História A Enfermeira - Capítulo 30


Escrita por:

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Taehyung (V)
Tags Drama, Revelaçoes, Romance Novela, Suspense
Visualizações 81
Palavras 3.703
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


+1 Cap ✨💜
perdoem a demora manxs 😩

espero que gostem... 🤩
[ Perdoem Qualquer Erro ]
~ boa leitura! √♥

Capítulo 30 - Descoberta.


Fanfic / Fanfiction A Enfermeira - Capítulo 30 - Descoberta.

[ . . . ]

— Do que você Tá falando?

— ah, de você eu não posso esconder nada. S/n, a Nayeon me disse uma coisa muito Estranha!

— O quê? Anda, Fala.

— Ela disse que se a Jihyo fez Isso foi porque o Minho Mereceu. A Nayeon nunca Diz esse tipo de coisa sem ter uma Convicção, e me assustou muito a idéia De Que... O meu Primo... Não, Ele não Fez Isso!

— Taehyung, amor! - ela segura as minhas mãos e me impede de se levantar. — se o seu primo fez alguma coisa pra aquela menina, você vai fazer o que é certo!

— mas ele não fez S/n. - digo Fitando os os da mesma. — ele tem os seus defeitos mas aí fazer algo desse tipo?

— Tá, olha aqui. Nós vamos achar a Jihyo e ela vai contar o que aconteceu de verdade... Seja lá o que ela disser você vai acreditar por que aquela menina tem uma alma linda. Ela... Não inventaria nada!

— Nossa... Nunca vi você falando uma coisa tão profunda. Mas você tá Certa, a Jihyo não inventaria nada. Eu preciso achar ela.

— tá meu amor, vem aqui. - ela me faz se aproximar mais enquanto segura o meu rosto. Juntando o meu ao seu, eu fecho os olhos sentindo o seu nariz roçar no meu. — eu vou falar com os meus amigos, e encontrar ela pra você ficar tranquilo.

— estou me saindo mau?

— do que tá falando?

— a Nayeon me lembrou de que acabei de chegar de um tratamento e eu não devia me estressar... Me desculpa, eu pretendia ser melhor.

— Mais? Você está encarando essa situação da maneira mais calma que está conseguindo. Eu nunca te vi tão tranquilo assim em uma situação como essa, até o seu tom de voz tá mais tranquilo.

— você acha?

— sim sim, sim! - ela me dá um selar um tanto rápido. — vem. - ela se coloca de pé e me faz fazer o mesmo ficando em sua frente. — anda, se deita e vai descansar.

— mas eu ainda nem tomei banho.

— isso não interessa! - ela insiste e me faz se deitar na cama, apoiando a minha cabeça no travesseiro. — até porque não vou ficar nesse quarto mesmo.

— S/n!

— mas é o melhor, meu bem.

— não não não, fica aqui. - estendo os meus braços para a mesma que me olha em negação. — por favor, eu ainda preciso de você.

. . .

— tá legal. - ela se senta ao meu lado com cuidado e eu apoio a minha cabeça no seu colo. Recebendo de início uma "Sessão" de cafunés pelas mãos dela. — mas só porque eu tava com saudades de você. Vamos esquecer essa história por alguns minutos pra você não pensar mais nisso.

— do que vamos falar?

— me conta como foi a sua viagem a tantos lugares, "burguês safado".

— Bom, em Las Vegas foi muito tranquilo. Mas só me sentir realmente relaxado em Paris.

— E por quê?

— como "por quê"? Paris é um lugar ótimo para o amor, é um lugar que faz a gente suspirar. E essa foi a parte da viagem em que eu mais senti a sua falta.

— Sei.

— de verdade! O que acha que eu sentia quando olhava para os lados e via apenas casais apaixonados? Amor, eu queria ter levado você! - eu digo enquanto a abraço pelo seu quadril sem muita força por causa da barriga. — mas não pude.

— ah! vai me dizer que não se encantou por nenhuma mulher? - ela me pergunta.

— bom, sim. - digo e sinto os seus dedos puxarem o meu cabelo da raiz me fazendo gemer.

— A-AH-AHI! S/n, é brincadeira!

— não brinca comigo Taehyung.

— meu amor, algumas mulheres se aproximaram sim. Mas eu disse "Não, eu tenho namorada e ela é a mulher mais linda desse mundo".

— ah, tá... Bom que seja verdade.

