História A Entiada. - Kim Seokjin - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Seokjin (Jin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Incesto, Jin, Kim Seokjin, Você
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Palavras 2.984
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Goodnight N Go da Ariana Big é a música ― vamos dizer assim ― principal da fic. A letra tem tudo a ver, além de que eu amo a Ariana, é isso. Fiz uma playlist da fic porque eu achei que seria legal, o link tá nas notas finais.

― Capítulo não revisado.
― Boa leitura, espero que gostem.

Capítulo 2 - Doce.


Fanfic / Fanfiction A Entiada. - Kim Seokjin - Capítulo 2 - Doce.

Doce ― adjetivo; que tem um sabor como do açúcar e do mel.
que não é amargo, nem azedo, nem salgado. 

“figurado p”. repleto de brandura e suavidade; suave, ameno: gesto doce. 

 

Seokjin  

Doce; um desejo doce como ela. Sugando-me e roubando todo tipo de lucidez que um dia eu tive. Eu tentei de todos os jeitos me conter, mas a cada dia que passava, ficava difícil a tratar da forma certa como minha consciência mandava. 

 Eu alimentava em cada toque, em cada carícia, todo o meu sentimento por ela, e não fiz nada pra deter quando vi que tinha atingido o limite.  

Ansiava por ela, a ouvir falar como foi seu dia, seu jeito alegre, seu sorriso ingênuo e a forma que ela ficava quando eu a chamava de bebê. Queria tornar ela minha, mas nem sempre querer é poder.  

Ver como ela estava se afastando, me deixou preocupado. Tive medo dela perceber que meus sentimentos iam além, e que meus olhos a viam de uma forma diferente. Tive medo de tê-la machucado e assustado, mas seu afastamento era por outro motivo. 

Dividimos o mesmo desejo. Doce, pecaminoso, errado e incerto.  

Achei que se a beijasse, descobrisse que meu desejo pela __________ era momentâneo, mas ainda naquela noite eu quis ir até o seu quarto, a tomar em meus braços e ficar com ela a noite inteira. 

Mas ainda tinha Niara, o fato de __________ ser sua filha, e toda a base que construirmos até casarmos. E me sinto terrível ao saber que não a amo mais, que não é a ela que desejo, e sim a sua filha.  

 

  ❦     ❦    ❦

 __________  

Quando acordei, o peso em minha consciência pareceu vir com todas as forças. O beijo de ontem a noite ainda estava vivo em minha memória, me lembrando de que eu não tinha sonhado. Eu e Jin realmente nos beijamos.  

Me arrumei vagarosamente para ir à escola, pensando como seria sentar na mesa pra tomar café da manhã, e minha única opção é fingir que nada aconteceu.  

Vesti a farda da escola, deixando meus cabelos soltos e colocando os livros que eu usaria nas aulas de hoje, dentro da mochila. Peguei meu celular, que notificava duas mensagens de Lyn e logo as respondi.  

Corri para a cozinha, vendo mamãe fazendo o café da manhã, respirei fundo indo até ela e beijando sua bochecha. Minha mãe tomou um susto, logo dando risada ao me ver.  

 ― Ai, menina! Você quase me matou de susto. Já vai pra escola? Não vai tomar café? ― Perguntou, colocando panquecas em um prato. 

― Sim, vou pegar o ônibus da escola junto com a Lyn. ― Falei, abrindo a geladeira e pegando uma banana, logo a descascando e mordendo um pedaço.  

― Deveria pegar carona com o Jin.  

― Hoje não, deixa pra outro dia.  ― Beijei novamente sua bochecha. ― Tchau mãe.  

Sai da cozinha em passos rápidos, e admito, eu estava fugindo dele. Sei que falar é fácil, mas a prática é bem mais difícil, e eu não conseguiria fingir que nada aconteceu. Como fingir que não beijei aquela boca tão linda: 

Mas não tem como fugir muito tempo por uma tentação tão grande como Kim Seokjin, e acabei trombando com ele quando já estava perto da saída. 

― Pra onde está indo? 

― E-eu vou pra escola mais cedo hoje, é. ― Mordi o lábio inferior, dando um sorriso forçado. Porque diabos eu tinha que gaguejar?!  

― Não vai me esperar? ― Eu não precisava falar, ele já sabia que eu estava o evitando. ― _________, você... 

Ouvi uma voz gritar o meu nome do lado de fora de casa, interrompendo que Jin continuasse a falar, e logo reconheci a voz de Lyn.  

― Eu... Preciso ir. ― Falei cabisbaixa, passando por ele até a porta e saindo de casa. 

 

[...] 

 

Eu me sentia tão confusa, eu não deveria gostar dele. Eu não posso. Mas porque uma parte de mim está ainda flamejando por ele, mesmo sabendo que nosso beijo foi errado? 

