História A criminal love (Imagine Jungkook) - Capítulo 73


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kai, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lay, Lu Han, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Imagine, Imagine Jungkook
Visualizações 150
Palavras 4.751
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Orange, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiiiie, bom... Esse novo personagem é uma bobagem minha kkk mas espero q tenham gostado dele, pois ele vai ser um dos favoritos, certeza v; kkkk aliás... Infelizmente nossa fic está chegando ao fim, vai demorar... Mas até o final do ano... Ela acaba, infelizmente. ;-; Bom, espero que gostem :3

Capítulo 73 - Ou talvez não.


Fanfic / Fanfiction A criminal love (Imagine Jungkook) - Capítulo 73 - Ou talvez não.

CrImINaLoVe

Ou talvez não.

_________________________

~Seul; South Korea~

Point Of View: S/n

Eu estava olhando profundamente para Jungkook. Ele estava sério e parecia que ia se irritar a qualquer momento.

– Eu... N-não quero ir. – Virou a cara.

– Não quer? Por quê? – Cruzei os braços.

– Aqui é onde eu nasci, onde vivi minha vida toda, onde eu posso matar em paz... E onde pretendo morrer. – Falou ríspido.

– Eu não pretendo morrer aqui e muito menos perder meu filho aqui. – Falei e fui me levantando da cama. – Essa criança na minha barriga... Ela pode estar morta por causa dessa cidade.

– O que está fazendo? – Abri o guarda roupa e minha mala, juntamente da mochila de Taemin... Eu não vou ficar mais nem uma semana aqui... – S/n! Olha aqui... – Segura meu braço. – Você não pode ir!

– Por que não? – Ousei puxar meu braço. – Eu não vou esperar por você... Não vou esperar ter meu filho num caixão ou esperar VOCÊ num caixão.

– Eu também sou pai do Taemin... E você é minha mulher! Vai me deixar por nada...?

– NADA? – Gritei. – Quantas vezes? Quantas vezes quase morri, quantas vezes você quase morreu? E as possibilidades de Taemin não ter pais? – Ele vira a cara.

– É, mas eu gosto daqui... – Bufei.

– Gosta porque pode matar as pessoas! – Ele abaixa o olhar. – Eu estou decidida... Ou vem comigo ou fique, mas se ficar... Esquece que eu existo. – Ele fica em silêncio por um tempo.

– Por favor... – Começou a chorar. – Dá mais uma chance.

– Sinto muito, Kookie... Mas é o fim para mim aqui em Seul. – Peguei a mala que já estava pronta e sai do quarto, sendo seguida por ele... – TAEMIN! VEM AQUI... – Gritei e Taemin desce correndo.

– Oi, mamãe? – Entreguei a mochila dele. – Vamos viajar? – Concordei. – Ebaa! Papa vai também?

– Seu pai... – Jungkook me corta.

– Vou. – O olhei... – Me deixa arrumar a mala.

– Jungkook... – Ele corre para o segundo andar e volta minutos depois com uma mala. Sorri triste.

– Eu não vou perder vocês, não hoje. – Me puxa e me beija.

– Ecaaa! – Taemin fala virando a cara.

Sorrimos e saimos da casa.

~ Uma semana depois ~

Faz uma semana que ficamos embalando as caixas para levar a Sailly Hills... Como Jungkook está enviando tudo até lá não sei, mas sei que quando chegarmos estará tudo perfeito lá. Jungkook ainda está meio chateado por ter que ir embora, mas logo ele estaria acostumado! Dito por ele mesmo.

– O que falta? Haha. – Jungkook pergunta animado.

– Mais nada... Pegamos tudo. – Sorri para ele. – Estou tão animada para conhecer Sailly Hills. São tantas coisas para fazer lá e outra, tem uma coisa que os meninos falaram que você sempre quis fazer... – Ele cora.

– Era um sonho de adolescente... Nada demais. – Ri dele.

– Pelo jeito, você ainda quer... – Ele suspira.

– Talvez... – Ele coça a cabeça. – Eu estou meio "velho" para tentar fazer isso...

– Ninguém fica velho para isso, Jeon Jungkook. – Falei e fiz pezinho para beijar sua testa. – Você nunca vai ficar velho, Kookie.

– Nunca? – Me puxa e fiquei colada em seu corpo. – Para nada? – Olhou para baixo, aposto que foi para meus peitos.

