História A Criada dos Charlotte - Capítulo 12


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Categorias One Piece
Tags Big Mom, Charlotte Katakuri, Charlotte Oven, Katakuri, Katakurixleitor, One Piece, Oven
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Palavras 2.978
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Festa, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Seinen, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Julgamento


Para a Família Charlotte, a importância de um novo membro da família era alta. Nem mesmo a morte da esposa de Katakuri abalou tanto os outros, somente o viúvo. Mama até sentiu um pouco de pena, mas era obviamente impulsionada pela alegria e expectativa do neto crescer e s tornar mais uma mão forte na família.

Dentro da casa de Katakuri, somente lá mesmo, o clima de dor era visível, sentido. A esposa falecida teve um enterro digno em uma área perto da casa. Ali, seria um altar memorável e respeitado por todos. Ao terminar o sepultamento, Katakuri se sentou na grama, diante do pequeno altar que estava cheio de flores e uma pequena caixa de doces. Reflexivo, o homem de meia-idade refletia sobre tudo o que aconteceu e se revoltava em silêncio.

O que sua esposa estava pensando? Sentindo? O que ela temia? O que faltou dele que ela precisava? Ele sabia que era um homem complicado sob a imagem de “membro perfeito da Família Charlotte”. Ele sabia que não tinha sido perfeito com sua esposa morta. Um casamento combinado, de fato... mas até |Seu Nome| tinha ajudado o casal a se unir, mesmo |vc| sendo (quer querendo ou não) uma rival. |Seu Nome| tinha sido sincera de todo coração e, junto a Katakuri, tinha evitado que ambos continuassem sob o mesmo tempo para que coisas piores não acontecessem.

— Meu amor... — e o homem finalmente se libertou da prisão que o impedia de chorar. Grossas lágrimas percorriam a pele do rosto. Há quanto tempo não passava por isso? Há quanto tempo que não se entristecia seriamente? Achava que tinha se tornado uma rocha sólida que pudesse lidar com tudo sem se abalar e não... não tinha se tornado isso tudo. Até que era bom. Era bom se sentir humano, livre de qualquer julgamento ou pressão.

Ela havia se tornado um amor dele, mas não como |Seu Nome|. Ele se lembrava das últimas palavras que ouviu da frágil mulher, que acabou deixando a vida antes de dar a luz ao filho. Pelo que ele entendeu, ela não queria viver mais, apenas quis entregar o filho e partir daquela vida de casada a força. Para ele, ela não o amava de verdade, apenas queria forçar um amor que não existia. Era isso que Katakuri havia compreendido em relação ao comportamento dela.

O efeito da kajikudamono só serviu para ambos conseguirem fazer um filho que a mama tanto cobrava, mais que a própria vontade dele... e provavelmente dela. Ele analisava as pressões que sua esposa havia passado. E o que mais que tinha? Muitas coisas morreram com ela. Se ela confiou segredos em |Seu Nome|, certeza que a criada jamais revelaria.

— Preciso voltar para casa e cuidar do nosso filho. |Seu Nome| irá cumprir sua promessa... eu revelarei seu último desejo a ela.

Katakuri limpou as lágrimas, levantou-se dali e saiu sem olhar para trás. Chegou em casa, foi recebido pelos criados.

— Sr. Katakuri, que bom que voltou!

— A |Seu Nome| ficou cuidando do seu filho junto as outras duas babás!

— O senhor vai querer sua merienda agora?

— Não, obrigado. — disse o homem aos criados — Vou ver como está meu filho agora... se eu quiser comer, avisarei.

— Sim, senhor!

Katakuri foi até o quarto, antes batendo a porta. Com a permissão ouvida de |vc| mesma, ele entrou. Viu as babás arrumando as roupinhas na cama enquanto |vc| estava sentada com o pequeno no colo. |Vc| aparentemente estava chorando, mas sorriu discretamente ao ver Katakuri entrar. Ele foi até |vc| e acariciou-|lhe| os cabelos |cor deles|.

