História A Difficult Choice (Lauren G!P) - Capítulo 27


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Amor, Aventura, Camila Cabello, Camren, Camreng!p, Drama, Fifth Harmony, Lauren Jauren, Laureng!p, Norminah, Romance, Suspense, Vercy
Visualizações 107
Palavras 1.097
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um capítulo para compensar minha ausência :D

Capítulo 27 - Super Lauren


Fanfic / Fanfiction A Difficult Choice (Lauren G!P) - Capítulo 27 - Super Lauren

— Camila!

O chamado insistente a arrancou de seus devaneios e a obrigou a notar que Dinah parecia nua com a camisola que estava provando.

— Desculpe. Quase não dormi a noite passada.

Camila justificou embora uma das culpadas por sua insônia fosse a própria amiga. Mas o que realmente lhe tirara o sono fora a história de Lauren querer ir para a Argentina. Não estava certo! Ela não podia deixá-la para ir para a terra de seu velho amigo Antônio que se formara médico. Se alguém tivesse de ir para Buenos Aires era ela que adorava lugares exóticos! Apenas agora não estava mais se importando com viagens nem com tipos morenos. Ela queria Lauren. E Lauren a estava deixando...

Na noite anterior seu primeiro impulso fora pedir que ela ficasse. Mas como dizer isso a alguém depois de passar anos afirmando que todos deveriam experimentar novas culturas?

— Não vai me dizer o que achou desta lingerie?

Camila balançou a cabeça. Estava cansada. Não conseguia raciocinar.

— Eu não deveria ter levantado da cama esta manhã.

— Manhã? Eu liguei para você ao meio-dia! O que há com você hoje? Temos uma porção de coisas para fazer e você não me diz nem sequer se gosta ou não desta camisola?

— É por causa de Lauren — Camila confessou. — Ela me disse ontem à noite que pediu licença no serviço e que irá para a Argentina.

— Atrás de alguma mulher? — Dinah perguntou, atônita.

— Não.

— Então qual é o problema? Não é o que você sempre quis? Afinal, por que vive estudando línguas e inventando viagens exóticas que podem se transformar em um pesadelo como aquela que fizemos para a Tailândia?

— Ninguém me avisou que era a temporada de ciclones — Camila explicou pela centésima vez.

— Afinal, por que está tão contrariada que Lauren esteja querendo bater as asas?

— Porque ela está querendo bater as asas sem mim!

— Ah! Então você admite que está gostando dela! — Dinah exclamou, triunfante.

— Já não ficou óbvio?

— Tão óbvio quanto a certeza dela de que você jamais a enxergará como mulher e como amante.

— O que devo fazer? — Camila perguntou, desconsolada. — Não posso correr atrás dela agora, posso?

— Por que não? Já ouviu falar em ir à luta? E por falar em luta, hoje teremos de comprar seus sapatos. Bem altos porque baixinha como você é, precisa se destacar de alguma forma, ou será confundida com a menina das flores.

Fosse o susto que Dinah lhe dera de madrugada, a falta de sono ou todos os dissabores que ela tivera de enfrentar desde que Dinah decidira se casar, Camila perdeu o controle.

— Agora chega! Estou farta de seu egocentrismo! Para que me arrasta por todos os cantos se não aceita nenhuma opinião minha? Você se deteve algum instante para refletir sobre o que fez comigo ontem? Deus, até mesmo Lauren se levantou no meio da noite para ir ajudá-la. E você? Além de nos ter deixado em pânico por uma futilidade, nem sequer agradeceu!

Dinah tentou se justificar. Ao perceber que não estava adiantando, se colocou a chorar.

— Você não quer mais ser minha madrinha? — Camila não respondeu. — Eu convidei você porque é minha melhor amiga. Na verdade, acho que é minha única amiga!

Camila tentou se conter, mas acabou chorando também. Seu ex-namorado, afinal, a abandonara. Lauren estava prestes a fazer o mesmo. Ao menos Dinah fazia questão de sua amizade!

— Eu não disse que não queria ser sua madrinha — Camila respondeu por fim. — Apenas me cansei do jeito que você está me tratando.

— Eu sinto muito. Prometi a mim mesma que iria melhorar, mas não consegui. — Dinah enxugou os olhos e assoou o nariz.

— Vamos almoçar?

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À tarde, a caminho de casa, Camila voltou a pensar no conselho que Dinah lhe dera durante o almoço. A amiga achava que ela deveria ser mais agressiva com relação a Lauren, mas não era de seu feitio. Ocorre que, talvez, em vez de pedir para que Lauren ficasse, Camila poderia fazer com que el esquecesse essa idéia de ir para a Argentina.

Mas como?

A idéia surgiu quando ela resolveu entrar em uma livraria e consultar a prateleira que exibia os livros de auto-ajuda, e seus olhos acabaram pousando em um volume embrulhado em papel celofane com um CD: Vamos Dançar? Danças de Salão em Dez Aulas.

Sua memória retornou ao baile do casamento de Stan e Mike. Ela e Lauren nunca estiveram tão juntas antes. Tão íntimas!

Era exatamente de que ela estava precisando. Mostrar a Lauren que estava interessada em sair com ela ao menos para dançarem.

Encontrou o apartamento abençoadamente vazio quando chegou. Colocou o CD no aparelho de som, entrou no chuveiro e estava começando a se vestir quando se sentiu contagiada pela música e resolveu ter sua primeira aula. Abriu em primeiro lugar a janela para arejar o ambiente. Depois programou o aparelho para tocar a segunda faixa. A primeira apresentava uma valsa. A segunda era um cha-cha-cha, o ritmo que Lauren lhe ensinara. Ela a imaginou a sua frente, ergueu os braços e começou a movimentar o corpo em eróticas ondulações.  Se deteve, sobressaltada, ao perceber algo estranho passando por sua cabeça e batendo contra a parede.

Era um pedaço de tijolo com um bilhete amarrado em um barbante. O bilhete dizia: Você Irá Se Arrepender, Querida!

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Pela segunda vez em menos de vinte e quatro horas, Lauren subiu no carro e pisou com tudo no acelerador para socorrer alguém. Só não carregara o taco de beisebol consigo porque Camila lhe garantiu que pretendia chamar a polícia assim que terminasse de falar com ela.

Lauren subiu os três lances de escada quase voando. Havia um policial à porta de Camila e ele lhe barrou a entrada.

— Está tudo bem — disse Camila e fez as apresentações.

— É alguém de seu conhecimento, sua namorada? — quis saber o policial McLean.

Camila e Lauren se olharam e negaram ao mesmo tempo.

— Somos só amigas — contou Lauren.

— Sim — confirmou Camila.

O outro policial, de nome Remnick, pediu para ver o bilhete e voltou a lhe fazer perguntas que esclarecessem o incidente. Lauren não se conformava com a marca vermelha na parede. Camila poderia ter sido atingida. Até mesmo morta! Ela viu a janela aberta e foi dar uma espiada. O tijolo não podia ter sido atirado da rua. A explicação mais plausível era que alguém o havia atirado do outro lado da rua, do local que antes era um depósito e onde funcionava, atualmente, uma galeria de arte.

— O apartamento estava como agora? Com a janela aberta e a luz acesa? — indagou um dos policiais.

— Estava sim.


Notas Finais


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