– Tarado, Jungkook! – Falei brincalhona e ele puxa minha perna, ele sorriu ao ver que eu girei minha perna sobre sua cintura. Ele me puxa mais um pouco e fiquei sobre seu colo.

– Eu não sou tarado... É tarado olhar para o corpo da MINHA mulher? – Riu e corei. – Tanto que, eu já olhei diversas vezes.

– Bobão. – Ele riu.

– Eu te amo. – Sorri e ele beija meus lábios.

– Eu também te amo. – Me solta com delicadeza e continuamos a arrumar as coisas.

Antes que os meninos cheguem, eu quero aproveitar esse momento antes de ir embora. Enfim... Depois de caminhar um pouco por Seul, entrei num pequeno estabelecimento.

– Um refrigerante, por favor. – O homem concorda e paguei, indo até os fundos onde tinha uma biblioteca...

Sorri e entrei, andando pelos corredores animadamente procurando um livro de ficção, por quê? Eu estava curiosa, além de querer ser desenhista de roupas... Eu saber mais sobre isso, parece tão interessante depois da escola haha. Ficção lhe dá imaginação.

Enfim, finalmente achei um livro que contava um pouco... Me estiquei e tentei pegar o livro, mas parece que esse bebê no meu ventre não está de bom humor. Após algumas pontadas e encolhimentos me impedindo de pegar o livro, fui surpreendida com uma mão a cima de mim.

– Percebi sua tentativa de tentar pegar o livro e decidi resolver seu pequeno problema. – Sorri com o trocadilho da minha altura ainda de costas pra a pessoa. – O que houve? Pode se virar, eu não mordo e sabe... É meio feio ignorar um novo amigo. – O homem riu suavemente e me virei.

– Desculpe. – Sorrimos um para o outro.

Percebi que seus cabelos eram claros, mais brancos que um papel, sua pele era muito pálida, seus olhos azuis claros, seu sorriso era brilhante com seus dentes brancos, seus caninos eram pouco pontudos e um rosto fino... Ele era bonito e talvez, fosse um galã para algumas pessoas, mas ele tinha olheiras a baixo dos olhos... Parece que não dorme a muito tempo.

– Obrigada. – Sorriu para ele e pegou o livro das mãos do homem.

– Sem problemas... – Seu sorriso se alargou.

Ele esticou sua mão para mim aperta-la. Apertei e percebi o quão gelada ela era...

– Qual seu nome? – Perguntei botando meu cabelo atrás da orelha.

– Henry Skelton. – Franzi o cenho.

– Skeleton? Sério? Esqueleto? – Ele riu disfarçadamente.

– Não Skeleton! S-kel-ton Haha. Sou exageradamente pálido, mas você ainda não verá através de meus ossos. – Rimos da piada. – E o que uma criança como você, está fazendo engravidando?

– Não sou criança. Tenho 21. – Ele arregala os olhos, mas disfarça num sorriso em seguida.

– É mesmo? – Concordei. – Bom, faz sentido. Seria estranho uma criança grávida hehe Bom, o que a senhorita mamãe está fazendo com esse livro?

– Curiosidade. – Sorri.

– A curiosidade matou um gato, sabia? – Ele diz.

– Azar! – Ele resmunga em uma risada fraca.

– Então, prossiga. – Franzi o cenho. – Eu sou escritor de livros de ficção, como posso lhe ajudar? – Seu sorriso se alargou quando abaixei o livro para prestar atenção em suas palavras.

– Vamos. – Ele concorda e nos sentamos numa mesa.

Fui bem direta sobre o assunto, perguntando várias coisas interessantes. Ele riu e disse que eu estava lendo muitos livros de ficção e perguntou se eu tinha outro filho sem ser esse que está no meu ventre.

– Sim, de um ano. – Falei fazendo 1 com o dedo.

– Incrível. Bom, vamos no assunto... – Ficamos conversando e contando piadas, ele é um garoto bem legal... Sempre procurando novas amizades haha.

– Uma coisa que eu não sei sobre você, Sr. Skelton... – Ele me corta.

– Me chame de Henry. – Sorriu e me olhou com seus os olhos azuis.

– Ah, Henry... Quantos anos tem? – Ele sorriu mais ainda.

– Tenho 24 anos. Eu não sei seu nome, pode me dizer? – Apoiou sua mão no queixo e suspirei.

