História A desculpa do cano estourado ( Leitor x Tartarugas ) - Capítulo 4


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Categorias As Tartarugas Ninja
Personagens April O'Neil, Donatello, Hamato "Karai" Miwa, Hamato "Mestre Splinter" Yoshi, Leonardo, Michelangelo, Raphael
Tags Masnofimtatudobem, Monstroxleitor, Ripcarronovo, Tartarugasxleitor, Tretaaaaacorreeeeee, Vocenaoconhecearmasninjas, Vocenotou, Voceseferrou, Voceviraumsacodebatatas
Visualizações 42
Palavras 1.519
Terminada Sim
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


weeeeell, eaeeeee, como vocês vão? Cansados com as voltas ás aulas?

É, eu também. ;w;

Te entendo completamente meu/minha fi(a). Te entendo completamente.

:')

MAAAAAS
FELIZMENTE
EU FINALMENTE CRIEI CORAGEM PRA VENCER A PREGUIÇA E POSTAR ESSE CAP!!!
UHUUUUUL

"Espera aí, Neko. Quer dizer que esse cap. já estava escrito anteriormente e você não tinha postado ele antes pq não quis?"

Acredite, eu quis muito, mas não podia simplesmente postar esse capítulo e deixar vocês mais tantos meses esperando até que eu organizasse a história, pensasse no enredo e criasse todo a continuação na minha mente, certo? Aproveitei esses dias para organizar muitas pontas que acabaram soltas nessa história e provavelmente ainda vou ter que revê-las depois pq nem tudo na vida é perfeito :'v

Mas, sim, eu também tive preguiça de sequestrar o PC onde estava a minha história. Sou um ser humano desgramado e imperfeito, eu sei :v


Mals ae v':

mjhgfghyjukilookjh.

Espero que gostem do capítulo, meus Lollipops!! Tentarei postar com uma frequência de 15 em 15 dias!! <3

Capítulo 4 - R.I.P. Costas


Você respirou fundo e sentiu o frio penetrar pelo seu corpo, acalmando levemente seus nervos. Não tinha ideia do porquê tinha aceitado isso, era uma ideia estúpida, irresponsável e com certeza algo que um adulto maduro não tomaria.

Seu olhar encarou o garoto á frente. Uma criança na hiperatividade e energia destrutiva de um ser humano com 11 anos. Seu cabelo era bagunçado e lhe faltava um dos dentes da frente, o que não impedia de seu sorriso iluminar o mundo toda vez que aparecia, as sardas e o olhar de cachorrinho era a mistura perfeita para convencer qualquer um.

Realmente, um anjinho pra que visse de longe, mas a encarnação do Caos quando alguém tinha que cuidar dele por um dia inteiro. O que, pela diversão do destino e qualquer ser(es) super poderoso que estivesse te observando, era o seu caso.

- Ok! Ok!! - você desviou os olhos do olhar de cachorrinho. -Eu vou jogar a moeda! Se cair cara, nós vamos para o telhado, se cair coroa nós ficamos aqui sentados no sofá vendo filme, tudo bem?

Ele balançou a cabeça animadamente ao mesmo tempo que saltitava sem sair do mesmo lugar, que por azar seu, era o sofá.

Você lançou a moeda para cima, observando a mesma girar várias vezes no ar, se fosse um filme, teria um fundo musical daqueles suspenses, uma música quieta que ia aumentando de tom com o passar do tempo, elevando a tensão por consequência, mas você teve que se contentar com a música provir da torcida animada do seu primo, que torcia para "cara", falando tão rápido que se perguntou se ele estava respirando. A moeda caiu na palma da sua mão e você a tampou sem olhar.

"Por favor, coroa. Por favor, coroa. Olha, eu sou uma boa pessoa com uma boa alma, não precisa me dar presente de aniversário, apenas me dê uma coroa agora..."

Cara.

Você quase poderia escutar a risada maléfica do Universo na sua mente. Junto com o grito extremamente animado e estridente da criança ao seu lado. Nenhum dos dois era um bom sinal e podiam ser comparados com o canto gélido e sombrio da morte em seu ouvido.

