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História A escolha: amar ou odiar? - Capítulo 24


Escrita por: Mysa___15

Notas do Autor


Eiei, tudo bom com vocês?
Eu nem tanto pq testei positivo para o covid hoje😥. Mas estou quase boa, então tá tudo bem!!
Boa leitura!

Capítulo 24 - Briga entre irmãos


Fanfic / Fanfiction A escolha: amar ou odiar? - Capítulo 24 - Briga entre irmãos

Sakura

20:30.

Começo a me arrumar para o encontrinho com o Sasuke. Coloco água na banheira. Sorte que a água está quentinha. Então, depois que a encho, eu tiro minha roupa e entro devagar, sentindo as vibrações que a água me trás. Quando eu entro, fecho os olhos, e tento relaxar, não pensar em nada.
Perdida em meus pensamentos, fui pega de surpresa quando abro os olhos e vejo Ino sentada me olhando.

- Droga, Ino, o que está fazendo aí?

- Observando você. Que gostosa, Sakura. Sasuke tem sorte.

- Pena que eu não sou dele.

- Duvido que um dia não será dele.

- Não põe coisas na minha cabeça, no momento eu só quero curtir.

- Tá, tá. Mas vocês estavam brigados, o que aconteceu?

- Digamos que nos acertamos.

- O que o sexo não resolve, não é?
- Ino, cala a boca. Nós resolvemos isso com uma conversa. Depois, veio o sexo.

- Ah, eu sabia. E então, agora vocês voltaram a ser amigos que transam?

- Não. Na verdade nós não somos nada. Preferimos não nos rotular por enquanto.

- Vocês são estranhos.

- É, eu sei.

Enquanto conversávamos bobeira de amigas, ouvimos um baque lá na cozinha.

- O que houve?

- Não sei, Saky. Que estranho.

- Itachi tá lá?

- Meu Deus, o Itachi!!! Se for um ladrão? Vamos lá Sakura.

- Calma, vou vestir minha roupa.

- Veste logo.

Pego a mesma roupa que estava usando, não tenho tempo para procurar roupas, Itachi pode estar machucado.

Chegando na cozinha, não vemos ladrão coisa nenhuma. Vejo Sasuke e Itachi se batendo feito loucos.

- Mas que droga tá acontecendo aqui?

Sasuke

Começo a me arrumar para buscar meu amor. Céus, quem sou eu agora? Estou mais idiota que o Naruto.
Foda-se, coloco uma roupa bem limpinha, arrumo meus cabelos no penteado que sempre uso e passo o melhor perfume que tenho. Eu quero tanto que ela me deseje tanto quanto eu a desejo.

Chegando na casa dela, bato na porta. Quem me atende é Itachi. Sinceramente, não estou querendo papo com ele esses dias. Nos encaramos feio.

- Não vai entrar, porra? - Ele diz.

- Não preciso que me diga o que fazer.

Eu entro, trombando nele para provocá-lo.

Daí, lembro que só ele sabe em qual hospital meus pais foram no dia que morreram. Ele vai me falar agora, por bem ou por mal.

- Precisamos conversar.

- Fala.

- Me fala, Itachi. Qual foi a porra do hospital que nossos pais foram no dia em que morreram?

- Não vou falar.

- Por quê?

- Sasuke, vai por mim, eu só quero seu bem.

- Você sabe quem matou os nossos pais, e você tá aí tranquilo? Caralho, me diz quem é a droga do assassino e juntos vamos nos vingar dele.

- Não, Sasuke. Nossos pais não iriam querer isso.

- Que se foda, Itachi. Eles nem estão mais aqui. Você é um idiota, e quer saber? Acho que você nunca amou eles de verdade. Não como eu os amei.

