História A-D-I (jikook) - Capítulo 8


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bottom!jungkook, Bts, Jikook, Jimin, Jk Professor, Jungkook, Jungkookbottom!, Kookmin, Namjin, Yoonseok
Visualizações 130
Palavras 2.698
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olá meus anjos, como estão?

juro que não era a minha intenção demorar todo esse tempinho :(( perdão. Espero que gostem, e continuem gostando hein?
agradeço pelos comentários e por todos os favsss, vocês são uns anjinhos.

boa leitura ♥

Capítulo 8 - Capítulo sete


No sábado de manhã, Pudim me acordou de repente, com seus latidos enlouquecidos, enquanto pulava sobre a porta como se existisse um bife guardado atrás dela.

— O que foi? Quem é? — perguntei, ainda meio adormecido. Quando olhei para o relógio, vi que ainda eram sete da manhã. — Pudim! É melhor que a casa esteja pegando fogo, ou vai estar encrencado. — Meu cachorro costumava ficar bem satisfeito por dormir espalhado no meio da minha cama, onde conseguia ocupar dois terços do espaço, apesar de pesar apenas oito quilos.

Uma rápida olhada no espelho me mostrou que meu novo creme reparador de cabelos (que custou cinquenta dólares) havia perdido o efeito depois de uma da manhã, que foi a hora em que fui dormir. Por isso, se Pudim realmente estivesse salvando a minha vida e nossa foto realmente acabasse na primeira página do jornal, era melhor fazer alguma coisa com aquele cabelo antes de escapar das chamas.

Coloquei a mão na maçaneta. Estava fria. Abri uma fresta e não havia cheiro de fumaça. Droga! Lá se ia a minha chance de conhecer um bombeiro atraente, que me levantaria nos braços como se eu pesasse menos que uma pluma e me salvaria do fogo. 

Mas acho que era melhor que minha casa não fosse sucumbir a um incêndio.

Pudim desceu as escadas com a rapidez de uma bala, e começou a fazer sua característica Dança das Visitas diante da porta da frente, pulando de um jeito que suas quatro patas saiam do chão. Oh, sim. Aquele era o dia da Batalha de Bull Run, e Yoongi estava chegando. Ao que parecia, ele sentia necessidade de levantar cedo, mas eu precisava de café antes de matar algum Johnny Rebs (apelido dado aos confederados pelos soldados da União). Ou hoje era dia de matar Bluebellies (que era o modo como os confederados chamavam os soldados da União)?

Peguei Pudim no colo e abri a porta.

— Oi, Yoongi — resmunguei, cego pela luz.

Era Park Jimin quem estava na minha varanda.

— Não me machuque — ele disse logo.

O machucado ao redor do olho de Park Jimin estava bem mais claro e agora o roxo havia dado lugar a tons mais discretos de amarelo e marrom. Percebi que os olhos dele eram azuis e que eram daquele tipo um pouco caído para baixo, dos lados, o que o fazia parecer um pouco... triste. Intenso. Sexy. Ele estava usando uma camiseta vermelha e jeans. Pronto, lá vinha de novo aquela pontada irritante de desejo. 

— E então, está aqui para me processar? — perguntei. Pudim latiu no meu colo.

Park Jimin sorriu e a pontada de desejo ficou mais aguda.

— Não. Estou aqui para trocar suas janelas. A propósito, belo pijama.

Olhei para baixo. Droga! Era o pijama do Bob Esponja, um presente de Natal de Namjoon. Tínhamos uma tradição de trocar presentes horrorosos na data... por sinal, eu havia dado a ele uma daquelas cabeças de bonecos com cabelos de grama. Então as palavras dele finalmente me atingiram.

— Me desculpe, mas... você disse que vai trocar as minhas janelas?

— Sim — respondeu, enfiando a cabeça pela porta e dando uma olhada na sala de estar. — Seu pai me contratou no outro dia. Ele não lhe disse?

— Não — respondi. — Quando?

— Quinta-feira — ele falou. — Você havia saído. Bela casa a sua. Foi seu pai que comprou para você?

Fiquei boquiaberto.

— Ei!

— E então, vai dar licença para eu entrar?

Segurei Pudim com um pouco mais de força.

— Não. Escute, sr. Park, não acho realmente que...

— O quê? Não quer um ex-presidiário trabalhando para você?

Fechei rapidamente a boca. 

— Bem, na verdade... eu... — Parecia grosseiro dizer em voz alta. — Não, obrigado. — Forcei um sorriso, sentindo-me tão sincero quanto um candidato à presidência prometendo uma reforma econômica. — Prefiro contratar outra pessoa... ahn, alguém que já tenha trabalhado para mim antes.

