História A Dream Come True - Capítulo 4


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Categorias Johnny Depp
Personagens Personagens Originais
Tags Comedia, Drama, Jack Depp, Johnny Depp, Penélope Cruz, Romance
Visualizações 48
Palavras 2.123
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello! Eu sei que falei que ia postar semana passada mas o spirit deu erro de novo, desculpem. Antes de começarem a ler tomem por favor atenção nisso:
- nesta fanfic a Penélope não é casada nem tem filhos
- o capítulo se passe depois da premiere de Murder on the Orient Express
- o próximo capítulo será no campo de férias, os capítulos vao trocando ( para quem nao leu as notas finais do capítulo anterior)

Capítulo 4 - Tonight


Fanfic / Fanfiction A Dream Come True - Capítulo 4 - Tonight

P.O.V. Penélope 

Eu estava na sacada, olhando o pôr do sol. Então ouvi o celular tocar, e procurei em meus bolsos, mas não o encontrei e aí lembrei que o tinha deixado no criado-mudo. Olhei o visor e sorri ao ver o nome "Johnny". Peguei o celular e atendi.

*Ligação On*
- Johnny!
- Oi Penélope! Tudo Bom?
- Tudo! E com você?
- Tá... bateu uma saudade, a gente se viu um bocado na premiere mas, eu sei que você está em Londres então queria te perguntar se quer passar nesse hotel onde eu estou.
- Claro! Onde é esse hotel?
- Não se incomoda, me dá a tua morada e eu passo pro Jerry. Ele vai te buscar.
- Tabom, logo eu mando por SMS. Tá?
- Tá. Beijo!
- Beijo!
*Ligação Off*


Legal. A última vez que estive com o Johnny foi na premiere de Murder on the Orient Express, mas não deu aquele tempo para falarmos né, não é a mesma coisa. Ele me pareceu triste, sei lá. Mas eu vou ajudá-lo, seja o que for a razão de ele estar assim. Os amigos servem para isso não é mesmo?
Mandei um SMS ao Johnny com a minha morada. Ele respondeu logo: "Fica pronta, o Jerry vai estar te esperando às 20:00 ;) Beijo, Johnny". Respondi e olhei o relógio. 19:00. Ainda tinha tempo. Dirigi-me para o box e tirei minhas roupas. Ensaboei meu corpo e meu cabelo cuidadosamente. Saí e me sequei, passando em seguida um óleo em meus cabelos. Os penteei. Passei creme hidratante no meu corpo e vesti uma lingerie branca. Vesti uma calça jeans branca, justa. Coloquei uma blusa florida e uma jaqueta de couro preta. Passei rímel para realçar meus cílios e um batom vermelho. Arrumei meu celular, chaves, etc... em minha bolsa e olhei as horas. 19:55. Fechei meu apartamento e desci pelas escadas. 19:58. Abri a porta principal do prédio e Jerry já estava me esperando. Abri a porta do carro e ele falou:
- Boa noite menina.
- Boa noite. - respondi educadamente. Entrei no lugar do passageiro. A viagem foi rápida. Ao chegar no hotel Jerry avisou:
- O Sr. Depp pediu-me para a levar pela porta de trás, por causa dos paparazzis. Fiz que sim com a cabeça. Entrámos por trás e Jerry me guiou até à porta onde Johnny estava hospedado. Passámos pelos seguranças, que nos abriram a porta mas só eu entrei. Jerry ficou do lado de fora. Fechei a porta atrás de mim e observei o local. Uma grande cozinha, sala de estar, quartos... Isso parece uma mansão! Mas estamos a falar do melhor hotel de Londres. Estava perdida nos meus pensamentos e não dei conta de quem estava atrás de mim.
- Buh!
- Ai! - me voltei me deparando com Johnny a rir à gargalhada. - Quer me matar de susto? - falei rindo também.
- Oi. - ele falou sorrindo.
- Oi. - sorri também.
Nos abraçamos. Ele colocou suas mãos em volta da minha cintura e eu envolvi os seus braços fortes, encostando a cabeça em seu pescoço. Não sei quanto tempo ficamos assim, pareceram horas, até que Johnny quebrou o silêncio.
- Há quanto tempo a gente não se abraçava hã?
Sorri levantando a cabeça.
- É
Ele sorriu como o Capitão Jack Sparrow.
- Você quer jantar? Mandei fazer o seu prato preferido.
Johnny, sempre tão gentil e preocupado.
- Bora então. Isso foi muito amável da tua parte, não era preciso.
- Era sim. Afinal ainda sei como agradar às mulheres não é? - ele riu.
- Ô, cuidado, ele se acha! - rimos os dois.
- Pode falar o que quiser mas eu tenho 54 anos  e sou amado por meninas adolescentes.
- Cê tá falando como se fosse velho. Você faz homens de 30 anos terem inveja!
- É, realmente eu sou um gato. - rimos à gargalhada.
- Larga de ser convencido John!
- Eu não disse que você não era, pois não? - ele sussurrou em meu ouvido com uma voz rouca, muito sexy por sinal. Pera, o que ele disse?
- Isso agora já é outro assunto. - falei encerrando a conversa.
O jantar foi muito agradável. Comemos, rimos, conversámos... mas eu notei que ele estava triste. Ele tem estado triste. Ele ria, mas os seus olhos não diziam o mesmo. No fim do jantar nos dirigimos para a sacada.
- John? - eu às vezes o tratava assim. Era como uma maneira de dizer que para mim ele não é só Johnny Depp, o ator mas John, o amigo, o pai, o filho, o homem que faz de tudo para ver quem ama feliz.

