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História A Empregada - Capítulo 1


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Notas do Autor


Espero que gostem de ler essa fic tanto quanto eu estou gostando de escrever. BOA LEITURA😘

Capítulo 1 - Eu sou Aisha Mornigstar


Fanfic / Fanfiction A Empregada - Capítulo 1 - Eu sou Aisha Mornigstar

Aisha on

Pai: Filha.

- Sim pai?

Pai: Na próxima semana começa o mês de outubro né?

- Sim.

Pai: No mês de outubro você irá fazer a nossa tradição de família.

- Ah, é aquele mês em que eu não posso ter nenhuma ajuda da família e tenho que sobreviver aos meus custos para ganhar o controle de cinco empresas?

Pai: Sim. E se você não conseguir só irá ficar com três.

- Eu vou conseguir as cinco empresas pai! Ou eu não me chamo Aisha Mornigstar.

Pai: Essa é a minha garota. Mais o meu amigo disse que você pode trabalhar na casa dele como empregada, vai ter um quarto, comida e vai poder estudar com os filhos dele.

- O Senhor Tougo tem filhos?!

Pai: Tem sim. Pelo que eu sei são rapazes muito educados.

- Só homens?

Pai: Tougo me disse que eles estão com uma hóspede.

- Ainda bem. Ah pai.

Pai: Sim.

- Você pode pode pedir pro tio Tougo não falar que eu sou sua filha? É que eu queria que eles me tratassem como gente normal entende?

Pai: Está bem.

- Valeu paizinho lindo!

Eu abraço ele, vou em direção a saída de seu escritório e paro na porta.

- Ah, pai.

Pai: Sim?

- É melhor você não contar pro meu irmão que eu vou trabalhar de empregada em uma casa com um monte de homens, você sabe como ele é ciumento e protetor.

Pai: Sei sim. Eu também não gostei muito da ideia, mais é melhor do que você ficar na rua até arranjar um emprego.

- É......Então tchauzinho. 

Eu saio e vou arrumar minhas coisas já que era sexta feira e eu ia domingo. 

~{QUEBRA NO TEMPO)~

No domingo...

Pai: Tchau meu bebê.

- Pai...

Pai: Toma cuidado viu, e não conta pra eles o nosso segredo de família!

- Eu nunca iria contar pra um bando de estranhos nosso segredo pai, eu não contei nem pras minhas melhores amigas.

Pai: Então tá. - ele começa a chorar - Eu vou sentir muito a sua falta.

- Não chora pai, nem vai ser tanto tempo assim.

Pai: Pra mim vai parecer um ano.

- Mais vai ser só um mês. - eu me aproximo dele, dou um abraço e um beijo na bochecha - Eu tenho que ir o táxi chegou.

Pai: Tá bem. Tchau. Se cuida. Volta logo. Não vai embora!

Eu vejo meu pai choramingando pela janela traseira.

- Até logo pai.

Eu acho que vou tirar um cochilo antes de chegar lá. Eu me ajeito no táxi e durmo.

Mororista: Moça, moça.

Eu acordo com o motorista me chacoalhando.

- Já chegamos?

Motorista: Sim. Eu vou te deixar aqui no portão com suas coisas ok?

- Ok.

Eu saio do carro e vejo a mansão Sakamaki. Não é tão grande e bonita como a minha mais até que é legal. Eu não estou impressionada  mas vou tem que fingir que nunca vi isso na minha vida. Eu pego as minhas malas e entro no jardim deles. 

- Que ótimo! Pra piorar começou a chover. É melhor eu disfarçar meu cheiro pra um cheiro humano. 

Eu começo a correr e subo as escadas levando as minhas duas malas. 

- Ainda bem que não molhou.

Eu olho pra porta procurando por uma campainha mais não vejo nenhuma. Eu me aproximo, bato a maçaneta na porta e a porta se abre. Pelo visto a decoração é bem antiga. Eu entro e até fico impressionada em como a decoração é antiga e bonita ao mesmo tempo, pelo visto essa é uma daquelas mansões de filme de terror que eu amo.  Eu me direciono à uma sala(eu acho)e encontro um garoto ruivo deitado em um móvel que parece com aqueles sofás romanos lindos. Eu chego perto dele esperando que ele perceba a minha presença e espero uns três minutos.

