História A criminal love (Imagine Jungkook) - Capítulo 63


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kai, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lay, Lu Han, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Imagine, Imagine Jungkook
Visualizações 171
Palavras 3.253
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Orange, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiiie, gente!!! Turu baum... Mais um cap e tenho que dizer que:
• Quero acabar com o especial primeiro, antes de continuar a fic mrm... Pois ai n precisamos ficar curiosos para duas coisas e eu consigo pensar mrlh e tals.
• Resolvi mudar um pouco o jeito que escrevo, pois assim fica "mrlh" tbm... Se gostaram me avisem que eu contínuo assim ;3 Bom, podem ir para o cap e amo cês u.u

Capítulo 63 - ESPECIAL Part.7- Fog in the Dark


Fanfic / Fanfiction A criminal love (Imagine Jungkook) - Capítulo 63 - ESPECIAL Part.7- Fog in the Dark

~???, South Korea~

April, 1899

Point Of View: S/n/sbn


(24/04/1883)

"Eu estava dentro de uma carroça, brincando com minha boneca de pano, nessa época, eu tinha 2 anos e meio... Olhei em volta e vi um homem sentado na frente, comandando a carroça enquanto conversava com uma bela mulher... Eles pareciam felizes e riam de muita coisa, até a mulher se virar para mim e dizer:

– Está pronta para morar na nova casa, filha? – Sorri e concordei, ela me pegou no colo.

– Vejam meninas, é uma casa grande. – Concordamos e mamãe me soltou, corri para dentro da casa e olhei para o homem.

– Papain... Vamu fica aqui pa semple, ceuto? – Ele sorriu e fez um cafuné na minha cabeça.

– Claro que vamos, já que a mudança acabou... Vamos brincar? – Meus olhos brilharam e corrremos para o segundo andar.

Nós sentamos na minha pequena mesa de chá e começamos a brincar de festa no chá, junto com alguns brinquedos meus.

– Olha... Você faz assim. – Ele me mostra como servir chá e como preparar. – Isso! Agora tomamos.

– Ok. – Tomamos e ri, após meu pai colocar uma tiara de urso. – Está lindo, papain! Uma linda plincesinha.

– Muito obrigado, Srta. – Brincou e rimos.

[...]

A noite, nós estávamos na sala... Eles jogavam carta e eu brincava de trenzinho no meio deles.

– Ah! Ficou sem graça... Tem outra ideia, amor? – Mamãe perguntou para meu pai e ele pensa.

– Tenho. – Ele se levanta e pega o violão ao lado... – Não é para vocês rirem. Principalmente você! – Apontou para mim e botei minhas pequenas mãos na boca, tentando não rir.

Ele começa a cantar de um jeito engraçado e não segurei a risada, comecei a rir... Depois ele mandou nós cantarmos junto com ele, estava tão divertido... Até chegar a hora de ir dormir. Fui correndo para o quarto e mamãe me contou uma história daquelas de monstros, príncipes e mistério... Como amo isso!

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Mais tarde, acordei com um barulho forte no andar de baixo. Me sentei na cama e franzi o cenho, o que estava acontecendo? Papai e mamãe sempre dizem para não sair do quarto quando eu ouvia algo alto no andar de baixo, porque podia ser um ladrão... Mas e se eles precisam de ajuda? Enfim... Sai do quarto e andei naquele comprido corredor e quando olhei para meus pés, algo voa para fora do quarto dos meus pais... Me fazendo cair de bunda no chão, senti as lágrimas nos meus olhos e recuei da porta...

– S/N NÃO SAIA DO QUARTO! TRANQUE A PORTA! – Minha mãe gritou com medo e em seguida, ela parecia se sufocar... Parando com um barulho de algo quebrando.

– N-naum. – Tentei voltar para o quarto, mas quando virei... Tinha uma mulher parada na minha frente, era alta e magra... Cabelos pretos e olhos azuis bem escuros.

– Não fique com medo, eu vou tirar você daqui.

– Sai diperto dimin? – Eu era uma garota pequena, como não falar errado numa situação como essa? – PAPAIN!!! – Gritei e corri para o último quarto da casa.

Meu pai estava lá, desmaiado ou morto... Eu não sabia, mas eu cheguei perto dele e comecei a chorar ainda mais.

– Pain? Pain. Acouda, papain! V-vamu blincar! Está na hola do chá... Pofavo! Acouda, papain! – Eu não sei o que é pior: A dor que estou sentindo por supostamente perder meu pai ou o medo que pescorre no meu corpo.

Alguém abriu a porta com força e virei rápido.

