História A culpa é do soju - Capítulo 1


Escrita por: e redstrawz

Postado
Categorias EXO
Personagens Chanyeol, Chen
Tags Brotheragem, Chanyeol, Chen, Exo, Exozone, Jongdae
Visualizações 197
Palavras 3.681
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Lemon, LGBT, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi anjinhos, como vocês estão? Espero que bem.

Então, meses atrás fizemos a proposta de escrever um couple ou gênero que não lemos ou não somos acostumados, e no final das contas, acabei caindo com chanchen.

E pior que foi super divertido escrever tudo isso? E saí gostando do shipp, vivendo e aprendendo não é?

Parando de enrolar, até mais e boa leitura! <3

Capítulo 1 - Capítulo Único


Quando nós temos 10 anos, ansiamos para que cheguemos logo nós 15. Pensamos tanto, uau, com aquela idade poderei ter mais responsabilidades, estarei mais bonito, com uma namorada talvez, no Ensino Médio. Ah, tantas coisas. 

Quando chegamos aos 15, estamos querendo voltar tudo do início. Quem sabe voltar lá no prézinho e fazer diferente. Talvez para a barriga da mãe? Ou para um mero espermatozóide. Paramos para pensar o quão ridículo fomos aos 10 anos, imaginando que seria tudo 5 estrelas, com as expectativas de vida lá em cima, mas não é isso tudo.

E finalmente aos 18, tantas responsabilidades, um futuro emprego, faculdade, a pressão familiar ainda mais potente, pessoa irritantes, o universo inteiro gritando no seu ouvido. 

Bem, esses estereótipos estavam fora de cogitação para dois idiotas que nem Park Chanyeol e Kim Jongdae.

Ambos eram bem ambiciosos, muito sonhadores. Durante o tempo livre, pegavam a última folha do caderno de matemática e riscavam dezenas de listas do que fazer, quando completassem dezoito anos.

Os caras mais velhos que estavam fazendo mestrado no Ensino Médio, diziam que a melhor coisa do mundo era depois de uma dia estressante, encher a cara e se divertir fazendo besteira. E claro, que as simples palavras ecoaram na cabecinha de melão dos dois, plantando a sementinha do mal.

Então, o primeiro item da lista era beber até cair, quem sabe em um barzinho, numa festinha, baladinhas. Ah, maioridade é um sonho de consumo.

Jongdae já havia completado a tão almejada idade meses antes, mas como o código dos bros, teria de esperar seu amigo igualar a sua idade.

Bem, eram só dois meses, claro que seria homem o suficiente a resistir àquela tentação de beber. Baekhyun que o diga.

Numa dessas festinhas do último ano, o resto da galera morta que sobrava jogada pela casa do anfitrião, que já estava mais pra lá do que para cá, insistiam em brincar de verdade ou desafio, uma simples desculpa para continuar se empanturrando de bebidas e fazer mais algumas besteiras.

 O metido a adulto, Byun Baekhyun fazia questão de jogar na cara dos meninos mais novos que estava enchendo a cara, assim como o restante da gangue, lambendo os beiços com o gostinho do álcool tilintando no estômago.

Claro que Chanyeol e Jongdae se mordiam de raiva, ficavam putos da vida, mas nada os faria quebrar a promessa.

Quando quebravam uma promessa entre si, significava rompimento do contrato. Haviam consequências brancas, micos, prendas, pagar o rolê, coisas básicas. 

Amarelas: ai o bicho pega, provavelmente seria algo mais íntimo, JongIn recebeu uma no ano passado, teve que se declarar todo breguinha para Oh Sehun, a paixão secreta há quase dois milênios. 

Vermelhas: sinal de perigo, corre que lá vem bomba, literalmente, pegadinhas com a escola inteira, muito planejamento, muita calma e muita fé em sei lá quem para não ser expulso. 

E por fim, a preta, está fora do código dos brothers, sem questionamento.

[...]

