História A Corrida Para O Amor: Daryl Ortega - Temporada 2 - Capítulo 36


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Categorias Is It Love?
Personagens Adam, Colin, Gabriel, Mark, Personagens Originais
Tags Brigas, Drama, Hot, Is-it Love Daryl, Romance
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Palavras 2.781
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um Capítulo Amores❤❤😍O próximo só no sábado. Espero que gostem...
~ Boa Leitura

Capítulo 36 - Duas Mentiras, Uma Verdade.


CATHERINE HARRIS

- É sério que você deixou a Sophie ir sozinha até lá, Catherine?! – Daryl anda pelo quarto como um tigre enjaulado.

- O que você esperava que eu fizesse? – Ponho as mãos nos quadris, indignada por seu sermão. É totalmente desnecessário ele me dizer um monte porque deixei a Sophie ir sozinha à casa da Judy.

- Você poderia ter pedido pra o Sam ir leva-la, Ou sei lá! Ter ido você mesma, não sei! Mas não devia ter deixado ela ir sozinha! - Reviro os olhos, reforçando a mim mesma o pai super protetor que Daryl se tornou.

- Daryl, pelo amor de Deus, são apenas alguns quarteirões! A Sophie já está crescida! – Ele passa as mãos pelos cabelos, impaciente. Maldita a hora em que abri a boca pra falar disso! Meu marido tem reclamado desde então.

- Não importa! Não podemos arriscar nossa filha assim, Catherine! Há muitas coisas que se podem fazer quando se tem “alguns quarteirões” como diz você. Sabe – se lá o tipo de gente que anda por aí. – Eu bufo, inconformada, mas ao mesmo tempo, divertida por sua reação. Ele quase endoida.

- Pelo amor de Deus, a Sophie tem 17 anos, Daryl! Ela sabe se cuidar! – Eu rebato e ele bufa.

- Sim, ela tem 17 anos mas não está livre de um assalto ou de um marmanjo que queira se aproveitar dela! Ela precisa de um homem que a proteja. - Eu não contenho um riso, extremamente divertida pela afirmação de meu marido. Eis aí a minha deixa...

- Ela terá um homem que a proteja. – Me sento na cama e cruzo as pernas sob o olhar temporariamente aliviado de Daryl. Então acrescento: - Quando o seu genro vier bater na nossa porta.

Daryl bufa novamente e suspira alto, jogando as mãos pra o ar. Balanço minha perna lentamente, sem tirar meu sorriso sarcástico da boca. Inclino a cabeça para o lado de forma insolente.

- Não me fale disso... – Jogo o cabelo para trás.

- O que quer que eu diga? Ela não será sua menininha para sempre, Daryl. Você deveria saber disso. Nossa Sophie está crescendo e ela logo estará apaixonada e... – Ele se vira para mim. – Com os hormônios a flor da pele, assim como o Sam.

- Não queira comparar! O Sam é homem! – Me levanto e Rebato:

- Você vê alguma diferença? – Ando lentamente até ele. – Eles são gêmeos, Daryl. Tem os mesmos direitos.

Daryl parece inconformado com a minha colocação. É bem verdade que eu tenho mais argumentos e que sei posiciona – los de modo a meu favor. Ele parece não entender meu ponto de vista.

Ergo uma das sobrancelhas com sarcasmo enquanto Daryl se desdobra de raiva, bufando e virando a cara. Me aproximo e Abraço sua cintura, beijando sua barba rala. Ele suspira, cedendo aos meus encantos e me olhando, detalhadamente. Faço um beicinho.

- Pare com isso. Você fica insuportável quando está rabugento.

- Você sabe que eu só quero protege-la... – Corto sua frase.

- E você fará isso! Ainda está fazendo. Eu só quero que entenda que me dar um sermão por deixa-la ir sozinha até a casa da amiga, não resolve em nada, ainda mais quando se trata de alguém conhecido e que mora há poucas quadras de distância. – Ele bufa.

- Eu sei. Estava com raiva. – Sua expressão se assemelha a um garoto mimado pedindo desculpas por alguma travessura. Minha voz, então funciona como um doce acalento para suas emoções descontroladas.

- Está vendo? Resolveu? – Meu marido me encara como se o que eu lhe perguntasse fosse absurdo. Reconheço um brilho leve em seu olhar.

- Preciso mesmo responder? – Eu aceno de forma superior. – Não.