– Papain! Pofavo!! Acouda... Nox tila daqui! – A pessoa veio até mim e me puxou! – Naum!! Papain... – Desmaiei de medo e não lembro de mais nada."

Acordei ofegan e passei a mão na cabeça... Onde estava o Kookie?

– Kookie? – Olhei para o lado e ele dormia suavemente. – Kookie! Acorda, por favor!

– Hum? – Ele acordou e se sentou, após ver meu rosto desesperado. – Ei! Ei! O que houve?

– E-eu achei que... V-você, estivesse... – Eu comecei a chorar e ele me abraçou.

– Eu estou bem, S/n. Calma! – Fala e suspiro. O que aconteceu naquele sonho? Meu pai era bom, minha mãe havia morrido e alguém invadiu nossa casa... Era um pesadelo ou lembrança? – Explique o que aconteceu... – Expliquei e ele franziu o cenho.

– Ai acordei... – Falei por final.

– Estranho, muito estranho. Você disse que tinha quantos anos?

– 2 e meio... – Ele suspira.

– Tinha um documentário que... Uma mulher foi assassinada e o marido dela, sobreviveu por pouco.

– Eles tinham uma filha? – Ele arregala os olhos.

– É... Eles tinham, sim! Talvez... Você tenha visto em algum lugar e teve um sonho com isso. – Bufei.

– Eu tinha 2 anos e meio quando isso aconteceu, Sr. Jeon! – Ele pensa.

– É... A criança teria sua idade atualmente, não sei o que dizer, sinceramente... Mas você não deve ser a filha deles, porque você já tem pais, que não se importam muito com você... Mas tem! – Suspirei.

– Esquece... Vamos continuar? – Ele concorda.

[...]

Kookie parou a carroça na cidade mais próxima para comermos algo e comprar mais algumas coisas... Ele sabe o que faz e diz que conhece alguém para me ajudar nessa situação que estou: Morrendo!! Sério... Eu estou sentindo tanta dor nesse momento, meus ossos sendo esmagados pela pressão do meu corpo, minha garganta fechando impedindo que o ar chegue e saia dos pulmões, minha pele coçava e na minha cabeça, parecia um martelo batendo com força. Eu preciso de ajuda urgentemente ;-;

– S/n? Você está bem?– Kookie me pergunta e concordo.

– Só meio distraída.– Sorri e ele me puxou pela mão. Eu gosto muito do Kookie, ele me faz sentir uma felicidade tão grande... Me ajudou a conhecer tanta coisa e vai me ajudar a conhecer ainda mais.– Kookie! O que é aquilo?– Apontei para uma animal... Parecia uma ave.

– Aquilo? É uma coruja...

– Coruja? – Ele concorda. – Por que ela não sai voando? Ela não se assusta com nós?– Ele morde o beiço e diz:

– A coruja está morta, S/n. – Arregalei os olhos.

– Mas ela está de pé... – As lágrimas de tristeza foram brotando nos meus olhos.

– Porque ela está empalhada... Costurada e obrigada a ficar nessa posição para sempre. – Suspirou. – Deve ser esse o erro dos humanos: Matar coisas vivas, fazendo o coração parar e os sentimentos se tornarem completamente vazios.

–... A Dona coruja, não vai voltar?– Ele nega.– Entendo.

– S/n, olhe para mim... – Ele veio para minha frente e olhei no fundo dos olhos dele. – Coisas vem e vão, sabe? Mas não deve prestar atenção nisso... No que eles fazem! Sabe o que acho? Que os humanos são o erro desse lugar inteiro... – Ele virou sua cara para o sol, deixando-os meio fechados. – Ao invés de ajudar, eles prendem a criatura numa gaiola, fazem coisas terríveis com ela... Tirando o resto da inocência, logo ela é recuperada... Pela perda de memória, que eles mesmos decidiram ter, mas... Refazer o que fizeram, deixa o pobre animal em ruínas. As pessoas podiam se importar mais com o que sentem, querem ou escolhem fazer... Devem se importar com a dor dela ou na curiosidade no olhar. Por que trancar um sensível animal dentro de uma gaiola, mesmo sabendo que ele deve ser livre? – Seus olhos se encheram de lágrimas e suspirei.

– Está falando de mim, não é? – Ele me olha triste...

– E-eu não sei. Talvez... – Foi a última coisa que ele disse.

Continuamos e entramos numa coisa que Kookie chama de "bar", ele pega uma mesa e espera...

– O que estamos esperando, Sr. Jeon? – Em público, preciso ser educada.

– Sermos atendidos... Quer comer, certo? – Concordei e uma mulher apareceu.

