História A descendente de Merlin - Capítulo 48


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Categorias As Crônicas dos Kane, Doutor Estranho, Harry Potter, Liga da Justiça, Merlin, O Aprendiz de Feiticeiro, Os Vingadores (The Avengers), Percy Jackson & os Olimpianos, Power Rangers Força Mística
Personagens Alastor Moody, Arthur Weasley, Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Molly Weasley, Personagens Originais, Remo Lupin, Stephen Vincent Strange / Doutor Estranho, Udonna, Zatanna
Tags Alastor Moody, Arthur Weasley, Baltazar Blake, Celeste, Drestranho, Feiticeira Escarlate, Feiticeiro Supremo, Magnus, Mariana, Merlin, Merliniano, Molly Weasley, Morganiano, Olho Tonto, Remo Lupin, Stephen Strange, Udonna, Vitoria, Zattana
Visualizações 8
Palavras 1.635
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Saga

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi amiguinhos
E hoje temos mais um capítulo da busca pelo amuleto. Vamos lá?

Capítulo 48 - A segunda ala


 O corredor de pedra serpeava muito. Estava iluminado por tochas. Ártemis ia frente, conduzindo o grupo, que se apertava. Udonna e o fantasma de Remo Lupin fechavam o cortejo.

  Passado algum tempo eles chegaram em uma porta. Ártemis disse:

  - Essa é a porta da segunda ala. 

  Ártemis abriu. Eles entraram.

  A primeira vista, parecia que haviam entrado em um castelo. O comprimento era gigantesco. Pinturas estavam expostas em paredes feitas de tijolos de pedra. Mas o item que mais tinha eram as armaduras. Centenas de armaduras de diversas nacionalidades e épocas, estavam expostas, cada uma segurando uma arma. Uma armadura grega segurava uma lança e um escudo. Uma armadura celta empunhava uma lança. Uma armadura romana segurava um machado, enquanto uma armadura egípcia empunhava uma espada de lâmina curva, que Morgana havia dito, em uma aula de história, que se chamava Kopesh.

  Mariana perguntou:

  - Muito bem Ártemis, onde estão as defesas?

  No exato instante que Mariana pronunciou a pergunta, ouviram-se vários clecks. As armaduras ganharam vida. Saltaram de seus lugares e se puseram na frente dos merlinianos, dos semi-deuses e dos deuses. Apontaram as armas.

  - Porque eu fui perguntar?- disse Mariana.

  Percy sacou sua espada e falou:

  - Bem, vamos ter que passar por elas.

  Com um estalido de um feitiço desferido por Arthur Weasley a batalha começou. 

  Doutor Estranho conjurou o punho de Hoggoth. Socou uma armadura egípcia. Ela se desmontou.

  Magnus tirou uma planta de sua bolsa azul. Ela tem espinhos e galhos extremamente agitados. Tocou nela com sua varinha. Com a velocidade de uma bola de canhão, a planta saiu voando, vindo parar em uma armadura medieval. A planta enroscou seus galhos. Logo o metal se corroeu. O veneno verde transformou o quê era uma bela armadura medieval em um resquício de metal corroído. 

  - Tentácula- falou o garoto- o veneno é muito perigoso.

  Uma armadura nórdica o golpeou com o escudo. O garoto caiu no chão. Sua bolsa foi arremessada ao lado oposto da sala. O garoto apontou a varinha para a armadura e falou:

  - Obscuro.

  O espaço da armadura destinado a visão se preencheu de metal líquido, que depois se solidificou. Magnus apontou sua varinha para a bolsa e falou:

  - Accio.

  Com uma velocidade menor que a da Tentácula, a bolsa do garoto veio em direção a ele.

  Magnus apontou a varinha para o chão. Um buraco do tamanho de uma tampa de bueiro se formou. Com um feitiço a armadura nórdica caiu dentro dele. Magnus tirou uma muda de uma planta e jogou dentro do buraco. Apontou a varinha e murmurou um feitiço:

  - Herbivicus.

  Depois se virou e desintegrou outra armadura nórdica. 

  Ártemis fazia vítimas com suas flechas. Thalia também. 