— As duas poderiam nos deixar a sós? — Katakuri pediu calmamente as duas babás, que o obedeceram.

— Sr. Katakuri... — |vc| limpava |seu| olho enquanto sustentava com cuidado o bebê que estava acordado, porém quieto — quer pegar seu filho agora?

— ...sim. Dê-me ele.

|Vc| deu a criancinha para ele, que se sentiu mais animado ao ter o filho nos braços.

— Vá limpar esse rosto... quero você bem calma... preciso falar algumas coisas com você.

— Claro, patrão... com licença.

Após |vc| limpar seu rosto e se acalmar, voltou para onde estava Katakuri e se sentiu diante dele.

— A partir de agora, quero que me chame apenas pelo nome.

— Mas... mesmo eu sendo sua criada?

— Você é mais que uma criada, |Seu Nome|. A própria minha esposa falecida sabia disso... pouco antes dela se calar definitivamente, ela me pediu uma coisa que deve saber.

— ...o que foi?

— ...ela pediu para que você ajudasse na criação do nosso filho. Ela já... estava preparada para a decisão que havia tomado. Ela queria morrer.

— Sei... se eu estivesse aqui, ela jamais cometeria essa loucura!

— Acredito que sim... mas remoer-se pelo que é irremediável é desperdício de tempo e saúde mental, não acha?

— ...concordo, patrão... digo Katakuri! — |vc| controlava uma possível onda de choro que estava perto de chegar.

— ...você vai me ajudar a criar meu filho? Sei que... ele não é seu e que não tem obrigações... mas...

— Aceito! Claro que aceito! Eu tenho um débito com ela! — |vc| apertou os lábios, voltando a olhar para Katakuri. |Seu| olhar não era um olhar de alívio e nem um olhar triunfante. Era um olhar de tristeza, de remorso.

— ...lembre-se que não tem nenhuma obrigação de me ajudar a criar meu filho apenas porque ela me pediu... não faça nada se não quiser.

— Eu quero. E se ela pediu, aí que aceito mesmo. Será um prazer cuidar dele... e de você. E de mim, também... afinal eu não posso esquecer de mim.

— De você eu cuido... e agora, mais que nunca eu cuidarei como se fosse uma filha... como se fosse minha esposa.

— ...não sei como apesar disso tudo eu te amo... eu te amo demais! |Vc| se levantou de onde estava sentada e foi até a janela — Eu deveria deixar de amá-lo e respeitar a dor do luto eterno.

— Também cheguei a pensar assim, |Seu Nome| — disse o homem, sereno e profundo ao mesmo tempo, voltando os olhares para o pequeno que agora dormia em seu colo — mas... parece que não podemos mais fugir de nós mesmos.

— O que quer dizer? — |vc| se virou para ele.

— ...que devemos ficar unidos. Independente de qualquer coisa. Quanto mais nos separamos, mais coisas ruins nos reaproximam.

— ...você acha isso?

— Não percebeu?

|Vc| cruzou os braços e respirou fundo. |Vc| não queria tomar o lugar da esposa finada dele, não queria se aproveitar da situação. |Vc| o amava, mas não a ponto disso. Era isso que ele propunha indiretamente?

— Já sei que está me julgando mal, |Seu Nome|... eu não estou insinuando que se torne a esposa substituta. Até porque aqui, eu nada decido. Você sabe bem como são as coisas aqui...

— Sei, sim...

— Sempre fui como um elo que une meus irmãos, Mama pouco se importa com seus filhos, apenas seus objetivos lhe interessa. Sou como uma inspiração para meus irmãos, mas sei que muitos só gostam da imagem que se criou de mim.

— ...Katakuri... — |vc| estava surpresa ao ouvi-lo falar aquilo.

— Realmente a Mama é uma mulher fria e egoísta, ela é capaz de matar seus filhos se for necessário. Eu sempre tive que ajudar muitos dos meus irmãos, apoiá-los quando precisavam, e ensiná-los a se defenderem também...