– S/n/sbn. – Ele riu.

– Belo nome... Pode me passar seu número, depois que eu for embora... Talvez eu possa nunca mais te ver, vamos ser amigos. – Sorri e dei meu número para ele.

– Tome. Foi uma honra te conhecer... – Falei e me levantei da cadeira.

– Já vai? – Concordei meio triste.

– Não posso ir quando ficar muito escuro haha. – Ele ri baixo.

– Quer que eu te leve para sua casa? – O olhei meio confusa.

– Jura? Faria isso? – Ele concorda.

– Bom, tenho meus motivos para te ajudar. – Caminhamos até a portaria e ele fez sinal para eu olhar.

Um grupo de homens estavam parados na frente, todos eles fumavam e tinham várias armas com eles. Então esse é o motivo?

– Entendeu agora? – Passou seu braço pelo meu ombro e me puxou. – Vamos. Estou aqui...

–...– Não disse nada, apenas descemos as escadas e eles nos olharam com desdém.

Um dos homens me olhou com malícia e Henry o olhou sério para ele, que desviou rápido e bufou.

~ Quebra do tempo ~

– Obrigada pela companhia. – Agradeci e ele riu.

Seus olhos azuis analisaram meu rosto e corei... Eu entendo porque, porque talvez nunca mais possamos nos ver.

– Tome conta desse pequeno. – Deu um tapinha fraco na minha barriga. – Espero te ver um dia e... – Ele olha profundamente para mim. – Não esqueça de NUNCA conversar com um estranho. – Sorri.

– Na minha defesa, você que conversou comigo. – Ele ergueu a sombrancelha.

– E sobre eu te acompanhar? – Botou as mãos no casaco.

– Eu conheci você o suficiente para saber que não machucaria uma mosca. – Ele riu.

– Você é confiante, S/n. Gosto disso haha! – Deu uma piscadela e alargou seu sorriso. – E sobre dar seu número a mim?

– Você foi uma boa pessoa comigo, me ajudou e matou a minha curiosidade haha aliás, pediu educadamente meu número insinuando que queria apenas ser meu amigo. – Ele arregala os olhos, mas disfarça num sorriso.

– Interessante, Senhorita S/n. – Suspirei.

– Por que... Seu cabelo é branco? – Ele fez um som baixo, como se fosse um riso... Percebi apenas pelos seus ombros mexendo um pouco.

– Nasci com uma doença inofensiva e intransmissível, que me faz ter pouca melanina no cabelo... Não mata, não dói e nada do tipo! Eu gosto dele branco, é como... Algo Incomum nascer assim haha. – Concordei.

– Cabelo branco é um charme seu. – Ele sorriu de canto.

– Acha? – Concordei rindo.

– Se você diz... – Abri para dizer algo, mas senti uma mão atrás de mim.

– S/n? – Era Suga.

– Seu namorado? – Henry pergunta franzindo seu cenho.

– Amigo dele. – Suga cruza os braços. – Vamos S/n, agora.

– Seja mais educado, Yoongi! – Bufei.

– Oh, é por causa de mim? – Henry. – Afinal, eu apenas estou acompanhando S/n.

– Ela não precisa que ninguém a acompanhe. – Henry abaixou um pouco seu sorriso, mas mesmo assim não deixou de sorrir.

– Ah, vamos. Eu não estou com segundos intenções... Sou Henry Skelton – Estica sua mão para Suga. Ele se manteve parado... – Eu sou legal até o osso, viu? – Brincou com seu sobrenome.

– Você é estranho, isso sim. – Henry alargou seu sorriso.

– Sou? – Riu abafado.

– Vamos, S/n. – Por um instante, os olhos de Henry pararam de brilhar... Aquele azul claro de dar inveja sumiu e deu lugar para um branco, mas logo voltou ao normal e o fez sorrir novamente.

– Sabia que deve comprimentar um novo amigo? – Fala num tom sério, mas sorrindo.

– Você não é meu amigo, maluco. – Henry fecha sua mão e a puxa de volta para o casaco.

– Entendi. – Parou de sorrir e passou sua outra mão no cabelo bufando disfarçadamente.

