História A Dama e o Vagabundo - Capítulo 3


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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Kakashi Hatake, Kankuro, Karura, Kiba Inuzuka, Kin Tsuchi, Konan, Madara Uchiha, Nagato, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Shino Aburame, Temari
Tags Gaaino
Visualizações 33
Palavras 2.951
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Meus chocolatinhos mil desculpas por ter demorado a postar é porque minhas voltaram essa semana, mal começou e já passaram trabalho. Então se eu demorar muito vocês me desculpa, e sempre vou agradecer por estarem me apoiando MUITÍSSIMO OBRIGADAAAA está bom.
Mas agora vamos ao capítulo minha gente. Tchau e até o próximo.... BEIJOKAS.

Capítulo 3 - Capítulo III


Ino Yamanaka On

- B-Bom D-dia! G-Gostaria d-de f-fazer o s-seu p-pedido? – pergunto com as mãos trêmulas e guaguejando.

- Bom dia! O que você me sugere? – é impressão minha ou eu vi um sorriso no canto de sua boca, desvio de seus lábios e fito os seus lindos olhos que é de uma cor esmeraldina fito-o e me perco nos seus maravilhosos olhos.

- Eu não sei senhor. – mordo os meus lábios, e desvio de seus olhos e fito o chão.

- Mas se fosse você aqui no meu lugar pediria o quê? – penso um pouco. Eu não sabia o que responder para ele mais vou falar o meu favorito.

- Talvez um cappuccino, e uma torta de limão – sussurro, envergonhada e coro um pouco.

- Então vou querer o que você me sugeriu – responde me encarando nos olhos e fico constrangida.

- S-so u-um i-istante q-que e-eu j-ja t-trago. – apresso-me a sair e quando chego na cozinha fecho a porta e coloco a mão no coração.

Meu Deus o que foi aquilo, eu nuca guaguejei em toda a minha vida, esse homem me faz sentir coisas que nem o Sai foi capaz de me fazer sentir.

Me viro para ir avisar o Chouji que é o cozinheiro da lanchonete, e me deparo com a Sakura levo um susto, e meu coração antes que estava descompassado agora eu acho que ele iria literalmente bater vôo.

- Q-u-a-l é o s-e-u p-r-o-b-l-e-m-a? – a Sakura começa a gargalhar bem alto e chama a atenção de todos os cozinheiros e funcionários que passavam ali.

- Você tinha que vê a sua cara – ria ainda da minha cara – estava hilária.

- Há, Há, Há. Rir mesmo porque quem rir por último rir melhor! – exclamo debochadamente da cara dela, que para de rir.

- Você é uma estraga prazeres Ino. Ah, e por falar em prazer que homem é aquele amiga, que gostoso que ele é. – comenta com malícia.

- Mal subiu ao altar e já quer se separar que coisa feia hein dona Sakura!. – Olha com indignação do que falei.

- Bate na madeira por favor, mas olhar não mata e, além do mais eu vi o jeito que vocês trocaram olhares viu senhorita – brinca.

- Que olhar? Você está é com problema nos olhos, vê coisas aonde não tem. Mas você pode ter um pouco de razão o homem parece com um Brad Pitti, mais ele deve ser mais velho que nós duas, e eu ainda namoro o Sai, se esqueceu. – mostro a aliança que o Sai me deu antes de partir.

- Como não esquecer ne Ino? Não deveria usar essa aliança, porque assim vai perder aquele Deus Grego que está bem ali sentado em uma mesa esperando você levar o pedido. – comento fingindo dessinteresse.

- Me engana que eu gosto viu Testuda. Mas deixa eu ir levar o pedido dele eu ainda nem comuniquei o Chouji – arregalo os olhos preocupada, estou batendo papo com a Sakura que nem sei quantos minutos, segundos que estou aqui. Testuda vê o meu desespero e coloca a mão no meu ombro.

- Calma, naquela hora que você levou o susto eu dei o blocozinho para o Chouji e já deve está pronto, agora vai lá e mostra para mim do que você é capaz.

Começo a rir de Sakura para esconder o meu nervosismo – Sakura eu não vou dá em cima dele, nem sei se o mesmo é casado ou tem namorada ou sei lá oque. – minhas mãos já estavam transpirando suor, quando a Testuda falou dele, já que a mesma nem sabia o seu nome, muito menos eu.

- Eu sei, mas que ele ficou encatado com a vossa senhorita, isso eu não duvido. – faz uma reverência brincando. Mais me pergunto será?

