História A Difficult Choice (Lauren G!P) - Capítulo 28


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Amor, Aventura, Camila Cabello, Camren, Camreng!p, Drama, Fifth Harmony, Lauren Jauren, Laureng!p, Norminah, Romance, Sexo, Suspense, Vercy
Visualizações 113
Palavras 1.212
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Amores, sei que estive em falta com vocês e muitos vão me xingar demais mas a fic vai entrar em fase final, temos mais uns 3 ou 4 capítulos para concluir, peço que não me abandonem e que me esperem com a postagem, amo vocês e já estou preparando uma nova fic, meus projetos são de temporada única e de médio porte e espero agradar vocês!! beijos seus lindos!! sz sz

Capítulo 28 - Surpresas


Fanfic / Fanfiction A Difficult Choice (Lauren G!P) - Capítulo 28 - Surpresas

— Nesse caso, a pessoa tinha condição de vê-la com clareza.

Camila empalideceu. Lauren aproveitou para dar sua opinião.

— O policial está certo. Se a pessoa que jogou o tijolo estava no telhado do depósito em frente, ela podia ver você perfeitamente.

— A rua, afinal, é estreita — acrescentou o outro policial.

— A senhorita disse que ligou para sua amiga e depois para nós. Não lhe ocorreu ir até a janela e tentar ver quem havia atirado o objeto?

— Não.

— Por quê?

— Porque eu estava sem roupa.

Lauren sentiu o sangue lhe subir ao rosto.

— Sem nada?

— Quase sem nada — Camila respondeu, agora corada de constrangimento.

— Sabe de alguém capaz de querer prejudicá-la?

— Não.

— Espere um pouco. E seu vizinho do andar de baixo? — questionou Lauren.

— O sr. Zhirbotken? Oh, não.

— Ele lhe fez ameaças — Lauren insistiu.

— Que tipo de ameaças? — quis saber McLean.

— A história é simples. — Camila deu uma risadinha. — Eu queria ensinar meu papagaio a falar e coloquei discos para ele ouvir. Meu vizinho reclamou algumas vezes do som alto, mas não seria capaz de me agredir. Muito menos de me chamar de “boneca”.

Os policiais estavam anotando a informação quando Dinah entrou no apartamento como uma invasora.

— Tenho certeza de que foi alguém envolvido com casamentos que fez isso para se vingar!

Camila se apressou a contar sobre as pesquisas de preços que estava fazendo e que não acreditava naquela possibilidade. No momento que pediu licença para preparar um café para eles, tropeçou em uma das caixas de Allysson e quase caiu.

— A senhorita está de mudança? — indagou Remnick.

— Oh, não. As caixas pertencem a minha amiga Allysson.

— Fale-nos sobre ela.

Camila deu uma risada.

— Allysson não é uma suspeita. Está morando comigo por uns tempos. Ela é um doce de criatura. Detesta cenas. Foi por isso que custei tanto a convencê-la a deixar...

Lauren e Camila se entreolharam ao terem o mesmo palpite.

— Lyle.

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— Não pode ser Lyle! — Allysson se recusou a acreditar em tal possibilidade, depois que voltou do cinema com Verônica e elas ficaram sabendo sobre o ocorrido.

As amigas estavam reunidos na sala de Camila e discutiam as medidas que deveriam ser tomadas. Procurar Lyle? E se não tivesse sido ele? Não seria melhor esperar para ver?

Dinah que preferia acreditar que o agressor estava ligado ao artigo sobre os altos preços de um casamento, de repente se colocou ao lado de Verônica, concordando que o culpado só poderia ser o ex-marido de Allysson.

— Considere que ele só soube ontem, realmente, que você não pretende voltar para casa — Dinah lembrou. — E nós sabemos que ele às vezes a chamava de boneca.

— Mas se ele ficou tão furioso com o rompimento, teria atirado o tijolo em mim, não em Camila! — Allysson insistiu.

Cada vez que pensava no sujeito a estava vendo dançando quase nua, Camila sentia vontade de desaparecer da face da Terra. Mais ainda quando surpreendia Lauren olhando para ela. Por que não lhe ocorrera a possibilidade de alguém a estar espionando?

— Lyle não é capaz de matar uma mosca!

— Não estamos falando de assassinato, mas de um tijolo! E ele pode não ser capaz de matar um inseto, mas ganha a vida espetando as pessoas! — Dinah retrucou.

Verônica, que quase não havia falado até aquele momento, se mostrou surpreendentemente sensata.

— Querida, você, mais do que ninguém, sabe que o homem é imprevisível.