Como chegou inesperadamente, aquela decepção e indignação, foi embora e ele se virou sorrindo para mim. Ele é o tipo de pessoa que se sente mal e continua sorrindo para não chamar atenção de preocupação, por mais que ele tentasse... Ele chamava atenção, por sempre sorrir, sempre fazer piadas e sempre cumprimentar uma pessoa, facilmente se tornando um amigo. Ele tem esse mistério, como?

– Bom, S/n... Melhor eu ir indo. – Jogou o corpo um pouco para trás e torceu seus braços, fazendo um coração ao contrário: Os dedões eram as partes de cima e os outros dedos eram a parte de baixo. (Uma das imagem lá de cima!) Ficou me olhando e depois foi andando por onde viemos.

– Vou para casa e comer, aliás... – Parou e virou o rosto me olhando do ombro. – Quer alguma coisa? – Sorri.

– Não. Muito obrigada! – Fecha seus olhos e volta a andar abanando a sua mão como um tchau.

– Vamos, S/n. – Suga puxa meu braço.

– Você deveria ser mais educado! – Ele bufa e me soltei dele. – Eu não sou criança, Yoongi.

– Estava conversando com outro homem.

– E ai? Não é como se eu estivesse traindo Jungkook! – Ele fica confuso.

– Você está? – Neguei.

– Claro que não. Henry é meu amigo... – Ele cruza os braços.

– Um estranho. – Yoongi.

– Estranho para você. – Me empurra para dentro do portão. – Ei! Para com isso, seu chato.

– O que está acontecendo? – Jungkook sai da casa e fica encostado na parede. – S/n, meu amor... Como foi seu dia? – Sorriu de canto.

– Qual das partes? Que ela foi ou veio acompanhada de outro homem? – Suga fala e Jungkook o olha confuso.

– Um homem? Quem? – Suga me olha.

– Se chama Henry Skelton... Eles dois dizem ser só amigos. – Jungkook riu.

– Henry, é? Entendi. Sabe... Confio na mãe do meu filho e se ela disse que foi apenas acompanhada, tudo bem. Não vamos fazer escândalo, sim? – O olhei surpresa e ele cora. Ele está mudando.

– Quando irão? – Suga.

– Semana que vem, mas mandamos algumas caixas para Sailly Hills. O pai de S/n está lá então vai receber tudo por nós. – Suga concorda e vai embora.

Entramos dentro de casa e Jungkook fechou a porta se virando rápido.

– Quem é Henry? – Pergunta calmamente.

– O conheci na biblioteca... Ele é um cara bem legal. – Sorri e ele suspira.

– Ele te ajudou em alguma coisa, não é? – Concordei surpresa. – Está ai porque fizeram amizade tão rápido, você confia nas pessoas em muito pouco tempo haha. Então... O que conversaram? – Contei tudo para ele e principalmente de suas piadas ruins, mas que fariam qualquer um rir.

– Eu ADOREI aquele cara! Tão divertido, não? Se ele pudesse nos ver... Nos dariamos muito bem! – Ritinha fala e Adalberto revira os olhos.

Ele não gosta de chá. – Adalberto.

Ah para! Você não sabe! Ele nem falou sobre ele... – Cláudio que voltou com muito esforço meu, fala sério e Teddy riu da cara de Adalberto.

S/n, pode faze-los sumir outra vez? – Riu debochado.

Calem a boca! Jungkook está falando com ela. Ela não pode prestar atenção em nós agora. – Depois desse comentário da pequena elefanta, Nina... Todos se calaram.

– Então... É isso? Suga atrapalhou a conversa de vocês e ele foi embora? – Concordei. – Suga não deveria se meter, mas... Já que deres seu número a ele, provavelmente vai te chamar. – Sorriu. Nem uma vez Jungkook demonstrou ciumes... O que está havendo com ele?

~ Quebra do tempo ~

Point Of View: Jeon Jungkook

Peguei minha mochila e avisei S/n que sairia para matar um pouco, já que são meus últimos dias em Seul... Também mereço meu momento feliz. Bom, admito também que senti um pequeno ciúme... BEM PEQUENO.

– Jungkook? – No caminho, alguém me chama.

– Hum? – Era um antigo amigo. – O que faz aqui? Não deveria estar cuidando da sua irmã? – Ele riu.

– Ela já é bem crescidinha. – Revirei os olhos.

– Qual é, Daehyun. Você não deveria deixar ela sozinha, sabe muito bem o que ela pode fazer! – Sorri malicioso.