- Não sei não, bom mas agora tenho que ir porque o dever me chama. – suspiro essa mocreia da Sakura devia ter atendido aquela mesa. Humph.

- Vai lá não se esqueça de perguntar qual é o nome dele ok, e se der anota o seu número e dê para o mesmo – coloca as mãos em meus ombros me encarando e com um olhar de esperança que eu saía com ele.

Vou pegar a comida do cliente ruivo que está sentado na mesa 7, me direciono até ele mesmo e começo a me tremer mais ainda, minhas pernas pareciam que vai desfalecer a qualquer momento. Chegando na mesa entrego o cappuccino para o ruivo que estava me analisando, e quando  vejo que minhas mãos ficaram mais trêmulas e minhas pernas bambas, seguro a xícara com as duas mãos, que é para ter certeza de que eu não vou derramar, me pegando desprevenida ele me ajuda com o seu pedido, e nossas mãos  se encostam sem querer, sinto um choque passando pelo o meu corpo, e me senti em chamas. Eu tinha que me afastar um pouco desse ser que me faz ficar louca, vejo um homem numa mesa distante chamando por uma garçonete. É a minha chance.

- É eu poderia saber qual é seu nome? -quando eu estava prestes a sair ele me segura pelo braço e sinto minhas pernas viram gelatina , quase caio se não fosse pelo o mesmo me ter segurado – e agora que percebo o moço me segurava pela cintura- ele me deixá mais a vontade, o que funcionou.

- Ino, meu nome é Ino Yamanaka. – digo, e vejo um sorriso de lado quase impercetível, mas que eu vi perfeitamente. E que sorriso mais lindo.

Agora vou atender o outro cliente que já estava impaciente em uma mesa mais afastada das outras, me aproximo do homem que estava com uma cara muito séria assim que estou perto o suficiente ele me analisa de cima a baixo, e muda sua expressão para uma maliciosa.

- Bom dia, Senhor já gostaria de fazer o seu pedido? – pergunto educadamente para o moço que continuava a me olhar e já começo a ficar desconfortável.

- Aquele desgraçado pelo menos deixou um belo de um pagamento para mim. – fico confusa com o que o homem acabará de me dizer.

- É.... já que ainda não vai fazer o seu pedido com licença, que eu preciso atender as outras pessoas, quando senhor já estiver escolhido o Senhor pode me chamar ok? – digo gentil para o moço, que só estava me analisando.

- Aonde aquele filho da mãe foi? – me ignora.

- Do que o Senhor está falando? – ainda sem entender nada pergunto, intrigada.

- Do seu querido namoradinho. – Eu jurava que os meus olhos pareciam que iam saltar.

- S-S-a-a-i. -sussurro. O que ele fez? Para esse homem está aqui no meu local de trabalho. Falando coisas sem sentido.

- Esse mesmo, ele me deu você de garantia. – sorrir perverso para mim, que sinto um frio na barriga.

- Eu não vou a lugar nenhum com você. – decido. Ele começa a rir debochadamente de minha cara.

- Você não tem que querer nada, o meu chefe mando eu vim atrás do prêmio so não imaginei, que fosse uma deusa esculpida pela a mão de Leonardo da Vinci. – Olha para mim, encarando-me de cima a baixo mais uma vez.

- O senhor só pode ser louco, eu não acredito em nenhuma palavra que o senhor está falando. – Ele me olha irritado, e segura o meu braço.

- Você vai ir comigo por bem ou por mal? – a cada palavra que ele falava apertava mais os meus braços.

- Não sei do que o senhor esta falando, mais se me dê licença preciso ir cuidar de meus afazeres – tento me soltar do homem que havia me segurando pelo pulso. 

- Me larga meu senhor está me machucando, e eu já falei que eu não sei aonde ele está – eu já estava quase chorando de tanto que o maldito segurava forte e com bastante força. Acho que as pessoas poderiam ver atraves de meus olhos a relutancia, para não deixar nenhuma lágrima cair, responde com os olhos marejados mas não deixar nenhuma sequer cair.

- Sua vadia você vai ir comigo sim, e vai me dizer aonde aquele covarde se enfiou. – tento me soltar mais não adianta ele tem mais força que eu, a única coisa que ganho e mais um aperto mais forte, e para não gritar mordo os meus lábios para conter o grito.

- Me larga meu senhor está me machucando, e eu já falei que eu não sei aonde ele está – estava a todo custo reprimindo as minhas lágrimas, mais sem perceber elas desciam como cascatas pelo meu rosto, e eu já não conseguia conte-las e nem lutar para não caírem me fazendo parecer uma menininha indefesa e frágil.

