História A Dama e o Vagabundo - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Novela, Romance
Visualizações 27
Palavras 1.803
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


*-* Boa Leitura <3

Capítulo 5 - Five


Fanfic / Fanfiction A Dama e o Vagabundo - Capítulo 5 - Five

Madson P.O.V

Acordo, viro-me e olho para cima. Estava lá Adam sentado, me observando.  Dou um sorriso.

- Que bom que você acordou, já estava ficando com caimbra na perna. - ele riu

- Desculpa. - digo me sentando na cama. - Mas porque não me acordou? Eu não te prenderia para sempre aí. - completo

- Você estava linda dormindo, não queria te acordar. Parecia cansada, porque dormiu em menos de 40 minutos que eu coloquei a série para rodar. 

- Linda? Durmo parecendo um demônio. - digo rindo 

- Não foi oque me pareceu. Vamos descer para tomar café? - perguntou ele 

Olho para o relógio, já são 10:00.

- Não, preciso voltar para casa. - digo - Talvez eu volte mais tarde. - digo me convidando. 

Pego minhas coisas e vou para casa. Vou subindo as escadas, estavam todos dormindo ainda. Já que meu irmão estudava a tarde, e fazia cursinho á noite. Deixo tudo no meu quarto, e vou para a cozinha preparar algo para comer.  Quando acabei de preparar meu café, a campainha tocou. 

Abro a porta.

- Quem é? - pergunto

Vejo Nick na porta e abraço ele. 

- Oieee. - digo um tanto quanto animada. 

- Oi-i... 

Antes que ele pudesse terminar, sai correndo até o meio da rua e agarrei Alex, que estava atravessando a rua. Acabamos caindo no chão. Parecia uma doida varrida. Mas, tudo bem. Estava muito feliz, em ver Alex, que eu não via fazia meses, já que eles fizeram intercâmbio, meu irmão Nick foi para Portugal, enquanto meu amigo Alex, foi para Miami.

- Não posso esperar para te mostrar as fotos que eu tirei lá. - diz Alex, ainda deitado no chão. 
Me levanto e ajudo ele a se levantar.

- Vamos lá. Quero saber tudo.- digo 

Caminhamos até o meu quarto, onde ele colocou um pen drive e ficamos muito tempo vendo as fotos dele. Ele me contou cada detalhe. 

- E você não sabe o melhor, o garoto que eu encontrei lá. Melhor pessoa. Estamos em um relacionamento sério agora, e ele vai vir passar o final de semana comigo. - diz Alex

- Está brincando? - pergunto, feliz com a notícia. - Que amor *-*. - completo

- Agora me fala, o que aconteceu aqui? - perguntou ele 

- Ah, nada de importante. - respondo

- Quero saber dos crush's, cadê? E o Dylan? - pergunta ele

- Tão aí né... Aquele lá... nem se fala, só queria me comer mesmo. - digo com um ar decepcionada. 

- E você deu pra ele? - perguntou ele assustado

- Óbvio que não. - respondo 

- Você é trouxa ou o que? Um boy "mara", e tu desperdiça assim. Ele comia na sua mão, para né. - diz ele 

Por um segundo achei que ele iria me elogiar por não ter sido tão fácil. Mas foi bem ao contrário. 

- Você acha que quando você tiver velha, com a pepeka perebenta e larga, alguém vai te querer? - disse ele sério

Comecei a rir, pois o tom sério dele não escondia as coisas que ele falava. Soava bem engraçado. 

- Só você para me fazer rir mesmo.-  digo 

- Vou ir desfazer as malas e descansar um pouco. Depois eu volto pra conversar com você. - disse ele enquanto o acompanhava até a porta. 

- Não esquece de mim, ta bom? - digo

- Pode deixar. - disse ele abrindo o porta malas, e me entregando uma caixa. - Sei que você vai adorar. - completa ele, fechando o porta malas e indo em bora. 

- Bye.

Subo para o meu quarto. Assim que abri a caixa, comecei a rir. Eram vários conjuntos langeries, cada um de um estilo e cor diferente.  Tinham até fantasias.Só poderia ganhar isso do Alex mesmo, Meu Deus. Coloquei cada peça na cama, estava pensando em um jeito de guardar aquilo. Acabei por deixar em cima da cama mesmo. Fui tomar meu banho, e vesti uma roupa¹ qualquer, pretendia ir no Subway. Já que sem meu pai em casa, não tinha comida, e eu não tava afim de comer miojo de novo, até porque, ainda estava meio cedo.
             Quando estava descendo as escadas, vi que esqueci de pegar o meu casaco. 
A campainha tocou. 

- Oi? - digo

- Estava te esperando, mas você não voltou. Então eu vim aqui te "buscar". - diz Adam

- Estamos a meio metro de distância. - digo rindo

- Ah, sei lá. Tanto faz. - diz ele

- Na verdade, eu estava indo no subway. Vamos? - pergunto

- Tá. - concorda

- Só que dessa vez eu pago. Só vou pegar meu casaco. - digo subindo as escadas.

Abri a porta do guarda roupa e estava procurando o casaco que eu gostava. Até que ouço Adam entrando. 

- Uou. Pra que isto tudo? Você sabia que eu viria? - disse ele rindo num olhar meio assustando para a cama que estava coberta de peças de langeries.

- Meu Deus. - sussurro baixinho para mim mesma, colocando a mão no rosto, tentando cobrir a vergonha. 

- Eu to só brincando. Relaxa. - disse ele pegando em uma das peças e mordendo os lábios. 

Peguei o casaco.

- Vamos logo. - digo, apressada para sairmos do quarto. 

Fomos ao subway. Quando estávamos voltando, ele olhou seu celular. 

