História A Difficult Choice (Lauren G!P) - Capítulo 26


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Amor, Aventura, Camila Cabello, Camren, Camreng!p, Drama, Fifth Harmony, Lauren Jauren, Laureng!p, Norminah, Romance, Sexo, Suspense, Vercy
Visualizações 98
Palavras 1.112
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite meus amores, peço mil desculpas pelo meu sumiço, a vida anda corrida entre trabalho e faculdade, mas tentarei manter a fic atualizada ao menos nos finais de semana! Espero contar com a leitura e paciência de vocês!! Agora que tal atualizar a fic?? Boa leitura!! Bjs

Capítulo 26 - Quase emergência


Anteriormente:

O telefone não parava de tocar. Era uma e meia da manhã e a pessoa não desistia. Allysson e Camila haviam decidido desligar a secretária eletrônica para evitar que Lyle deixasse mensagens. Camila não acreditava que fosse ele uma vez que as duas já haviam retirado da casa tudo que pertencia a Allysson. E se fossem seus avós? Estava tudo bem com eles quando os visitara. Mas isso já fazia quase dois meses.

A outro toque, Camila se levantou para atender. No escuro, bateu a cabeça no teto e tropeçou sobre as caixas de Allysson. Murmurou um palavrão. Como era possível que nem Allysson nem Verônica estivessem ouvindo?

— Oh, Camila, graças a Deus você atendeu! — a voz de Dinah soou aflita. — Preciso de ajuda.

Camila teria deixado o fone cair tal sua surpresa. Dinah vulnerável?

— O que houve?

Atualmente:

— Não posso dizer por telefone. Dá para você vir até aqui?

— Estou indo! E só o tempo de eu vestir uma roupa.

— Oh, Camila, jamais esquecerei o que está fazendo por mim — Dinah declarou com um soluço.

O que teria acontecido? Pensando bem, Dinah ficara tão absorvida com os preparativos para o casamento que parecia ter esquecido da noiva. E se ela em vez de dormir após uma bebedeira, como na noite de sua chegada, tivesse ficado violenta? Talvez devesse acordar Verônica e levá-la consigo. Mas Lauren era mais decidida. Ela saberia o que fazer se a situação ameaçasse fugir ao controle.

No segundo toque, ela quase desistiu, envergonhada ao se lembrar do vexame que dera no casamento de Stan e Mike. No terceiro toque, Lauren finalmente atendeu.

— Sou eu. Desculpe ligar tão tarde, mas algo de ruim aconteceu com Dinah.

— O quê?

— Não sei. Ela pediu, chorando, que eu fosse até lá. Estou de saída.

— Eu irei em seguida.

Camila suspirou, aliviada. Tinha certeza de que poderia contar com Lauren. Jamais esqueceria o que ela estava fazendo.

Todas as leis de trânsito deveriam ter sido infringidas no percurso. Camila não respeitou os limites de velocidade, nem os faróis, nem a placa de estacionamento proibido diante do prédio de Dinah. Subiu as escadas de dois em dois degraus para não ter de esperar pelo elevador. Quando estava quase chegando ao último andar, onde Dinah morava, ela abriu a porta.

Camila a examinou de relance. Apesar da tensão evidente, não havia nada de errado com seu rosto. Normani, ao menos, não a havia agredido. Não teria forças para tanto, Camila descobriu assim que entrou no apartamento. Cercada de garrafas vazias de cerveja, ela dormia profundamente no sofá.

— Você veio depressa — Dinah observou. — Quer beber alguma coisa?

O coração de Camila deu um salto de indignação e ela esperou a respiração acalmar após subir correndo os três lances de escadas.

— Pensei que fosse uma emergência!

— E não é? — Dinah indicou um cesto em cima da mesa. — Eu esqueci por completo das lembrancinhas e faltam poucas semanas para o casamento.

— Lembrancinhas — Camila repetiu, perplexa.

— São vários tipos e eu não sei qual escolher.

Qual era a melhor maneira de dizer a uma amiga que ela era uma louca varrida?

