História A Dishonor Of Evil - Capítulo 3


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Categorias Justin Bieber
Tags Amor, Hot, Obssesão, Possessão
Visualizações 121
Palavras 373
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Saga
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - O tal


Acordei em um tipo de kitnet, parecia menor do que o normal, quem for que seja me deitou em um sofá e se preocupou se eu sentiria calor e botou um ventilador próximo a mim. Eu tava relativamente calma, tentando não surtar, enquanto eu observava o lugar que eu fui parar, sempre vinha uma pontada, igual uma faca, do tipo "Eu realmente fui sequestrada", eu sempre lacrimejava ou tremia com esse pensamento, era um ciclo, estava quieta e de repente vinha uma pontada.

Eu não queria andar por esse lugar, não tinha a mínima vontade de explorar o local, então eu passei 1 hora e pouca sentada no mesmo lugar, no mesmo sofá, então escutei um barulho de chaves.

Então ele abriu, pegava na maçaneta com força e  determinação, aparentava ser bruto, ele mantinha o olhar para baixo, se concentrava em guardar as suas chaves, parecia que eu nem estava lá, estava me ignorando mesmo. Ele seguiu para cozinha, não olhou para quem estava sentada no sofá, foi quando eu apelei pela atenção dele, me levantei rápido do sofá, então ele me notou.

— Você acordou.

Eu fui  ate ele, com firmeza, não podia chorar, ja desgastei antes

— Olha, não precisa fazer isso, eu não faço escadalo, foi um engano, essa menina que você quer, não sou eu, é só me deixar sair

— Você é exatamente o que eu quero, assunto encerrado.

Ele me deixou lá, como tudo o que eu falei fosse conversa pra "boi dormir", eu entrei em pânico, comecei a hiperventilar, comecei a aumentar a voz

— Socorro! Tem um homem doente que me sequestrou por engano, me ajudem e ajude ele!

Não tive como disfarçar a raiva e o deboche dessa situação, porque isso tudo é ridículo. Porém quando ele ia entrando no quarto, ele voltou, com rapidez, com maxilar travado, em um movimento rápido, me pegou pelo os braços.

— Presta atenção, faz isso de novo, que eu te viro do avesso, aceita que é isso que você tem a partir de agora, se você pensa que tenho paciência para essa birra tod...

— Tá me machucando..

Disse chorando, ele continuou me segurando com força, porém fixou olhar em mim, por uns segundos, como tivesse analisando minha fragilidade.

— Faça isso de novo.



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