- Ele não vai acordar. - eu chego perto dele e cutuco ele um pouquinho - Ei, ei, acorda.

Eu chego perto dele e não consigo ouvir a sua respiração, por reflexo eu coloco meu ouvido no peito dele e vejo se seu coração está batendo. Por um momento eu me desespero, e depois penso se é um cadáver.

- É possível........ Não. Se fosse um cadáver ele estaria com um cheiro podre. Será que eu ligo para uma ambulância? Acho que é a melhor opção. - eu remexo a minha mochila procurando meu celular de ligação( já que eu não podia pegar um iPhone, eles iriam estranhar) eu acho o meu celular e começo a discar o número, do nada o garoto acorda e toma o meu celular.

Garoto ruivo: Fala sério garota você é tão barulhenta quanto a Yui.

- Se você estava acordado porque não deu nenhum sinal de vida?

Garoto ruivo: Por quê eu não quis.

Eu já não simpatizei com esse garoto, espero que os outros sejam mais educados do que ele. “Rapazes muito educados” né pai. Com eu ainda viajando em meus pensamentos ele me agarra e me joga no sofá romano(vou chamar assim).

- O que você está fazendo garoto?

Garoto ruivo: Primeiro, meu nome é Ayato, segundo, eu estou te jogando no sofá e terceiro, você não me disse quem é você, pirulito.

O quê?! Pirulito?! Já me chamaram de muita coisa nessa vida, menos nome de doce!

- Eu sou a nova empregada e gostaria de falar com o responsável dessa casa, por favor.

Ayato: Me desculpe, mais nosso pai não está em casa, então fale comigo.

???: Ayato, não faça isso com a nova empregada.

Eu me viro e vejo um homem de óculos e cabelo meio roxo, o Ayato sai de cima de mim e senta.

Ayato: Fala sério, é você Reiji!

- Com licença, você seria o responsável pela casa na ausência do Senhor Tougo Sakamaki?

Reiji: Sou sim. E você seria?

Eu não posso falar meu sobrenome verdadeiro, pensa Aisha pensa.

- Meu nome é Aisha Carter. 

Reiji: Aisha né? Vamos para a sala que eu vou lhe apresentar todos os irmãos e a nossa hóspede. James, leve as malas dela para o quarto.

- Certo. - eu me levanto e vejo as minhas malas serem levadas por um Senhor que aparentava ser o mordomo.

Eu sigo Reiji e Ayato para uma sala com três sofás em volta de um tapete e uma mesinha fofa com uma planta onde estavam uma garota de olhos vermelhos e cabelos loiros com dois garotos, um parecia com Ayato, mais tinha chapéu, o outro parece mais uma criança com o cabelo meio roxo também.

Reiji: Certo, essa é Yui - ele aponta para a menina - aquele é Shu o filho mais velho - ele aponta pra um sofazinho atrás dos outros onde tinha um garoto loiro deitado com fones nele -  eu sou o segundo filho. Esse é Ayato o mais velho dos trigêmeos - ele aponta pro garoto que eu não gostei muito - esse é Kanato o segundo filho dos trigêmeos - ele aponta pro garoto fofinho com um ursinho que parece uma criança - esse é Laito o mais novo dos trigêmeos - ele aponta pro garoto que se parece com Ayato - e ainda tem o Subaru o filho mais novo que não está aqui.

???: Eu to bem aqui.

Eu olho pro lado e vejo um garoto com o cabelo meio branco e salmão.

Reiji: Ótimo, aqui estão todos os irmãos Sakamaki.

- É um prazer conhecê-los. - falo fazendo reverência.

Reiji: Pelo menos uma pessoa nessa casa é educada. - eu sorrio com o comentário de Reiji - Você deve se instalar no seu quarto, depois e lhe passo suas tarefas.

Laito: Pelo visto nosso querido pai mandou mais uma presa.