— Mas é. todos os dias eu via a nossa foto juntos que tiramos no dia que você me fez ir naquela balada. - digo e ela dar risada. — você lembra das vergonhas que passamos?

— Ah! Eu lembro... Que dia!

— até revelei foto lá.

— você, o quê?

— olha aqui... - coloco a minha mão no bolso, e retiro a minha carteira do mesmo. Pegando a foto que estava nela e a entrego para a S/n que fica boquiaberta.

— Sério, você não fez isso! - ela diz ainda sem acreditar e eu sorrio. São duas fotos, em uma estamos tentando fazer uma Expressão "sexy" e na outra eu a puxei para um beijo. Estávamos bêbados, isso aconteceu a um bom tempo.

— confesso que passei vergonha quando fui revela-las, mas eu não podia perde-las de jeito nenhum!

— É, até que gostei. Pelo menos é uma prova de que você se lembrou de mim!

— Ah, que saudade eu senti do seu beijo, do seu abraço, do seu maltrato! - digo arrancando uma risada dela. — E você também não sabe como senti medo.

— medo? Medo de quê?

— de você se cansar de esperar por mim todo aquele tempo... De se interessar por outra pessoa, E ainda o Jung estando tão perto por causa dos seus filhos.

— Como você disse, por causa dos meus filhos. E outra, você acha que eu trocaria um "partidão" com esse? Nem sonhando! - ela pergunta me deixando confuso.

— S/n!

— É bom brincar, não é?

— não posso deixar você se interessar por mais Ninguém. Pelo amor ou pela força!

— ah! Você é maluco... Quem sabe na próxima não faremos uma viagem juntos.

— você acabou de me dá uma grande ideia. Amor, você já viajou pra o lugar que sempre quis ir?

— Claro... Olha bem pra mim.

— Não?

— não.

— então, me fala.

— isso não te interessa, cara.

— S/n.

— Tá, Tá Legal. sabe, eu sempre quis ir pra New York. É a cidade dos artistas de Hollywood, das minhas séries preferidas! - ela fala em um tom que me fez sorrir.

— então a minha próxima viagem vai ser pra lá. E vai ser com você do meu lado.

— Não não, pode parar.

— o Que?

— eu não quero que gaste comigo. Já pensou se eu fico com imagem de interesseira? Não, isso não. - ela diz me fazendo olha-la.

— mas foi você quem propôs!

— eu só estou brincando.

— linda, a sua atitude só me mostra ainda mais que você não é. Linda, eu vou te encher de presentes você querendo ou não! - deixo um beijo no seu rosto e volto a "deitar" sobre o seu colo.

— Taehyung.

— você é a minha mulher... Vai ser a minha esposa... - seguro a sua mão e "Massageio" a mesma com o meu dedão. — E eu quero fazer isso por que te amo e por tudo o que está fazendo por essa casa, pela minha filha.

— eu faço isso porque gosto da Sam e porque sou uma idiota que faz tudo o que você quiser. - ela diz e eu me sento lentamente.

— faz tudo o que eu quiser?

— É, você sabe que sim. - ela diz e eu começo a me aproximar do seu rosto, ato que a faz dar risada. — o que você tá fazendo?

— você disse que faz tudo o que eu quiser. - digo indo em direção do pescoço da mesma que se afasta.

— É! Mas não agora.

— se for pela gravidez não tem problema porque você e o meu filho estão muito bem. - passo a minha mão pela sua perna enquanto fito os seus olhos. — ah, amor. Não tem idéia de como era agoniante as noites que eu precisava de você.

— precisava de mim pra quê? - ela pergunta em um tom Irônico, e eu passo a minha língua entre os lábios enquanto ela tenta se afastar.

— não se faz de Igenua.

— Taehyung, me larga! - ela diz e consegue sair da cama. — nós não vamos fazer nada. — diz apontando para mim. Sinalizando para eu não me aproximar. — Não hoje. - ela diz e eu sorrir.

— hoje a noite? - me ajoelho.

— SÓ... se você me prometer que vai dormir, e descansar. Poupe as suas energias gatinho. - ela passa o seu dedo no meu queixo me deixando estático pelas suas palavras. Após falar, ela foi em direção da porta e eu continuei boquiaberto.

— amor... Amor, volta aqui!


[ . . . ]

Sete Horas AM

— Por que ela fez isso S/n? - a Sam me pergunta em um tom estranho após eu falar do que houve.

— ninguém sabe dizer menina, não a vimos mais. - a Nayeon Diz enquanto coloca a mesa.

