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História A Dama e o Vagabundo - Capítulo 18


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Capítulo 18 - Abstinência


Fanfic / Fanfiction A Dama e o Vagabundo - Capítulo 18 - Abstinência

Sete meses depois...

— Quer papar, meu amor?— beijei o rosto do Bernardo.— A mamãe já tá terminando, tá?

Bom, seis meses se passaram e eu ainda me sinto péssima sobre o Pedro, ele engrenou num namoro com a Camilla mas não durou por muito tempo, agora ele curte a aolteirice. Por outro lado eu sofri bastante com esse término, eu tive depressão e isso prejudicou muito na minha vida e na vida do Bernardo, eu não produzi mais leite, descontei tudo na comida e ganhei bastante peso, meu pai ficou jogando na minha cara durante meses que avisou para eu não me envolver com o Pedro. Então, eu resolvi acordar pra vida, meu filho ainda precisava de mim, comecei a trabalhar para mim mesma, aluguei um apartamento, pequeno, porém aconchegante, voltei para a academia e estou fazendo ioga. As vezes eu ainda choro por causa do Pedro, mas do jeito que estava não daria certo mesmo.

Meu filho está cada dia mais lindo e gordo, ele ainda é meio manhoso mas depois que eu comecei a mudar ele também mudou.

— Olha que gostoso!— coloquei um pouco de papinha na boca dele.— Que delícia, mamãe. Daqui a pouco o papai vem te buscar, espero que você seja um bom rapaz.

Depois de dar comida, limpei a boca dele e deixei ele no chão da sala brincando enquanto eu trabalhava um pouquinho. Eu descobri uma nova paixão depois disso tudo, a confeitaria, fiz um curso rápido e consegui abrir um pequeno café, logicamente meu pai me ajudou financeiramente, mas eu estou pagando aos poucos.

— Mamã, mamã, mamã...

— Oi, meu neném.— apertei a bochecha dele.

Ele se apoiou nos meus joelhos e ficou de pé.

— Garoto, você é muito gostoso.— dei um selinho nele.

Há uma semana atrás ele já começou a apoiar nas coisas para ficar em pé, não chegou nem engatinhar direito. E ele balbucia mamãe há alguns dias. Foi a primeira palavra dele, nem preciso dizer que quase morri de amores, né?

A campainha tocou e eu peguei ele no colo e fui atender. Era o Pedro.

— E aí, moleque!— Bernardo sorriu ao ver o Pedro e se jogou nos braços do mesmo.

— Ele acabou de almoçar, Pedro.— falei quando ele começou a balançar o Bernardo.

— Tá cedo pra dar almoço pra ele.

— Ele não mama, né!? Aí eu prefiro dar a papinha mais cedo, não gosto de entupir ele de mamadeira.

— Ele vai ficar o fim de semana comigo, tá? Eu vou pro casamento da Bru hoje, vai ser num sítio.

— Nem pensar. Ele não vai, Pedro. Ele nunca dormiu sem mim.

— Para de frescura, Bianca, ele vai ficar de boa.

— Pedro, a gente tem toda uma rotina, não dá pra ele ficar três dias longe, ele precisa da mãe dele. Se você levar o meu filho eu denuncio você de sequestro.

— Você continua pé no saco. Impressionante.— ele me olhou.— Então eu não vou levar ele lá pra casa hoje.

— Tudo bem.— peguei o Bernardo.— Boa viagem.

— Mas eu vou ficar aqui com ele, um pouco.— ele entrou.

Revirei os olhos e entreguei o Bernardo a ele.

— Eu vou trabalhar lá em cima, pode ficar a vontade.— peguei meu notebook e minha garrafa d'água.

Subi as escadas e fiquei no meu quarto, calculando alguns gastos e lucros, se tem uma coisa que eu sou boa é em cálculo.

♠️ PEDRO RODRIGUES ♠️

Bernardo dormiu em menos de uma hora comigo, subi para o quarto dele e o coloquei no berço.