Mas a questão é que eu estava em um lugar público e não poderia fazer um escândalo, então eu chorava sozinha enquanto o homem a minha frente me encarava esperando uma resposta, mas bem na hora que eu quase falei que iria com ele, o moço da mesa 7 acerta um murro certeiro que tenho certeza que vai ficar roxo mais tarde, o que me impressionou e que o ruivo nao parava de socar a cara dele, o outro já estava quase inconsistente.

- ALGUEM POR FAVOR ME AJUDA AQUI! – grito desesperada atrás de uma alma bondosa que me ajudasse com aqueles dois.

Vejo os seguranças do local caminhar em minha direção eu só aponto para os dois que estavam praticamente se matando, porque aquilo podia ser considerado uma luta de MMA. Eu peço para o segurança colocar aquele ser asqueroso para fora. E olho para o ruivo e o pergunto se ele está bem, olha para mim com um sorriso e apenas responde sim com a cabeça. Ele me leva para um lugar afastado e vazio e eu ainda estava chorando sem perceber.

- Desculpa eu não queria te envolver nisso - digo com a voz falha, e com mais lágrimas caindo como uma cascata. Ele passa a mão enxugando as águas salgada que saía de meus olhos e eu choro mais ainda.

- Shiiiu, não precisa se desculpar você não teve culpa pelo o que houve mais a gente precisa conversar depois sobre isso. Vamos eu te levo pra casa – ele não parodia estar falando sério. Eu ainda tinha que voltar ao meu trabalho não podia simplesmente ir para casa.

- Eu não posso eu ainda tenho que trabalhar – encosto o meu rosto em suas maos que agora acariciava o meu rosto, com uma voz ainda chorosa, e me levantando sozinha.

- Mas Ino você não está em condições de trabalhar – tenta argumentar. Mas eu apenas balanço a cabeça em negação.

- Não vou com um cara estranho para minha casa, e além do mais eu nem sei se você é algum tipo de estuprador que vai me levar para algum beco ou sei lá o que, talvez um bandido foragido - nesse momento eu já tinha parado de chorar, mas eu não sei porque senti sinceridade em suas palavras.

- Ino eu não vou fazer nada com você, a não ser que me pessa – com uma voz rouca diz no meu ouvido, um arrepio percorre por todo meu corpo e me seguro para não suspiro. 

Depois da nossa pequena conversa ele sai. E eu vou para a cozinha para tomar uma água gelada. Penso no que aquele sujeito tinha falado para mim, aonde será que o Sai está? Porque ele não volta para casa? Porque me deixou?. São tantas perguntas mas nenhuma delas tem respostas e o único que poderia responde-las, não está mais comigo, eu nem sei se o meu namorado se é que posso ainda chama-lo assim, está com outra agora em sua cama, enquanto a trouxa, está morrendo de pré ocupação. Eu acho que a Sakura tem razão preciso me dá mais uma chance de viver porque ando ultimamente muito sozinha, e estou muito carente eu preciso de um porto seguro para onde eu poderia voltar, eu não aguento aquela solidão que vivo, e amanhã vai fazer um ano que minha mãe morreu em uma viagem. Uma lágrima solitária desce.

      Tem mais de 4 meses que eu não vou mais visita-la no cemitério, todas as vezes que eu iria lá eu me sentia mais sozinha e já tentei me matar de tudo quanto é jeito, com remédios, veneno, e até me enforcar mas no mesmo momento que eu iria empurrar a cadeira para o lado, ouço alguém arrombado a porta de entrada e subindo as escadas, quando vejo uma Sakura extremamente assustada e irritada chorando, eu estava muito assustada nesse dia e desabafei com ela tudo o que estava dentro de mim o que me consumia, vivi sozinha a minha vida toda e não tinha nem namorado e só a Sakura, mas a mesma já estava de mudança para casa do Sasuke, então o Sai apareceu para mim tirar de toda aquela escuridão que eu tinha. Mas ele começou a agir de um jeito muito estranho comigo, mas não se passou nem uma semana e ele tinha viajado ou sei lá o que. 

Porque eu não sei aonde ele está, eu só fico preocupada, pensando se ele está bem? Se já almoçou? Se está passando frio? Mas eu literalmente não sei com ele está vivendo. Sinto um aperto em meu peito, mas logo afasto isso que está me consumindo. E volto ao meu serviço passei o restante do dia todo so trabalhando, quando chega a hora de eu ir embora. 

Estava quase saindo quando avisto um mustang preto do outro lado da rua, mas olhando melhor vejo uma cabeleira ruiva e vejo que era aquele Deus Grego. 