— Já fui contratado. Seu pai inclusive me adiantou metade do pagamento. — Ele estreitou os olhos para mim e eu cerrei os dentes.

— Bem, isso é um inconveniente, mas você terá que devolver o dinheiro. — Pudim latiu no meu colo, me apoiando. Bom cachorro.

— Não.

Voltei a ficar boquiaberto.

— Bem, me desculpe, sr. Park, mas não o quero trabalhando aqui. — Me vendo de pijamas, me deixando todo agitado. E talvez até roubando as minhas coisas.

Ele inclinou a cabeça e me encarou.

— Que tocante, sr. Jeon, perceber que não gosta de mim. E irônico também, já que se alguém tem motivo para não gostar de alguém aqui, eu diria que seria eu.

— Você não tem razão alguma, camarada! Não lhe pedi para...

— Mas como sou mais bem educado do que você, vou guardar meu julgamento para mim mesmo e dizer apenas que não aprecio sua propensão para a violência. No entanto, já aceitei o dinheiro do seu pai, e se quiser que essas janelas sejam trocadas antes que congele aqui dentro, preciso encomendá-las em um lugar especializado, no Kansas. E, para ser honesto, preciso trabalhar. Tudo bem? Portanto vamos deixar o ultraje de lado, ignorar o fato de que o vi em seus não mencionáveis...  — Nessa hora ele percorreu meu corpo de cima a baixo com os olhos. — ... e começar a trabalhar. Preciso tirar a medida das janelas. Quer que eu comece pelas de cima ou pelas de baixo?

Nesse momento, o BMW de Natalie parou na garagem, fazendo com que Pudim voltasse a se descontrolar. Eu o segurei contra mim, sentindo seu corpinho tremer, enquanto ele tentava se soltar dos meus braços, seus latidos ecoando dentro do meu cérebro.

— Não consegue controlar a pequena fera? — perguntou Park.

— Fique quieto — resmunguei. — Não você, Pudim, querido. Oi, Natalie. 

— Oi — ela disse, subindo os degraus da frente. Minha irmã parou e lançou um olhar inquisitivo na direção do meu vizinho. — Olá, sou Jeon Natalie, irmã do Guk.

Meu vizinho pegou a mão que ela estendia e um sorriso apreciativo surgiu nos cantos de sua boca, me fazendo gostar ainda menos dele.

— Park Jimin — ele murmurou. — Sou o carpinteiro do Guk.

— Não, ele não é, não — insisti. — O que a traz aqui, Nat?

— Pensei que poderíamos tomar uma xícara de café — ela falou, com um sorriso cintilante. — Estou louca de vontade de ouvir sobre esse cara com quem está saindo. Ainda não tivemos oportunidade de conversar desde a exposição de mamãe.

— Um namorado? — falou Jimin. — Imagino que ele goste de um pouco de violência.

Natalie ergueu levemente as sobrancelhas bem feitas e sorriu, seus olhos examinando o olho roxo dele.

— Vamos, Guk, que tal um café? Jimin, não é? Gostaria de uma xícara?

— Adoraria — ele respondeu, sorrindo para a minha bela e subitamente irritante irmã caçula.

Cinco minutos mais tarde, eu olhava desolado para a cafeteira enquanto minha irmã e Park Jimin se tornavam melhores amigos.

— Então Guk realmente bateu em você? Com um bastão de hóquei? Oh, Guk? — Ela caiu na gargalhada, aquele som rouco e sedutor que os homens adoravam.

— Foi para me defender — falei, pegando algumas xícaras no armário.

— Ele estava bêbado — explicou Jimin. — Bem, na primeira vez, ele estava bêbado. Na segunda vez, com o ancinho, estava apenas avoado.

— Eu não estava avoado — refutei, apoiando a cafeteira sobre a mesa e abrindo a geladeira para pegar o creme, que coloquei sobre a mesa com bastante força. — Nunca fui descrito como avoado.

— Não sei, não, Natalie... — disse Jimin, inclinando a cabeça. — Esse pijama não parece típico de um homem avoado? — Os olhos dele voltaram a examinar de cima a baixo meu pijama do Bob Esponja.

— Acabou, Mexicano. Você está despedido. De novo. Ainda. Tanto faz.

— Oh, vamos lá, Guk — disse Natalie, rindo melodicamente. — Ele tem razão. Espero que Wyatt não o veja usando isso.

— Wyatt adora o Bob Esponja. 

Nat serviu uma xícara de café para Jimin, e não percebeu que eu o fuzilava com os olhos.

— Jimin, você já conheceu o namorado novo do Guk? — ela perguntou.

