História A dream never ends. - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Futebol!, Pai, Praia, Surf, Torneio
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Palavras 681
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Sofrir um acidente


Fanfic / Fanfiction A dream never ends. - Capítulo 5 - Sofrir um acidente

Acordei cedo e resolvi sair, eu andei pela praia por uma hora, achei um lugar bem calmo e com sombras, eu olhei em volta, e achei madeira jogada pelo chão, e eu estava com meu canivete, resolvi fazer uma prancha, estava quase terminando quando vi meu pai vindo, no mesmo momento me perguntei “como ele me achou? ” Mas eu lembrei que ele gostava de caminha pela praia quando estava triste.

-Pai, eu posso explicar!

-Explicar o que? Eu já estou vendo o que você está fazendo. –Percebi que ele estava realmente triste e bravo.

-Pai, me desculpa, eu... –Ele me interrompeu.

-Não Jack, você vai para casa, até as 18hrs quero você em casa, senão você sofrerá as consequências.

-Está bom pai, eu estarei lá.

Ele voltou a caminhar em direção a casa, fiquei um bom tempo pensando, e resolvi entrar no mar e nadar, achei que surfa naquela prancha não seria uma boa ideia, já que a madeira já estava velha, cheguei em casa, procurei meu pai e não encontrei.

-Pai? Pai? PAAAI? –Gritei e nada dele me responder.

Fui olhar as horas e já era 18:20, liguei para meu pai e caiu na caixa postal, fui no quarto dele e vi que não tinha roupa nenhuma e nem as malas dele, me perguntei se meu pai havia me deixado em casa sozinho, fui tomar e sai para comer alguma coisa.

No dia seguinte, antes de amanhecer, eu sentei na areia e fiquei olhando o amanhecer, aquela paisagem era muito linda, eu gostaria de acorda cedo mais vezes, o mar estava agitando, aquele garoto com quem eu surfei no início das férias veio em minha direção.

-Oi Jack.

-Oi...

-O que aconteceu? Não vi você surfando depois daquele dia. –Perguntou

-Eu estava treinando para o torneio de futebol, e aquela tempestade, levou meus equipamentos de surf. –Respondi.

-Ah, porque você não me disse antes? Eu tenho uma prancha sobrando lá em casa, ela é do meu irmão, mas ele nem usa.

-Então você vai me emprestar a prancha?

-Vou sim, vamos lá pegar.

-Vamos.

Fomos até a casa dele, pegamos a prancha e estávamos indo surfar. Não lembro de muita coisa, só lembro que as ondas estavam altas, e do nada ficou tudo escuro, me perguntei se ali seria meu fim.

O garoto com quem eu estava surfando ligou para o pronto socorro, e disse que eu estava inconsciente, a ambulância chegou, e me levou para o hospital. O hospital ligou para meu pai, e no dia seguinte meu pai chegou, ele estava muito preocupado comigo, dias se passaram, e eu ainda estava inconsciente, eu só queria acordar, e falar, eu conseguia ouvir o que as pessoas falava... só não conseguia responde-las.

-Filho, por favor acorda, você é a única coisa que eu tenho, não quero te perder também, eu pensei muito sobre o que você me disse, e você está certo, seus sonhos não são meus sonhos, eu lembro daquele dia sabe, que você era mais novo, e você veio me pedi para te dar uma prancha de aniversario, eu queria tanto te ver feliz que eu dei o que você queria, eu nunca vou entender por que eu fiz essas coisas com você nesse verão, eu pensava que estava fazendo a coisa certa, mas não, agora filho eu fico até feliz por você não ter chutando aquela bola no torneio, talvez se você tivesse chutando você seria infeliz, aquela gente importante não iria fazer você feliz, eu prometo que se você acordar eu vou deixar você seguir seu sonho, eu vou fazer de tudo para que ele se realize, então por favor Jack, acorde. –Ele segurou a minha mão, e começou a chorar.

Acho que era isso que eu precisava ouvir, e agora eu tinha motivos para acordar, e eu comecei a me sentir tão vivo, ele ainda estava segurando minha mão, eu apartei a mão dele e olhei para ele, ele abriu um sorriso no rosto.

-Filho... –Interrompi ele.

-Não diga nada pai. –Eu abracei ele.

A partir desse dia sabíamos que nossas vidas iam mudar!



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