- Presa?

Kanato: O cheiro dela é delicioso.

Será que eles descobriram?

Yui: Não a machuquem também.

- O quê? Me machucar? - falo com um pouco de sarcasmo - Eles? É sério?

Yui: Você não deveria achar engraçado, ainda não percebeu o que eles são?

- Já percebi sim, por que?

Ayato: Então o que nós somos?

- Os meus chefe, né?

Laito: Você não está errada, mas não é disso que estamos falando.

- Não? O que é então?

Sabaru: Você é trouxa? Não viu que somos vampiros?

- Vampiros?

Yui: sussurra - Acho que a ficha não caiu ainda.

- Ah, isso. Eu já tinha percebido.

Reiji: Você não está com medo?

- Eu pude perceber que a Yui está com algumas manchas vermelhas no pescoço, então deduzi que ela era a fonte de sangue no momento e como eu sou só uma empregada não achei que iriam tomar do meu sangue.

Ayato: Deduziu bem pirulito, mais está errada

- Como?

Ayato: Está e-r-r-a-d-a, essa sua dedução. 

- Por que?

Laito: Porque agora você é nossa presa também.

- Eu não fui informada disso quando me ofereceram a vaga de emprego.

Shu: Pois está sendo informada agora, e vê se faz silêncio.

- Hum. Tá.... Reiji, onde fica o meu quarto?

Reiji: No segundo andar, segunda porta á direita.

- Obrigada, agora eu irei me retirar se me dão licença.

Eu subo as escadas e vou para o meu quarto. Ele era uma cama de solteiro com uma cômoda e um guarda-roupa do lado, era um quarto simples, mais com a minha decoração ia ficar lindo. Eu coloco a música simples e romântico no meu celular e começo a arrumar meu quarto. Eu pego meio que um balanço dobrável que eu trouxe e penduro no teto. Também pego a minha argola com uma corrente,  um véu e faço um enfeite que na minha opinião ficou super lindo, arrumo as roupas e uns livros, pego um tapete de urso e algumas almofadas e arrumo na cama(sim eu trouxe tudo isso, é uma mala de roupa e a outra é... das outras coisas). 

- Ufa. Já acabei. 

Ayato: Seu quarto até que ficou legal pirulito.

Eu dou um pulinho, me viro e vejo ninguém mais ninguém menos que o meu chefinho mais irritante(aparentemente)o Ayato.

- Que susto você me deu!

Ayato: Eu te assustei? - fala como se eu tivesse ofendido ele - Me desculpa. - esse foi o pedido de desculpas mais sínico que eu já vi em toda a minha vida. Eu viro os olhos e bufo.

- Por quê  você tá no MEU quarto?!

Ayato: Porque a casa é MINHA.

- Correção, é do Senhor Tougo Sakamaki.

Ayato: Dá no mesmo.

- Tá legal. Mais o que você tá fazendo aqui?

Ayato: A Yui tá ocupada agora(quer dizer que já tem uma pessoa sugando o sangue dela -_-)então eu vim aqui ver você.

- Ah não. Eu to morrendo de sono e ainda tenho que ir no Reiji pra perguntar quais são as minhas tarefas.

Ayato: Olha, eu não to nem aí se você tá cansada, ou se vai ver o Reiji, eu só sei que eu to com fome. E adivinha quem é a minha presa.

- Essa mosca que tá passando por você agora?

Ayato: O quê? Ah! Uma mosca! Mata, mata. Eu odeio moscas.

- Minha nossa, nem parece que é um homem que tá tentando parecer intimidador pra tomar o meu sangue. 

Eu pego uma raquete de matar moscas que tava em uma estante e mato a mosca.

- Pronto minha querida dama, a mosca já foi morta. - falo me curvando e dando um sorriso sínico.

Ayato: Você para porque eu ainda sou um dos seus chefes, e você também, é a minha presa.

- É isso que eu ganho por matar a sua inimiga mortal?

Ayato: É sim.