— Sabe de uma coisa? Ainda não o vi... — ele respondeu, erguendo a sobrancelha na minha direção. Tentei ignorá-lo. Não era fácil. Park Jimin ficava tão... escrotamente... bonito, sentado ali na minha cozinha alegre, com Pudim mastigando seus cadarços, enquanto ele tomava o café em minha xícara de centáureas brancas, uma edição limitada. O sol cintilava em seu cabelo curto, revelando algumas mechas douradas atraentes que se destacavam. O homem parecia cintilar com tanta masculinidade, os ombros muito largos, os músculos fortes, e prestes a consertar coisas na minha casa... Droga! 

— Então, como ele é? — perguntou Natalie. Por um instante, pensei que ela estava falando de Park Jimin.

— Hein? Oh, Wyatt? Bem, ele é muito... bonito.

— Bonito é bom. E como foi seu encontro na noite passada? — ela continuou, enquanto colocava açúcar no café, como se pudesse se tornar ainda mais doce. Nat havia ligado na véspera do falso encontro e eu pude ouvir Jackson falando atrás dela. Por isso, encurtei a conversa dizendo que precisava encontrar Wyatt em Hartford. Oh, a rede de mentiras estava se embaralhando... Os olhos azuis melancólicos de Jimin estavam me encarando. Com uma expressão absolutamente zombeteira.

— O encontro foi ótimo. Muito agradável. Bom mesmo. Nós comemos, bebemos, nos beijamos, esse tipo de coisa.

Tão eloquente, Jeon! Jimin ergueu a sobrancelha mais uma vez.

— Vamos, Guk! — disse a irmã de quem eu não gostava tanto assim naquele momento. — Como ele é? Quero dizer, sei que é um cirurgião pediátrico, e é óbvio que é maravilhoso, mas seja um pouco mais específico.

— Ele é adorável! Sua personalidade é adorável — falei em um tom de voz um pouco alto. — Ele é muito... — outro olhar para Jimin —, cavalheiro. Simpático. Incrivelmente gentil. Ajuda os sem-teto... e, ahn, cuida de... Gatos vira-latas, abandonados. — Uma vozinha interior suspirou, deplorando minha terrível capacidade de mentir.

— Parece perfeito — ela falou, aprovando. — Tem senso de humor?

— Oh, sim — respondi. — É muito engraçado. Mas de um modo gentil, não é debochado. Nem irritante, ou sarcástico, ou rude. É divertido de um jeito delicado, amoroso.

— Então é um caso de opostos que se atraem? — perguntou Jimin.

— Achei que eu havia acabado de demitir você — falei.

Os olhos dele se estreitaram com um sorriso e meus joelhos traiçoeiros ficaram moles como geleia.

— Acho que ele parece ser um homem incrível — comentou Natalie com um lindo sorriso.

— Obrigado — falei, sorrindo também. Por um segundo, me vi tentado a perguntar a ela sobre Jackson, mas com o ex-presidiário fortão na cozinha, achei melhor não fazer isso.

— Você vai à batalha hoje, Guk? — perguntou a minha irmã, tomando um gole de café. Sinceramente, tudo o que ela fazia parecia estar sendo filmado... era graciosa, equilibrada e adorável.

— Batalha? — perguntou Park Jimin.

— Não conte a ele — ordenei. — E, sim, vou.

— Bem, sinto dizer que terei que voltar para New Haven — disse Natalie, aborrecida, deixando a xícara de lado. — Foi um prazer conhecê-lo, Jimin.

— O prazer foi meu — ele respondeu, levantando-se. Ora, ora, ora. O ex-presidiário tinha boas maneiras... ao menos quando Natalie estava por perto.

Caminhei até a porta com ela e abracei-a.

— Está tudo bem com Jackson? — perguntei, tomando o cuidado de manter um tom despreocupado.

Ver o modo como o rosto dela se iluminou era como observar um lindo pôr do sol.

— Oh, Guk... sim.

— Que ótimo — falei, enquanto ajeitava uma mecha de seus cabelos sedosos. — Fico feliz por você, meu bem.

— Obrigada — ela murmurou. — Também estou tão feliz por você. Wyatt parece perfeito! — Natalie me abraçou com mais força. — Nos vemos logo?

— Pode apostar — Eu a abracei de volta, meu coração inchando de amor, e a observei deslizar até seu carrinho elegante e sair da minha garagem. Natalie acenou e desceu a rua. Meu sorriso se apagou. Yoongi percebeu no mesmo instante que Wyatt Dann fora inventado, e até Park Jimin, um perfeito estranho, também parecia ter percebido. Mas Natalie, não. É claro, ela tinha muito interesse em me ver com um cara incrível, não tinha? Se eu estivesse comprometido, isso significava que... bem. Eu sabia o que significava.

Suspirei alto e voltei para a cozinha.