– Ela faz isso outra vez que eu quebro ela. – Cruza os braços e ri baixo. – Onde está indo? 

– Você sabe... – Ele suspira. – Onde VOCÊ está indo?

– Tem uma festa aqui perto... – Sorriu e bufei.

– Você não muda mesmo, em? – Ele dá de ombros.

– Passar o tempo. Posso te acompanhar? – Concordei.

– Faz um bom tempo... – Ele concorda.

– Uns dois anos. Por que nunca mais apareceu? – Pensei.

– Estive ocupado. – Ele me empurra.

– Nah! Certeza que você está namorando para se afastar... – Virei a cara rindo baixo. – Espera... Está?

– Estou até com filho, cara. – Ele arregala os olhos. – Tenho 1 de um ano e outro por vir. – Ele arregala ainda mais os olhos.

– Você foi obrigado a assumir ou... – Neguei.

– Assumi por conta própria. Eu gosto da garota, não adianta haha. – Sorri e ele suspira.

– Você não é você. – Franzi o cenho. – Jungkook que EU conhecia, era insensível e bem ignorante. Como pode estar tão... Sorridente e feliz?

– Eu sinceramente, odeio ter mudado tanto... Juro que odeio. Não me lembro mais como voltar a ser tão... – Procurei palavras.

– Indecoroso? – O olhei.

– Sim. – Continuamos andando.

– Bom, essa é minha parada. – Ele vira a direita e olhei para o grande salão de festas. – Jungkook... – O olhei.

– Fala. – Ele suspira.

– Esqueci de dizer que tem algumas pessoas te procurando... Acho melhor você aproveitar que o sol não saiu ainda e voltar para casa. – Bufei.

– Como se eu já não tivesse matado milhões de homens. – Ele balança a cabeça.

– Dessa vez não são homens que pegam simplesmente numa pistola... – E some para dentro do salão.

– Como assim? – Dei de ombros e continuei meu caminho até um beco.

Passei mais ou menos 2 horas matando todos que passavam ali e os colocando para mais dentro do beco, onde não havia saida alguma. Limpei minhas roupas, minhas mãos, minhas armas e minha máscara e sai do beco.

Daehyun estava falando sério? Realmente me sinto meio observado... Estava achando que teria alguém atrás de mim ou deve ser apenas minha imaginação. Não consigo pensar em mais tragédias, mais mortes, mais tristeza... Coisa que S/n não merece e muito menos Taemin. Por isso concordei em mudar de vida... Eu só estou com medo de ter que parar de... Matar. Matar é a segunda coisa que eu mais amo no mundo! Eu estou medo de acontecer algo ruim... Estou sentindo que irá acontecer.

Fui tirado dos meus devaneios com meu celular apitando:

(Mensagem- On)

– Eae irmãozinho, onde você está? S/n disse que não está em casa. – Era Junghyun.

– Estou por ai. – Mandei a localização. – Matando no caso. Aproveitar os últimos dias...

– Entendi, eu ia te chamar para comer fora... Posso te buscar ai? – Junghyun.

– Pode, sim. Estarei esperando você...

– Ok. Estou indo... – Junghyun.

(Mensagem- Off)

Esperei ele aparecer... Nada. Não sei onde ele está, mas parece que vai demorar um pouco. Junghyun, por mais que tivesse me odiado antes, sempre foi protetor. Eu lembro quando nosso pai mandava eu ir com ele, ele me salvava de milhões de coisas. Acho que não queria que nosso pai o matasse depois, eu era o mais novo afinal. O mais novo é como se fosse o mais importante para os pais, tanto que quando minha mãe descobriu que eu... Perdi a virgindade, começou a perguntar coisas e queriar fazer exames em mim para ver se eu não peguei AIDS. Louca essa mãe! Enfim... Eu confio em Junghyun agora, morreria por ele e agradecerei por tudo que ele fez por mim.

– Junghyun? – Ouvi um barulho e me virei rápido.

Ninguém? Que estranho.

– Ei. – Me virei tão rápido que acabei acertando uma cotovelada no ser atrás de mim. Essa era a ideia!

– Quer me matar do coração? – Falei bravo.

– Você que é surdo. Não me viu chegando!? – Agora percebi que era Junghyun.

–Foi mal. – Falei e ele bufa.