Eu ainda quero o beijar, quero toca-lo e me deixar ser dele, sem nenhum medo. Porque de todos os homens do mundo, minha mãe tinha que se casar logo com ele? Não entendo como a vida pode me fazer tão azarada assim.  

― Hello! _________! ― Lyn gritou em meu ouvido, me fazendo sobressaltar pelo susto. A olhei indignada, sem entender. ― Hyuk te perguntou cinco vezes a mesma coisa, e você ouviu nem um “a”. 

― Desculpa, eu estava pensando.  

― Tem algo te preocupando? ― Joo Hyuk estava sentado ao meu lado, e me puxou para um abraço desajeitado. ― O que tanto passa nessa cabecinha? 

― Aquietem um pouco aí, casal. Não quero virar candeeiro. ― Zombou Lyn, voltando a atenção pro livro de Física. A ruiva insiste em dizer que eu e Hyuk namoramos. ― Eu não consigo entender nada. 

Rimos da careta de Lyn, e voltei a me concentrar na atividade que o professor havia passado. Depois de um tempo, finalmente o professor mandou deixar a tarefa para casa, e com certeza eu terminaria pela internet ― desculpa professor, mas não nasci pra isso.  

Assim que o sinal bateu, estranhei o nosso professor de Biologia não estar na porta da sala ou já entrar com umas questões que não entendo nada. Logo Joo Hyuk veio animado ― nem tinha o visto sair da sala ― se sentando ao meu lado novamente, com um sorriso largo. 

― O professor de biologia não veio! ― Comemorou, me fazendo rir. Aleluia, pelo menos uma aula vaga. 

― Nem se animem, mandaram vir um substituto. ― Avisou Lyn com desdém, sentando desanimada em sua cadeira.  

Bufei, cruzando os braços. Não se pode ficar feliz por um minuto, que tem alguma coisa pra estragar. Decidi pegar meu celular, colocando meus fones de ouvido, e logo Goodnight N Go começou a tocar.  

Em instantes a letra me lembra Seokjin, me deixando com um sorriso triste no rosto. Aish, me sinto uma idiota. Ele me faz ficar uma completa bagunça, e não conseguir organizar meus sentimentos me deixa perdida.  

Talvez eu deveria deixar o que aconteceu de lado, o que fizemos foi errado, e imaginar como minha mãe ficaria se soubesse como desejo a pessoa que um dia eu considerei meu próprio pai... 

Senti meus fones de ouvidos serem retirados, e levantei a cabeça sem entender, já esperando que fosse Lyn interrompendo meu “momento de paz”, mas quando meus olhos cravaram nos seus, não tive nenhuma reação. 

Jin seria o professor substituto. 

― Já estou na sala, senhorita Kim.  ― Seu tom sério e formal me causou arrepios. Envergonhada, peguei os fones de sua mão, os guardando na mochila.  

Ele fica extremamente lindo quando está de terno, seus cabelos alinhados, a postura séria, o andar perspicaz, o olhar concentrado...  

Ok, acho que essa será a aula de biologia mais difícil que já tive em toda a minha vida.  

― Professor Kim. ― Yun Min levantou a mão, e nem precisei de muito pra saber que ela iria tentar me provocar. Yun Min é o tipo de pessoa que gosta de criar ódio gratuito por pura inferioridade, por mais que ela ainda não tenha admitido a si mesma. E por quase toda a escola saber que Jin é meu pai, ela tenta me provocar com isso, como se fosse ganhar algo em troca. ― Não é proibido continuar usando celular quando o professor entra na sala? Ou porque __________ é sua filha, ela pode? 

Respirei fundo, preparando uma boa resposta ― algumas vezes sussurrar um “vai tomar no cu” era a boa resposta ―, mas nem precisei. 

― É proibido quando o aluno vê, e continua usando o celular. Acho que a senhorita precisa reler as normas da escola, e parar de cuidar das vidas alheias. Se ela precisar ser castigada, garanto que não preciso envolver as normas da escola nisso. ― Falou calmamente, sentando a mesa do professor. Lyn me olhou com os olhos arregalados, e me segurei para não rir. ― Agora abram seus livros na página duzentos e três.   

Eu senti o tapa, e olha que nem foi em mim. 

Espera, o que ele quis dizer que se precisar me castigar, não precisa envolver as normas da escola? E porque eu relacionei isso com algo tão impróprio? 

Merda, quanto mais eu tento tirar esses pensamentos da minha cabeça, Seokjin aparece pra trazer eles mil vezes pior. 

Fiquei paralisada analisando suas costas e ombros largos enquanto ele escrevia no quadro, Joo Hyuk me cutucou me tirando de transe e quase cavei um buraco com medo dele ter percebido.  

― Você tem esse assunto? ― Perguntou, e assenti o dando minhas anotações. Ele ficou cinco segundos olhando pro meu caderno, e depois pro quadro, era cômico ver como ele estava confuso. ― __________, eu nem sei quem é Urey.  