— Então. — Jimin estava recostado na cadeira, com as mãos cruzadas atrás da cabeça. — Seu namorado cuida de gatinhos abandonados.

Eu sorri.

— Sim, é verdade. Há um problema com gatos vira-latas nessa área. Muito triste. Ele os resgata, coloca-os em caixas e arruma lares adotivos para eles. Você gostaria de ter um?

— Um gato vira-lata?

— Ahã. Dizem que seu bicho de estimação deve combinar com sua personalidade.

Ele riu, um som travesso que deixou minhas pernas ainda mais bambas do que antes. 

— Não, obrigado, Jeon.

— Então me diga, sr. Park — falei, de repente. — Quanto dinheiro desviou? E de quem?

Ele cerrou levemente os lábios ao ouvir a pergunta.

— O valor foi de 1,6 milhão de dólares. Do meu estimado patrão.

— Um milhão e... Santo Deus!

Subitamente me dei conta de que meu talão de cheques estava bem ali, sobre a bancada ao lado da geladeira. Eu provavelmente deveria tirá-lo dali, não é? Não que eu tivesse um milhão de dólares ou coisa parecida.

Jimin seguiu meu olhar assustado e ergueu mais uma vez a sobrancelha do lado que não estava machucado.

— Muito tentador — ele falou. — Mas virei essa página. Embora vá ser difícil resistir a isso. — Ele acenou com a cabeça para uma estante com a minha coleção de cachorros de ferro, antigos. Então ele se levantou, e minha cozinha pareceu ficar muito menor. — Posso subir e medir as janelas, Jeon?

Abri a boca para protestar, mas logo voltei a fechá-la. Não valia a pena.

Quanto tempo levaria para trocar as janelas? Uns dois dias?

— Hmmm, está bem. Espere um segundo, deixe-me apenas me certificar de que... hmmm...

— Por que você não vem comigo? Assim, se eu ficar tentado a esvaziar sua caixa de joias, você mesmo pode me deter.

— Eu só queria me certificar de que a cama estava feita — menti. — Por aqui.

Pelos três minutos seguintes, lutei contra sentimentos conflitantes de desejo e irritação, enquanto Park Jimin media as janelas do quarto. Então, ele passou para o quarto de hóspedes e fez a mesma coisa, com movimentos elegantes e eficientes, esticando a fita métrica nas molduras, e anotando coisas em um caderno. Eu me recostei no batente da porta, e fiquei olhando para suas costas (para o traseiro dele, para ser honesto), enquanto Jimin abria a janela e olhava para fora.

— Posso ter que trocar algumas dessas molduras quando trocar as janelas — ele falou. — Mas não terei certeza disso até retirá-las. Essas são bem antigas.

Me forcei a olhar para o rosto dele.

— Está certo. Claro. Não tem problema.

Jimin caminhou na minha direção e eu prendi a respiração. Deus. O homem estava parado a uns dois centímetros de mim. O calor cintilava do corpo dele, e meu próprio corpo parecia oscilar e amolecer em resposta.

Sentia meu coração disparado. A mão dele, ainda segurando a fita métrica, roçou as costas da minha, e de repente precisei respirar pela boca.

— Jeon?

— Sim? — sussurrei de volta. Eu via a veia pulsando em sua garganta.

Imaginei como seria beijar aquele pescoço, ou deslizar meus dedos pelos cabelos curtos, ou...

— Você pode me dar licença? — ele perguntou.

Fechei a boca subitamente.

— Claro! Claro! Estava só... pensando.

Os olhos dele voltaram a se estreitar naquele sorriso de quem sabia demais.

Descemos novamente a escada e, para meu desapontamento, pouco tempo depois, Park Jimin partia.

— Vou fazer o pedido e avisarei a você quando o material chegar — ele disse.

— Ótimo — respondi.

— Tchau. Boa sorte na batalha.

— Obrigado — falei, ruborizando sem nenhuma razão aparente.

— Certifique-se de trancar bem as portas. Ficarei em casa durante o dia todo.

— Muito engraçadinho. Agora vá — eu disse. — Tenho ianques para matar.


Notas Finais


olá anjos, não tenho muita coisa pra falar, apenas panfletar (brincadeirajsjsj)
estava pensando em voltar sábado ou domingo, pensei penseipensei e pq não hoje? Jxjskx cá estpu.
adoro vocês demaaaaais. Estou inchada e prestes a explodir de tanto amor <3333

Jimin de olhinhos azuis gente, perdão não resisti, sempre que olho aquelas fotos dele com o cabelinho loirinho e aquela lente azul eu me apaixono.

vejo vocês na próxima atualização e juro que tentarei deixar dias fixos para as atualizações, tá tudo bem desorganizadinho pela minha pessoa :(
até ♥


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