas ver Aubrey com tanta intimidade se sentando em sua mesa, murcha minhas expectativas e alimenta meu ódio. Apesar de tudo, o fato de tudo isso não subir a cabeça dele me enche de alegria e amor.

- Como não? Eu acabo de confessar que mais da metade da empresa lhe cobiça. E eu não sou indiferente ao seu charme, senhor...

Mas Aubrey é tão insistente que chega a irritar. Ela tenta todos os argumentos possíveis. E Daryl rebate todos eles...Meu peito Aperta com sua próxima afirmação.

- Sim, você acaba de me confessar isso. Mas também não é nenhuma novidade para você e para Seja lá quem for, que sou um homem casado. E amo a minha mulher.

- Por Deus! Será que o senhor não abre os olhos?! Ela não o ama! Ela o trai com seu irmão! Não percebe isso?!

No mesmo instante, eu deixo o ódio me consumir mais uma vez. O que ela pensa que está fazendo?! Como pode mentir desse jeito?! Ela quer seduzir o Daryl às minhas custas e de Matt. Logo depois de Helen voltar! Como ela pode?! A piranha é mesmo insistente e usou todos os argumentos possíveis para se pôr no alto. Felizmente, meu marido bate na mesa, pondo um fim a tudo.

- Chega, Aubrey! Pare de inventar coisas sobre a Catherine! Isso é ridículo!

- Não é mentira! Será que não vê?! Eles estão traindo o senhor! Estou falando a verdade...

- Você enlouqueceu. Pra começo de conversa, eles são amigos, você não é a primeira pessoa que aparece pra acusar. E segundo, a esposa do Matt retornou. Se tem alguma dúvida, você mesma pode perguntar a eles como está indo o casamento!

A agressividade de Daryl me surpreende, mas eu prefiro que seja assim, ao invés de ser gentil. Minha respiração e meu peito apertam a cada expectativa que crio para suas respostas.

- Isso não muda nada!

- Quer parar com essa loucura?! Por Deus, Aubrey! Não misture as coisas, merda!

Daryl Está em seu limite, eu posso ver ele perdendo a paciência. Mas o que ela diz em seguida tira ele completamente do sério.

- Eu não estou mentindo! Quer uma prova? Por que não pergunta pra eles porque estão sempre juntos e justo quando o senhor está ocupado?!

- Eu não vou fazer nada! O que quero, é que você pare de fazer insinuações e saia da minha sala!

Aubrey abaixa a cabeça. A assistente parece finalmente entender que perdeu a batalha. Só que eu não acredito nisso tão facilmente. É apenas uma aparência. E no momento seguinte, eu entendo que estava bom demais para ser verdade. Me preparo para o que vai vir a seguir:

- Tudo bem. Eu vou parar com isso. – Ergue os braços em redenção. – Eu vou parar de incomoda-lo com essa história. Vou embora da sua sala, como me pediu.

Falas depois, eu percebo quando Aubrey agarra o pescoço de Daryl e o beija. Também não Posso negar que ele parece surpreso. Sua reação é tão evidente que ele não corresponde o Beijo. E eu instintivamente, ainda assim, não posso evitar em sentir ciúmes. O sentimento reverbera em Todo meu corpo e se instala em minhas veias como uma droga intravenosa. Eu me odeio por isso. Mas então...

É como se Daryl estivesse sonhando. Ele repentinamente segura os quadris da secretária. Não com tanta força e desejo como quando segura os meus, ele apenas os usa como apoio. E no momento seguinte, quase na mesma hora, ele a empurra sem cerimônias. É como se Aubrey fosse uma praga. A cena é chocante. Mas então eu entro e a gravação acaba.

Finalmente, me levanto, ainda sob o efeito da bendita gravação. As consequências são as mesmas de ter visto tudo pessoalmente, só que menos dolorosas e mais esclarecedoras. Daryl faz questão de me encarar enquanto desliga o monitor e se apoia em sua mesa, aguardando minha reação. Não sei o que dizer...Eu mexo minha boca várias vezes, antes de conseguir dizer algo concreto, mas sequer o encaro:

- Você tinha razão. Não a beijou. – Murmuro, conseguindo encaixar uma mexa atrás da orelha. Ele se desencosta do móvel e pergunta:

- Mas? – Ergo meu olhar e o encaro, no fundo de seus olhos.

- Não tem “mas”. – Daryl suspira e se aproxima. O ritmo não é lento. Ele anda como se estivesse vindo casualmente em minha direção.

- Catherine, eu sei que isso não é suficiente pra você. Que essa gravação não acaba com todas as suas dúvidas, embora eu queira muito isso. – Não posso negar. Eu errei em não acreditar nele e me sinto com um peso na consciência, mas há coisas na minha mente que ainda precisam de um esclarecimento.