- Cale a boca, você não sabe de nada moleque. Eu sempre me esforcei para agradá-los, eu sempre dei orgulho pra eles. Você era a porra de um moleque folgado que só irritava eles. E quer saber? Eu cuido de você até hoje. Você acha que eu não sinto falta deles? Você acha que eu não penso neles todos os dias? Porra, Sasuke, eu tô quebrado também, sabia? Só que você está tão preocupado consigo mesmo e com essa vingança idiota que não consegue enxergar a dor das outras pessoas. Eu morri por dentro também, mas sei que essa vingança não vai me fazer sentir melhor.

- Eu quero que você se foda. Você e esse seu discursinho bobo de filho prodígio. Você vai me dizer o nome agora.

Confesso que aquelas palavras ditas pelo Itachi apertaram meu coração. Mas não acho que ficar parado vá ajudar. Então, parto pra cima dele, lhe lançando um murro.

- Tá louco, Sasuke? - Ele diz me devolvendo um outro murro.

E dali, começa a nossa briga. Logo, estamos quebrando coisas da casa. A cada murro sangrávamos mais. Eu jamais imaginei aquilo.

Com o barulho, tenho certeza que as meninas escutaram. E tenho razão, pois logo elas chegam na sala.

- Mas que droga tá acontecendo aqui? - Sakura diz, espantada com a cena.

- Larga meu namorado!! - Grita Ino.

Elas vem até a gente, e nos separam.

- Vocês estão ficando loucos? - Sakura diz, segurando meu corpo, enquanto Ino segura Itachi.

- Relaxa, tá tudo bem.
- Sua cara não está nada bem. Nossa, Sasuke, você tá todo machucado. Vem pra o meu quarto, vamos limpar esse sangue todo.

Mesmo nervoso, eu vou com ela, ainda encarando Itachi.

Chegando no quarto, me sento na cama dela. Ela parece brava.

- Desculpa, Sakura. Não queria estragar nosso encontro com isso.

- Desculpas não vão adiantar agora. Nossa, Sasuke, o que você tem? Do nada sair esmurrando seu próprio irmão? Vocês só tem um ao outro, e estragam isso com brigas bobas?

- Ah não, por favor não vem com discursinho.

- Eu não vou discursar pra você, Sasuke. Você já é um adulto, deve ter certeza do que faz. - ela diz, pegando um algodão e passando na minha cara.

- Au, isso dói.

- Quieto.

Ela aproxima seu rosto do meu. Essa mulher é tão perfeita, ainda mais bravinha assim. Meu Deus, eu sinto tesão só de olhar pra cara dela.

- Que cara é essa Sasuke? Por que tá sorrindo?

- Nada... Você fica tão linda bravinha desse jeito. - Digo puxando o corpo dela junto do meu.

- Para. Você tá todo arrebentado e ainda tá pensando em outras coisas?

- Sakura... Você sabe como me deixa louco.

- Deixa eu continuar limpando essas feridas.

- Senta no meu colo pra limpar elas.

- Se é o que deseja.

Ela se senta, e agora nossos corpos estão completamente colados. Eu admiro cada curva dela. Tudo nela parece incrível demais para mim.

- Meu Deus, Sasuke. Você tá duro.

- É... Tô. Pode concertar isso pra mim também?

- Talvez...

- Vamos, senta em mim. Eu ainda quero te levar no cinema, então vamos ser rápidos.

Ela sorri enquanto balança a sua bunda em cima de mim devagar, me provocando.

- Tira logo a roupa, gatinha.

- Pede com carinho.

- Por favor, amor. Eu quero tanto você.

Ela tira sua blusa, e como estava sem sutiã, já posso ver seus peitinhos lindos. Eles não são grandes. Na verdade, é um tamanho perfeito, e são tão durinhos.

Eu começo a chupá-los enquanto ela segura minha nuca.
Logo, eu afasto sua calcinha, e movimento meus dedos lá embaixo. Sei que ela gosta que eu use os dedos. Mas não aguento, eu quero muito estar dentro dela, então abaixo o zíper da minha calça e coloco meu membro para fora.

Sem muito demorar, eu o coloco dentro dela, fazendo com que ela solte um gemido. Eu adoro os gemidos dela, me dão tanto prazer.

