História A decadência de um Anjo - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adultério, Aluno, Amizade, Anjos, Demonios, Drama, Mistério, Perverso, Professora, Revelaçoes, Sexo, Sobrenatural, Suspense, Terror
Visualizações 8
Palavras 1.860
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa Galera, desculpem a demora pra atualizar, tive uns problemas mas ta ai mais um capitulo!

Capítulo 2 - Brincadeira Inocente


BRINCADEIRA INOCENTE

- Que porra é essa Cassia? Quem é esse filho da puta? Grita Alvair enfurecido.

- Não sei onde estou com a cabeça que não mato você e este desgraçado.

Cássia entristecida e sem ter como reagir chora amargamente e um rápido filme passa por sua cabeça, lembranças de todas as brigas, a falta de interesse de um pelo outro, uma transa sem graça e rotineira, tudo teria sido perfeito, se ela não tivesse invocado o demônio Anael

(Por que fiz isso, o que está acontecendo) pensa consigo mesma em uma inútil busca de arrumar uma desculpa para o marido.

- Seguinte Cássia eu vou para um hotel se eu continuar aqui vou matar você.

Dito isso ele põe suas roupas nas malas e sai ainda enfurecido, e Cássia só consegue chorar.

Amanhecendo Cássia se dá conta de que não havia dormido, limpa as lágrimas de seus olhos fundos e se dirige ao banheiro, no banheiro ela se dá conta de que encararia Anael mais uma vez, e em sua mente faz comparações entre seu marido e sua aventura

Alvair possuía 1,75 braços e peito robustos com uma tonalidade de pele escura, seus cabelos grisalhos e sua barba cerrada de fato um homem lindo, olhos esverdeados, (meu deus meu marido, eu amo meu marido por que fiz isso?) - Com esses pensamentos ela volta a chorar.

No caminho para escola ela compra algumas latas de energético e já logo a primeira aula seria na sala do causador de tanto sofrimento.

- Bom dia classe. Diz a professora tentando esquecer os problemas, sentando em seu lugar ela percebe que Anael está sentado de frente para ela e não nos fundos como na primeira aula que foi dada.

- O senhor sentado na frente? Que bicho lhe mordeu?

- Nenhum só quero aprender geografia. Diz o garoto com pura maldade em seu olhar.

- Classe abram o livro na página 40 e copiem o texto até a página 50

(Murmúrios de indignação são ouvidos)

- Vocês estão muito atrasados com a matéria, quanto mais cedo começarem mais cedo iram terminar.

Anael se prepara para começar, ele alterna seus olhos entre livro e Professora o ocorrido não saia da cabeça de ambos, a professora tenta disfarçar, mas falha e passa a observar Anael, seu cabelo seco e bagunçado, seu olhar vazio definem bem um adolescente problemático, sua pele pálida, alguns fios em seu rosto começando a despontar, suas mãos, dedos longos e grossos, seu peito parcialmente definido, de fato um adolescente comum e bonito. Pensa ela ao observa-lo.

(Hum hoje ele está de bermuda jeans). Diz a professora em seu consciente.

Anael passa a alternar sua visão entre livro e Professora, olhares se cruzam ambos demonstram desejo, e o sinal toca.

- Olha só Anael parabéns, hoje você não vai ficar depois da aula, estou orgulhosa.

Brinca a professora

- É uma pena eu devia ter aprontado.

Devolve o garoto.

Cássia junta suas coisas e apenas sai da sala em silêncio.

Anael caminha pelo corredor e se dirige até o banheiro, chegando na porta Dani Pula em suas costas.

- Anael nós temos que fazer o trabalho de matemática, passa lá em casa depois do almoço.

- Nossa é verdade Dani eu tinha me esquecido dessa porcaria, lá para as 2 horas vou na sua casa

- Beleza Anael.

- O Dani chega aí segura para mim. E se lança em risos o garoto após dizer isso.

- Nossa você tem o dom de ser idiota. E Dani sai revirando os olhos.

Jeremy se aproxima e diz.

- Ei Nael vamos jogar bola depois da aula?

- Putz cara, não vai dar, tenho que fazer um trabalho idiota de matemática com a Dani mais tarde, cara deixa para outro dia.

- A de boa mano, vamos voltar pra sala logo, aula da bruxa agora.

- Vai indo, eu ainda não usei o banheiro.

Mais tarde com o relógio já marcando duas e meia da tarde, Dani ansiosa e com raiva pega o telefone e começa a discar o número da casa de Anael, quando alguém bate na porta.

- Espero que seja aquele irresponsável. Ela diz, jogando o telefone no sofá, ao abrir a porta ela da de cara com Anael segurando algumas sacolas.

- Você tá atrasado, poxa qual horário combinamos?

- Desculpa Dani, eu dormi de mais, olha eu trouxe milk shake e coxinha.

- Safado, tentando me comprar?

Vai entra logo.

Já a beira da porta do quarto de Dani Anael passeia os olhos por todo o lugar cama desarrumada, algumas roupas jogadas no outro canto do quarto, pares de meias em cima da cadeira do computador, uma prateleira com os livros favoritos de sua amiga, no canto esquerdo ao final da prateleira em cima de alguns livros estava um Fusca amarelo de brinquedo.

- Nossa Dani que legal você tem esse Fusca!! (Exclama o rapaz), me lembro dos seus olhos quando dei ele para você, foi um bom dia aquele.

- É foi divertido. Diz a garota sem reação e sem graça pelo que Anael dissera.

- Tá com a bochecha vermelha, te deixei com vergonha sou mestre nisso.

- Há vá, você é mestre em ser idiota muito idiota, vamos fazer o trabalho logo.

- Ok, vamos.