- Que malvado Ayato. - falo fazendo uma cara fofa triste(é a mesma que eu faço quando peço alguma coisa pro meu pai  e ele recusa, ninguém resiste a ela ÒvÓ).

Ayato: ... Ah que coisa mais fofa! 

Tá, eu realmente não esperava essa reação. E ele tá apertando as minhas bochechas, eu preferiria que ele me mordesse ao invés de puxar as minhas bochechas.

- Ai ai Ayato para, para, tá doendo. Eu preferiria que você me mordesse do que puxasse as minhas bochechas. Para tá doendo. - e ele finalmente para e da um sorriso meio sadico(o sorriso sadico dele até que é bonito mais eu já vi melhores).

Ayato: Então você prefere que eu te morda? 

- Se você for apertar as minhas bochechas sim.

Ayato: Ótimo!  Então vamos começar.

- Quêêêêêêêê?

Ele se aproxima de mim, me pega pela cintura, tira o meu cabelo do meu pescoço e me morde.

- Ugh. 

Eu nunca achei que uma mordida de vampiro fosse doer(já que nenhum vampiro nunca se atreveu a me morder). Ele para e faz uma cara que eu não consegui entender muito bem e tosse.

Ayato: O seu sangue é mais doce que o da Yui! E quase me queimou.

- Isso deve ser um sinal pra você não beber.

Ayato: Não, é um sinal pra eu não deixar ninguém beber o seu sangue. Se eles souberem que o seu sangue é melhor que o da Yui vão querer beber com mais frequência e eu não vou poder beber.

- Resumindo, é tudo egoísmo.

Ayato: Não é não. *Talvez um pouco. Eu me senti mais forte e resistente quando bebi o sangue dela, e também é muito estranho uma humana que não seja noiva de sacrifício ter um sangue tão doce e quente. Eu realmente não quero deixar que meus irmão ponham as mãos nesse sangue. Eu o quero só pra mim...*

- Então... Já que você já bebeu do meu sangue, poderia se retirar do meu quarto?

Ayato: O quê?

- Eu vou falar com Reiji agora, então... Será que poderia se retirar do meu quarto?

Ayato: Tá.

Ele finalmente saiu do meu quarto, e agora eu tenho que ir ver o Reiji. Pfff. Que saco. Eu saio e vou até a sala que o Reiji tinha me mostrado. Eu bato na porta e ouço um entre. Claramente eu entro e olho a sala por um instante, parecia um laboratório. Isso é muito legal! Eu sou alquimista, provavelmente Reiji também é.

- Com licença Senhor Reiji. Vim aqui pegar a minha lista de tarefas.

Reiji: Você vai ser a responsável por limpar e arrumar o quarto de todos, deve fazer isso diariamente, você também irá para a escola conosco, o resto do tempo você estará livre.

- Certo. Me desculpe o intrometimento da minha parte, mas o Senhor é alquimista certo?

Reiji: Sim, eu sou. Por quê a pergunta?

- Só por curiosidade. Agora posso me retirar?

Reiji: Espere, antes eu irei provar do seu sangue.

- Acho melhor não. 

Reiji: Por quê não?

- Ayato bebeu do meu sangue é disse que quase se queimou. *E olha que eu estou com o disfarce humano.*

Reiji: Se queimou? Esse é mais um motivo para eu experimentar do seu sangue.

- Está bem. Não diga que não avisei.

Reiji se aproxima de mim, tira o meu cabelo de meu pescoço e me morde. 

- Ugh. 

Ele rapidamente se afasta.

Reiji: Como? Você não é noiva de sacrifício e tem o sangue mais doce e muito mais quente que o de Yui.

- Eu não sei. Mais se me der licença, irei me retirar.

Reiji: Ok.

- Ah, quando eu começo?

Reiji: Agora.

- Então tá.

Eu saio da sala do Reiji e vou vestir o uniforme. 

Eu visto o uniforme e vou arrumar os quartos. O primeiro quarto foi o da garota, e adivinha só! Ela estava lá.

Yui: Oi! 

- Oi. Se me der licença, eu irei arrumar seu quarto agora.