Não segurei o riso, logo sendo acompanhada por Hyuk, Lyn nos olhava querendo saber do que estávamos rindo. Quando finalmente recuperei o fôlego, as orbes escuras de Jin me chamaram atenção, seu rosto levemente vermelho e o olhar sério... Ele ficou irritado? 

Dei um puxão no braço de Hyuk, numa tentativa de disfarçar, colocando o rosto no caderno e explicando ao moreno o assunto, respondendo as questões do quadro. 

 

[...] 

 

Aqueles foram os trinta minutos de aula mais difíceis da minha vida. Ignorar a maneira que Jin me olhava, estava se tornando algo impossível.  

Me contive várias vezes, porém quando se tornava insuportável, ficávamos nos encarando, e me perguntei se ele não tinha medo de alguém achar estranho, ou se nosso desejo era aparente apenas entre nós dois.  

Sabia que ele voltaria pra casa no mesmo horário que eu, e depois de nossos olhares na aula eu não iria conseguir recusar uma carona sua. Me imaginar em um carro, sozinha com ele, já me causava arrepios por todo corpo.  

E se eu quiser mesmo deixar o que aconteceu de lado, preciso seguir minha consciência primeiro, e não minhas vontades.  

 Fugi para a biblioteca no primeiro instante, levando Lyn e Joo Hyuk comigo ― mesmo eles reclamando ―, e fiquei quase uma hora lá escolhendo um livro pra levar para casa.  

Lyn me xingou o caminho inteiro enquanto voltávamos pra casa, mas valeu a pena.  

Entrei em casa tirando os sapatos e os colocando em um canto, tentando ser o mais silenciosa possível, mas como sempre, meu instinto de desastrada estragou meu plano e acabei batendo a porta forte demais.  

Minha mãe não chegaria do trabalho agora, apenas a noite, e lembrar disso fez meu corpo ferver. Eu sempre estou nervosa por causa dele, e não sei se consigo me acostumar com esse sentimento. 

Como uma idiota, corri até o meu quarto quando ouvi passos perto da sala, e respirei aliviada quando fechei a porta do quarto. Parece que estou morando no labirinto junto com o Minotauro.  

A diferença é que ele é a personificação da tentação e perfeição. 

Meu plano é sair do quarto apenas para emergências, até minha mãe chegar. É um plano bem bosta e as probabilidades de eu sair pra ir à cozinha são grandes, mas estou confiante que Jin perceba que estou o evitando, e me evite também.  

Ok, ele não vai me evitar também, e uma hora vou precisar encara-lo, mas não precisa ser agora. 

Retirei meu celular da mochila, colocando o aparelho sob a escrivaninha, e a mochila em um canto aleatório do quarto. Andei até o guarda-roupa pegando apenas uma peça íntima ― como não vou sair do quarto, acho que não preciso de sutiã ―, um short de seda e uma camisa larga e folgada que comprei justamente para dormir.  

Entrei no banheiro do quarto, colocando a banheira para encher e me despindo. Desliguei o registro, entrando na água morna da banheira. Acho que poderia passar o resto do meu dia assim, relaxando na banheira, se depois minha pele não fosse ficar parecendo uma uva passa fora da validade.     

Depois de me banhar, penteei os cabelos, passando meu perfume predileto. Vesti minhas roupas e me joguei na cama ― literalmente ― na tentativa de dormir, mas o silêncio da casa me perturbava.  

O que ele deve estar fazendo? 

Queria ser menos curiosa uma vez na vida, e talvez isso me importunasse menos. Optei por mexer no celular para me distrair, mas continuei intrigada. Pensei em levantar e ir na cozinha, disfarçar e talvez saber o que Jin estava fazendo, porém desisti quando ouvi batidas na minha porta.  

Minhas mãos já estavam suando frio, meu estômago revirava em sensações, e me repreendi por ser tão menininha na pré-adolescência. 

Ainda é o seu papai, __________. Ou pelo menos finja que ele ainda é, e nada vai acontecer.   

Respirei fundo, abrindo a porta, e nossa! Era coisa da minha cabeça ou ele estava se esforçando especificamente pra me deixar louca? Jin estava sem camisa, os cabelos úmidos e um pouco bagunçados, usava apenas uma calça moletom, e jurei que aquela era a visão do paraíso.  

Meus olhos criaram uma trilha de seu abdômen até suas orbes negras. Eu já respirava um pouco descompassado, e mordi o lábio inferior tentando me conter.  

Ele foi se aproximando aos poucos, e eu me afastando. Jin fechou a porta, continuando a se aproximar. Não tive mais por onde me afastar quando cai sentada na cama, me sentindo ansiosa, esperando pra que ele falasse algo.  