— É... pelo visto a vida já te ensinou a ser como um pai!

Katakuri desviou os olhos, meio encabulado.

— Sabe, é interessante ter alguém e uma família. Mas sempre achei que ninguém iria querer alguém como eu... — |vc| disse com certa desilusão em |seu| olhar.

— Também pensava assim... e agora, tenho você como se fosse da minha família. Aliás... você sem quer já faz parte e eu jamais imaginei que aquela criada que conheci conhecesse tanto de mim como hoje.

— ...me vê como uma filha, não é? — |vc| comentou quase rindo.

— ...mais que isso, sabe bem. Porém, vamos ficar assim do jeito que está. Vamos juntos criar meu filho.

“Quem sabe... criar um próprio nosso!”, ele pensou do nada. Pois naquele momento, era absolutamente negativo ter outro filho com outra mulher.

 

— Ah, Katakuri! Lamento muito pelo que aconteceu com sua esposa! — comentou Mama, quando se encontrou com o filho após o terrível dia.

— É... foi algo inesperado!

— Queria que me desse mais netos! Mas, quem sabe em um futuro?

— ...pelo visto deverá contar com outros dos seus filhos. Principalmente os mais jovens.

— Mamamamama... você não tem o simples vigor de um ser humano comum. Pode e muito bem fecundar outros corpos, se quiser! — comentou Big Mom, sorridente — sua genética merece ser bem replicada, sabia?

Katakuri sacudiu a cabeça encabulado.

— Por enquanto, deixarei você recuperar as forças. E criar seu filho que está numa fase bem necessitada. A propósito, você quis pegar mesmo |Seu Nome| de volta?

— Era desejo de minha esposa, que nem teve oportunidade de revê-la... — Katakuri coçou a nuca com força e se concentrou na dor da pressão das unhas, evitando assim que desse atenção à vontade estranha de desabafar em lágrimas. Jamais fez isso diante da mãe, sequer em situações trágicas.

— Oven me disse que |Seu Nome| era extremamente rebelde!

Ele se enfureceu ao ouvir aquilo. E resolveu contar os fatos reais.

— Na verdade seu filho Oven queria se aproveitar dela de forma pervertidamente, até chegando a tortura-la por ela se recusar.

Big Mom ficou boquiaberta.

— Você tem prova disso, Katakuri?

— Quer que eu a traga aqui e a obrigue a mostrar os curativos pelo corpo? — Katakuri perguntou tranquilamente, sem qualquer alteração que parecesse zangado.

— Eu acredito em você, mas... Oven não seria de mentir, também...

— Mentir, ele não mentiu. Mas escondeu o porquê da rebeldia de |Seu Nome|, pelo visto. Ainda bem que minha esposa não chegou a saber de nada disso.

Big Mom bufou longamente.

— Eu a resgatei do porão da saca do Oven, estava amarrada, despida e ferida com queimaduras típicas da habilidade dele.

— Mas você ama mesmo essa criada! — Linlin disse, com a mão no queixo pensativa — Será que sua esposa não morreu de ciúmes em segredo, hein?!

— Mama! Não diga isso! Ambas eram amigas, até...

— Hummm... estou conectando as coisas...

Na cabeça de Big Mom, |Seu Nome| pareceu tramar as coisas e, talvez, ser a causa da morte da esposa de Katakuri. Já havia notado em certas circunstâncias os olhares de |Seu Nome| para Katakuri e vice-versa. Contudo, a mulher encerrou detalhar sobre suas suspeitas. Estava nem aí para a nora morta. Contanto que o neto estivesse bem... tudo estava bem!

 

|Vc| estava tentando acalmar o pequeno que chorava em seu colo, embalando-o gentilmente. |Vc| observava os traços do garoto, que eram mais fiéis aos de Katakuri que da mãe falecida.

— Será que o colocamos no berço? — perguntou a babá.

— Eu acabei de tirá-lo de lá, aos choros...

— Ele está com fome, vou pegar uma mamadeira já volto!