Yui: Pode arrumar.

Eu uso a minha velocidade pra arrumar rápido.

Yui: Pode arrumar.

- Eu já arrumei.

Yui: Mais eu só pisquei. - ela olha o quarto com cara de surpresa - Como você arrumou tão rápido?!

- Um mágico nunca revela seus truques. - falo fria e ríspida 

Ela faz uma cara emburrada e eu só saio do quarto pra ir arrumar o próximo.

10 minutos depois 

Eu já arrumei o do Ayato, do Reiji, do Laito e do Subaru. Agora só falta do menino fofinho e do guri antissocial. Eu vou arrumar o do guri antissocial primeiro. Eu entro no quarto do Shu e vejo ele escutando música num aparelhinho que já deve ter saído de moda a uns quinze anos. Eu me aproximo dele.

- Com licença.

Shu: O que você quer?

- Eu posso arrumar o seu quarto?

Shu: Pode, mais arruma em silêncio.

- Ok. - eu demoro mais pra arrumar dessa vez, já que não quero que ele desconfie - Pronto.

Shu: Que rápido. 

- Você gosta de ouvir música né?

Shu: Sim.

- Por que fica pedindo pras pessoas ficarem em silêncio então?

Shu: Pra elas não atrapalharem minha música.

- Vocês não saem muito né?

Shu: Não, por quê?

- Porque o seu modelo já saiu de moda a muito tempo e ele também é muito baixo.

Shu: Sério?

- Sério.

Shu: Então depois você compra um modelo novo pra mim.

- Eu não. Eu só arrumo os quartos.

Shu: Então você só tá me fazendo perder tempo. Agora vem cá.

Eu estendo meu braço pra ele e ele me olha estranhando.

- Se você quer me morder morde logo. 

Ele me morde, e quer saber! Nem dói mais, isso tá ficando cansativo é muito sem graça. 

Ele para de me morder e se afasta.

Shu: Eu já entendi tudo.

- O quê?

Shu: Você é a nova noiva de sacrifício.

- Não, claro que não.

Shu: Então qual ē o seu segredo pra ter um sangue mais quente e mais doce que o da Yui?!

- Sei lá. Agora me deixa ir que eu só tenho mais o quarto do menino fofinho.

Shu: Tá.

Eu saio de lá e vou pro garoto do menino fofinho. Eu entro lá e vejo ele dormindo, e eu vou te falar, é muito fofinhooooo.

- Owwww. 

É melhor eu limpar rápido. Eu limpo o mais rápido que eu posso e quando eu ia sair eu vejo ele na porta.

Kanato: Veja Teddy, ela já ia sair sem nem me dar um pouco do sangue dela.

- Eu achei que você estava dormindo, quando alguém está dormindo eu não costumo acordar essa pessoa. 

Kanato: NÃO ARRANJE UMA DESCULPA!

- Olha aqui, se você quer um pouco do meu sangue é só pedir, eu não leio mentes pra saber que você estava dormindo, muito menos que queria o meu sangue.

Eu estendo o meu braço que não tinha sido mordido e ele me olha com cara de bravo.

Kanato: O que você está fazendo?!

- Você não quer o meu sangue?

Kanato: O que?

- Vou facilitar pra você.  - eu pego um canivete que eu sempre levo comigo e corto meu braço sem fazer expressão e deixo perto do rosto dele - Aqui está. 

Kanato: Você quer morrer?

- Não, eu quero ir embora daqui, e pelo que eu vi você é do tipo escandaloso e exigente, então eu facilitei as coisas pra você. Agora é só chupar o sangue né?

Kanato: ...

- Anda logo, se você não quer então eu vou ir lavar.

Kanato: Não! Eu bebo.

Eu me aproximo dele, ele pega o meu braço e começa a beber.

Ele termina, eu pego as coisas da faxina e saio do quarto dele.

- Vai ser divertido ficar aqui.

Continua...


Notas Finais


Música Simples e Romântico:
https://youtu.be/g6tdKHVuwAE
Quarto da Aisha:
https://pin.it/scizzenh2qhppj


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