O que ele está fazendo aqui? - penso

Me viro para ir pra outra direção, mas o mesmo já tinha atravessado a rua e se aproxima de mim, eu ainda continuava estática de costas, até que que sinto uma respiração perto de meu pescoço e um arrepio percorre o meu corpo. Droga.

- Não deveria ir para casa sozinha a essa hora. - afirma, não mexo nem um músculo, porque eu estou paralisada por um homem maravilhoso que está atrás de mim. 

- Eu não ia estava esperando a Sakura. - me defendo. 

- Mas eu falei que a gente iria conversar sobre aquele homem que estava te assediado. - Eu achei que ele não estaria falando sério. 

- Achei que não estava falando sério. - começo a me tremer, e o meu coração queria pular de meu peito. 

- Eu não estaria brincando com uma situação tão séria Ino - no momento que ele falou o meu nome senti algo úmido entre as minhas pernas. 

- Mas eu pensei que você viria so depois, e não ainda hoje é ainda mais a essa hora da noite. - Eu realmente não esperava ver esse ruivo, aqui e agora. 

- Não aguentei esperar. - responde simplesmente. 

- Eu não acho uma boa ideia aceitar carona de estranhos - aperto a alça de minha bolsa mais forte. 

- Eu não sou um estranho, você já me conhece - vira-me de frente para ele. 

Fito aqueles olhos verdes que me fascinam e me faz enlouquecer, reprimo um gemido que queria sair de minha boca. Queria tanto que ele tomasse os meu lábios em um beijo, balanço a cabeça para afastar esses pensamentos. 

-T-te-ec-n-ni-c-ca-m-me-n-nte a g-ge-n-nt-e n-nã-o s-se c-co-n-nh-ece - volto a gaguejar em sua frente.

- Por favor Ino, eu prometo que não vou fazer nada que não queira. - vejo sinceridade em seus olhos então eu apenas faço sim com a cabeça. 

Seguimos rumo ao seu carro ele abre a porta do seu carro para eu entrar, depois o ruivo dar a volta e senta no lugar do motorista, eu já estava nervosa agora estou super nervosa, meu coração que estava acelerado ficou descompassado, minhas extremamente suadas e de vez em quando eu limpava em meu vestido. 

O vestido era um rodadinho, uns 4 dedos acima do joelho, e tomara que caia da cor rosa clarinho, com um decote sem exagero nada vulgar,  e uma sapatilha nos da cor azul bebê. 


Olho de canto para o homem que estava na minha e vejo que o mesmo estava muito concentrado na estrada, volto a olhar para a janela e percebo que não estávamos indo para aonde eu morava menos mal porque aonde eu moro é muito longe da onde eu trabalho. 

- E-en-ntã-ao a-ao-n-nde e-es-st-ta-am-mo-os i-in-nd-do? - puxo assunto. 

- Para o meu apartamento. - desvia os olhos da estrada me fitando. Fico desconfortável 

- M-mas v-você f-falou q-que í-íamos p-para a m-minha c-casa. - finjo ficar irritada gaguejando porque eu não consigo falar normal estando perto dele. E o bom e que ele não sabe quando estou mentindo. 

- Está certa íamos para a sua casa, mas agora a gente vai para o meu apartamento algum problema, e também temos que tratar de um assunto inacabado lembre? - diz rude e com uma cara que eu não consigo saber o que se passa com ele. 

- P-porque v-você i-insiste n-nesse a-assunto? - pergunto o ruivo argueia uma de suas sobrancelhas. Se eu estivesse em outro momento eu até riria de sua cara, mas ele está muito sério. 

- Porque eu posso te ajudar. - simplesmente responde sem expressão em seu rosto. 


- Ok, ah! E-eu p-posso t-te f-fazer u-uma p-pergunta? - fito o meu vestido, em constrangimento. 

- Já fez. - diz monossilabico simpesmente 

-  E-eu p-posso s-saber q-qual é s-seu n-nome? - paramos em um sinal vermelho, ele fita-me olho dentro de seus olhos e aperto as minhas pernas para me conter. 

- Gaara, Gaara No Sabaku - arregala meus olhos, o ruivo do meu lado é dono de uma das maiores empresas do Japão. 



Notas Finais


Continuem me dando incentivos e eu ficarei muito grata a vocês, mil beijinhos e talvez na segunda eu poste o próximo capítulo. Muito obrigada a vocês e continuem comentando por favor se não for pedir demais, e me desculpem mais uma vez.
Tchau e até a próxima BEIJOKAS.


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