História A Dama das 7 encruzilhadas - Capítulo 3


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Categorias A Espada Era a Lei, Lendas Urbanas, Mitologia Africana, Mitologia Brasileira
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Candomblé, Entidades, Espiritualidade, Ódio, Pomba Gira, Umbanda, Vingança
Visualizações 748
Palavras 1.019
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Amoras, eu tive um puta bloqueio criativo, esse capitulo não saiu como eu queria, mas espero que vocês gostem. Aaaah e me mandem energias positivas pra sair desse bloqueio.

Quero lembrar também que esta doc é escrita a partir de uma história real contada por uma entidade e quero deixar claro que antes de contar ou alterar e incluir qualquer coisa na historia eu pedi permissão da entidade para fazer. Obrigada pela compreensão

Ps. Eu não vi os erros de português mas assim que possível vou concertar.

Capítulo 3 - Capítulo 3


"TE DEI AMOR, TE DEI CARINHO, TE DEI A ROSA, COLHI ESPINHOS"


Narração Martin.


 Desejo, o desejo se resume ao querer resume-se a vontade de ter ou fazer algo. Helena nunca foi a mulher em que sonhei me casar, aliás, em momento algum eu quis me casar! Aquilo me foi imposto por meu pai —aquele velho.. ele cismou que eu deveria ter uma família.— De acordo com ele eu só vivia em bordéis pecando e esquecendo de honrar o nome de nossa família, para ele não bastava que eu fosse chefe de segurança de nosso Vilarejo, não bastava que eu fosse temido e não bastava que eu fosse um homem de posses e conhecido. Para o meu pai um homem de verdade deveria ser casado ter uma família e dar continuidade a nossa linhagem, ou seja eu deveria eu deveria ser mais um capacho da sociedade.

Quando eu disse SIM para Helena, eu não aceitei me casar por ela ou por amor a ela.. pelo contrário eu me casei por meu pai e por sua felicidade. Mas não era aquilo que eu queria, ao aceitar viver o resto de minha vida com Helena eu fiz TUDO menos aquilo que eu desejava.



Horas após o casamento.




Já estávamos em nossa casa. A minha nova casa... era tudo diferente, a partir daquele momento eu era casado e tinha uma família ou pelo menos quase uma né. — Ah,Dona Moça.. eu era casado mas eu não era capado. Continuava sendo um homem e Helena me despertava desejos e vontades, era nossa noite de núpcias Pelo menos algo de bom Eu tinha que tirar desse relacionamento então que fosse o sexo — Eu já havia desfrutado de várias mulheres, mas nunca de uma pura como Helena! Minha esposa com certeza nunca havia estado com um homem. E é claro que eu não perderia a chance de desfrutar ela na minha primeira oportunidade.






Os olhos de minha esposa brilhavam a olhar cada detalhe de nossa casa, mas eu a interrompi assim que ela correu para a cozinha. Em tom serio eu a disse: 


— Suba e tire toda essa roupa, em poucos instantes estarei lá - seus olhos saltaram de seu rosto, naquele momento eu tive certeza de que ela não estava preparada para ter sua primeira transa... mas isso não era um problema meu, ela era minha mulher e era obrigação dela me servir na cama. 


— Estou subindo - respondeu em tom baixo e trêmulo. 



Esperei alguns momentos na sala de estar, enquanto ela se preparava tomei uma boa dose de água ardente para esquentar o corpo, afrouxei o nó da gravata, e comecei a me despir ali mesmo. Deixei todas as roupas em cima do assento e subi as escadas, quando abri as portas de meu quarto, lá estava minha esposa, com vestes de seda cobrindo um parte de seu corpo, seus cabelos loiros e escorridos cobriam suas costas e eu só pensava em como seria deflorar aquela linda e pura moça. Eu sempre a vi como uma mulher de corpo esbelto, mas não imaginava que fosse tanto assim, seus seios eram fartos, mas suas pernas.... suas pernas eram de deixar qualquer homem louco, definitivamente eu não via a hora de me perder entre elas. 

 

Eu finalmente sai da porta e a fechei. Ai então Helena percebeu que eu estava ali, me olhou com os olhos marejados, ela cobria os seios com os braços para que eu não visse seu decote, seu rosto estava vermelho, aparentava sentir vergonha. Mas vergonha do que ? Eramos casados e era dever dela como esposa se entregar a mim. Caminhei até a ela e a encostei na cama, subi por cima dela, a toquei de todas as formas e ela de inicio parecia gostar.. mas só parecia mesmo. Helena começou a ofegar e não era de prazer, na primeira investida que dei ela disse


— Martin...eu não...To com me.... - não esperei ela terminar, a beijei com toda volúpia. 

E mesmo assim ela começou a se debater em baixo de mim, quando eu parei de beijar ela, mais um vez do contestou 


— Eu acho que não estou pronta.. estou com medo..


MEDO? MEDO. MEDO NAO ERA MOTIVO PARA NÃO TER PRAZER - pensei. 



— Olhe, você é minha mulher isso faz parte da vida de casados..- falei passando meus lábios em seu pescoço. 


— Martin, eu quero parar por favor - disse em tom de desespero. 



Aquele drama de Helena estava me irritando, como uma mulher se casa e não quer ao menos ter uma noite com seu marido?! Helena começou a se debater em baixo do meu corpo, para mim esse foi o ápice, peguei em seus dois braços com força, a coloquei de barriga para baixo abri suas pernas enquanto ela gritava — Por favor. Me deixe sair... Me solte, esta machucando. 

Mas quem disse que eu ligava para a dor dela? Abri suas pernas e a deflorei enquanto ela gritava e chorava de dor.. Tirar a virgindade de uma mulher foi a minha melhor experiência e eu com certeza queria ter mais vezes.


Após o meu ápice de prazer, soltei seus braços e me deitei ao seu lado, minha satisfação nunca havia sido tão grande. Eu nunca havia sentido esse prazer, Helena por sua vez correu para o banheiro e se pôs a chorar.


Já faziam horas que ela estava trancada dentro do banheiro e ela não parava de chorar. Abri a porta em um solavanco, Helena estava sentada no canto, puxei seu braço e a joguei em direção a cama, eu não suportava mais ouvir aquele choro, o que havia sido uma noite de prazer havia virado uma noite estressante. 


— Chega. Agora você é minha mulher e deve me respeitar e entender que sei o que é melhor para você. Pare com esse choro e vá se deitar, amanhã assim que o galo cantar precisaremos estár acordados para irmos a missa. 


Ela secou os olhos e apenas assentiu, mas em seu olhar não se passava mais medo e desespero, seu olhar transmitia uma serenidade que me assustou, mas a ignorei e fui dormir, amanhã seria um dia longo.

 



Notas Finais


Não desistam de mim kkkk amo vocês e obrigada por todos comentários e incentivos.


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