História A Cortesã - Capítulo 3


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Uma única decisão


_ Karol Narrando _
Por mais que eu andasse mais
ràpido do que aquele homem
ele me alcançava. Eu preciso de
emprego, mais esse homem me
parece ser bem estranho.
- Eu não vou lhe fazer mal
algum, só estou lhe fazendo
uma proposta de emprego.
- E como é esse emprego?
- Você pode me acompanhar?
- É que eu tenho que ir pra
casa...
- Sua casa pode esperar, agora
seu emprego não.
- Tà bem vamos. Fica muito
longe?
- Não, não... Venha comigo.
Entrei no carro junto com ele
e fomos até o local onde fica
esse bendito emprego...
.
Chegamos e ele abriu a porta
do carro para que eu podesse
desçer. O local de fora parecia
um cassino, quando eu entrei
não tive dúvidas aquele lugar
era um cassino, e estava cheio
de mulheres com roupas
sensuais, algumas com vestidos
longos e glamurosos. O local
tinha muita gente fazendo
fixas de jogos, muitos homens.
Cada mulher que tava là estava
acompanhada por um homem.
- Aqui é um restaurante?
O Homem começa a rir da
minha cara.
- Você é bem igênua, você
ainda não percebeu?
- Perceber? Perceber oquê?
- Aqui é um Bordel, onde està
cheios de "moças da vidas"
que sonham em que um homem
possa compra-làs para que
elas virem uma "Cortesã".
- Prostitutas? Elas são
prostitutas?
Quando Karol fez aquela
pergunta a música que tocava
no local parou, e todos os
olhos e ouvidos se voltaram
para ela, deixando a sem
graça.
- E VOCÊ QUEM É? SE NÃO É
UMA DE NÓS, OQUE VOCÊ
ESTÀ FAZENDO AQUI? - uma
voz vem là de tràs com um tom
agressivo.
- Eu sou uma garota normal.
- Jovenzinha pare antes que
seja enxotada daqui.
- E pra quê o senhor me
trouxe pra cà?
- Você aceita ser uma prostituta
? Se ums dos clientes se
agradar por você e te
comprarem você pode se
tornar uma cortesã, sonho de
muitas garotas daqui?
- Escuta aqui meu senhor; eu
não quero ser uma prostituta
e muito menos uma cortesã, eu
não sou nenhuma mercadoria
e também não estou a venda,
passar bem.
Saio daquele local deixando
aquele senhor se mordendo
de raiva.
.
......Um mês Depois.......
Jà faz um mês que eu cheguei aqui em Pàris. Na cadêmia
de dança estou indo super bem,
pena que meu dinheiro acabou.
Estava na sala dançando, todos
gostam dos passos que eu
invento. A aula chega ao fim
e umas das donas da escola
vem até a mim.
- Karol, preciso falar com você.
- Sim, sim, pode falar.
- Antes de tudo eu queria lhe
dar os parabéns, você està se
saindo muito bem no balé, e
foi umas das melhores
bailarinas que passou por
nossa escola, mas nada é de
graça! Então se prazo acabou
e não podemos te dar aula se
você não nos pagar.
- Tà, eu entendo. Mas eu não
quero sair da escola! Eu vou
começar a trabalhar e pagarei
todas às aulas que ainda não
paguei.
- Então tà bom.
.
Fui pra casa pensativa, no
caminho eu paro em frente ao
bordel e me lembro das
propostas daquele homem e
decido entrar no local.
Tudo estava como daquela
última e primeira vez que eu
entrei aqui. Muitas mulheres,
muitos homens que
provavelmente estã traindo
suas esposas, e muitos jogos
e bolão de dinheiro. Aquele
velho logo me avista. E eu vou até ele.
- Boa tarde meu senhor...
- Ora, ora, me supreende ao
vê- là aqui... Oque foi? Pensou
na minha proposta?
- Sim....
- E aí? Tomou uma decisão?
- Sim, eu aceito trabalhar pra
você...
Continua no próximo
Capítulo.........................................................


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