História A culpa foi dele (sope) - Capítulo 8


Escrita por: e son_de_taekook

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Hoseok, J-hope, Sope, Yoongi, Yoonseok
Visualizações 108
Palavras 1.668
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oieee meus amores, bom... eu juro pra vocês que tô tentando acabar com o drama na fic, mas tá meio difícil viu? Rs

Boa leitura♡

Capítulo 8 - Isso é amor?


Fanfic / Fanfiction A culpa foi dele (sope) - Capítulo 8 - Isso é amor?

HOSEOK P.O.V

Acordei em meio a madrugada, a janela do meu quarto estava embalada, e podia ver vários pingos de água se chocando contra o vidro.

Sentei-me na cama e liguei a tela do celular, na mesma havia uma mensagem indicando que haviam várias ligações perdidas, vinda do número de Suga.

Alguma coisa estava acontecendo, ele jamais me ligaria tantas vezes se estivesse tudo bem, tentei retornar às ligações do mais velho, porém a chuva interferia no sinal.

— Aish — Praguejei pela chuva ter de cair justo agora.

ALGUNS DIAS DEPOIS

As horas dos dias pareciam ter se multiplicado, parecia que a cada dia que passava, o tempo passava mais devagar. Ficar longe de Yoongi já havia se tornado uma tortura, da última vez que falei com o mesmo ele disse que estava bem, disse que as coisas com sua mãe íam melhores do que nunca, o que me deixava feliz, já que Yoongi sempre ódio a mãe, mas podia sentir que algo na não estava certo, no fim de todas as ligações que fiz com suga ele pediu inúmeras vezes que tomasse cuidado, era como se soubesse que seu pai estava a me fazer ameaças.

Yoongi estava cada vez mais preocupado, então decidir não falar sobre as ameças que havia sofrido de seu pai, isso o deixaria mais nervoso. Perguntei inúmeras vezes o motivo de tanta preocupação, mas o mesmo disse que era melhor contar pessoalmente. Também perguntei como foi para Yoongi ter aceitado sua mãe, e ter deixado suas mágoas de lado. Porém ele vinha com a mesma desculpa

"Hope, é melhor deixamos para ter essa conversa quando tivermos juntos, quero contar pessoalmente!"

Estava com problemas na escola, minhas notas haviam caído, minha família não entendia o porquê. Essa distância estava me fazendo muito mal. O que me distraía inúmeras vezes era meus amigos, sempre me chamando para fazer algo divertido. Mas ultimamente nem isso me animava mais…Porém eu tive uma idéia, uma idéia arriscada, mas tenho certeza de que se desse tudo certo, eu ficaria bem de novo.

YOONGI P.O.V

Passei horas esperando Hope responder, mas não recebi nenhuma resposta. Talvez assim fosse até melhor, pois nesse tempo eu mudei ideia. Só iria contar o que aconteceu para Hope quando estivéssemos cara a cara. Quando o mesmo respondeu, eu disse que apenas estava preocupado, mas ele insiste em querer saber o motivo pelo qual eu estou preocupado.

Alguns dias se passaram, e minha relação com minha mãe melhorava aos poucos. Meus avós perceberam isso, e começaram a me questionar, fazendo perguntas do tipo "o que aconteceu para você ter mudado radicalmente a forma na qual trata sua mãe?" Me esforçava ao máximo para enxergar apenas o lado bom de minha avó, e de meu avô, tentava não os tratar de forma fria, mas fazia de tudo para ficar longe dos mesmo.

Certa tarde, quando todos estavam sentado no pátio toda a minha linda atuação de quem amava os avós foi por água abaixo. A televisão da sala estava ligada no noticiário, e derrepente passou uma notícia sobre homofobia.

"Os assassinatos contra homossexuais cresce cada vez mais. O número de casos triplicou nos últimos an…."

A notícia foi interrompida quando meus avós falaram.

— Homem nasceu para mulher! E a mulher nasceu para o homem! Esses esquisito tem mais é que morrer mesmo!— Falou a minha avó.

— Isso mesmo! O mundo precisa se ver livre de cada um dessa raça. — Completou meu avó.

— Como vocês podem ser tão baixos? Tão desumanos? Já não bastava mandarem assassinar o seu próprio filho porque ele amava outro homem? Eu até cheguei a acreditar que vocês podiam sentir arrependimento, mas agora eu tenho certeza de que animais não sentem arrependimento. Isso mesmo ANIMAIS! Um ser humano de verdade jamais faria o que vocês fizerem! Eu tenho tanto nojo de vocês, eu nem sei como eu ainda consigo olhar para vocês sem vomitar.— Disse gritando.

— Você nos chamou de que? Como ousa moleque? Tudo o que fizemos foi para o bem dessa família, para não ficarmos mal falados por termos um gay entre nós.— Disse minha avó em um tom de voz mais alto de que o meu.

— Mal falados? Isso compensa? Compensa a morte de um filho — Gritei, já sentindo sentindo as lágrimas encherem meus olhos.

— Como você sabe disso? A sua mãe contou tudo para você não é?— Disse meu avô se levantando da cadeira onde estava indo na direção de minha mãe.— Eu lhe avisei, disse para não contar nada a ninguém.— Gritou.— Como teve coragem de fazer isso conosco?! — Disse levantando sua mão e dando um forte tapa no rosto de minha mãe.

— PARA! NÃO TOCA NELA SEU… ASSASSINO.— As palavras em meio às lágrimas faziam minha garganta doer ainda mais, como se rasgasse a mesma.