  - Magnus- falou Vitória, depois de derrubar uma armadura grega- que planta está lá dentro?

  - Um visgo do diabo- disse o garoto- porquê?

  - Eu tive uma idéia. 

  Vitória cochichou algo para o garoto, que assentiu. Apontou sua varinha para o buraco e falou:

  - Spacae.

  O buraco emitiu uma luz azul. Magnus disse a sua prima:

  - Pronto prima.

  Uma armadura de um samurai atingiu um escudo de magia que Celeste havia conjurado. Ela fez um escudo explodir. Isso fez a armadura recuar. A armadura tentou investir novamente. Celeste foi atingida pela lateral da espada. Sua cabeça começou a sangrar. Uma voz falou:

  - Estupore. 

  A armadura foi arremessada. Celeste sentiu uma mão tocar em sua testa.

  Era Zattana. 

  A bruxa murmurou:

  - Episkey.

  O ferimento na cabeça da descendente de Merlin se fechou. 

  Então, uma coisa que ninguém esperava aconteceu. Uma armadura medieval apontou a espada para elas. Como se sua espada fosse uma varinha, uma rajada de gelo saiu da ponta da espada. Celeste foi rápida o suficiente para conjurar um escudo de magia para barrar o gelo, fazendo ele se acumular no entorno dele. Celeste estalou os dedos. O escudo e o gelo explodiram.

 - Uma armadura que solta gelo?- falou Zattana.

 - Ela não é a única- falou Celeste- olhe.

 Zattana se virou. Uma armadura de samurai erguia sua espada, pronta para deferir um golpe no líder dos Merlinianos. Mas a lâmina da espada estava encoberta por um tornado de fogo.

  - Percy, Morgana- gritou Baltazar- podem dar uma ajudinha aqui?

  - Aqui não tem água- falou Percy, que brandia Contracorrente contra uma armadura espartana.

  - Não seja por isso- gritou Magnus.

  Uma espada passou voando por Magnus. O Kopesh voltou para seu dono, uma armadura egípcia. O martelo de Thor reduziu a armadura a destroços de metal egípcio. Magnus lançou um raio azul ao chão. Uma fonte de água brotou onde o raio havia tocado.

  - Pronto, filhos de Poseidon- falou Magnus- façam o seu truque. 

  Morgana e Percy correram até a fonte de água. Se entreolharam. Morgana falou:

  - No três. 1...2...3!

  Os dois fecharam os olhos. Apontaram a mão para a fonte de água. 

  A terra tremeu. A fonte de água, que jorrava com a velocidade de um chafariz, passou a jorrar com a velocidade de uma cachoeira. Os dois filhos de Poseidon direcionaram a fonte para armadura que estava atacando Baltazar. A fonte varreu a armadura com a velocodade de um tanque de guerra. Ainda varreu a armadura celta que trocava golpes com Annabeth e a que batalhava com Molly.

  Enquanto os filhos de Poseidon faziam mais vítimas com a fonte de água asassina, Magnus e Vitória derrubavam as armaduras no buraco que Magnus havia cconjurado. O visgo do diabo, a planta mágica que Magnus informou que gostava de lugares escuros e tinha o costume de estrangular quem estivesse a seu alcançe, cuidava do resto.

  Com os dois aniquiladores de armaduras, o número de armadura se reduziu rapidamente.

  Uma flecha de Thalia atravessou uma armadura medieval. Bastet desarmou e chutou uma armadura egípcia que transformava sua lança em uma cobra. 

  Uma armadura com uma espada que lançava um jato de água surgiu na frente de Thor. O ser de metal desferiu um golpe vertical no deus do trovão. Thor barrou o golpe com seu martelo. Ele deu um golpe que amassou uma das partes da armadura. Ela ainda lançou um jato de água no asgardiano.

  Thor ficou furioso. Falou:

  - Utilizas um poder da natureza. Então serás destruido por outro!

  Thor ergueu o martelo. O teto tremeu.

  Um relâmpago surgiu. Ele atingiu o martelo, energizando-o. Thor gritou:

  - POR ASGARD!

