História A doce vingança: amor e ódio - Capítulo 8


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Notas do Autor


Tá sem revisão ok, depois eu venho e corrido os erros

Capítulo 8 - Capítulo 08


Depois de uma varredura geral na mansão Antonelli, todos que estavam na casa foram encaminhados a delegacia. Alexandre é encaminhando pra sala de depoimento.

G: Eu vou tomar o depoimento do Alexandre agora, eu quero que você localize pra mim a pessoa que entregou  a caixa na minha casa. Pede informações pro meu pai ou minha mãe que eles vão saber te informar alguma coisa.- pede pra amiga.

A: Tabom. Agora vai lá tomar o depoimento do gostoso do Alexandre.- Giovanna fuzila a amiga com um olhar que iria matar ela.- Só não extrapola que sua família ta aqui, imagina eles saberem que ao invés de tomar depoimento, você tomou um, dois, três beijos.

G: Cala a boca Amora.- caminha pra sala aonde o empresário estava.

Quando entra ela fecha a porta e se senta de frente pra ele.

G: Então senhor Alexandre você está aqui pra dizer somente a verdade nada mais que isso.- nesse momento Leonardo entra na sala e entrega uma ficha pra detetive, Alexandre o encara bem, sua cara não lhe era estranha. Logo após de entregar o papel pra detetive o policial sai da sala os deixando a sos novamente.

N: Acho que conheço ele de algum lugar.

G: Hum.- lhe alguns informações sobre a vítima e começa o interrogatório. Coloca o gravador em cima da mesa e começa a gravar.- Então senhor como é seu nome completo?

N: Alexandre Nero Viera, mais do uso Alexandre Nero.

G: Você poderia me informar aonde estava entre as vinte duas e uma hora da manhã.

N:Bom na parte da noite eu estava em um jantar na casa de um amigo que por acaso é seu pai, eu fiquei bastante tempo lá, deve ter chegado em casa por volta das 23hrs e pouco da noite. Isso eu não tenho como te afirmar com certeza, porque não olhei a hora que cheguei, apenas coloquei o carro na garagem e e entrei e já dormi.

G: Alguém que possa confirmar isso?

N: Bom o do jantar seu pai pode confirmar após todos que estão pode e você pode requerer as câmeras do meu condômino.

G: Eu sei o que tem que fazer não foi atoa que eu virei detetive.

N: Sabe seu senso de humor é magnífico, você aparenta estar brava mais não está, não por inteiro se é que me entende.- Giovanna arqueia uma sobrancelha em uma forma de desafio.

G: Você por acaso tem intimidade comigo pra falar a forma que eu me sinto?- pergunta.- Aqui quem pergunta e analisa sou eu e não o senhor, eu só peço que responda as perguntas apenas isso.

N: Ok detetive.

G: Você conhecia a vítima, é...- olha a ficha e verifica o nome da pessoa que foi morta.- Alessandro Vianna?

N: Oh sim, conhecia. Ele era um dos amigos do meu falecido pai, se eu não me engano ele era até um dos acionistas na época que meu pai ainda comandava a Nero engenharia, mais logo depois ele saiu.

G: Você tem como provar isso?

N: Claro, a gente tem os contratos da empresa tudo no sistema e em papel, se a senhora preferir posso de manter cópias dos dois jeitos caso uma fatalidade aconteça.

G: Vou mandar alguém ir buscar.- desliga o gravador.

N: Como você está? Creio que a falta de gozar deve ter te deixado irritada.

G: Para de ser babaca Alexandre, eu hein.- pega as coisas e se levanta.- Você está liberado pode ir.

N: Tá. - se levanta e para vem na frente dela.- Aí eu já ia me esquecendo.- da um rápido beijo nos lábios dela e sai da sala.

Esperando alguns minutos a detetive sai da sala e vê que todos ainda esperavam ali.

L: Vou levar o cara pra você interrogar, achamos ele tentando sair do país.

G: Já estou indo.- caminha até os familiares.- Vocês epererem mais um pouco a Amora vai tomar o depoimento de vocês e eu do cara que entregou a caixa.

H: Tome cuidado, ele pode ser perigoso.- em um dos raros momentos na frente da filha, Hildo se preocupa com ela.

G: Tabom.- da um pequeno sorriso e caminha pra sala aonde o homem estava.

Entra sem cerimônias e fecha a porta.

G: Senhor Carlos você poderia me dizer porque estava tentando fugir do país.

C: Não é da sua conta sua vadia.- fala ríspido fazendo o sangue da detetive esquentar de raiva.

G: Vadia? Carlos você sabe quem eu sou? Sua falta de educação pode me deixa com raiva e vai por mim você não vai querer me ver com raiva.

C: Você acha que eu tenho medo de uma mulher, faça me rir sua cadela. Ainda bem que eu estou com algemas se não você nao estaria aí com essa segurança toda.

G: Tabom você não vai cooperar por bem você vai por mau.

Sai da sala batendo a porta chamando a atenção de todo mundo, vai até sua mesa e pega uma caixa aonde continua alguns equipamentos. Volta pra sala e todos ficam em licencio.

A: Aqui galera.- chama a atenção dos familiares e do Alexandre.- O que vocês vão escutar fica aqui ou vocês vocês fingam que não escutaram nada, isso na pode sair daqui ta.- todos ficam sem entender o que estava acontecendo até começarem a escutar os gritos que estavam altos pelo silêncio que fazia na delegacia.

Xingamentos, palavras de socorro e mais algumas coisas eram escutados.

M: Ela ta batendo nele?- Matina pergunta curiosa pra Leonardo.

L: Não sei mais ela deve ta muito irritada por que ele não quer falar, quem sabe isso o faça abrir o bico e deixar ela calma, por que se não.

Foram longos minutos até a delegacia ficar em completo silêncio novamente, a porta aonde a detetive estava com o homem é aberta ela sai de lá com uma cara de poucos amigos.

G: Leonardo termina ali pra mim ele ta disposto a falar.- deixa a caixa em cima da mesa.

G: Bom gente vocês estão liberados ok, já temos as informações que precisamos.

S: Filha você bateu naquele homem?

G: Bati? Vocês devem estar escutando coisas. Ele só resolveu falar.- tenta dar um sorriso simpático.

N: Eu vou indo.- se levanta da cadeira.- Tchau. 



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