- Oi?
- Você está triste. Eu vejo nos teus olhos, não vale a pena negar.
- Penélope...
- Pode falar, eu estou aqui. Confia em mim sim? Eu me preocupo com você.
- Eu... - ele respirou fundo. - Está bem.
Então ele me contou. Me falou do divórcio com Amber, de como isso o afetou econômica e psicologicamente, levando-o a ter que vender muitas das suas casas. De como ele foi rebaixado pela mídia ao ter sido acusado injustamente de violência doméstica. Ele desabafou, e eu ouvi tudo. Ele chorou no meu ombro, e eu falei que ia ficar tudo bem, que eu estava ali. E no final, os olhos dele eram diferentes, continuavam tristes mas tinham esperança. Ele sabia que eu estava lá para ele.

P.O.V. Johnny

Penélope me tinha ajudado muito ao me fazer falar. Agora eu tinha com quem contar, os olhos dela me transmitiam uma calma... aquela mulher era o meu porto seguro. Os seus olhos castanhos, a sua pele morena, o seu corpo que deixava qualquer homem louco... Eu ia tê-la hoje. Eu sabia como, essa noite eu ia tê-la para mim. Inegavelmente, eu começava a sentir algo mais do que amizade. Ela estava na sacada mas já estava escuro. E eu ia ter com ela agora. Respira fundo, conta até três... vai.

Coloquei os meus braços em torno de sua cintura e afastando uma mecha de cabelo, falei no seu ouvido:
- Está frio, deveríamos ir para dentro.
Ela estremeceu ao meu toque e olhou para mim. Percebi que ela gostou. Peguei o cigarro em sua boca e coloquei na minha, observando o fumo a sair lentamente da minha boca ficando a pairar por cima de nós.
- Hmmm... tabom.
Larguei-a e atirei o cigarro no chão pisando-o com a ponta de meu sapato. Caminhámos para dentro.
- Você quer vinho? - perguntei.
- Sim, vinho seria bom.
Trouxe dois copos e uma garrafa do melhor vinho. Enchi-os entregando um a Penélope. Ela aceitou, bebendo um pouco e nos sentamos no sofá.
- Vamos fazer um jogo. - falei - Temos que confessar coisas, por isso esse jogo é mais divertido sobre o efeito do álcool. - ri fraco.
- Ok. Você começa? - ela perguntou, sem saber o que estava para vir.
- Pode ser. - que os jogos comecem. - Confesso que me sinto atraído por você.
Ao contrário do que pensei ela não ficou surpreendida. Se ficou não mostrou, o seu olhar era brincalhão.
- Confesso que a primeira vez que te vi te achei um gato. Penso a mesma coisa sempre que te vejo. - ela disse com um sorriso provocador. Enchi nossos copos de novo.
- Confesso que nesse momento queria ser o Capitão Jack Sparrow.
- Porquê? - ela me olhava confusa.
- Para poder fazer isso.
Selei nossos lábios calmamente. Passei meus dedos pelos seus cabelos os agarrando e ela fez o mesmo comigo. Ela cedeu passagem para a minha língua e eu investi, tornando o beijo mais quente. Um fogo percorria nossos corpos. Paramos o beijo por falta de ar. Sem me dar tempo de falar, ela encostou a sua boca em meu ouvido e falou:
- Agora mando eu, Capitão.