— Semana que vem o papai vem te buscar tá bom? Te amo, meu filho.— beijei a bochecha dela.

Saí do quarto e passei no quarto da Bianca, não posso negar que ela estava muito gata e extremamente gostosa. Bati na porta e ela me olhou.

— Bernardo dormiu.

— Tá, bate a porta quando sair.— ela voltou a atenção para o computador dela.

Entrei no quarto e me sentei ao lado dela.

— O que você tá fazendo aí?

— Calculando.

— Você é boa nisso. Sinto falta da minha contadora particular.

— Bom, se você quiser me contratar, me formo daqui uns meses.

— Uma contadora super gata, não aguentaria a pressão.— me aproximei dela.

Ela estava muito bonita. Nem sei o que estava acontecendo comigo.

— Pedro.— ela falou antes que eu tomasse seus lábios.

Alguma coisa reacendeu dentro de mim, aquela mulher sim era a minha mulher, não sei a onde eu estava com a cabeça quando comecei ser um grande babaca.

— Pedro.— ela gemeu meu nome.

Levantei o vestido que ela estava usando e segurei sua bunda. Ela empurrou todos os papéis que estavam em cima da cama para o chão e me puxou para cima dela. Tirei a bermuda e em seguida a calcinha dela, caí de boca na sua intimidade rosada, ela segurou meu cabelo com força e se esfregou na minha cara, chupei com vontade, só parei quando ela gozou majestosamente na minha língua.

— Isso é loucura, Pedro.

— Quer que eu pare?

— Nem pense nisso.— ela me puxou para um beijo.

<×>

Foi a melhor transa da vida, acho que o melhor sexo, é o de saudade.

— Foi ótimo.

— Sim, mas agora você tem que ir.— ela começou a se vestir.— Você tem que ir viajar e eu preciso trabalhar.

— Eu não vou mais viajar, vou inventar uma desculpa pra Bru.— ri.— Vou ficar aqui com você.

— Não vai mesmo, pode juntar suas coisas e achar seu rumo. Não é porque a gente ficou que isso significa alguma coisa.— ela me olhou.

— Até agora você estava gozando no meu pau, e do nada está me expulsando?

— Pois é, queira sair por bem, por favor.— ela tirou a toalha da cabeça e pegou um pente em sua penteadeira.

— Você ainda vai me aceitar de volta, Bianca.

— Na próxima reencarnação, quem sabe.— deu de ombros.

🏵️ BIANCA ALCÂNTARA 🏵️

Acordei assim que o despertador tocou, me levantei e fui tomar banho, algumas partes do meu corpo ainda tinham marcas do dia anterior.

— Foi um momento de fraqueza.— falei para mim mesma.— Abstinência sexual, foi isso.

Depois de me arrumar eu fui para o quarto do Bernardo, ele dormia tranquilamente abraçado com seu ursinho favorito. Arrumei a bolsa dele e peguei ele no colo, com cuidado para não acordá-lo, troquei sua fralda e coloquei o uniforme da creche. Desci com ele nos braços e o coloquei no bebê conforto, preparei a mamadeira dele e o meu café. Bernardo começou a resmungar e eu fui ver ele.

— Bom dia, meu bebê!— acariciei a barriga dele.— Bom dia, minha delícia.

Ele falou algo na língua dos bebês e sorriu.

— Tá com fome?— peguei ele no colo.

Dei a mamadeira dele e saí de casa, a creche dele ficava bem perto de casa, deixei ele lá, no começo ele estranhou muito, mas foi tudo uma questão de costume. Passei na feira e comprei frutas frescas para meus bolos e sucos, cheguei na cafeteria, faltavam alguns minutos para abrir.

— Bom dia, meninas.— cumprimentei todas.

— Bom dia, elas responderam.

— Frutas vermelhas para o pão de ló.— entreguei a sacola para Lu.

— Obrigada.— ela sorriu.

Ajudei em tudo o que precisava e pudemos abrir no horário correto, eu fico mais na área administrativa do café, mas sempre que posso ajudo na cozinha e em outros afazeres.



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