- Então! Daryl...Você tem de entender que Sam e Sophie não serão para sempre nossos, assim como a Angélica também não. Um dia, eles vão casar, nos darão netos... – O rosto de Daryl se contorce em uma careta e eu sorrio. - Olhe só pra eles...Sophie é uma perfeita dona de casa e o Sam...Ele dirige, cozinha e até toma conta da Angélica em tempos vagos, como agora, Quando precisamos conversar!

- Eu sei... – Sua voz é um misto. Uma parte dele está cedendo aos meus argumentos e a outra ainda guarda um pouco da raiva anterior.

- Amor, o que eu quero dizer é que devemos deixar nossos filhos crescerem naturalmente. Colocar rédeas quando se achar necessário, mas deixa-los crescerem a seu modo. – Sorrio, meio boba com minhas próprias palavras. – Por enquanto, eles são adolescentes e logo desfrutarão das mesmas paixões que nós. Eles têm esse direito...

Meu marido suspira de forma longa e gutural, antes de mais nada. Ele cede, pouco a pouco ao que eu digo. Não fico satisfeita até que ele finalmente me dê um aceno com a cabeça. Sorrio e Beijo seu queixo. Eu sei bem que consegui acalma – lo, seja temporário ou permanente. Eu sei que consegui.

- Tudo bem. – Resmunga, agora mais divertido. - Mas eu tenho uma observação a fazer. – Inclino a cabeça para trás, olhando – O curiosamente.

- O que? – Daryl semicerra os olhos e fala baixinho:

- Não mencione hormônios outra vez. – Um novo sorriso largo me aparece e percebo então que ele voltou ao normal.

- Combinado! – Eu Encolho os ombros, ainda abraçada a sua cintura e seus braços se apertam ao redor dos meus quadris.

- O que seria de mim sem você, ein? Não imaginaria outra mulher ao meu lado... – Dessa vez, uma leve emoção toma conta de mim, eu não largo seus olhos por momento algum. Beijo sua boca rapidamente antes de responder:

- Eu sei. Agora, você precisa ir pra cama. Está cansado e estressado e eu quero que descanse. – Falo, me afastando e olhando para a porta do nosso quarto.

Daryl assente e se encaminha para a cama enquanto eu massageio minha própria nuca, intrigada. Eu sabia que ele ficaria uma fera com tudo isso e que se eu dissesse o que realmente aconteceu, seria pior. Me culpo por não ter sido sincera, sei que estou fazendo meu marido de bobo mas é por uma boa razão. Eu não quero ver ele botar a casa abaixo ou quebrar a cara de alguém quando souber que Sophie não foi a casa de Lisa.

Pois é! Eu já estava suspeita quando ela me pediu permissão para sair. Eu conheço a minha filha, as feições de Sophie dizem muito sobre ela! Isso mexeu comigo o dia todo, depois da sexta a noite quando falou comigo. Assim que minha filha saiu, aguardei quinze minutos, o suficiente para ter certeza de que ela não chegaria lá e telefonei para Lisa.

Não me surpreendeu em nada quando ela me disse que Sophie não tinha aparecido lá e que Judy não tinha marcado nada com ela. Eu admito que ela é muito esperta! Até demais! Mas eu ainda sou sua mãe e ainda mando nessa garota, independente de sua idade. Não falei nada a Daryl, ele Seria capaz de ir até o inferno para buscar a Sophie, além do mais, ele discutiria comigo e com ela e eu não quero mesmo causar uma guerra mundial. Seria o cúmulo!

Desde então, eu tenho esperado que ela chegue ou que mande uma mensagem, ligação ou algo tipo, expressando seu arrependimento. Nada. Não tenho a menor ideia de pra onde tenha ido e tudo que eu suponho é que esteja com algum garoto, escondida. Não sei e até então não tive tempo para descobrir ou sequer ir atrás. Pensei em mandar o Sam mas Daryl não saiu de perto de mim então não há muito a fazer.

Por isso, em nossa discussão achei um modo de fazer a poeira baixar e de ele dormir um pouco. Quando eu finalmente conseguir isso, irei atrás dessa garota e a trarei Para casa, antes que ele se dê conta da merda que estou fazendo. Não nego que estou preocupada, Sophie pode estar em qualquer lugar, com qualquer pessoa.

Sinto uma preocupação enorme só de imaginar que Daryl suspeite algo e ao mesmo tempo, me questiono do porquê minha própria filha me esconder coisas. Afinal, por que ela não me disse nada? Eu não quero que ela trace uma imagem errada sobre mim, sou sua mãe e nós somos amigas, poderia ouvi – lá tranquilamente. Ao passo que sinto que precisamos ter uma conversa...