— Cretina! O que ganhou com isso? Admita, fez isso para que assim como você, nós também tivéssemos o desprezo de Yoongi — Minha avó disse.

Aos prantos, minha mãe acabou por cair no chão, então aproximei-me dela e a ajudei a levantar, deixando que a mesma se apoiassem em mim.

— Vocês tem sorte! Sorte de eu não ter os denunciado naquela época, era melhor eu ter morrido de fome em alguma rua por aí, do que ter voltado para esse ninho de cobras.

— Sua mal agradecida, saia daqui! Tudo que fizemos, absolutamente tudo, foi porque nós amamos você e o nosso neto, mas não conseguem ver isso não é?

— Vocês me amam? — Ri sarcástico, afinal que tipo de amor é esse? — Então quer dizer que vocês continuariam a me amar, mesmo depois de saber que sou gay? Mesmo depois de saberem disso continuariam a me amar, ou mandariam me matar, assim como fizeram com seu filho?

— Do que está falando? — Meu avô disse andando para trás, provavelmente já sentindo uma forte falta de ar.

— É isso que ouviu, eu sou gay! — Gritei, para que todos ouvissem .

— Não pode ser verdade Yoongi! NÃO! — Meu avó voltou para cadeira colocando a mão em seu coração.

— Saíam daqui, sumam de nossas vidas suas aberrações!— Disse minha avó correndo até meu avô que parecia está com fortes dores no peito.

— Vamos Yoongi, vamos embora dessa casa, eles terão o que merecem — Disse minha mãe me puxando pelo braço indo na direção do quarto. — Pegue todas as suas coisas, vamos embora desse lugar no qual eu nunca devia ter voltado.

Imediatamente comecei a colocar em uma mala apenas o que havia trago de Seul, não queria mais nada que viesse daqueles dois.

— Yoongi….Tudo vai se resolver! Tudo isso vai ficar para trás, e toda essa dor se transformará em felicidade.— Disse com a voz emaranhada e secou minhas lágrimas com as mangas da blusa.

— Eu….Espero que fique, eu confio em você…

Após arrumarmos tudo pegamos nossas malas e descemos a escada, durante o caminho até a porta pude ouvir minha avó gritar.

— HARU! LIGUE PARA EMERGÊNCIA! DE PRESSA!

Foi a última coisa que ouvir de minha avó, alguém que até dias atrás era meu ponto de inspiração, mas que agora havia se transformado na pessoa mais desprezível do mundo ao meu ver.

Cruzamos os luxuosos portões da mansão de meus avós e logo adentramos um táxi que passavam pela rua, o caminho até o hotel foi longo, minhas lágrimas de maneira alguma paravam de escorrer pelo meu rosto, meu amor pelo meu avô, e minha avó haviam se transformado em mágoa, mágoa que apertava meu peito, me dando um imenso desconforto.

A noite estava fria, e nada nela colaborava comigo, assim que adentramos o hotel minha mãe alugou dois quartos quartos e logo subimos para os mesmo, cada um em frente para o outro. Nos despedimos com um breve abraço e adentramos as suítes.

Estando sozinho não pensei em nada, apenas me joguei no chão e deixei que minha mente ficasse bagunçada, mil e uma coisas passavam por minha cabeça naquele momento, mas a dor que sentia em meu peito falava mais alto.

Eles realmente teriam coragem de fazer algo do tipo comigo? A verdade é que de alguns dias para cá, mais nada que viesse de meus avós poderia me surpreender.

Era como descobrir que seu herói favorito na verdade era o vilão da história, a idéia de família perfeita, de avós acolhedores já não se encaixava mais em minha mente, tudo havia sido destruído, e dá pior maneira, as brutas palavras de meus avós ecoavam em meus ouvidos, e foi assim, em meio às lágrimas e jogado no chão que eu passei a madrugada. Não sabia o que mais me abalava naquele momento, mas o sono mais um vez me salvou de algo terrível, minha mente e pensamentos.

Acabei por adormecer no chão e só acordei ao ouvir fortes baques na porta.

— Querido, acorde — Ouvi a voz fraca de minha mãe dizer no outro lado da porta.

Meus olhos estava inchado e minha garganta ardia como se tivesse tomado um litro de molho picante.

— Se arrume e desça para tomar café — Disse e percebi que a mesma se afastou da porta.

Fiz o que minha mãe ordenou, tomei um breve banho e desci para o café, como se conseguisse comer algo naquele momento.

— Liguei para seu pai, ele irá te esperar em Seul em algumas horas, se apresse você viaja para lá no próximo trem — Minha mãe disse, então percebi que estava sem ânimo até mesmo para dizer um simples "ok" apenas assenti com a cabeça e bebi o suco que haviam me servido.

— Suas coisas já estão no saguão, vou levar você até a estação e depois irei resolver as coisas por aqui.

— Está bem — Disse desanimado.

(…)

Após o café segui até o saguão com minha mãe, onde peguei minhas coisas e logo entrei no táxi, ao chegar na estação de trem sem demoras entrei e me acomodei no mesmo, sem muita cerimônia para me despedir, o trem logo partiu então me dei conta de que teria de avisar a Hoseok que estava voltando.

Peguei meu celular e mandei uma mensagem ao mesmo.

"Chego em Seul no próximo trem"


Notas Finais


Eae? Oque acharam?
Eu prometo vcs que logo logo a era dramática da fic vai acabar, preto de dedinho.

Nos digam oque acharam, até o próximo cap rsrs


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