História A droga do amor - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 8
Palavras 1.080
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oioii! Eu voltei! Bom, espero que gostem! ^^

Capítulo 2 - Melhor amigo?


Fanfic / Fanfiction A droga do amor - Capítulo 2 - Melhor amigo?

Acho que o problema é que eu realmente sou muito iludida, crio muitas expectativas e acabo me ferrando por isso. Acho que um dos problemas também é que eu nunca me abro com os outros, mas eles também não perguntam, não procuram saber... Mas nem sempre fui assim, eu era muito sonhadora, muito otimistas. Mas tudo foi se tornando mais difícil. Acho que tudo começou quando eu por uma estranha razão comecei a ligar mais para garotos. Minhas amigas sempre falavam disso, com tanta calma e com um brilho nos olhos tão grande, ficavam realmente felizes, eu queria isso também, queria essa felicidade. Mas foi ai que tudo começou a dar errado. Essa minha "busca" pela felicidade só me trouxe a decadência.

*flashback on*

Acordo com o sol batendo em meus olhos, mais uma manhã como as outras. Minha vida não tem muito o que falar, é normal, nunca acontece nada de mais.

Desço as escadas e logo me deparo com uma mesa farta para o café da manhã.

- Bom dia! - Diz minha mãe.

Eu a respondo com um sorriso e logo saio para a escola. Não sou muito de palavras, me comunico mais com os olhares, mas se tem alguém com quem gosto intensamente de conversar é com meu "amigo", Eduardo. Com ele me sinto leve, me sinto a vontade de falar qualquer coisa que vem a cabeça, me sinto livre para ser quem sou. Muitos não me entenderiam, mas ele me entende e se faço uma loucura ele engata também e não esta nem ai. É o único com quem fico horas conversando, e me sinto muito bem com isso.

Vou andando em direção a escola quando acabo esbarrando com ele.

- Oooir coisinha! - Diz ele com um sorriso bobo.

- Oi! - A entonação de minha voz muda, para algo mais suave.

- Vai sair mais tarde? Podíamos sair, para se distrair, sei lá, algo do tipo. Se quiser, é claro!

- E-eu adoraria!

- Então ta. Te encontro mais tarde! Tchau!

- T-tchau...

Não estávamos juntos, por isso quase nunca nos falávamos. Nos conhecemos por causa de um amigo em comum. "Pegamos" o número de telefone um do outro e logo começamos a conversar. Eram horas e horas conversando, os assuntos nunca acabavam. Melhor coisa que me aconteceu foi ter o conhecido.

- Oi! Você demorou! Estava com o Matheus? - Pergunta Carla.

- Não, estava com o Eduardo.

- Trocou seu namorado pra ir falar com ele? Kkkkk

- Nossa. Que comentário mais sem noção!

Carla é uma das minhas melhores amigas, tenho que concordar que é com quem mais me abro. Tudo bem que ela é muito sem noção as vezes, mas é uma das melhores pessoas que já conheci.

- Olá!

- Mas que susto, Matheus! - Dou um grito.

- Nossa. Só queria fazer uma surpresa!

- Esta tudo bem. Só tomei um susto. - Chego mais perto dele.

Então ele apoia sua mão em minha cintura e me puxa para um beijo.

- Eu vou deixa-los a sós ai, por que agora eu só sirvo de vela.

~ sinal toca ~

Na escola é sempre a mesma coisa. Aulas chatas, professores irritantes, meus amigos falando merda e por ai vai...

No fim do dia, eu, Carla, Luana (outa amiga minha) e Matheus sempre íamos para casa juntos e no meio do caminho nos separamos, mas Matheus sempre me levava até em casa. Hoje não foi diferente. Ele era muito ciumento. Tinha muito ciúme do Eduardo, ainda mais por ele morar apenas a duas ruas da minha.

- Agora você tem que ir. Se meu pai te ver aqui, ele te mata kkkk.

- Pelo menos morro feliz, perto de você.

- Meus Deus, essa foi horrível kkk.

- Verdade, vou tentar melhorar. Mas sério, não quero ter que ficar loge de você.

- Nos vemos todo dia!

- Mas quero te ver toda hora!

- Aaah... - Vou em direção a ele, como se fosse beija-lo. Então quando ele já está de olhos fechados, me viro e fecho o portão.

- Nossa. Nem um tchau?

- Tchau querido! - Grito da sacada.

- Tchau meu amor!

Ele podia ser bobo, meio idiota as vezes, mas era o jeito dele. Ao mesmo tempo ele era fofo, romântico... O problema mesmo era o ciúme, mas eu o entendia, eu também tinha muito ciúme.

Já era meio tarde e eu já estava quase dormindo, até que lembrei que tinha combinado de sair com o Eduardo. Peguei meu celular correndo, e me deparei com umas 10 mensagens dele. Eu o respondi e marcamos de nos encontrar na minha esquina.

- Oooir! Você esqueceu de mim? - Ele diz com uma tonalidade de decepção misturado com um toque cômico.

- Me desculpa! O dia foi longo, eu estava quase dormindo, ai eu fui falar com você. Mas então, onde vamos?

- Bom, eu não pensei em nada. Queria sair mais para conversar mesmo.

- Ah, então podíamos ficar em um banco da praça mesmo. Comprar um sorvete, sei lá. O que quiser.

- É uma boa ideia!

Fomos descendo a rua, até chegar na praça principal. Ele me pagou um sorvete e sentamos em um banco ali mesmo. Conversamos por horas (como sempre), e nem vimos o tempo passar, assunto é o que não falta. Afinal, se quiser falar com a pessoa, você fala até sobre água.

Estava tudo muito bem, até sermos interrompidos por Carla, que chegou do nada.

- Ooi! Achei vocês!

- O que está fazendo aqui? - Pergunto meio irritada.

- Só estava passando e vi vocês, então vim dar um oi. Estou interrompendo alguma coisa?

- Não! - dizemos eu e ele em uníssono.

- Ah sim, pelo jeito que falou comigo, até parecia.

- Nada a ver! Bom, já esta tarde. Acho melhor já ir embora.

- Eu vou ficar mais um pouco. - Diz Eduardo.

- Vou com ela. - Diz Carla agarrando meu braço.

- Tchau! Dizemos nós três juntos.

Depois alguns passos, Carla quebra o silêncio.

- Você esta gostando dele?

- Como é? - Tropeço no nada e meio que engasgo com a saliva.

- Sim ou não?

- Não! Está doida? Eu tenho namorado.

- Mas quando falamos do Matheus, seus olhos não brilham tanto quanto quando falamos do Eduardo.

- Isso é coisa da sua cabeça. Só por que falo muito com ele não quer dizer que gosto dele. Ele é meu "melhor amigo", vamos dizer assim.

- Ah, sei lá.

Ficamos quietas por um bom tempo. Até nos separarmos e cada uma ir para sua casa.

Será que ela estava certa? Será que eu estou gostando dele? Mas é claro que não! Ela estava maluca. Mas tenho que admitir que exitei em falar "Não" de primeira.


Notas Finais


É isso! Me desculpem qualquer erro e até a próxima! Bjs!


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