- Você não vem deitar? – Dou um pulo de sobressalto quando ouço a voz de Daryl.

Olho para meu marido, levemente assustada. Não, Daryl não precisa mesmo saber das minhas merdas, me convenci disso há muito tempo, tarde demais para quase vinte anos de casados. Eu me viro para ele, hesitante e vacilante, com uma grande quantidade de insegurança e um caminhão de incertezas, mas com orgulho acima de tudo e um toque de confiança que eu não sei de onde diabos eu tirei.

- Não, eu estou sem sono. – Engulo seco, é difícil demais ser hipócrita e sorrir quando se está andando na corda bamba. Além do mais, estamos falando do meu homem, certo?

Contudo, eu percebo a minha garfe no mesmo instante, no exato instante em que eu cutuquei a onça com vara curta. Eu engulo seco enquanto vejo Daryl largar o lençol que estava pondo na nossa cama, pronto pra ir dormir até que eu pisei fora da linha e cuspi três palavras, que para ele faziam todo o sentido e mal.

Meu marido então, anda até mim com seu típico deslizar felino, sorrindo com malícia. Eu posso ver o brilho dançando em seus olhos e a agitação crescente dentro das pupilas escuras. Tudo bem, ele interpretou mal a minha resposta! Não que eu não queira as coisas mais quentes entre nós, mas não é o momento. E Sophie?

- Ahh é? - Ele pergunta, já a uma boa distância.

Eu engulo seco, sustentando seu olhar e o peso da minha consciência por estar pensando em transar, quando a minha filha está na rua com qualquer pessoa. Daryl olha minha boca. Eu posso sentir seus olhos escorregando dela até o meu decote. É uma guerra invencível, imbatível.

- Eu posso fazer você se cansar e ir dormir facilmente...

Involuntariamente, eu me xingo por dentro, vendo meu peito subir e descer freneticamente, movido por seu olhar ardente e penetrante. Seus olhos queimam toda a porção de minha pele que se encontra nua e descoberta. Eles fixam meus lábios agora, desejando e os devorando silenciosamente. Eu queria falar algo para impedir mas não consigo, é uma luta injusta demais e eu entendo que a batalha já está vencida muito antes de ser iniciada.

- Daryl... – Eu recuo.

- Shh...

Antes que eu possa sequer pensar em contestar, Daryl ataca minha boca selvagemente. Eu sinto seus lábios tomarem posse dos meus com certa violência e uma urgência dominante. Sua pose de macho o impede de pensar coerentemente, fazendo com que sua ambição se torne maior a cada encontro de nossos lábios.

Nossas bocas se misturam, seu beijo é desesperador. Eu travo uma batalha entre me entregar e não me deixar levar, mas é quase impossível. Daryl está em sua área, minhas vantagens são mínimas a cada toque flamejante e incandescente de suas mãos no meu corpo, já sedento. Eu não quero dizer não. Não posso...E eu me sinto fraca por isso. Me chame de maníaca ou seja lá o que for.

Eu suspiro contra sua boca, sentindo – me presentar com sua língua ardente. Ela percorre os lugares mais deliciosamente inusitados. Eu me agarro as suas costas, desesperada por mais. Suas mãos vão massageando meus quadris, queimando as minhas curvas a cada pincelar de dedos. Eu arfo, frustrada por não poder controlar meu próprio corpo.

Meus poros exalam desejo, eu imediatamente exigo mais. Daryl sobe suas mãos pelas minhas coxas, tocando o interior delas, me fazendo contrair deliciosamente as pernas e algo mais. Ele me belisca gentilmente e eu então tomo consciência do que estou fazendo. Puta merda! Eu sou uma fraca! Suspiro, abrindo os olhos e vendo o quanto meu marido está empenhado em continuar.

Eu me amaldiçoo silenciosamente por permitir que ele vá tão longe. Sua boca desce pelo meu pescoço e não contenho os arrepios que me perseguem. Eu deveria estar procurando a Sophie, merda! Não quero dizer não...Preciso disso tanto quanto ele...Eu quero. Mas...Também preciso achar minha filha. Não sei o que fazer, não sei o que dizer...

- Mãe! – Eu ouço então a voz da salvação quando Sam me chama e me afasto um pouco brusco demais de Daryl.