Até a tal babá trazer a mamadeira, |vc| não conseguia acalmar o pequeno.

— Eu sei que é falta de sua mãe... ninguém jamais a substituirá, não é? Eu sinto tanto... — |vc| pousou os lábios sobre a testinha da criança e beijou longamente, sem fazer barulho. Ele até se calou, mas voltou a choramingar quando |vc| tentou colocar no berço, fazendo |te| desistir da ideia.

— Aqui está a mamadeira! Vou ver minha janta enquanto isso, posso?

— Claro que pode, nem precisa me pedir permissão! — |vc| disse a babá.

A sós com o garotinho, |vc| tentou dar a mamadeira e conseguiu por poucos segundos fazê-lo parar de chorar. Mas ele mesmo tirava a boca do bico da mamadeira de plástico e choramingava. Algo passou em sua cabeça. Era estranho, mas uma motivação |te| fez tomar o impulso enquanto não havia ninguém ali. Sentou-se na grande cama, deitando o recém-nascido nela também. Cuidadosamente, |vc| expôs um dos |seus| seios |formato deles| e, pegando o bebê de volta, ofereceu-o. Como se fosse uma mulher lactante. Efeito positivo: o filho de Katakuri se aninhou em |seu| colo e sugava com força |seu| peito, mesmo não tendo leite. Ele era movido pela necessidade do calor materno e |vc| o dava. |Vc| sorriu, sentindo o seio sendo sugado com certa força.

— Mas... como você está se alimentando, pequeno? Eu... não tenho alimento para te dar... como sua mãe. — |vc| disse em tom baixinho, enquanto observava. |Vc| já não tinha mais os curativos, mas as marcas de queimadura recente perto do bico ainda eram visíveis.

Uma sensação muito boa |te| tomava o corpo. Era como se a tristeza pelos acontecimentos trágicos sumisse sem a necessidade de passar anos. Encostando-se à cama, |vc| se deixava levar pela leve sonolência e pelo inocente prazer de acalmar o filho de Katakuri dando-lhe o seio para mamar. Mas a mamadeira estala ali perto, caso o recém-nascido quisesse se alimentar de verdade.

Com o passar dos dias, |vc| fazia isso: amamentava o filho de Katakuri como se pudesse amamentar e era mais efetivo que a mamadeira de plástico. Porém, às escondidas.

Após quase um mês após o nascimento do filho, Katakuri viu a criada amamentando seu filho. Ao chegar a sua casa após terminar suas tarefas naquela ilha, viu de longe |vc| sentada em um dos bancos do jardim com o bebê no colo e parecia estar dormindo. Ele foi até |vc| cuidadosamente para não |te| acordar e ouviu barulhinhos como se estivesse chupando alguma coisa. Tirou o pano que cobria a cabeça do bebê e viu o filho sossegadamente dormindo, chupando o seio |formato do seu| sossegadamente. Furioso? Pelo contrário. Aquilo o trouxe uma sensação de paz... de prazer. A mulher que realmente amava dando o conforto e o calor maternal que sua esposa morta não pode dar. Esta mesma que se envenenou com o filho dentro dela.

Após observar os dois em silêncio, |vc| acordou e levou um susto, movendo-se rapidamente para evitar que ele visse, mas ele a segurou pelos ombros.

— Cuidado! Não se mova assim!

O bebê parou de mamar com o susto dela, mas deitou a cabeça em cima do seio. O homem olhava |vc| com ternura antes jamais vista por qualquer ser daquela família, nem as irmãs mais próximas.

— Fique quieta... está tudo bem... — ele, sem tirar as mãos dela (que desceu para os braços), posicionou-se por trás do banco donde |vc| estava sentada. Descendo a echarpe, pousou os lábios cuidadosamente na parte lateral do pescoço, beijando-a sem tirar o contato dos lábios do seu pescoço. |Vc| fechou os olhos lentamente, apertando os lábios. Ainda assim, deu um gemido baixinho. |Vc| segurava firmemente o bebê para que movimentos involuntários seus não o acordasse.