Faltando poucos dias para o aniversário de Chanyeol, pintou uma festa do terceiro ano, bem, como já estavam bem no finalzinho do ano, era óbvio que iram começar a surgir essas festinhas, estavam prontíssimos para soltar um palavrão para a escola e viver a vida bem longe dela - mal sabendo que logo após vem a faculdade, um emprego, novas responsabilidades e afins - , então, faziam festanças para comemorar.

Sociáveis do jeitinho que eram, o convite não demorou muito para surgir, a ótima lábia de Jongdae mesclada com o sorriso galanteador de Chanyeol, já estavam dentro da festa.

O resto dos Bros também estavam convidados, os outros 6 marmanjos nem perderam tempo pensando no convite, mesmo em aula, já estavam mirabolando o que iriam levar e quem eram as pessoas que seriam o alvo de beijocas.

E para a sorte dos dois, a festa seria em um dos barzinhos perto de casa de Jongdae. Religiosamente, todo sábado aquele lugar explodia de gente, música alta, gente bonita e eles podiam jurar que sentiam o cheiro do álcool de longe.

Mas infelizmente, como não tinham idade o suficiente para frequentar, ficavam debruçados na janela do quarto de Jongdae ouvindo a batida e se empanturrando de refrigerante, fingindo estar ali no meio.

Como dois idiotas que eram, fingiam estar bêbados sem nem ao menos saberem como é a sensação. Mas, a Dona Kim odiava o barulho que a festas daquele local fazia, mais a barulhada dos garotos, jogava-lhes uma ameaça e rapidinhos ambos aquietaram sentados para jogar videogame como duas crianças obedientes.

[...]

 Jongdae como um aluno exemplar, adiantou todas a tarefas que teria que fazer durante o fim de semana, lavou todos os banheiros da casa e ainda tratou a mãe com tanto carinho e respeito, que olha, merecia um prêmio. Tudo isso para amaciar a carne e fazer com que sua mãe não tivesse como dizer um bendito ‘não’ para o rostinho exemplar do único filho.

E bem, funcionou, a Senhora Kim não tinha muita resistência com o filho, mesmo com os mimos exagerados, já estava na maioridade, então ele que respondesse sobre seus atos, poderia fazer o que quiser, desde que não aparecesse com algum membro quebrado ou uma criança.

Já Chanyeol, teve uma certa dificuldade em persuadir a sua chefe. Como o grandalhão ainda era meio bobão, a mama Park teve que pensar muito, estava certa que já havia deixado o filho ir a outras festinhas, mas agora via que essa seria um passo muito grande, já que como o Park mesmo não parava de dizer: ele iria beber pela primeira vez.

Isso com certeza é um passo muito grande para um garoto como Chanyeol, e para ela mesmo, estava difícil aceitar que seu bebezinho chupa dedo, iria provar daquele mundo.

Como o coração preocupado, cedeu ao pedido do filho.

O garoto estava soltando fogos de artifício internos, estava gritando, festejando, e todos os mundos possíveis. Por fora estava mantendo a postura, deu um abração na mãe e vários beijinhos no rosto, mas foi só desaparecer do campo de visão da mulher por alguns segundos que 

começou a fazer sua dança da vitória com maestria.

Ligou para Jongdae mais tarde contando sua vitória, estavam prontíssimos para iniciar a missão tão almejada.

[...] 

As festas que iam tinham sempre um clima meio adolescente demais, haviam pessoas bem mais novas e menos diversão. Álcool era permitido, mas com moderação já que 99,9% das pessoas ali eram adolescentes despreocupados.

Mas só de sentirem a vibe do lado de fora, muitas pessoas fumando, suadas e com aquele cheiro característico de álcool que tanto sonhavam, o coração acelerou e eles tiveram a certeza que aquele momento era só deles.

Os dois garotos sem nem entrar na festa, estavam com sorrisos de ponta a ponta, pareciam duas crianças que acabaram de ganhar doce. O que não era completamente uma mentira, o prazer de estarem ali era o melhor doce que uma criança do tamanho deles poderia ter.