P.O.V. Penélope

Subi no colo do Johnny encaixando nossas cinturas e comecei a distribuir beijos pelo seu rosto descendo para o pescoço. Abri lentamente sua camisa começando a dar leves mordidas no seu peito, e isso o estava deixando louco. Eu estava a adorar seduzir ele. Comecei a rebolar suavemente, notando uma ereção se formar. John era sexy, muito sexy, ainda mais com o cabelo colado na testa por conta do calor, arfando levemente, o que me deixava muito excitada. Ele deslizou a mão por baixo da minha blusa tentando encontrar o fecho de meu sutiã, mas eu me fiz de difícil, parando o que estava a fazer.
- Não vai me ter tão fácil não senhor Depp. - mordi o lábio inferior de forma provocadora.
- Mulher, você quer me matar de tesão? Caralho Penélope o que houve? - ele falou com cara de cachorrinho a quem tiraram o osso.
- Fala o que você quer.
- Eu... Eu quero...
- Você quer...
- Eu quero você!
O puxei pela camisa beijando-o com força. Ele subiu em cima de mim tirando minha blusa e meu sutiã rapidamente, e começou a massagear meu seio enquanto chupava o outro, me fazendo arfar. Tirou minha calça e minha calcinha, começando a me estimular me arrancando gemidos altos. Johnny sorriu malicioso. Aquilo estava me levando aos céus. Tirei a sua camisa com pressa e sua calça o deixando apenas de boxer preta.
- Não me tortura mais. - ele falou rouco.
Arranquei sua boxer e ele posicionou seu membro ereto entre minhas pernas me penetrando em seguida. Arranhei suas costas. A dor deu lugar ao prazer. Eu estava delirando de prazer, aquele homem era diferente de todos os outros. A cara dele de prazer, a maneira como ele franzia as sobrancelhas e abria um pouco a boca. Invertemos posições, ficando por cima dele. Comecei a rebolar em seu membro, estávamos os dois chegando ao ápice. John gemia meu nome alto. Chegamos ao ápice juntos e me deixei cair em cima dele com a cabeça em seu peito. Naquele momento, não tinha mais nada no mundo a não ser nós, deitados, suados, cansados mas felizes. Foda-se o mundo. Naquele momento, no hotel dele em Londres eu percebi que me tinha apaixonado pelo Johnny Depp. Só me lembro de adormecer.

P.O.V. Johnny

Acordei ao lado da linda morena a quem eu chamo de Penélope, e fiquei observando ela dormindo. Que mulher linda caralho! Fiz um cafuné no cabelo dela enquanto pensava na noite passada. Uma das melhores noites que eu já passei, se não foi a melhor. Penélope era muito experiente, pelo menos aparentava ser. Eu já tinha tocado nela, mas não dessa maneira. Nunca tínhamos transado, embora já tivéssemos fingido nas gravações do filme Blow. Mas apenas como amigos, colegas que estão a representar um papel. Amigos nós, agora? Depois dessa noite somos mais que isso, temos de ser. Ou ela não se entregaria para mim dessa maneira. Ai, as horas! Eu tenho gravações hoje! Como eu esqueci caralho! Olhei o relógio na parede. Tenho meia hora. Trabalho é trabalho. Tenho de ser bem rápido. Olhei para o lado, a morena começou a abrir os olhos.
- Bom dia!
- O-Oi... Johnny... porque a gente tá... - ela parecia confusa. Muito confusa.
- Ontem à noite você veio cá jantar e...
- Ah. Já tou lembrando. - ela sorriu levemente mas tentou esconder.
- Olha, eu tenho de ir filmar em meia hora, vou ter de ser bastante rápido, eu vou só tomar um duche e volto logo tá? Você quer usar o banheiro do andar de cima?
- Hummm... deixa, eu tomo banho em casa mesmo. - ela falou catando suas roupas do chão e começando a vestir elas.
 [...]
- Cheguei! Eu tenho apenas 20 minutos mas se você quiser eu tomo o café com você. Bora?
- Sí. Quero dizer, sim. Nossa, eu tou mesmo com sono. - ela riu.
- Já te disse que adoro quando falas espanhol?
- Já te disse que adoro quando você me elogia?
- Não, mas eu sei. - pisquei para ela que sorriu.
[...]
- Peço pro Jerry te levar a casa certo?
- É, dava jeito, não queria ir a pé. - ela deu uma risada.
- Ele chega em 5 minutos, mas eu tenho de sair agora para não chegar tarde ao set. - avisei com pena.
- John?
- Sim?
- Você tá... marcado no pescoço... hmm... tipo, de ontem...
Ri ao vê-la embaraçada.
- Só prova que a noite foi boa.
- Você nunca para de ser safado?
- Tem dias. O que precisar, me liga sim?
- Sim. Chau
- Chau.
Ela me beijou perto do maxilar, beijei ela na testa e saí. A tempo de ver ela piscando pra mim.


Notas Finais


Ooooo! Prevejo polêmica!!!!!!😂 Comentem o que acharam⬇😉


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