— por quê?

— a Jihyo Fugiu depois do que Aconteceu. - digo deixando a Sam mais "revoltada".

— ah! Então, ela quase mata o meu tio e foge? Espero que vocês já tenham ligado pra polícia.

— Sam. Se não sabemos do que aconteceu, não podemos sair julgando uma pessoa. - a Nayeon Diz Fitando a menor com firmeza. — agora se senta e toma o seu café.

— você não pode me obrigar!

— Ah?

— bom dia... - escuto a voz do Taehyung que entra na cozinha já nos observando. — que caras são essas, o que aconteceu?

— a sua filha não quer comer, filho.

— E Por Quê? - ele se vira ficando frente a ela.

— quero ver o meu tio!

. . .

— contaram pra ela?

— fui eu Taehyung, achei que ela deveria saber.

— É! Tá, tudo bem. Filha... O seu tio está bem e vai se recuperar logo! Não se preocupe. - ele diz e o meu celular toca.

— ah, espera.

— amor aonde estão os seus filhos? Acabei esquecendo de perguntar por eles.

— com "O Pai". - digo e ele arqueia as sobrancelhas. Eu não sou a única que não se acostuma com a idéia dos meus filhos terem que ficar com o Hoseok quando ele quiser.


[ . . . ]

LIGAÇÃO ON.

— Alô?

— S/n, achamos a menina.

— A-Ah é sério Guy?

— bom. Achamos que é ela, se parece muito com a menina que você descreveu.

— aonde ela está?

— no parque... Perto daí.

— Oh! Obrigado cara, de verdade.

— fizemos isso por você. Não pelo seu namorado riquinho. - ele fala em um tom que me fez rir.

— tá Guy, valeu mesmo assim!

LIGAÇÃO OFF.


— Gatinho... Acharam a Jihyo!

— Oh! - a Nayeon fica surpresa.

— Onde S/n?

— no parque, que tem aqui perto.

— Tá, nós fomos uma vez lá eu sei aonde fica. Eu vou lá. - ele me dá um selar rápido e deixa um beijo no rosto da Sam.

— Pai!

— o que foi Sam, tá precisando de alguma coisa meu amor? - ele pergunta eufórico pra sair de casa.

— o senhor vai atrás dessa garota?

— claro. Por quê? Você gosta dela.

— isso foi Antes dela quase matar o meu tio! - ela diz e o Taehyung coloca as mãos contra os olhos, e em seguida respira fundo.

— Sam... Não podemos dizer o que realmente aconteceu. Eu vou busca-la e ela vai falar a verdade.

— Então o senhor gosta mais dela que de mim?

— Sam, o que é isso agora?

— Eu não quero que ela volte!

— Mas ela vai voltar. Eu nunca abaixei a minha cabeça pra você e não é porque agora voltei de viagem que vai ser diferente. Por favor filha, eu não quero ser grosso então se sente nessa cadeira e tome o seu café!

— Não.

— Sam... - tento falar com ela.

— aí para S/n! Você também não manda em mim. - ela diz e o Taehyung suspira Pesado.

— está bem... Eu não vou Explodir com você. Faça o que quiser, não quer comer? Não coma. - digo para a mesma me mantendo firme e logo em seguida me retiro da cozinha. pela primeira vez sem discutir com a minha filha. Por uma parte foi bom isso ter acontecido, sinto que posso me controlar quando eu quiser, sem ter que discutir e acabar magoando ela com palavras.


[ . . . ]

P.O.V TAEHYUNG

Peguei o Meu Carro e Fui Em Direção Daquele Parque. Chegando Lá Já Avistei a Mesma Sentada No Banco e Sem Deixa-la Perceber, Estacionei o Meu Carro.

Saindo Do Mesmo, Fui Lentamente Na Direção Dela. Não Demorou e Ela Logo Percebeu a Minha Presença. Arregalou Os Seus Olhos e Se Levantou De Onde Estava Sentada, Parecia Mais Assustada Que Ontem.

— Jihyo! - chamo a atenção da mesma que vai se afastando aos poucos e logo em seguida correu. Oque não me deu opção e me fez correr atrás dela.

. . .

— Jihyo! Espera!

— vai embora senhor! - ela Grita enquanto corre. Parecia que eu estava querendo assalta-la. Coloco toda a força que tenho em minhas pernas e consigo alcançar a mesma, a "agarrando" pela sua cintura. 

— Espera! Espera.