– O que irão querer? Errr... Você, Sr. – Ela morde os beiços quando olhou para Kookie, Ué?

– O especial e... Você amorzinha? Quer o que? – Me cutuca com o pé e sorri.

– O mesmo que o seu... – Ele sorriu e a mulher revirou os olhos, botando um papel na mesa... Kookie pega e amassa. – O que era?

– Nada demais. Enfim... Já já sua batata assada vai chegar. – Sorri.

– Batata! – Ele riu.

Logo chegou nossa comida e começamos a comer, Kookie bebia algo estanho... Ele disse que não posso tomar, porque só gente como ele podia. Por quê? Eu sou bem grandinha.

– Por que não posso beber? – Perguntei me inclinando e ficando com minha cara perto da dele.

– P-porque você não pode... Está doente e isso, irá fazer você piorar. – Suspirei.

– Entendo. – Ele me dá um rápido selinho e senti um gosto ruim. – Eeeca! Que nojo...

– Viu? O gosto também é péssimo... – Concordei. – Ainda quer tomar? – Neguei e ele riu alto.

– Terminei, Sr. Jeon! – Nos levantamos e aquela mulher veio vindo, arrumando mais a roupa dela... Ela tinha belos peitos.

Em um ato rápido, Kookie me beija... Um beijo necessitado e cheio de luxúria! A mulher parou e deu meia volta, ele não parou o beijo... Até todas as mulheres dali pararem de notar ele.

– Pronto. Agora vamos... Depois continuamos! – Piscou e eu corei.

Saímos e Kookie começou a me puxar para uma enorme casa... Para quê? Ele bate na porta e um homem nos atende.

– Oh! Chegaram... – Espera... Eu conheço ele!

– Suga... Você sabe que preciso de ajuda! 

– Espera. Ele não trabalhava no instituto? – Suga riu.

– Trabalho, mas estou de férias e vim ver minha mãezinha. Entrem... – Uma senhora estava sentada no sofá e ela nos olhou.

– Aaah! Temos visita... – Ela se levanta e nos abraça... Que?

EU TO ENTENDO É NADA!!

Suga nos levou para os fundos e mandou eu sentar no chão com as pernas afastadas...

– Nós vamos treinar seus ossos para você não se sentir tão pesada, fraca e... Sensível! Uma batida aqui fora, pode quebrar seus ossos em estantes. Vamos começar? – Concordei. – Ótimo... Apóie suas mãos no chão assim e force para baixo, tentando levantar sua bunda, SÓ COM AS MÃOS. – Fiz o que ele pediu.

Coloquei minhas duas mãos no chão e empurrei meus cotovelos para baixo... Minha cintura foi forçada a subir e ele sorriu, junto a Jungkook que ficou surpreso.

– Muito bem! Vamos continuar. – Continuamos com os treinos. Talvez... Eu fique mais forte mais rápido do que eu pensei.

[... Uma semana depois...]

Point Of View: Jeon Jungkook


S/n estava indo super bem... Treinou por uma semana inteira, como ela progrediu.

– Yoongi, onde está S/n? – Ele me olhou bravo.

– Me acordou para isso?

– Não. Sua mãe está te chamando, vá ou ela quebra seu pescoço. – Ele se levanta num pulo.

– Ela está no quintal. – Caminhei rápido até lá e... Lá estava ela, treinando como sempre.

Só que dessa vez de uma forma diferente, ela estava de pé e dava cambalhotas para trás e para frente; Plantava bananeira e ficava por mais ou menos 30 segundos daquela forma; Corria em volta e pulava rindo na árvore.

– S/n! Vamos... – Ela para e me olha...

– Nós já vamos? – Concordei. – Ah! Ok... Tchau, Sr. Suga! Te vejo em Seul... – Ela corre para dentro de casa e sai pela frente, indo direto para a carroça.

– Ela está tão determinada a voltar... – Concordei suspirando... – Contou sobre a mãe dela?

– Não. E-eu não sei como contar... – Mordi meu lábio inferior e ele bufa.

– Deixa de ser cagão... Fala logo! – Dei um soco em seu ombro e ele riu. – Vai! ela está esperando...

– Ok. – Caminhei até a carroça e fomos rumo a Seul...

Paramos e entramos mais uma vez na floresta. S/n corria feliz por lá e olhava tudo o que lhe chamava atenção, perguntando o que eram e o que faziam... Ela realmente é uma garota fofa, amo ela mais que tudo na minha vida. Bom, eu acho que não deveria ter... Ah! Tirei um pouco de sua inocência, mesmo que antes ela já tenha sido tirada pelo mesmo motivo... Só que agora, ela não vê como algo que machuca e sim o oposto. Mesmo assim foi um pequeno erro!