Enquanto faziam o trabalho Anael observa Dani atentamente, e começa a pensar consigo.

(Nossa nos mudamos muito em 5 anos, olha só a Dani, já não tem mais aquela afeição de garotinha, tá até com uns peitinhos jóia, esse corte de cabelo fica muito bom nela.)

- Anael, o que você tá viajando aí?

- A nada demais, tô olhando pra você e pensando no quanto crescemos nesses anos.

- É né, mas ainda falta você crescer na mente, tu contínua o mesmo idiota de tempos a trás.

- Há isso, isso é meu dom. Dani você lembra daquele filme Jackass?

- Sim, aquele bando de idiotas, você é um forte candidato ao grupo deles.

-Obrigado, então lembra quando eles desceram uma ladeira dentro de um pneu de trator?

- Hum e daí?

- Vamo fazer também?

- Cara! Você tem demência. Diz Dani de forma sarcástica.

- Ah vamos vai ser da hora, você não precisa ir eu vou.

- Tá bom seu retardado, mas antes vamos terminar isso daqui.

Terminado o trabalho eles vão até um morro próximo.

- Anael você tem certeza disso?  O morro é muito grande e tem um cruzamento lá embaixo. (Disse Dani com um tom preocupado).

- A relaxa eu vou primeiro e você vai ver que não vai dar nada.

Anel entra no pneu e Dani o empurra morro abaixo, pneu girando e Anael lá dentro totalmente arrependido de ter dado a ideia, findando o morro, no exato momento em que o pneu chega ao meio da rua um caminhão a 60km/h acerta em cheio o pneu arremessando Anael para a calçada.

Nesse momento Dani se desespera, põe as duas mãos em sua cabeça e em um grito ela diz.

- Meu Deus eu matei ele, eu matei ele.

Algumas lágrimas envolvem seu rosto, e ela parte correndo até onde seu amigo está caído.

O motorista desce do caminhão desesperado também.

- puta que pariu cara tu tá vivo, não se mexe vou ligar pro resgate, não se meche.

O motorista enfia a mão em um dos bolsos, pega o celular e disca os números, depois de alguns segundos uma mulher atende.

- Pois não qual a ocorrência?

- Um atropelamento, o garoto gemendo de dor, parece que quebrou os braços.

- Não ponha as mãos nele estamos enviando uma viatura, onde foi o ocorrido?

- Avenida 14, no cruzamento.

- Ok.

Dani chega ao local.

- Anael você tá vivo? Pelo amor de Deus, você está vivo?

- Tô Dani só acho que quebrei os braços.

- Eu disse cara que podia da merda, eu disse.

- Porra garoto tu é doido cara, o que você tem na cabeça de fazer uma bosta dessa? ( Diz o motorista abismado com o ocorrido).

- Sei lá cara, até que foi legal, antes de você passar por cima de mim. (Anael diz isso com um sorriso irônico acompanhado de um gemido de dor).

Sirenes ao fundo, o resgate está chegando, os paramédicos imobilizam o garoto e o colocam na ambulância, Dani prontamente sobe para acompanhar o amigo até o hospital, avaliação médica feita é confirmado o garoto quebrará ambos braços, algumas costelas, e arranhões por boa parte do corpo.

- Nossa Anael e agora? Diz Dani preocupada

- E agora que você vai ter que ir em casa me dar banho. Diz o garoto com um singelo olhar de maldade.

- Cara se liga, eu vou beber uma água.

E Dani sai da sala a procura de um bebedouro, ao encontrá-lo inclina-se para beber, levantado a cabeça ela vê uma mulher nos seus 40 anos, loira, olhos azuis, um nariz arrebitado, queixo afinado e uma cova na bochecha esquerda, ela estava vestindo um vestido preto que valorizava as suaves curvas do seu corpo, um decote tímido dava destaque aos pequenos seios que possuía.

- Dani, Dani. Uma voz interrompe os pensamentos da garota.

-Dani sou eu a mãe do Anael, não me reconhece?

- A desculpa Dona Rose, realmente não a reconheci, Nael está no quarto 5.

- Obrigada, vamos comigo até lá, vocês precisam me contar o que realmente houve.

Rose entra na sala e leva um pequeno choque ao ver seu filho com os braços quebrados.

- Meu Deus Anael, me conta direito o que houve, com certeza coisa boa vocês não estavam fazendo.

- A então mãe o que aconteceu foi o seguinte, estávamos fazendo o trabalho e eu tive a ótima ideia de descer o morro dentro de um pneu, até foi legal, mas deu muito errado depois.

- Menino o que você tem na cabeça? Pergunta Rose furiosa.

- Dani como você pode concordar com isso? Agora fica aí os dois me olhando com cara de bunda.

Passado o susto e já mais tarde na casa de Anael, no decorrer do jantar, enquanto sua mãe lhe dava comida na boca conversavam entre si.

- Filho semana que vem eu vou ter que viajar a trabalho por dois dias, era pra você ir comigo para me ajudar, mas depois dessa cagada que você vou ter que deixa-lo aqui, sua tia Telma vira cuidar de você.

- Nossa a tia Telma poxa ela é muito estranha mãe.

- Ela é sua tia, e a única disponível para ajudar você, vamos ver se agora você aprende a não fazer tudo que te dá na telha.

- E a sua amiguinha Dani vai viajar comigo no seu lugar para me ajudar já conversei com o pai dela, vamos subir, vou escovar seus dentes.

E assim Rose subiu com seu filho pensando sobre a viagem que teria que fazer e que seria o castigo de ambos os garotos, porem o que ela não imagina é que o que era pra ser um castigo pode vir a ser uma confusão maior ainda e que dessa vez não envolveria apenas Dani e Nael. 

 

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