Ao entrarem, o cheiro estava ainda mais forte, a batida estava estalando em seus ouvidos, quase que explodindo o restante dos neurônios. Não havia espaço suficiente para andar, tinham que se esgueirar para cima das pessoas.

Chanyeol e Jongdae ao chegarem no meio da festa, balançavam ao som de uma música que aparentemente não havia nenhum tipo de letra, mas parecia tão envolvente que sentiam o corpo anestesiar ao se moverem sem corografia.

Todos os corpos se movimentavam sem um roteiro, estavam todos curtindo a música, os corpos suados e toda a vibe que o lugar transmitia.

JongIn e Sehun, que vinha de mãos dadas com o moreno, passou pelos amigos e deu uma piscadinha marota, cheinha de duplo ou triplo sentido. 

JongDae, como um afobado de carteirinha, desde o momento que havia chegado na festa, já havia reparado no grande balcão ao fundo do salão, o álcool estava tilintando em seus olhos, quase como duas estrelas no céu.

Pegou o mais forte que pode na mão do grandalhão que antes estava completamente absorvido pela batida insistente e o arrastou para o tão famigerado lugar em segundos.

— Você está preparado para isso? —  Jongdae indagou o mais novo com o sorriso mais sacana do mundo.

— Eu nasci pronto, meu chapa. — o grandão sorriu como uma criança. 

A adrenalina estava fervilhando junto com um bando de hormônios excitados com o desejo não mais inalcançável. 

O mais velho se escorou na confusão do bar estalando os dedos para o bartender responsável por ali.

Sentia-se quase um grande chefe pronto para a ação. 

— Primeira vez aqui, rapazes? — um dos garçons de sorriso galanteador também se escorou perigosamente a frente do garoto.

— Claro. O que tem para nós? — arriscou ainda mais na aproximação muito bem sucedida.

Chen, como gostava de ser chamado em festas, era perigoso, apesar de um menino bobão, sempre brincando com os amigos e mal ligando para a vida, poderia ser chamado de um grande arrasador de corações.

Ele era justamente aquele menino que as meninas babavam e poderiam brigar, só para conseguir uma mísera lasquinha de um sorriso bonito. Mas, como nem tudo são flores, infelizmente ele jogava para o outro time, para a felicidade de muitos meninos por aí.

— Vamos começar devagar, meninos. Não quero embebedar ninguém logo na sua primeira bebida, não é? — virou-se já mexendo em alguns utensílios e bebidas. 

Chen e Chanyeol estavam babando só de observar a maestria que o homem se movia e lidava com as garrafas e copos.

— É um dos drinks mais fracos do cardápio. —  homem após segundos virou com dois pequenos copos com um líquido azul. — Boa sorte, garotos. —  piscou diretamente para chen, indo atender outras pessoas que também estavam ali.

Jongdae pegou um copo e Chanyeol o outro. Era palpável a excitação daquele primeiro momento.

— Nós podemos? — o garoto mais novo estava com o copo a centímetros da boca.

— Claro. 

A bebida gelada desceu pela garganta de ambos. Rasgando em fervor, o líquido era forte o suficiente para fazerem uma careta engraçada e saborearem o gosto tão diferente.

—  Nossa, isso é incrível. — Chen comentou perdido, olhando para o fundo do copo imaginando outras doses como aquela.

Era pouco que tinham ingerido, mas o suficiente para fazerem os corpos reagirem a pouca quantidade álcool.

As repetidas doses de outras bebidas, a maior quantidade, o suor escorrendo, a batida ficando cada vez mais envolvente, rapidamente estavam perdendo o controle de seus corpos.

Não sabiam certamente o quanto estavam se movendo. As pessoas grudadas, o calor, as pessoas, a bebida, tudo isso estava causando um colapso na mente de ambos garotos antes, tão inocentes.

[...]

A festa já se aproximava do fim quando os amigos ainda sentiam o álcool muito presentes em seu sangue.