Ele me puxa e fomos andando até o carro dele... Por que ele está tão incomodado?

– O que foi? Se foi pela cotovelada, eu já pedi desculpa. – Ele balança a cabeça.

– Quem dera fosse pela cotovelada. – Franzi o cenho. – Deveria estar em casa com S/n e não estar aqui... Está perigoso, Jungkook!

– Eu mato quem estiver por perto. – Ele balança a cabeça outra vez.

– Você não está entendendo. – Ele liga o carro e arranca em alta velocidade.

– Ei! Qual seu problema? – Ele não me respondeu. – Junghyun, eu estou falando com você! É para responder!

– Fica quieto. – Bufei.

– "Fica quieto" meu pau na boca da sua namorada! O que está acontecendo? Onde estamos indo? – Ele revira os olhos.

– Estão atrás de você, Jungkook! Vou te largar em casa, vc pega suas malas, pega os documentos para transferir sua moto e seu carro para Sailly Hills, então você vai embora! Entendeu? – Cruzei os braços.

– Quem está atrás de mim? – Ele deu de ombros.

– Sinceramente... Eu não sei. Matou alguém importante de uma das facções daqui? – Pensei.

– É... Um só. Ele era velho, usava óculos e estava sempre de paletó. Nem sabia seu nome, só sei que ele morrendo... Menos drogas no mundo e menos um assassino. – Ele pensa e arregala os olhos.

– NÃO PODIA TER ESCOLHIDO ALGUÉM MENOS PERIGOSO? – Acelerou mais. – AGORA VOCÊ E TODOS A SUA VOLTA ESTÃO EM PERIGO! PARABÉNS CABEÇÃO! – Franzi o cenho.

– Ah, aquele velho tinha uma contia alta de dinheiro... Muito alta, está tudo lá em casa se quiser saber. Deve ter uns 100.000.000 lá! – Ele pensa outra vez.

– Sério? Então... – Junghyun para o carro de uma forma rápida, após outro carro a nossa frente parar no caminho. – QUAL É SEU PROBLEMA? SAI DA FRENTE, PESTE.

– Junghyun... – Olhei atentamente para o carro a nossa frente: Preto e escuro. – Bota a cabeça para dentro. – A janela foi sendo aberta lentamente. – JUNGHYUN, AGORA! – Puxei ele e ouvi a bala atravessar o vidro do nosso carro.

– Merda. – Fala e dá a ré. – Que bosta você fez, em?

– Eu já disse que eu não fiz nada. – Falei calmamente e claro.

– Então quem são esses que estão atrás de você? – Perguntou e bufei.

– Vou saber? – Ouvimos o carro seguir nós dois. – Que merda! Atropela eles logo! – Falei bravo e Junghyun acelerou para frente batendo no carro com força.

– Se entreguem agora! – Um homem falou alto do carro.

– Nem pensar. – Falei e puxei Junghyun do volante.

Sem mais e nem menos, troquei de lugar com ele. Acelerei mais, tirando aquele carro do caminho.

– Difícil, Junghyun? – Falei ficando mais calmo.

– Cala a boca. Vamos para sua casa, logo! S/n não vai esperar para sempre... – Suspirei e olhei para a estrada.

– Quem eram aqueles? Tem alguma... Ideia? – Ele nega.

– Deve der Chanyeol... Ou Sehun... Ou... – O fiz se calar.

– Eles estão mortos, Junghyun. – Ele me olha assustado.

– Mortos? Quem os matou? – Olhei de canto para ele, como se fosse óbvio. – Ah, não precisa responder. – Suspirei.

– Eles mereceram... Tentaram machucar S/n e dei o troco. – Ele concorda.

– Sabe que... Pode ser algum amigo deles. – Neguei.

– Impossível! Se fosse... Eles viriam à 2 anos atrás...– Ele arregala os olhos novamente.

– Faz 2 anos que você os matou? – Concordei.

– Quase 3. Enfim... Só sei que é impossível. – Ele pensa.

– Xiumin? – Pensei.

– Poderia ser, mas ele está preso.

– Lembra que a delegacia foi... Incendiada? Jungkook! Xiumin pode estar... – Antes que ele terminasse de falar, senti uma pressão no lado do carro.

– AH! – Gritei de dor, quando bati minha cabeça na janela.