Ou simplesmente me beijasse de uma vez. 

― Porque estava fugindo de mim? ― Ele tocou sereno meu rosto, colocando uma mecha de meus cabelos atrás da minha orelha. 

― Eu não estava. ― Menti.  

― Está fazendo de novo.  ― Seu rosto se aproximou ao meu, fazendo meu olhar cair em seus lábios. 

― Fazendo o que? ― Fechei os olhos, o sentindo chegar mais perto, segurando a respiração quando seus lábios encostaram nos meus, mas acabo soltando um arfar quando o sinto morder suavemente meu lábio inferior.  

― Isso... Eu odeio quando faz isso.  

Nossos lábios se encostaram novamente, dessa vez começando um ósculo devagar e intenso. Meu corpo acendeu como luzes de natal, e eu me sentia como uma criança rendida por um doce.  

Ele era meu doce, venenoso, mas ainda doce.  

Seus lábios macios nos meus era como sonho, nossas línguas estavam em uma dança intensa. Minhas mãos estavam em seu pescoço, e o puxei para mais perto, fazendo seu corpo ficar por cima do meu. Uma de suas mãos adentrou por minha camisa, o contato frio de sua mão em minha pele quente, me fez arrepiar.  

Merda, o que a gente ‘tá fazendo? 

J-jin... ― O que era pra ser um chamado firme, se tornou um gemido arrastado quando senti nossas intimidades se chocarem.  

― O que foi bebê? ― Seus lábios foram em meu pescoço, depositando beijos molhados. 

― Não... ― Sussurrei, e isso o fez me olhar nos olhos. ― Não podemos.  

Mesmo eu dizendo que não, o olhando assim, era impossível disfarçar o quanto eu queria.  

Ainda resistindo ― e com minha intimidade gritando por ele ― eu o afastei, voltando a ficar sentada na cama.  

Com tão pouco o estado de Jin estava gritante, e não falo do seu rosto vermelho, a respiração ofegante. Eu falo do volume em sua calça... 

Ele se sentou frustrado na cama, se recostando na cabeceira. Olhou para o teto, fechando os olhos, dando um suspiro.  

― Eu sei __________, mas você tem noção do que você faz comigo? ― A visão era tão perfeita que permaneci sentada o olhando. Se ele soubesse metade do efeito que causa em mim, se assustaria.  

― Desculpa, eu... É a minha mãe, sua esposa, tem noção disso? Não devemos. ― Nos encaramos, e eu tentei me manter o mais firme possível. 

Dizer aquilo em voz alta apenas ressaltava a real situação, e um sentimento indescritível corroeu todo o meu peito. Estar entre o desejo e a razão estava me afetando mais do que eu pensei. 

Ele levantou da cama, dando alguns passos e parando de frente para mim. Eu o observava, e uma vontade repentina de tocar seu rosto me invadiu.  

Porque eu tinha que ter um padrasto tão lindo?  

― Acha que eu não sei o quão errado é querer você? __________, como pensa que me senti ao perceber que o meu sentimento por você era diferente? Isso me assusta mais do que você imagina, eu não posso perder vocês. ― Sua voz era macia e carregada de um sentimento maior, atordoado. Por impulso, levantei da cama, o abraçando, encostando minha cabeça em seu peito, me sentindo acolhida quando seus braços me rodearam a cintura. 

― Você não vai me perder, nunca. Mas devemos ficar longe, e agir como antes. ― Falei, levantando o rosto e olhando em seus olhos.  

― Longe, tipo um metro de distância? ― Perguntou, e assenti com um aceno. ― Então você deveria me soltar bebê.  

Dei um gritinho surpresa quando Jin começou a me fazer cócegas, me fazendo gargalhar alto. Enquanto tentava fugir de suas mãos, fui jogada na cama, o ar já me faltava e eu implorava pra que ele parasse.  

― Jin, por favor! ― Supliquei, puxando o ar depois de outra risada. Finalmente as cócegas pararam, ambos respiravam ofegantes, e novamente entramos em um jogo de olhares que parecia ser já algo nosso. Seu corpo por cima do meu foi se aproximando, até que seu rosto estava próximo o bastante. Os lábios cheinhos perto dos meus, a testa colada com a minha.  ― Jin... 

― Me deixe beija-la uma última vez.  

Não tive escapatórias de ceder ao seu pedido, nossos lábios se juntaram em um beijo lento, necessitado, carinhoso. Novamente aquela vontade de tê-lo estava em mim, seu gosto doce em minha boca poderia se tornar meu vício, e aquilo era o real perigo; o vício de querer ter o doce que não era meu. 


Notas Finais


Com um doce desses, até eu fico com vício.

Link da playlist: https://www.youtube.com/playlist?list=PL6XeNiTiDOXnBApB-pPgigmiChlGIgDr8

Xoxo ❤️


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