Apesar de sentirem que deveriam aproveitar cada segundo daquele momento, seus amigos que ainda tinham a consciência no lugar discordavam. Com muito esforço, conseguiram tirar os dois garotos do meio da aglomeração de pessoas, prontos para os mandar para casa.

Ambos estavam afirmando com veemência demais para duas pessoas embriagadas que estavam sóbrias, mal conseguiam ficar de pé sem se escorar um no outro.

Mesmo com a dificuldade de se manterem de pé, seguiram rua abaixo até a casa de Jongdae sob a vigilância de JongIn que aparentava estar com a cabeça no lugar.

Descendo a rua, Jongdae cuspia a cada passo, Chanyeol mal sabia diferenciar um pé do outro, cantavam como se não fossem quase quatro horas da manhã e que a qualquer minuto alguém poderia aparecer e ligar para a polícia.

Chegando a porta do amigo mais velho, enquanto o outro lutava contra si mesmo para achar as chaves que estavam no bolso, Chanyeol observava o amigo.

— Você parece tão bonito na luz da lua, chennie. —  sorriu muito abobalhado.

Chen olhou o amigo rapidamente antes de achar a chave, o rubor que seu rosto já continha só intensificou.

— Para, C-Channie. — com muita dificuldade encaixou a chave e abriu a porta.

Chanyeol que antes estava encostado no batente exterior da porta, assim que ela foi aberta, escorregou para o lado de dentro, quase deixando com que seu corpo fosse ao chão. 

Ligeiro como Chen poderia ser, segurou a mão do garoto o mais forte que pode, cravando os dois olhos no rosto rubro do amigo.

— Chany, eu preciso te beijar. — Jongdae puxou o corpo do amigo para que ele pudesse ficar de pé a sua frente.

O ruivo não muito seguro de seus pensamentos, colou os corpos com agilidade, sabiamente colocando as mãos nos quadris alheios e juntando as bocas em um beijo.

Não muito experientes, nas primeiras tentativas de tentarem um beijo, os dentes se colidiram diversas vezes e as línguas pareciam desesperadas para tomarem o conforto uma da outra.

A afobação naquele meio era muito palpável, as mãos nervosas que passeavam pelos corpos e a respiração fora do normal.

— A sua boca é tão gostosa, eu preciso de mais. — Chanyeol confessou prensando o loiro contra a parede.

— Nós podemos fazer tudo o que você quiser hoje. — lambeu os lábios. — Vai me deixar finalmente chupar o seu pau, Channie? — com um pouco de esforço lambeu o lóbulo da orelha do mais alto, fazendo-o tremer.

Os olhos que transbordavam luxúria estavam pegando fogo, a tentação de fazer algo a mais sobre o doce gosto do álcool fazia com que seus corações não soubessem se proteger da maléfica tentação. 

Com as mãos cruzadas, subiram as escadas tropeçando todos os degraus e com as mãos livres, passeando sem pudor sobre as parte íntimas alheias.

Sem enxergar muita coisa devido a escuridão do corredor. Os amigos foram cambaleando até a porta do quarto de Jongdae, sem antes tatear todo o caminho e derrubar pelo menos uma planta.

Ainda aos amassos, com muita dificuldade localizaram a maçaneta do quarto.

Os suspiros se mesclavam com a brisa da noite da gelada. O suor que já estava começando a aparecer já começava a pinicar as roupas coladas.

Poucos minutos depois ainda nessa mesma afobação, as roupas já estavam jogadas pelo quarto e nada cobria os corpos nus.

O fervor que o álcool trazia, explicava o porquê do quarto já começando a suar junto e a falta de pudor entre os dois.

Seguindo a intuição de suas mentes, os dois garotos ansiosos aguardavam para o momento em que aquele tesão ardente pudesse ser finalmente saciado.

Jongdae como um bom garoto, deitou o amigo com certa força sobre a cama, explorando cada detalhe do corpo quase definido.

Os seus lábios ainda famintos após saborear todos os gostos do corpo de Chanyeol, brincava com os mamilos eretos e com a mão apalpava com certa força a área mais para baixo.