  E apontou o martelo. O relâmpago fritou a armadura, transformando-a em cinzas.

  Em um momento, Ártemis, com o perdão do trocadilho, teve uma inspiração divina. Quando o ataque de uma armadura cujo metal estava em chamas foi barrado por um escudo de magia de Celeste, a deusa caçadora esgueirou-se até onde Morgana e Percy estavam, manipulando a fonte de água. 

  - Morgana- falou a deusa caçadora- tenho uma ideia para acabar com esse conflito.

  - Diga logo- falou Morgana, derrubando mais armaduras.

  Ártemis cochichou algo. O rosto de Morgana ficou inundado de medo:

  - Não, Ártemis. Definitivamente não. Isso é uma péssima idéia...

  - Morgana, você não vai se descontrolar. Se quisermos acabar logo com eles vamos ter que fazer isso. Caramba, quatro deuses estão presentes. Nós vamos conseguir. Juntos.

  As palavras da deusa não tranquilizaram Morgana. Havia algo na idéia de Ártemis que estava perturbando Morgana.

  - Infelizmente não temos outra opção, Morgana- falou Ártemis. 

  - Ok Ártemis- falou Morgana- eu vou tomar parte disso. Mas e os outros? Eles vão morrer se...não, espere...Magnus. Preciso do Magnus. Percy- e se virou para ele- me faça um favor, irmãozinho. Pode parar com a fonte, não vamos precisar mais dela. E chame Magnus, o garoto de franja e com roupa preta. 

  Percy sacou sua espada novamente e saiu para cumprir o pedido de sua meia irmã. 

  Magnus logo se juntou aos de sangue olimpiano. O garoto, depois de lançar a azaração do tranco em uma armadura, perguntou:

  - Certo, o quê querem?

  - Precisamos- falou Morgana, depois de lançar incendio- que você mande uma mensagem legilimente para todo mundo que está contra as armaduras.

  - Ah, beleza- falou o menino- só preciso que me digam o quê vocês querem que eu mande e que me dêem cobertura. 

  - Ótimo- falou Morgana- e a mensagem que dissermos vai valer para você também. 

  - Certo- falou o garoto- um segundo.

  E se virou para uma armadura. Apontou a varinha e falou:

  - Flipendo.

  Um feitiço vermelho atingiu a armadura. Ela foi arremessada. 

  O garoto se virou para a Morgana e perguntou:

  - Que querem que eu diga?

  Morgana cochichou a mensagem no ouvido de Magnus. Magnus disse:

  - Você tem certeza, Morgana? Isso pode ser perigoso.

  - Apenas mande a mensagem, Magnus. O resto deixe com os deuses.

  Magnus assentiu.  Apontou a varinha para o alto e proclamou:

  - Legilimens!

  A partir desse momento, a voz do garoto passou a ressoar na mente de todos:

  - Atenção a todos. Sou eu, Magnus. Isso é uma mensagem legilimente. Morgana e Ártemis tiveram uma ideia para acabar logo com a batalha. Acredito seriamente que isso será perigoso, mas já passamos por coisas piores. Para essa idéia dar certo, Thor e Bastet precisam ajudar. O resto de nós vá direto para a porta para o corredor da próxima ala. Mariana, meu amor, lance Alohomora na porta. Celeste, vá para junto de Stephen Strange. Eu vou ser o último a sair e vou fechar a porta e, quando apenas isso acontecer, eles vão executar o plano. Quando eu contar até três vamos para a porta. Um...dois...três.

  Ao fim da mensagem, todos executaram o que Magnus havia falado. Mariana destrancou a porta. Logo, todos estavam juntos no corredor que levava a próxima ala. Magnus fechou a porta.

  2 segundos depois disso acontecer, algo aconteceu. O local onde estavam as armaduras brilhou. A luz passou por debaixo da porta. O que aconteceu?


Notas Finais


Oi amigos.
E hoje teve a batalha com as armaduras encantadas. Ártemis teve uma ideia para elimina-las. O quê será que ouve? Porque essa idéia perturbou tanto Morgana? Vejamos nos próximos capítulos.


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