— me solta senhor Kim, me deixa ir embora não faz nada comigo! - ela diz me deixando Estático.

— mas o que você tá dizendo, o que eu faria com você? - eu pergunto assustado.

— com certeza quer me entregar na polícia pelo o que eu fiz com o seu primo... Mas eu juro que eu não queria aquilo, eu não queria! - ela diz voltando a chorar como de madrugada.

— É sobre isso mesmo que vamos conversar. Eu não vou fazer nada com você, só quero que me explique o que realmente aconteceu. - digo soltando a mesma de meus braços. — Sente-se por favor. - peço e aos poucos ela faz o que lhe pedi.

. . .

— me fala desde o começo... O que o Minho estava fazendo no seu quarto antes de você acerta-lo c o vaso?

— O Senhor promete que vai acreditar em mim? - ela pergunta ainda caindo lágrimas dos seus olhos. Oque estava me deixando aflito.

— Tá... Sim, eu acredito em você.

— O Senhor Minho... Ele... Ele queria abusar de mim! - ela diz dando um forte impacto no meu peito. — ele começou a me agarrar, a dizer que queria me beijar! - ela fala com a sua voz embargada e enquanto fazia gestos com as mãos. — eu pedi pra ele parar mas ele não queria, eu pedir pra ele parar patrão eu pedi! - ela começa a chorar e eu respiro pesado, colocando as minhas mãos frente ao meu rosto. Me sinto completamente sem palavras e sem chão. — quando eu conseguir fazer ele se afastar, eu não perdi tempo e lhe acertei com o vaso!

. . .

— depois ele caiu, e... Agora eu matei uma pessoa! - ela começa a chorar novamente, e eu me Aproximo lhe dando um abraço. Apoiando o seu rosto no meu peitoral.

— não não não, se acalma.

— me desculpa!

— Não Jihyo, você não tem que pedir desculpas em nada... Eu que peço desculpas. - digo "amassando" o cabelo dela com a minha mão. — eu não fazia idéia da pessoa que o meu primo realmente é. Por favor, me fala... Isso é a primeira vez? - pergunto separando o abraço.

— N-Não. - ela diz e eu fico boquiaberto. — ele sempre me incomodou pra... Ter alguma coisa com ele mas eu nunca quis patrão, eu juro que não!

— por que você nunca me disse nada Jihyo? - Pergunto indignado com a mesma que arregala os olhos.

— Não ia Acreditar em mim!

— como não? - Pergunto Perplexo.

— Ele me disse!

. . .

— ele dizia que ia manipular o senhor pra acreditar nele. E é claro que eu iria sair pelo cano, o senhor é o "irmãozinho" dele! - ela diz e eu volto a respirar fundo. Me viro para frente e olho para os lados, juntando as minhas mãos.

— Meu Deus, que vergonha.

. . .

— dentro da minha própria casa.

— não se sinta mau Senhor.

— como não se sentir mal? Tudo acontece diante dos meus olhos e eu sou sempre o último a saber, É assim desde o princípio! - digo e fecho os meus olhos na intenção de me controlar na frente dela.

— o patrão não tem culpa das pessoas serem más. - ela diz em um tom leve, que começou a me fazer Refletir. — o senhor não vê a maldade nas pessoas porque é um homem bom.

— É, e bem Igenuo também!

. . .

— o Que eu sinto não importa agora. - digo e seguro as mãos da mesma que estão frias. — você vai voltar comigo pra casa.

— Não! - ela se nega.

— Não, você vai sim. - digo sem lhe dá chances de opinar. — você vai comer, tomar um banho e depois vamos até a delegacia.

— delegacia?

— sim, você vai prestar uma queixa contra o meu primo. - digo a deixando estática.

— o senhor quer que eu faça isso?

. . .

— você tem que fazer isso... E isso não me dói, o quê me dói é o fato dele ter feito isso com você. Eu nunca podia imaginar algo assim vindo dele com você.

— eu faço Oque o senhor me pedir Senhor Taehyung, menos voltar pra sua casa! - ela fala após soltar as minhas mãos.

— E por quê?

— eu tô morrendo de vergonha!

— Não... Não, não tem que sentir isso porque você não teve culpa de nada.

— mas eu não quero voltar. Eu quero sair daqui, tenho medo que ele queira se vingar de mim e também não tenho mais "cara" pra olhar pra a sua família.

— Você faz parte da minha família.

— Não patrão. - ela sorrir fraco em meio a tantas lágrimas. — eu sou só uma empregada! Quem me dera ter tido um pai como o senhor.