Mas trato era trato. Você podia brigar com os personagens da televisão e esconder a poeira da casa em baixo do tapete, mas ainda te restava honra para cumprir sua palavra.

~*~

Impressionantemente, as coisas não deram errado assim que vocês pisaram no telhado, o que era um grande marco da sua vida. Na verdade, ao ver seu primo de pouca idade andando tão bem de skate no telhado plano e de um concreto frio e levemente umidecido pela garoa noturna (ou apenas as cinzas das fábricas locais, era difícil dizer) do condomínio lhe encheu de alívio, fazendo todas as preocupações de antes parecerem insanas, provavelmente em algum lugar da galeria ou do grupo de família havia milhares de fotos do pequeno em diversas rampas de skate. Uma pequena ponta de inveja branca brilhou na sua alma ao vê-lo tão habilidoso assim , mas ela logo foi soterrada pelo orgulho, em pensar que nessa idade você ainda estaria tentando descobrir como o Bob Esponja fazia fogueira em baixo d'água. Heh. Talvez depois de tudo você tirasse uma foto para pôr no albúm de família com o título de "o dia que as coisas deram certo"

Suas pernas se levantaram quando o percebeste chegando perto da beirada, sua boca se abriu para chamá-lo e, sem aviso nenhum, um forte mal estar atingiu seu estômago, fazendo um suor frio escorrer pelo rosto. Droga, algo estava terrivelmente errado ali, você conheci muito bem aqueles sintomas: medo. Suas pernas seguiram um pouco mais para frente em um ritmo assustado.

- Q-querido,vamos, acho melhor você...

Ele escorregou. Você correu. E ele caiu.

Sua mão agarrou a mão do pequeno, o puxando para cima e sentindo sua mão de apoio escorregar, ele caiu em segurança na superfície de concreto úmida que chamaste de telhado, você caía em direção á superfície de concreto do asfalto.

Só agora sua mente começava á processar o que tinha acontecido, talvez muito rápido já que sua queda parecia lenta demais. A pequena cabeça de seu primo apareceu na ponta do telhado, lhe encarando, e você agradeceu por ele estar usando os equipamentos de proteção. Você queria sorrir, mas todo o seu corpo estava paralisado, sem reação, nem mesmo o grito queria sair de sua boca.

A vida, então, é algo interessante, mesmo quando você estava prestes á perde-la, ela não passou na frente dos seus olhos ou explodiu em sua mente mostrando a resposta para todas as perguntas existenciais que já tiveras... ela... só continuava lá, como sempre, como se tudo estivesse normal.

Você não comprara sua frigideira antiaderente, não xingou a sua chefe e muito menos se despedira do seu primo, nem deu uma festa de aniversário na última vez que o fez e disse que iria para a festa de Natal em família no outro ano. Heh, que ano? Que oportunidade? Que tempo?

Te lembraste dos amigos e de quando vocês se reuniam, em silêncio ou aos gritos, para fazer alguma coisa banal e que seria esquecida, mas ainda deixava o conforto e a felicidade dentro do peito em um sentimento de consolo.

As tartarugas também estavam lá. Você queria ter dado mais á eles, qualquer coisa, alguma coisa. Só queria que eles soubessem que você se desculpava por a humanidade os fazer viver nas sombras e agradecia por lutarem e protegerem Nova York do que estivesse escondido no escuro, também.

As brigas também participaram das suas lembranças, brigas, lutas, birras, raivas, irritação e cansaço. Tão rapidamente que vieram foram embora.

A vida... é, essa era a vida. Apenas isso, não feliz, não triste, não inútil ou igual. Era uma vida, apenas. A sua vida, talvez por esse pequeno pronome na frente dela é que você chorava e sua boca se abriu, deixando que a voz saísse.

Uma corda apareceu do seu lado, você a agarrou, sentindo seu braço gritar em protesto com o solavanco, só que a adrenalina ignorou isso, te fazendo agarrar a corda ao mesmo tempo que a gravidade também ignorava tudo, te fazendo escorregar pela corda e diminuir de velocidade.