— Kata...kuri... — |vc| pronunciou baixinho, sentindo em seu pescoço os lábios que cuidadosamente passavam por |sua| pele sem tocar-|te| com as presas expostas. Sim... ele queria |vc|... e naquele momento... aliás, ele tem resistindo por meses e meses...

— Seja minha mulher... — ele pediu aos beijos suaves.

— Eu seria... de bom gosto... mas...

— Mas o quê? — ele parou de beijar, ainda na mesma posição que estava.

— Andei pensando... e se Mama escolher outra esposa para você? Sei que jamais escolheria a mim.

— Não sou mais de ninguém... além de você... — voltou a beijá-la no pescoço, passando com os lábios até o ombro, desnudando-o antes ao descer a manga da |sua| camisa. — já cumpri minha missão como esposo e pai por obrigação... agora sou seu, |Seu Nome|!

|Vc| se derreteu toda. Não podia manter-se resistente nem mesmo naquele período de luto. Nem o notório Comandante Doce. Ele terminou de beijar |seu| ombro nu e |te| virou com cuidado para ele.

— Vamos coloca-lo no berço e continuar isso melhor?

— ...vamos.

 

Nesse mesmo instante, Big Mom estava pensando no futuro do filho viúvo e com um filho para criar. Sentiu um pouco de dó da esposa falecida, mas a preocupação mesmo era com o neto. Mama tinha escolhido uma mulher perfeita para gerar não apenas um, mas muitos filhos...

E vendo |vc| no meio dessa confusão toda, fez a Yonkou pensar com malícia sobre a possível relação entre |vc| e Katakuri, e que a esposa dele tenha sido vítima de uma traição. Ou |vc| planejou algo que a levasse ao óbito ou |vc| foi flagrada e esta manteve isso como segredo.

— Essa nunca me passou pela garganta... será mesmo que quis seduzir meu filho? Essa criaturinha inferior?

— O que passa em sua cabeça, Mama? — comentou Prometheus.

— Muitas coisas... — pausou para comer uma rosca bem grande de uma vez só — essa... criada que já trabalhou aqui... tenho algumas suspeitas dela.

— Suspeitas? — perguntou o homie em forma de Sol.

— Sim... Katakuri quis se livrar dela uma hora, outra hora a quis... disse que a esposa a queria novamente por terem ficado muito amigas... daí a esposa dele morre quando esta volta... está bem confuso isso... aliás, ela é a confusão disso tudo!

— Por que não averigua melhor?

— Eu quero fazer isso...

Big Mom quis que Oven fosse pessoalmente até o chatêau e explicasse detalhes sobre |vc| enquanto era a criada dele. Este não poupou críticas.

— Era bastante abusada! Chegou a me atacar em desobediência a mim.

— Será que era por algum serviço que fugisse ao da criadagem? — Mama perguntou com sarcasmo, fazendo Oven se recompor.

— Er... era também mal-acostumada, Mama. Acho que era bastante paparicada pelo meu irmão e minha ex-cunhada... tinha um pouco de mimada, sim!

— Katakuri me contou que você chegou a tortura-la e por isso a tirou de lá sem falar nada. Foi isso?

— Foi, mas precisei castiga-la! — afirmou com certo nervoso o gêmeo mais novo de Katakuri — eu explicaria detalhes, mas ele foi bastante intimidador comigo e... pensando na Mama que não gosta de desavenças entre irmãos, deixei que a levasse. — explicou calmamente.

“Mama. Acho que era bastante paparicada pelo meu irmão e minha ex-cunhada... tinha um pouco de mimada, sim!”, isso ficou na mente da mulher. Como ela sempre dava credibilidade aos filhos, mesmo os conhecendo bem, fez das palavras de Oven seu julgamento para com |Seu Nome|.

 

“Então, |Seu Nome|... você é o centro de toda essa confusão trágica... terá que pagar também com as consequências!”.



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