O carro foi sendo arrastado até um edifício abandonado. Que merda foi essa? Olhei em volta e percebi que Junghyun tinha desmaiado. Peguei meu celular do bolso com a visão turva e liguei para a primeira pessoa que eu vi.

(Ligação- On)

– Alô? – Ouvi aquela voz calma e suave.

–... Jimin. – Falei fraco.

– Jungkook? Você está bem? – Respirei fundo.

– Jimin... Me ajuda. O carro foi... Ah! – Gemi de dor e ele engoliu em seco.

– Estou indo! Ligue o GPS, para eu localizar você. – Rapidamente o GPS foi ligado. – Achei. Estou indo... – Fechei os olhos.

– Me desculpe... – Ele suspira.

– Tudo bem, Jung. – Ouvi a risada fraca dele. – Eu perdôo você. – Por fim, a ligação caiu.

(Ligação- Off) 

– Eu vou ser bonzinho se você não se mover. – Guardei o celular na meia rapidamente.

– Mas... – Olhei para cima. – Junghyun estava certo afinal.

– Cala a boca, porra. – Reclama.

– Qual é, Xiumin? Qual foi dessa vez? – Encostei minha cabeça no banco do carro. Eu precisava enrolar.

– Foi que eu quero matar por você por me prender. – Ri debochado.

– Sabe que fui obrigado, sim? Ele bufa.

– E enfiar aquelas facas nas minhas pernas? – Dei de ombros.

– Você já sentiu coisa pior, aliás... Por que agora? Faz muito tempo que aquele lugar... Pegou fogo. – Ele riu.

– Fiquei com seqüelas também. Sem andar por todos esses meses! – Fechei os olhos e fiz bico.

– Que pena. Sabia que... Se eu não estive preso aqui, te mataria na porrada. – Senti sua mão puxar meu cabelo com força. – Ei!

– MANDEI VOCÊ CALAR A BOCA. SEU BOSTA! – Dei de ombros ficando irritado.

– Você é um idiota mesmo! Me deixe ir que resolvemos tudo na boa, sem brigas. – Ele nega.

– Nem pensar. – Me puxa para fora do carro e me prensa na parede. – Você vai sofrer agora! – Franzi o cenho.

– Tah, ããhm... Você está muito perto! Quer me beijar, é? – Ele bufa.

– Brinca até antes da sua morte. – Sorri sacana.

– Fazer o que se sou uma piada. – Segura meu pescoço.

– Que merda, Jeon. – Levanta a sua mão com a faca e não me movi.

Quando ele ia me atingir, ouvi um tiro pro alto. Olhamos e percebi aquela pequena criatura loira, que podemos chamar de Park Jimin. Ele estava praticamente bravo, certo?

– Já deu, Xiumin? – Ele estava distraído, então o empurrei com os pés.

– Ah! – Me levantei rápido e tirei a arma da calça. – Droga.

– Achou mesmo que eu ia deixar você me matar? – Ele deu de ombros.

– Eu IA! Mas... Decidi deixar para outra pessoa! – Ouvimos os passos de outra pessoa e Jimin olhou em volta.

– Jungkook... Não é aquele policial? – Olhei naquela direção.

Era o policial que eu salvei um dia, depois daquela enorme missão de prender Xiumin. O que ele faz aqui?

–Então, eu estava certo o tempo todo! Você É um assassino e S/n é uma traidora!! – Bufei.

– Você que tirou Xiumin de lá, né? – Ele riu concordando.

– Depois que ele admitiu que VOCÊ era o assassino mais procurado do mundo, resolvi tira-lo de lá... E para tirar Lay do jogo, mandei incendiar a delegacia! – Pensei.

– Poderia simplesmente ter me perseguido, mas nãão. Escolheu deixar mortos e sem pessoas para me seguir! Sabe quanto tempo faz que eu não apareço em UMA reportagem? – Ele bateu na própria cabeça.

– Você é um ridículo mesmo! Como S/n escolheu você? – Dei de ombros. – Bom, vamos acabar com isso? – Ele puxa a arma da calça.

– Jimin... – Ele concorda e olha para o comparsa do ex-policial.

Xiumin sorriu e saiu correndo como nunca, Jimin... Pode ser baixo, mas era rápido e conseguiria pegar Xiumin na curva. Suspirei, era apenas eu e o velho.

– Seria bom se não destruisse o carro do meu irmão, melhor, que não o desmaiasse. – Revira os olhos.