Sua mão não aguentou, e soltou o objeto.

Você não teve tempo de se xingar, nem estapear a cara ou pausar o tempo para ir até a direção da parede e ficar batendo a cabeça lá para ver se algum cérebro brotava nesse meio período.

O chão passou pelos seus olhos.

Porém continuastes caindo.

- Espera aí, mas o que-

Sua fala foi interrompida com um baque que fez parecer que seus dentes saíram e voltaram de sua boca e te fazendo dispensar todos os seus planos de ir ao dentista. Danesse, agora seu nome era William Wonka e na vida após a morte irias fazer uma fábrica de chocolate feita de chocolate. Quem disse que seus sonhos de 3 anos de idade não podiam ser realizados?

Algo se mexeu em baixo de você e seus olhos se abriram, ao mesmo tempo que seus pulmões sugavam todo o ar possível, encontrando as luzes fortes e néons brilhando por um círculo acima de sua cabeça. É, até a pós vida foi atingida pela humanidade. A situação tá triste, meus jovens.

Três pares de olhos entraram em seu campo de visão, as vozes ecoando pelas paredes de... Urg, mal cheiro, aparentemente. Aquilo era... Inglês? Droga. Você conseguiu distinguir algumas partes, mas seu cérebro não conseguia traduzir nada mais que 3 palavras seguidas.

Algo empurrou as suas costas e ia cair no chão se uma mão não te puxasse para cima, felizmente sem tocar no seu pulso que, com a perda de adrenalina, parecia doer cada vez mais. Seu corpo se virou para a direção do que te derrubou, encontrando uma tartaruga de faixa azul em volta de seus olhos de um azul mais escuro. Leo.

Seus olhos se passaram para o resto na paisagem, processando o olhar de cada um: Donnie, Mikey e Rafa.

Sua boca abriu para falar alguma coisa, talvez palavras incoerentes provindas de um cérebro que pareceu pedir férias depois das últimas ocorrências semanais.

Então um rugido preencheu todo o ar. Seus olhos encararam o local escuro, não achando nada, e, quando piscastes, já estava no meio de um beco nas ruas de Nova York.

Sua cabeça se virou de um lado para o outro, seu corpo pronto para correr e a mente cheia de perguntas.

- Leo? Mikey? Donnie? Rafa?

Nada.

É, será que havia seguro de cérebro?

A palavra “seguro”, pareceu levar sua mente ao funcionamento, a imagem de seu carro brilhou em frente aos seus olhos, um sorriso se abrindo em seu rosto, para logo depois ser substituída pela imagem de um para-brísas quebrado e uma tartaruga de espadas submergir dos escombros. Seu sorriso sumiu. A lembrança foi trocada por segundos atrás, onde levantavas depois de ter caído em cima do Assassino Culposo de Para-Brísas. Uma felicidade maléfica interna preencheu seu ser.

A vingança era um prato servido frio

...

E com as costas doendo.


Notas Finais


Agora que tal uma notícia maravilhosamente divosa e incrível???
EXATAMENTE
LANÇOU A NOVA ADAPTAÇÃO DAS TARTARUGAS NINJAS DA NICKELODEON
DUBLADA
LINDA
CRIATIVA
E MUITO SHOW
AINDA MAIS A APRIL
E AS ARMAS
AS ARMAS TÃO MUITO FABULOSAS, MEU GOSH

(Menos o Splinter, até agora ele tá sendo um nada ;-;)

(Vacilo, Splinter .-.)


https://www.youtube.com/watch?v=3X9LU0Lj2FA (original pra quem quiser)

https://www.youtube.com/watch?v=G--qcLXmwHg&t=205s (dublado <3)


Ainda estou muito feliz, serião, vou rever pela 50º vez *w*

Licençu ~

Que hoje... Nha, cansei, bordão é meio chatu ;-;

TENHA UM DIA DIVOSO OU APENAS COMUM, CONTANTO QUE ELE TENHA SIDO VIVIDO E VALHA Á PENA
(Ou a galinha inteira XP)
É ISTO!!!

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