- Tem algum lugar, para o qual quero te levar. - diz ele me puxando. 

- Ta..bom... - digo sem escolha. 

Ele chamou o Uber, e paramos em frente á um beco, onde ele bateu em uma porta, que tampava a entrada. Um adolescente vestido de preto, com uma bandana na cabeça, abriu a porta e o revistou. Entramos, e fomos andando por um beco, que era bastante longo por sinal. Quando chegamos ao final, tinha uma casa enorme,  quem é que morasse ali, tinha muito dinheiro. Havia uma piscina, e algumas barraquinhas de bebida. Muita gente dançando, música alta, e luzes. Mas a quantidade de estrelas que dava para ver lá de baixo, era incrível. 

- Dessa vez, ninguém vai te roubar de mim. - diz Adam

- Falou como se eu fosse sua. - digo jogando seus jogos.

- E é. - disse ele sorrindo e franzindo  sobrancelha. 

Começamos a beber Skol Beats, e depois de alguns minutos já estávamos dançando. 

- Você não vai me bater, se eu fizer "algo", não é? - perguntou Adam

- Depende, o que é esse "algo". - digo bebendo.

- Tem que prometer. - diz ele

- Pode ser, eu acho. - digo convencida

Não esperou 5 segundos, para me jogar na piscina, tirar sua calça jeans e sua blusa, e pular logo depois de mim. 

- POR QUE VOCÊ FEZ ISSO? - pergunto sem entender.

- Que linda, você estressada. - diz ele fugindo do assunto. 

Depois que ele pulou, parte das pessoas da festa, resolveram pular também, espirraram água pra todo lado. Acho que não estavam nem aí, de tão bêbados. 
Adam me levou para o canto da piscina, me encostando na parede. Senti seus lábios encostarem nos meus.  Quando vi, já estávamos nos pegando. Aliás, não só eu, como todos. Já tinham mulheres e homens sem roupa lá. Apenas "curtindo". Minha blusa estava grudando em meu corpo, então resolvi tirá-la. O beijo estava ficando cada vez mais intenso, sua mão já estava escorregando para lugares "mais baixos"... até que... Policiais arrombaram a porta e pediram para todo mundo sair, eram várias viaturas, e os menores de idade teriam que ir para a cadeia, preencher uma ficha, e esperar os pais buscarem.  

- Que merda! - digo - Meu irmão vai me matar. - digo resmungando.

- Já estou até pensando no que eu vou ouvir, quando chegar em casa. - diz Adam

- Quando eu colocar o pé dentro de casa, nunca mais vou sair. - digo 

- Ei, vocês dois. Entrem no carro. - grita um dos policiais

Sem retrucar, apenas entramos, depois que eles nos colocaram algemas. Uma lágrima escorreu pelo meu rosto. 

- O que foi? - perguntou soando preocupado

- Bom... pior que está, não fica. - digo 

Chegamos na delegacia, os policiais nos colocaram dentro de uma "cela", que tinha um telefone e bancos de pedra. Para aguardarmos nossos pais.

Ligo para a minha casa pela quinta vez. 

- Só dá ocupado. Que saco. - digo 

- Pelo menos, não vão passar a noite dependurados no telefone, no meu caso, o meu pai só pode vir me buscar amanhã. Então, parece que iremos ficar aqui, por um bom tempo. 

- Sabe qual o pior de tudo?  - pergunto sem esperar uma resposta.

- Eu estar hipoteticamente pelado, e estar sentindo frio? - disse ele se abraçando. 

- Também. Até porque estou morrendo de frio, sem a minha blusa. - digo - Mas não é isso, o pior é que eu sou sempre a injustiçada da história. Quero só ver quando o meu pai chegar. Arrg, que saco. - completo

- Para de pensar no que vai acontecer, amanhã. Foca no agora. - diz Adam

Sinto de alguma forma que ele estava gostando de ver  a minha pessoa, passar por aquela situação. Então resolvi, sentar do seu lado. Para ver se ela tinha um pouco mais de senso. 
Chegou uma policial na porta, e jogou umas roupas no chão. 

- Vista isso, se não quiser passar frio, pivete.  diz ela ao Adam

Ele apenas vestiu, era uma calça legue, e uma jaqueta de frio. Quando ele vestiu, eu comecei a rir, pois, aquela roupa marcava não só a bunda dele, como outras partes também. Pensa em uma coisa estranha. Parecia os gays que eu via na academia malhando. Mas que era emocionante de se ver, ô se era.  Alex iria adorar.

- Dá uma voltinha pra mim. Delícia. - digo tirando onda com a cara dele. 

- Dou uma voltinha sim. - disse ele mudando o tom de vós para um tanto quanto feminino, e rodando. 

Começamos a rir, do quanto a gente era retardado. Peguei a jaqueta dele. 

- Acho que essa jaqueta era pra mim em. - digo colocando-a e a fechando. 

- Do outro jeito estava melhor. - disse ele sorrindo. 

Nos deitamos no chão, atrás da fileira de bancos de pedra. E dormimos. De acordo com ele, iriamos nos auto aquecer, se dormisse-mos juntos. Não engoli. Mas deixei passar, afinal, depois de tudo oque aconteceu naquele dia, dormir abraçado com alguém, não faria mal algum á sociedade. Essa foi a desculpa que minha consciência arrumou para um pouco de "quero dormir com ele".  Mesmo que minhas bochechas tenham ficado avermelhadas, no final, acabei dormindo. E com certeza, foi melhor que qualquer sonho.
Havia até esquecido de ligar para minha casa, mais uma vez, para ver se o telefone havia desocupado.

Continua...

 

 


Notas Finais


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