História A dramarama history. - Capítulo 5


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Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, Joo Heon, Ki Hyun
Tags Baseado Em Dramarama, Kiheon, Kiwon, Tom & Jerry
Visualizações 27
Palavras 733
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mas olha só que capítulo curtinho...

DESCULPA, PELO AMOR DE DEUS.

Era para ser curtinho mesmo, é basicamente apenas uma explicação do que aconteceu com o Kihyun — na verdade só o começo da explicação (q). Mas é muita informação, então ela precisa mesmo ser dividida e explicada aos poucos.

Boa leitura!

Capítulo 5 - Lee Jooheon, e... Chae Hyungwon.



 — Ex-namorado? - Won indagou baixinho, sem entender exatamente o que estava acontecendo ali. — Por que ele iria querer ver o ex-namorado? 

 — Porque ele não é meu ex! - intrometeu-se o Yoo, já enfezado com toda aquela conversa. 


  Tudo parecia tenso naquele quarto. Jooheon e Hyungwon trocavam alguns olhares confusos, tentando decifrar o que havia acontecido, enquanto o Yoo os olhava com raiva evidentemente predominante em seus olhos. Chae já tinha em mente o que poderia ter acontecido, porém tinha de tirar a prova disso, e exatamente por isso virou-se ao médico, suspirando fracamente antes de indagar-lhe;


 — O que houve com ele?

 — Bem... às vezes isso acontece, não é raro. A batida pode ter sido forte de mais, e isso geralmente ocasiona em uma perca de memórias, em maioria antigas, mas pode acontecer de ser recentes. Mas não se preocupem com isso, é temporário. Quando o namoro dele com esse tal de Changkyun acabou? 

 — Dois anos atrás. - Lee pronunciou-se, engolindo o seco de sua garganta, temendo que o namorado tenha esquecido tudo sobre si. E, bem, não era nada muito diferente disso. 

 — Dois anos? Está louco! Eu e Changkyun estamos firmes, mesmo tendo nossos problemas... - essa foi a vez de Yoo pronunciar-se, sendo cortado pelo doutor.

 — Acontece. Provavelmente essas memórias, de dois anos para cá, tenham sido apagadas. Façam alguns testes, ok? Converse com alguns parentes e tente ver se ele de lembra de algo desses últimos dois anos, qualquer coisa. Se der afirmativo, ele parece ter se esquecido apenas de vocês dois.  


  Por fim daquela confusão toda, confirmaram que sim, Kihyun apenas não se lembrava de Chae Hyungwon e Lee Jooheon, o que surpreendeu um pouco o Chae. Lúcifer havia dito claramente que havia lhe tirado as coisas que ele mais gostava, e o Chae pensava que esses dois últimos anos poderiam ser, talvez, os melhores da vida de Yoo, e por isso havia se esquecido. Porém essa teoria havia se quebrado. 
  Chae estava, com toda certeza, inconformado com aquilo tudo, e fora para casa tirar explicações de seu pai, recebendo apenas gargalhadas após suas perguntas. 
 

 — Do que está rindo? 

 — Não entendeu mesmo? - riu novamente, recebendo uma simples negação do Chae. — Irei te mostrar então. Mas se lembre, são minhas lembranças, não dá para tocar nele.


  Lúcifer deixou que o filho invadisse suas memórias do dia do acidente de Yoo, para que vesse tudo com os próprios olhos e não duvidasse mais de nada. 


 — Você terá de me dizer o que mais gosta na sua vida se quer voltar a viver e reencontrar seu namorado. Mas seja sincero, não minta para mim, se mentir, não hesitarei em cortar sua cabeça. - a voz de Lúcifer soava calmamente, nem mesmo parecia que estava mesmo ameaçando a vida do pequeno ruivo, que começava à chorar em frente ao próprio diabo, tendo os olhares curiosos de Chae lhe acompanhando. 


 — Tudo bem... - Yoo respirou fundo, limpou suas lágrimas e voltou à encarar Lúcifer, que continuava com uma expressão indiferente. — Lee Jooheon, e... - naquele momento, o olhar de Kihyun caiu ao chão e seus dedos tocaram os próprios lábios, se relembrando de momentos anteriores. — Chae Hyungwon. São tudo de mais importante que eu tenho. - o coração do moreno doeu ao ouvir aquilo, doeu muito, afinal achava que estava em um simples amor unilateral, afinal o Yoo sempre se dedicava em salvar o namorado, não parecia que se apaixonaria por outra pessoa, porém tudo era possível, aparentemente. — O que irá fazer? 

 — Apagarei as memórias que você tem sobre eles. Seria maldade matar eles, depois de todo esse esforço que você teve para salvar o Lee. 



  Chae largou aquela memória naquele momento, virando-se ao pai e o abraçando. Lúcifer nunca fora o tipo de pessoa amigável, porém era seu filho ali, então retribuiu ao contato e acariciou as costas do coreano, rindo baixinho. Aquilo, sobre tudo, era estranho, nem quando o pequeno Chae era criança tinha aquelas ações amorosas com a família.

 
 — O que foi?

 — Obrigado. Por deixá-lo viver, isso é tudo que importa. 


  Com aquela revelação, Lúcifer se sentia, com toda certeza, o demônio que era, e que não gostava de ser. Tinha feito aquilo na intenção de afastar Chae do humano, afinal não queria o filho se relacionando com a criação de Deus. Porém, acima de tudo, entendia como o amor funcionava; não há como escolher por quem irá se apaixonar. 
 



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