Meu marido me olha, interrogativamente e eu engulo seco, sorrindo pacificamente e ajeitando meus cabelos e minha roupa. Limpo a garganta e vou até a porta, dando graças aos céus pela ideia brilhante do meu filho.

- Oi, meu amor. – Abro uma frecha da porta e vejo Sam parado em frente a porta com Angélica.

- Oi mãe. Eu trouxe a Angélica, achei que fosse hora de ela dormir. – Eu aceno, sorridente e mil vezes agradecida ao meu filho.

- Você fez bem, querido. – Apanho minha pequena menina no colo e Beijo suas bochechas, vendo o quanto ela está agitada.

Eu então sinto um beliscão na minha bunda e mãos grandes a apertarem de forma discreta, antes que Daryl apareça atrás de mim, sorrindo para nosso menino como se nada tivesse acontecido e como se ele não estivesse apertando a minha bunda bem nesse momento.

- Já vai dormir, filho? – Eu engulo seco, me sentindo sufocar de prazer. Ele quer me matar ou o que?!

Por sorte, Sam parece não ver nada e se o faz, não demonstra. Ele apenas acena para o pai, pondo as mãos nos bolsos na calça.

- Vou sim, pai. Estou com um pouco de sono. – Daryl assente.

- Tudo bem, boa noite filho. – Me aproximo, libertando – me de seu toque e Beijo a bochecha de Sam.

- Boa noite, meu amor. – Ele sorri para nós.

- Boa noite pai. Boa noite mãe.

Meu semblante se distorce de preocupação quando novamente me vejo sozinha com Daryl. Por sorte, Angélica ainda está aqui, o que significa uma segunda chance para mim. Eu inspiro fortemente e torno para dentro do quarto. Daryl parece inacreditável, por essa ele não esperava!

- Hora de dormir, meu bebê! – Ergo Angélica no ar e faço besourinhos em sua barriguinha. Minha anjinha cai na gargalhada.

Daryl nos observa enquanto isso. Os braços cruzados, a feição risonha e o olhar cheio de intenções.

- Bom, parece que nossos planos foram aniquilados. – Eu me sento confortavelmente na cama, brincando com ela, sem poder conter meu alívio. Pronuncio a frase com orgulho:

- Quem sabe na próxima... – Daryl acena e se joga entre os lençóis.

- Agora eu tenho outras coisas pra fazer.

- Tem espaço pra mais uma na nossa cama.

Ele ri e deitado de bruços, brinca adoravelmente com a filha, sentada entre as minhas pernas. Ela aperta o rosto do pai e o toca, fazendo grandes descobertas e conclusões enquanto ele faz algumas caretas divertidas e morde falsamente seus dedinhos gordos. Eu não posso evitar de me emocionar com tamanha a cena. Jamais imaginei nada disso...

SOPHIE ORTEGA

Após aquele intenso momento, Thomas e eu decidimos aliviar a tensão; compramos algodão doce, pipoca e refrescos, caminhamos pelo parque, fizemos uma mistura de tudo. Ao fim da tarde, assistimos a um filme e trocamos alguns Beijos mais, dessa vez sem tanta liberdade, eu ainda não estou preparada para tanto.

São onze horas da noite quando ele me traz em casa. Não posso evitar o medo, sei que meus pais ficarão uma fera por chegar a essa hora e talvez nem a cobertura de Sam Seja suficiente para encobrir minha negligência quanto ao horário. Simplesmente não vi o tempo passar e isso me custou muito. A mamãe vai me matar e o papai sequer sabe que estou aqui!

Decido então entrar pela porta da frente, já que mamãe deixa as chaves acima da porta. Chuto-a vagarosamente e Repuxo o tapete para pega – las. Não faço muito barulho ao entrar, chamar atenção não é realmente o meu foco. Ando na ponta dos pés, vendo o quanto a sala está escura, o suficiente para que eu não veja nada.

Decido então subir para meu quarto, retirando meus sapatos e os levando Em uma das mãos enquanto a outra segura agora, o corrimão da escada. Eu estou prestes a subir o primeiro degrau, dada a minha suposta vitória e meu disfarce épico.

- Não está esquecendo de me dizer nada, Sophie? – Contenho um gritinho de sobressalto e me viro, assustada em meio ao escuro. É quando um dos abajures da sala se ascende.

- Mãe...?


Notas Finais


E aí amores? O que acharam? Será que deu merda agora? Ou a Catherine será piedosa? Me digam vocês...
☆Leiam
♡Comentem


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