— Jihyo, eu não sou dos melhores.

— Ah! É bem melhor que o meu senhor... Senhor Taehyung. - a mesma diz sorrindo.

— por que, como era o seu pai?

— Não sei. Ele foi embora, e me deixou sozinha com a minha mãe e o meu padrasto. Bom! Disso o senhor já sabe. - a mesma fala enquanto eu a observo dizer. — o senhor ama e cuida da sua filha da sua maneira, e Olha só! O senhor veio me procurar. - ela sorrir e passa as mãos nas lágrimas que cai. — Eu me sinto muito importante, por que olha. eu saí de casa a um tempão e nem sinal da minha mãe. - ela diz e eu sorrio fraco. Logo voltando a abraça-la, Apoiando o seu rosto contra o meu peito.

— você não tem que se martirizar com isso... É uma menina incrível, é por isso que estou aqui. Sabe que é como a minha filha!

— Aí senhor, não diz isso que eu chego a acreditar!

— mas é a verdade. - separo o abraço e me coloco de pé. — anda, vamos. Eu não te deixaria aqui nem morto.

— Se o senhor tá insistindo!

— É, vamos. - envolvo o meu braço no pescoço da mesma e a levo para dentro do carro.


[ . . . ]

NARRATIVA S/N.

— ah, Jihyo! - a Nayeon Diz após o Taehyung entrar em casa com a Jihyo, o que me fez ficar de pé e sorrir. Pois vejo que consegui. Ela foi até a Jihyo e lhe deu um forte abraço. — o que deu em você pra sair de casa sem nos avisar menina! - ela pergunta "indignada" e eu vou até Taehyung, recebendo um beijo do mesmo.

— Obrigado meu amor! - ele diz após o beijo e me dá um forte abraço, me mantendo "quente" em seus braços.

— Jihyo? - ouvimos a voz da Sojin que se aproxima da maneira mais rápida que consegue. — aonde você estava menina! - ela pergunta "irritada" e abraça a Jihyo que sorrir.

— Ah! que bom que tudo ocorreu bem. - digo sorrindo enquanto observo elas se abraçarem.

 o que você está fazendo aqui?

. . .

Ficou surda? - a Sam pergunta em um tom agressivo.

— Sam! Nós já conversamos, filha por favor pare de falar assim com a Jihyo.

— E o senhor não me escutou!

. . .

— como o senhor pôde trazer de volta a pessoa que fez o meu tio ficar enternado? - ela pergunta em um tom irritado e a Jihyo tenta "se sair" de novo.

— Jihyo... Não! - o Taehyung vai até ela e a faz voltar para o ligar que estava. — você só sai dessa casa depois da minha ordem. Não pela minha filha que é só uma criança.

— Eu ouvi papai! E não sou uma criança, pelo menos eu sei quem presta.

— É Melhor eu ir senhor.

— Eu já disse que não.

. . .

— Sam, você não sabe o que aconteceu de verdade!

— E por quê ela não diz?

. . .

— Vai Jihyo, fala! - a mesma pede.

— a Jihyo não vai dizer nada porque não é obrigada Sam. Também não se sente confortável pra falar sobre isso agora, desse jeito.

— mas eu quero saber!

— Já Chega! Vá para o seu quarto Sam, agora! Você passou dos limites. - o Taehyung manda se aproximando da menor, me fazendo fita-lo pelo o seu tom de voz Raivoso e ficando agressivo.

— Mas / - ele a corta.

— AGORA! - ele diz em um tom alto e eu vou até ele, segurando o seu braço na intenção de tranquiliza-lo.

— ei, se acalma.

. . .

— Eu não vou falar três vezes.

— GRR! - Ela ruiva e com as suas Muletas, segue em direção do seu quarto que fica próximo.

. . .

— me perdoa por isso Jihyo.

— ela está certa patrão... Só quer defender o senhor Minho, ela gosta muito dele.

— É, mas vai parar de defender porque ela vai saber da verdade. - o Taehyung diz fazendo ela Arregalar os seus olhos.

— não senhor, não diz nada!

— do que está falando filho?

— É Taehyung, o que aconteceu?

— uma coisa horrível S/n. - ele diz em um tom tenso. Que fez, eu a Sojin e a Nayeon se encararem.


[ . . . ]


Notas Finais


como estão os nervos para os próximos últimos capítulos??
A flor da pele... 😩

~ até lá amadxss 💓


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