– Kookie... Venha! – Ela grita para mim e gira no meio daquela Néh! ESPERA!! NEVE... ESTÁ NEVANDO?? NEM É INVERNO...

– S/n... Venha aqui! Você não pode ficar muito tempo no frio e... – Ela começa a tossir fortemente, mas não se importou... Ergueu suas mãos para o alto e sentiu aqueles flocos caírem sobre elas. – Oh! S/n...

– Não. Tudo bem! Eu estou... B-bem! – Continuou tossindo.

– Ok. Pelo menos bote um casaco! – Botei meu casaco de pele nela e ela suspira. – Quentinho?

– Muito. Obrigada, Kookie. – Me deixa um beijo na bochecha. Sorri e me remexi como uma criança, ela riu.

Ela continuou brincando na neve, rindo com suas pequenas quedas e fazendo bonecos fofos. Ela é mesmo uma criança crescida. Ela se sentou perto de mim e fez um boneco de neve, meu!

– É você, Kookie e essa... – Uma pequena boneca de neve, com uma flor como laço. – Sou eu!

– É? Que legal... – Falei e ela suspira. – Você... Está bem?

– Eu... Estou pensando. – Franzi o cenho.

– No que? – Ela me olha com aqueles olhos penetrantes.

– Vamos jogar um jogo? Eu pergunto e você responde... Vise e versa! – Dei de ombros.

– Vamos. – Ela sorriu.

– Eu começo: O que você mais gosta aqui fora... Na terra! – Pensei.

– Chuva e o que você mais gosta do quarto? – Ela nem pensou e respondeu.

– Fingir que é esse mundo aqui fora! Minha vez: Errrr... Como me encontrou naquela casa? – Sorri.

– Minha mãe contou onde você estava... Então fui.

– Você viu minha mãe? – Franzi o cenho.

– Não. Vai pular minha vez? – Ela concorda.

– Vou. – Ela tentou falar. – Tem certeza que não viu minha mãe?

– Sim. – Ela continuou me olhando sério. – Sim... Eu a vi. D-desculpe por mentir.

– Onde ela estava que não a vi... – Tremi.

– Foi embora com seu pai... – Ela suspira.

– Do que... Você tem mais medo? – Me levantei e estiquei minhas costas.

– De você. Você sabe desarmar bem... – Levantei ela. – Bom, minha vez... Se você soubesse que é adotada, como você disse... O que faria? – Fomos andando até onde estavam as nossas coisas.

– Procuraria meus pais. – Suspirei.

– E se estivessem mortos?

– Pelo menos eu saberia da existência deles...

– E se... Sua mãe agora estivesse morta?

– Eu não sei... Eu ficaria mal, porque seria minha culpa. – Suspirei.

– Sua? – Ela concorda.

– Se morreu, morreu me protegendo! – Ela é bem esperta, deve ter ouvido alguma coisa quando os pais dela... Brigaram. Talvez tenham brigado, ela não apareceria machucada daquela forma do nada.

– P-por que diz isso? – Ela me olha de baixo.

_ Eles brigaram quando eu corri para o quarto... – Virei a cara e ela deitou no chão, se cobrindo com as cobertas quentinhas.

– Entendo. – Ela riu.

– Eu ainda tenho esperanças que ela esteja viva... Ela me disse que voltaria. Disse que tudo ia ser diferente e que nós duas morariamos numa enooorme casa, para eu brincar e correr quando quiser. Ainda estou esperando... Acha que ela vai estar em Seul quando voltarmos? – Não respondi. – Kookie?

– E-eu não sei... T-talvez. – Ela ficou confusa e riu.

– Ah! Vamos... Sorria! – Sorri e ela me deu um selinho, deitando em seguida. Tão inocente e sonhadora...

Point Of View: Autora


Jeon se afasta de S/n e vai direto para um morro qualquer, tirou do seu bolso aquele pingente que pegou da mulher morta na casa... Como ele contaria para ela? Não queria machucar ela; não queria ver ela triste; não queria ver raiva ou tristeza em sua face, fazendo ela querer vingança ou algo parecido... Ele queria que ela chegassem em Seul primeiro, mas cada dia que passa, mais ele sabe que se deixar para contar no final... Ela nunca vai se perdoar por não tentar "ajudar, nunca vai me perdoar por esconder isso dela e nunca vai ser feliz como sempre quis. Quem diria que chegaria a hora.

– Kookie? – Jeon creme. – O que faz aqui?

– P-pensando. O que faz acordada? – Ela riu e senta ao lado dele no morro.