— Sou forçada a discordar — disse Dinah. — Porque Lyle é tão previsível que chega a ser maníaco.

— Por que faz tanta questão de defendê-lo? — Verônica olhou, enciumada, para Allysson.

Camila pigarreou para pôr um fim na discussão.

— Isso não importa no momento, pessoal. Não podemos ir à casa de Allysson e acusar Lyle sem provas, podemos?

Foi a vez de Lauren pigarrear.

— Proponho irmos todas para minha casa onde estaremos mais seguros.

— Bobagem — retrucou Verônica. — Eu estou aqui para proteger Allysson e Camila.

Por mais que desejasse ficar perto de Lauren, Camila achava que Verônica estava certa. Não haveria perigo se ficassem no apartamento, desde que mantivessem a janela fechada e a porta trancada.

— Obrigada, Lauren, mas não creio que seja necessário. Eu...

— Ela teve de parar de falar ao receber um amendoim, certeiro dessa vez, na cabeça. Pestanejou, contrariada, e estava se preparando para protestar quando viu Dinah olhando significativamente em sua direção.

— Tem certeza de que quer ficar aqui, Camila? Não acha que estará mais protegida com Lauren?

— Nós ficaremos bem — Camila repetiu, embaraçada com as indiretas.

— Além disso, quem cuidaria de Gazpac se fôssemos para a casa de Lauren? — quis saber Verônica.

— Arrumaremos um lugar para ele também, se você quiser levá-lo, Camila.

A preocupação de Lauren a deixou comovida às lágrimas. Jamais imaginara que ela pudesse ser tão galante, tão maravilhosa. Mas a mudança envolveria tanta trabalheira, e ela estava tão esgotada, que resolveu optar pela opinião comodista de Verônica. Aos sete minutos depois das nove na manhã seguinte, quando chegou ao jornal, Camila recebeu ordens para se apresentar imediatamente na sala da diretoria.

— Por que cheguei sete minutos atrasada? — Camila perguntou a Marie em tom de perplexidade.

— Verifique seus e-mails e depois passe aqui para subirmos juntas.

Camila seguiu para seu cubículo a fim de guardar a bolsa. Lauren a cumprimentou com um sorriso que evaporou ao ver o estado em que ela se encontrava.

— O que houve Camz?

— Eu nunca tinha sido chamada ao oitavo andar. O que será que querem comigo?

— Seu artigo sobre o casamento de Stan e Mike causou furor. O jornal nunca recebeu tantos e-mails e telefonemas.

Camila empalideceu. Com a confusão do dia anterior ela havia se esquecido por completo de ler o jornal. Ligou o computador e descobriu que duzentas e setenta e três novas mensagens a aguardavam. Talvez pudesse ler a primeira antes de falar com o diretor.

Chama seu artigo de jornalismo, Srta. Cabello? Eu prefiro chamá-lo de propaganda liberal doentia. São pessoas do seu tipo que arruínam este país.

Camila suspirou, desalentada.

— Acho que não terei forças para lidar com isso. Não hoje, ao menos.

— Jamais conseguiremos agradar a todos, Camila. Tenho certeza de receberá muitas outras mensagens positivas e de congratulações.

Lauren, como sempre, fazia o possível e o impossível para incentivá-la. Agora, restava esperar que o sr. Caselli fizesse o mesmo. Ou ao menos não a demitisse.

Ele as recebeu com expressão séria e as mãos apoiadas sobre a escrivaninha.

— Suponho que deva estar ciente de que seu artigo causou intensa agitação no jornal?

— Sim.

— Sabia que ele nos custou cerca de duzentas assinaturas?

— Sinto muito.

— Você sente muito? — gritou Martin, o segundo homem no comando. — O jornal depende de seus leitores e eles não podem ser menosprezados.

— Eu não os menosprezei — Camila protestou. — O que querem que eu faça? Escrever uma nota pedindo desculpa por algo que está acontecendo pelo mundo e que um certo segmento da população se recusa a enxergar? Ocorreu aos senhores que se alguns pretendem cancelar a assinatura, outros poderão solicitá-la?

Os homens pestanejaram. Marie a encarou como se ela tivesse perdido o juízo. Talvez tivesse perdido um pouco. Não era todo o dia, afinal, que alguém tentava matá-la com uma tijolada na cabeça. E a verdade era que ela não estava com disposição para se desculpar.

Marie parecia hesitante. De repente, para surpresa de Camila, saltou em sua defesa.

CONTINUA...


Notas Finais


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