- Rebola em mim, gostosa.

Ela começa a se movimentar, e nossa como ela faz gostoso. Ela é tão quentinha, tão gostosa...

- Ai porra. Continua rebolando bem gostoso.
- Deixa comigo.

Eu seguro sua bunda com força, a apertando toda e dando palmadinhas em sua bunda.

- Isso, me bate vai.

- Você é minha. Toda minha.

- Cala a boca, porra. Eu comando aqui.

Aquilo está tão bom, acho que não vou aguentar muito tempo.

- Me beija, sua vadia.

Ela me beija, aumentando mais o meu prazer. Estar ali, com ela, era tão bom. Eu podia esquecer de tudo quando estava com ela.

- Continua fazendo seu trabalho gostoso, porque eu vou gozar.

- Goza, vai. Goza em mim.

Depois de um tempo, sinto que nós dois gozamos juntos. Foi uma sincronia perfeita de prazer.

Depois disso, exaustos, respiramos com nossos lábios próximos. Eu lhe dou um selinho.

- Não me beija, porque se não vou sentir vontade de fazer de novo.

- Ah, então vou fazer isso toda hora.

Eu a beijo, mas realmente ainda quero a levar no cinema, então eu paro assim que vejo que vou sentir tesão de novo.

- Sakura, espero que não tenha problema, mas ainda quero te levar no cinema.

- Você vai assim, com a cara toda arrebentada?

- Vou. Quero curtir com você. Se você me visse antes de brigar, eu tava todo arrumado e cheiroso pra você.

- Ah, por que foi se estragar, Sasuke?

- Desculpe.

- Eu vou me arrumar rapidinho então, fica aí.

- Certo.

Observo ela pegar algumas roupas e ficar em dúvida entre elas. Então, ouço um miau. Era o gato que eu tinha dado a ela que estava em cima da cama.

- Ah, você ficou com ele.

- Sim. Ele era tão fofinho, que nem liguei pra o ódio que sentia de você.

- Deu um nome pra ele?

- Sim. Pompom.

- Pompom? Hahaha que brega.

- Cale a boca.

- Mas tá legal, eu gostei.

- Enfim, estou pronta. Vamos?

- Demorou. Tchau, pompom.

- O que foi, agora vai dar uma de papai dele?

- Talvez. Você é a mamãe, não é?

- Ah, daqui a pouco vai me pedir em casamento.

- Não me dê ideias.

Vejo que ela ficou nervosa.

- Relaxa, eu tô só brincando.

- Ah... É, eu sei. 

Saímos do quarto, por sorte não vimos Itachi e Ino. Poderia acontecer o pior.
Entramos no carro, indo em direção ao cinema.

( Quebra de tempo )

Eu pago os ingressos e compro uma pipoquinha pra gente.
Quando vamos entrar na sala de cinema, a pego pela cintura. Eu não sei se isso é ruim, mas eu acho que estou gostando de estar apaixonado.
Entramos na sala, e logo nos sentamos em cadeiras próximas.

- Depois disso, vamos foder de novo.

- Nossa, Sasuke, estávamos fazendo isso a 30 minutos atrás?

- Eu estou dizendo, meu tesão por você não acaba nunca.

- Agora fica quieto, o filme vai começar.

- Certo, certo.

Ela olha para a tela do cinema, enquanto eu foco no rostinho dela. Quem diria, garota, que você me faria me sentir apaixonado? Eu coloco meus braços por trás dela. Naquele momento, parecíamos mesmo um casal.

Era um filme de ação. Por sorte, ela também acha romance brega. Os de filme, são mesmo. Mas, cara. Pensando bem, eu não estou sendo tão diferente dos filmes.

Ela deita sobre meu ombro, e sinto meu coração bater mais forte. Eu me sinto seguro com ela, me sinto tão bem com ela.

Aquele foi um momento romântico, tenho certeza.

É, rosadinha, eu tô tão apaixonado por você. 



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