— Dinah, você é uma louca varrida, sabia? Pode imaginar como me senti com você ligando no meio da noite em prantos? Chamei Lauren para ajudar. Ela já deve estar chegando.

— Lauren? O que Lauren entende de lembrancinhas?

Camila respirou fundo para se acalmar.

— Pensei que você estivesse à morte!

— Eu estou. Estou morrendo de preocupação. — Dinah se deixou cair em uma poltrona. — Você entenderá quando passar por isso. E além do casamento, estou com problemas no trabalho.

Com essa notícia, Dinah conseguiu atrair a atenção de Camila.

— O que houve?

— Uma loira, tipo Barbie, esteve na sala do diretor de produção hoje por mais de uma hora. Me contaram que ela veio de uma emissora de Idaho. Devem estar querendo colocá-la em meu lugar!

— Seria bom, não? Ela ficaria em seu lugar e você iria para o jornal da noite, que é seu maior sonho.

— Você acha? — Dinah indagou, cética. — Por falar em jornal da noite, uma emissora de Eugene me convidou para ser a nova âncora.

— Sério? Dizem que Eugene é um lugar excelente para viver.

— Eugene é uma cidade pequena. Seria um retrocesso em minha carreira e...

A campainha soou naquele momento. Era Lauren com um taco de beisebol e um estojo de primeiros socorros. Camila sentiu o coração transbordar de ternura. Dinah riu.

— Desculpe desapontá-la, mas ainda estou inteira.

Em resposta, Lauren percorreu o ambiente com os olhos. Passou direto pela figura desabada no sofá e pousou em Camila que encolheu os ombros e lhe transmitiu um pedido de desculpa pelo olhar.

— Não era o tipo de emergência que pensei. Sinto muito, Lauren.

Camila se preparou para ouvir uma recriminação, um desabafo sarcástico. Em vez disso, Lauren disse apenas:

— Ainda bem.

— Já que você também está aqui poderia me dar sua opinião sobre essas lembrancinhas?

— Lembrancinhas? — Lauren repetiu, atordoada.

Em sequência, as três debateram entre mini porta-retratos com a foto das noivas, cestinhos com amêndoas confeitadas, chocolates com as iniciais das noivas, bem-casados com o cartão de agradecimento, ou ainda sabonetes com monogramas. Após meia hora de indecisão, as três resolveram o assunto por votos. Lauren escolheu os bem-casados, Camila os chocolates e Dinah os porta-retratos.

As lembrancinhas seriam, portanto, os porta-retratos.

Na rua, depois de se despedirem de Dinah, Camila e Lauren ficaram paradas de frente uma para a outra. De repente, sorriram. Do sorriso, começaram a rir.

— Desculpe por ter feito você passar por isto! — Camila pediu.

— Juro que pensei que a sujeita, a tal noiva dela, tivesse tentado matá-la.

— Confesso que eu também.

Lauren consultou seu relógio de pulso e Camila voltou à realidade naquele instante. O que realmente importava havia sido relegado a segundo plano naquela noite. Com o susto, ela havia se esquecido do horrível papel de tola que fizera com ela.

— É tarde demais para tomarmos alguma coisa? — Camila propôs e ao ver Lauren hesitar, a dispensou. — Não se preocupe. Eu entendo. Como poderia querer sair comigo depois do que eu fiz?

— Quando?

— No casamento de Stan e Mike.

— Bem, o que houve me fez pensar...

O desejo de Camila era que o chão abrisse sob seus pés.

— Eu gostaria de explicar, apesar de não haver justificativa. Peço que me desculpe mais uma vez.

— Está tudo bem.

— Não, não está. Eu me sinto péssima.

— Fique tranquila, Camila. Eu pensei muito e tomei uma decisão. Você se orgulhará de mim. Vou pedir uma licença no jornal.

— Para escrever seu livro? — Camila perguntou, entusiasmada.

— Sim. Vou mudar de ares como fez Cary Grant naquele filme que você adora.

— Tem idéia de voltar para Nebraska?

— Não. Vou para a Argentina.

 

 


Notas Finais


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