Sem esquecer as clavículas fortes do outro, mordeu com força, deixando claro as marcas dos dentes e uma mistura de verde e roxo que surgiram rapidamente. 

— Chennie, você está fazendo demais, d-direto… — gemeu alto demais ao sentir o amigo masturbar o seu pau. — Vamos fazer isso, por favor, vamos fazer isso

Chen ainda meio fora de si, entendeu as palavras do amigo e se posicionou entre as pernas do outro.

Pode sentir uma sensação inexplicável passear por todas as suas veias ao ver Chanyeol tão entregue assim daquela forma.

Com um sorriso travesso demais nos lábios, cuspiu em sua mão, não sendo o suficiente para melecar o membro, enfiou seu pau na entrada do outro sem só. 

Chanyeol arfou com a dor, a entrada fervia dolorosamente, mas de uma forma tão gostosa que precisava de mais.

Chen sem nem se importar com a opinião do parceiro, após se satisfazer com a sensação divina que seu corpo havia se acostumado, começou a estocar o outro.

— Mais rápido, m-m-mais… — Chanyeol gemia entre as palavras, procurando um nexo que fizesse sentido em sua cabeça.

O ativo, ainda perdido dentre as sensação proporcionadas, gemeu alto em uma de suas estocadas fortes quando pode sentir a próstata do outro.

Além do efeito da bebida, o Park estava vendo estrelas. Mal conseguia manter seus olhos abertos de puro prazer.

Não demorando muito para que chegassem a um ápice, o ruivo gozou o nome de Jongdae como nenhuma outra foda ou punheta em sua vida. 

Um misto de prazer, satisfações e embriaguez, Chanyeol arfava sobe a cama com o colo melado e o coração acelerado.

Chen que ainda se mantia ativo, respirava com dificuldade. O som da música alta ainda perturbava seus pensamentos, assim como a imagem de seu melhor amigo em uma pós-foda.

— Não pense que vou te deixar assim, Chennie. — Chanyeol ainda com a respiração descompassada, ergueu o corpo bem próximo ao de Jongdae, roçando os lábios castigados por beijos anteriores.

Estava na sua vez de fazer o trabalho sujo. Com toda a maestria formada por pornôs durante toda a sua vida, beijou os lábios de Jongdae, marcando-lhe um território quando terminou de estourar a pelezinha de sua boca que estava prestes a sangrar.

Descendo para a área da clavícula, teve a liberdade de marcar um chupão na região tão tentadora.

Passeando pelo tronco, mordiscou os mamilos enquanto passava as unhas relativamente afiadas nas costas do outro até chegar ao seu destino.

Jongdae foi virado com brusquidão na cama. As palmas gigantes de Chanyeol torturavam a área sem piedade com palmadas fortes.

O loiro completamente fora de si, gemia tão roucamente enquanto segurava o lençol numa tentativa de distribuir seu prazer.

Chanyeol ainda aproveitando a situação, separou as nádegas, ponde-lhe a língua para funcionar de outra forma.

Ele agia como se houvesse alguma experiência válida, mas para um novato, Jongdae achava que tudo aquilo estava sendo bom demais.

Chen envolto do prazer, mal conseguia se manter quieto, queria se mexer e tentar outras posições, mas a sua cabeça não conseguia processar tamanha informação. 

Virando novamente o corpo do mais velho para si, percebia que seu pau estava tão úmido como antes, melecado de gozo.

Aquela figurinha era algo tão precioso que precisava tê-la registrada em seu álbum para sempre.

Chanyeol ainda com a mente fervilhando, engatou-lhe a boca para acomodar o membro alheio.

Chen gemeu tão alto que pode sentir seus vizinhos reclamando no dia seguinte. 

Mas Chanyeol para uma criança alta demais, fazia aquilo bem demais. Lambia a glande com experiência. Percorria todo o comprimento com a língua, degustando o sabor salgado da porra que ainda escorria.

Com os olhos apertados, e as mãos quase roxas de tanto apertá-las, Chen gozou com vontade quase gritando o nome de Chanyeol.