- Não... – Engulo seco; minha voz é um pouco trêmula.

Daryl me observa por um momento e eu não posso deixar de admira-lo. Ele é tão lindo que chega a me intimidar. Ainda não acredito em tudo que aconteceu. E não julgo as funcionárias por babarem por ele. Daryl é como um semideus caído do Olimpo mais próximo. Seus olhos castanhos não se contém em me medir, lentamente. Eu entendo que a atmosfera mudou drasticamente.

- O que posso fazer pra que acredite em mim? – Nego carinhosamente.

- Nada. Apenas esperar. – Ele encurta mais a distância entre nós, as mãos nos cabelos.

- Esperar...Não sei se aguento isso. Essa distância entre a gente... – Daryl me encara; os lábios entre abertos, os dedos na minha bochecha. – Isso acaba comigo. Não sei se ainda consigo me controlar. Se consigo te ver e não te tocar, Catherine...

Ele apoia o queixo no topo de minha cabeça, eu não me movo. Sua respiração está intensa, aos poucos rápida, mas ele engole com dificuldade. Estou no mesmo ritmo, exceto que mais sensível. A gravidez Está me deixando dez vezes mais desejosa do que já sou. Sinto que preciso dele imediatamente. Faz tanto tempo que me tocou...

Eu sei que isso foi culpa minha. Se não houvesse imposto esses limites, tenho certeza que vontade não faltaria. Mas eu sou dispersa desses pensamentos quando vejo que ele se inclina para me beijar. Daryl encosta seu nariz no meu, seus lábios tocam os meus também. Eu ponho a mão em seu peito para impor uma pequena limitação.

Aperto meus olhos fechados enquanto sinto sua respiração se descontrolando. Estou tão sedenta dele...Contraindo e pulsando involuntariamente. Sinto seus dedos roçando minha pélvis por cima da roupa e os botões da minha calça, mas o impeço, contendo um gemido baixo de frustração e segurando sua mão. Mas não posso evitar o tom sedento da minha voz quando tento inutilmente para-lo.

- Daryl... – Ele se aproxima mais.

- Catherine... – Sua voz sai em igual tom. E então ele leva minhas mãos até sua calça. Eu sinto todo seu desejo duro esperando por mim. – Sente isso? Entende que eu não preciso dela e de nenhuma outra? Isso é o que você me faz sentir...

Abro então meus olhos para enxergar tudo isso. Eu posso perceber claramente todo o volume que está ali. Mordo o lábio, isso desperta meu desejo. Ainda mais quando Daryl me gira e põe de costas pra ele, me abraçando contra si. Eu sigo seus comandos, minha boca seca e eu me contorço de prazer.

Eu arrepio dos pés à cabeça quando segura meu quadril para esfregar minha bunda nele. Seu hálito quente roça meu pescoço, seu dentes beliscam gentilmente o lóbulo da minha orelha. Seguro suas mãos em meu quadril, me deixando levar por tudo que Daryl tem me provocado. Ele sussurra contra meu ouvido:

- Você me deixa completamente louco...Diga que vamos esquecer essa briga. Por Deus, Catherine...Não aguento mais ficar distante. – Ele enterra o rosto em meu pescoço, beijando com desespero a minha pele.

- Me dá um tempo...Daryl, preciso de você, mas também preciso pensar. Por favor, me deixa fazer isso.

O que eu sei, é que se ele continuar, quem não vai conseguir parar sou eu. A gravidez está me deixando louca...Ele traça um caminho e sobe do meu pescoço, até parar em minha bochecha. Quando acaba, Daryl encosta o nariz na lateral do meu rosto, respirando ofegante contra minha pele.

- Eu sei, e podemos conversar em outra hora...

- Por favor. – Peço, implorando pelo contrário.

Infelizmente, meu tom de voz é convincente e Daryl me larga. Eu corro para pegar minha bolsa de mão na poltrona. Lhe lanço um meio sorriso reconfortante para que ele perceba que nada acabou. Ainda estamos ofegantes, mas eu vagarosamente me retiro da sala, me apoiando na parede ao lado da porta para recuperar o fôlego.

É incrível como Daryl consegue me deixar louca em dois passos. Eu poderia me entregar pra ele de bandeja se não houvesse me soltado. Fecho os olhos, tentando repetir as sensações que me provocou e preencher o vazio atrás do meu corpo. Suspiro, pelo menos eu sei que ele nunca me traiu...

É com esse pensamento que eu tento deixar o corredor. Mas paro no mesmo instante, encarando o ser na minha frente. Ahh Não...


Notas Finais


~ Opinem ~


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