– Ver o que você fazia... Fiquei preocupada. – Ele sorriu fraco. – Você parece triste... O que foi?

– S/n... E-eu preciso te contar uma coisa.

– Conte... Estou ouvindo! – Ela pega uma pequena flor e gira ela, jogando suas penas para frente e para trás...

– Aconteceu pouco tempo... – Ele começou a contar sobre sua jornada sozinho para encontrar S/n e o que via... Até chegar no momento exato. – S/n, eu já te disse que coisas vem e vão... Até mesmo pessoas! – Virou a cara, S/n se levantou meio tensa... Já sentindo lágrimas nos olhos, ela estava suspeitando que ele estaria falando da mulher.

– K-kookie. E-eu não estou gostando disso, pare de b-brincar com isso. – Ele se levanta também, chegando perto da garota. Ele bota a mão no bolso mais uma vez e estica a mão, ela abre a mão e ele coloca o pingente sobre ela... – Você... – O pingente que a mãe dela sempre usava.

– Desculpe, S/n... – S/n arregalou os olhos e recuou para trás.

– Não... Não! – As lágrimas caiam compulsivamente e Jeon tentou chegar perto dela, mas... Ela correu para longe.

– S/N! VOLTE AQUI... - Correu atrás, mas estava escuro... Não conseguia ver nada.

Enquanto ela corria sem rumo, chorando, querendo apenas ficar sozinha... Jeon ia perdendo a garota de vista.

– S/n! Por favor... Volta aqui! – Ela olhou para trás, mas... Grande erro.

Ela tropeça numa raiz de árvore e torce o pé... Rolando sobre o chão, ou melhor, sobre a ladeira do morro. Tentava proteger sua cabeça e partes mais sensíveis do corpo, mas era quase impossível. Quando ela parou no final... Caiu num tipo de buraco, bem fundo! Sem ajuda nunca sairia dali e... Cair depois de um rolamento do morro,  ficaria sem forças; sangrando pelas batidas... Enquanto ela perdia todos os sentidos, Jeon descia a ladeira com cuidado. Ele não sabia se ela estava ali, mas sabia que precisava checar, mesmo sem enxergar.

– K-kookie... – Suas palavras saíram como um sussuro. – P-por favor... Tire essa dor de mim. Eu imploro, alguém, que por favor... Afaste essa dor de mim!! – Começou a chorar novamente, só que... Com mais desespero. Afinal, estava morrendo!! Sangrando!! Provavelmente com ossos quebrados... Como Srta. Jeon e Suga disseram que poderia acontecer! Sentiu o ar de seu peito falhar, seu nariz começar a sangrar mais e seu corpo arder. O que estava acontecendo? Ela desmaia 

– S/N! CADÊ VOCÊ?? – Gritava desesperado. Onde estava essa garota? De alguma forma... Sentiu ela por perto.– S/NNN. – Continuou gritando.

Ele pisa em algo e olha para o chão, o pingente estava ali... Talvez ela tivesse descido o morro e deixado o pingente cair, ou... Ele arregalou os olhos, pensando que ela pudesse ter caído na ladeira. Correu mais rápido e finamente chegou no buraco onde se encontrava, S/n completamente desacordada. Jeon sabia que poderia acontecer e era isso que ele temia.

Pula dentro do buraco e tira S/n de lá... Correndo o mais rápido que podia até suas coisas, depois para a carroça. Precisava chegar em Seul, urgentemente. Correndo naquela estrada de chão, sem medo de atropelar alguém... Viu que a pele de S/n ficava cada vez mais branca e seus lábios roxos, nunca viu algo tão ruim.

[...]

Uma hora para chegar em Seul. Só mais uma hora... Pensava Jeon ainda desesperado e cansado de tanto comandar o cavalo.

– Sr.J-jeon? – Ouviu a voz falha de S/n.

– Ah!! Achei que não ia mais acordar... Como se sente? – Ela não responde na hora.

– Horrível...

– Já estamos chegando em Seul, aguente mais um pouco por favor. – A garota riu.

– Se não conseguirmos... Eu perdôo todos que me fizeram mal e que me tiraram o que amo... – E desmaia com a última frase. – Eu te amo, Kookie. E-eu te perdôo por ter escondido isso de mim por tanto tempo...

– S/n! Por favor... Fica acordada! – Pediu, mas não iria dar certo. – MERDA!!! – Gritou furioso. – Eu... Vou matar seu pai, S/n! Custe o que custar... Nem que eu tenha que virar criminoso para isso!!!


Notas Finais


Xaaaauh u.u n me matem :")
√{Cap n revisado}√


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