Ambos corpos exaustos,Chanyeol caiu ao seu lado também respirando com dificuldade após presenciar uma das melhores cenas e sua vida.

O cheiro forte de sexo estava presente no quarto, mergulhado em ações e reações que seriam o eterno segredo de dois melhores amigos embriagados. 

Sem pensar muito, ambos adormeceram, agarrados um no outro.

[...]

Pela manhã, o sol começava a invadir o quarto, no andar de baixo, sons de panelas batendo, pessoas falando. A família de Chen estava em casa.

Na janela do lado de fora, os pássaros estavam mais irritantes que o normal e os raios solares fortes demais.

Aquelas mínimas coisas nunca foram um desagrado, mas para aquele momento de ressaca, estava sendo o pior de todos, e olha que era só a primeira vez.

Assim que um pássaro cantou bem na janela do quarto, Jongdae pode sentir um de seus neurônios explodir dentro de sua cabeça, assim como vários outros, quase que como um colapso.

Abriu os olhos devagar, recebendo a luz que odiaria ter em seus olhos gradativamente.

Se acostumando com a claridade aos poucos, esfregou os pés, bocejou, e olhou para a cabeceira e consequentemente para o chão cheio de roupas.

Demorou alguns segundos para que os mesmos neurônios que estavam explodindo voltassem a funcionar. 

De quem eram aquelas roupas?

Quase que como impulso, levantando rapidamente da cama, notando como estava melado e pelado.

Ainda sem entender, focou seus dois olhos no grandão que também estava nu na mesma cama que si e também melado.

Levando alguns segundos para assimilar, sentiu uma ardência nas nádegas e um calor estranho surgindo aos poucos ao olhar a face serena do amigo.

Rápidos flashbacks da noite anterior começavam a pipocar em sua mente, nada parecia ter um contexto lógico, então entrou em pânico.

— CHANYEOL CARALHO. — gritou para que o outro acordasse. — DESGRAÇADO, FILHO DA MÃE, ACORDA PORRA.

Se revirando na cama e embolado no lençol, abriu os olhos gradativamente, sentindo a luz incomodar sua visão. 

— Me acorda depois, ainda tá cedo.

— Chanyeol, você tem cinco segundos para abrir os olhos, olhar o seu estado, vestir sua roupa e me dar uma explicação do que diachos aconteceu aqui.

— Que mané explicação, deita e dorme, palhaço. — o garoto ainda deitado se virou na cama.

Jongdae respirou fundo, um, dois, três, nada de ter uma calma interior. Sua mente estava explodindo e o seu corpo começando a sentir os efeitos da noite passada.

— Yeol, nós transamos? — Jongdae perguntou analisando a situação e retomando a calma.

— Acho que sim, minha bunda tá dolorida e eu tenho certeza que esse gosto de merda na minha boca é o seu hálito.

— Como pode lidar com isso tão tranquilamente? — ainda olhando para o chão, buscou mais vestígios, porém nada.

— Vai me dizer que nunca sentiu uma vontadezinha de transar? Ainda mais comigo, um homão desses? — de olhos fechados, o grandão dizia de forma calma, sentindo o sol bater contra as bochechas salientes.

— Tá me dizendo que você já teve a vontade de foder comigo e está satisfeito com toda essa situação, mesmo estando todo dolorido?

— Parece que a bebida não atingiu seu cérebro. — sorriu — Claro que estou. Apesar de não lembrar de muita coisa, essa sensação fudida na minha bunda e teu chupão no meu pescoço não foram atoa.

— Puta que pariu, Park Chanyeol. — bufou tentando se conformar com a situação apresentada. — Continuamos amigos?

— Tudo que você quiser, meu consagrado — sorriu finalmente abrindo os olhos.


Notas Finais


É isto, consagradxs, beijem, transem, tudo que puderem na brotheragem, mas não se esqueçam de usar proteção!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Espero que tenham gostado, nenezis, até uma próxima! <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...