– Ele vai morrer como você, não se preocupe. – Dei de ombros.

– Ok! Vamos acabar por aqui! – Girei a arma sobre minha mão e ele levantou os braços.

– Que injusto! Você pegou uma arma melhor e mais rápida... Quer lutar na mão? – Sorri.

– Parece uma brincadeira, mas pode ser. – Soltamos nossas armas e quando menos percebemos... Cada um estava tentando se derrubar.

~ Quebra do tempo~

Briga. Socos. Chutes. Ossos quebrados... Tudo! Estava tão difícil, esse homem tinha habilidade e eu? Há... Tinha só corpo e velocidade. Estou me cansando disso!

– Que merda!! Chega disso... – Peguei um pedaço de ferro quebrado do carro e quando ele veio até mim, acertei seu rosto.

– Desgraçado! – Gritou bravo e arrancou uma arma da calça. – Vamos ver quem é melhor em acertar! – Arregalei os olhos.

Só vi minha vida passando diante dos meus olhos, o desespero de quem não sabe o que fazer. Eu vou morrer? S/n... Vai ficar tão decepcionada comigo. Eu... Realmente não presto. Senti uma bala na minha perna e gritei de dor, cai no chão e senti um chute no meu estômago e rosto...

Quer morrer?

Tentei me levantar. O velho riu da minha tentativa com sucesso, mas ele atirou no meu braço e socou meu rosto com força... O que estava acontecendo?

QUER MORRER?

Fechei os olhos quando o velho acionou a arma novamente. Me levantei com dor...

– Mesmo se eu me ferir vou continuar lutando. – Ele riu alto.

– Iludido! – Fechei meus olhos outra vez. – Adeus, Killer Bunny.

– Heh... Tempo que não ouvia esse apelido. – Revirou os olhos.

– Será sua última vez. – E então... Um tiro disparado.

Point Of View: Autora

Por tantos momentos de desespero e tristeza... Esse foi o último para Jeon Jungkook. Não, ele não morreu haha.

Está com medo, jovem? Abra seus olhos e veja onde está.

Nem uma dor ou visão turva... A bala não o atingiu? Ele errou? Não, mas como sempre... As pessoas se metem na sua vida e atrapalham até sua morte.

Me desculpa, Jungkook.

"O que?" – Estava se passando na cabeça de Jungkook.

Parece que todos estavam certos...

"Não pode." – Queria abrir seus olhos e ter certeza que esse som de algo pingando... Seja água vazando.

Você atrai os problemas.

Finalmente seus olhos foram abertos e são arregalados, sentiu o vazio o consumir. Seus olhosperderam o brilho!

– Não. O que você fez? – Sentiu as lágrimas invadirem seus olhos.

– Jungkook. – O maior cai para trás.

– Iiih! Eu errei... Agora não erro mais. – Apontou a arma para a cabeça de Jungkook, mas antes que pudesse puxar o gatilho... Sua mão foi atingida por algo. – Que merda, Park!

– Cala a boca. – Jimin diz e corre até eles. – Ai, não.

– Jungkook... – Jungkook começou a chorar com seu precioso irmão nos braços.

– Você não deveria ter feito isso, Junghyun! Não podia... Era para estar desmaiado! – Junghyun riu fraco.

– Papai me mataria se você morresse... – Deixou cair algumas lagrimas e por fim... – Jungkook?

–...?– Soluçou.

– Acabe com ele. – Sorriu e sua pele esfria... E empalidece.

– Droga! Droga! – Jimin pega o corpo no colo. – Leva ele daqui... Vou resolver.

– Mas... – Jimin.

– Vai. – E ele foi. Jungkook estava ferido e machucado: Fisicamente e emocionalmente, mas iria lutar. – Quando eu disse que isso iria acabar aqui, É PORQUE REALMENTE VAI ACABAR AQUI! – O velho riu.

– Pode vir. – Quem vai ganhar? Que vingança seria se não ganhasse? Não sei, mas quem sabe o destino, sim? Talvez... O protagonista sempre vence e isso é fato, mas PODE ser diferente... Ou talvez não.

Mate-o e poderá ter felicida


Notas Finais


Desculpem a demora ;~; estou sem NET e usando o wifi de n sei quem para postar kkkkk amo vocês e espero q tenham gostado o.u


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