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História A escolha certa - Capítulo 15


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Notas do Autor


Gente me perdoem pela demora para postar, mas acho que valeu a pena demorar, espero que vocês gostem desse cap, pq é o meu favorito até agora 💖💖💖💖💖

Mas e aí tão se cuidando? Passando álcool em gel? Espero que sim, lavem bem as mãos

Obrigado pelos 21 favoritos💖💖, sei que parece pouco mas eu tô feliz porque "A escolha certa" está crescendo gente

Mas sem enrolação

Boa leitura meus anjos💖

Capítulo 15 - 15. Sim, estamos apaixonados


Fanfic / Fanfiction A escolha certa - Capítulo 15 - 15. Sim, estamos apaixonados

Amigos... Será que estou fazendo o certo? Jisung pensou, no fundo ele sabia que não queria ser apenas um amigo para o Lee, o castanho queria mais que aquilo, mas o que aconteceria com o maior se o Han fosse mais que um amigo? 

Jisung estava temeroso, mas não por ele e sim pelo seu Hyung, Ele estava com medo do que poderia acontecer a ele, o Han não queria vê-lo sofrer por causa de seu passado. 

Jisung foi disperso de seus pensamentos quando sentiu seu celular vibrar, o mesmo olhou a tela e viu que era seu amigo da faculdade Park Jinyoung. O Han não tardou a atender a ligação.

Oi hyungieeee – O maior praticamente gritou com uma empolgação na voz, fazendo o castanho sorrir levemente.

– Oi Jinnie, como vão as coisas? – O Han se sentou na cama.

Tá tudo ótimo, mas eu tô com saudades, faz tempo que não te vejo. – Estava tão claro a manha na voz do maior que Jisung não pode conter uma risada.

O Han sabia que mesmo conhecendo ele a tão pouco tempo, o Jinyoung seria um ótimo amigo.

– Que dramático, você passou aqui ontem para me entregar o trabalho. – o acastanhado se levantou. – Precisa de algo?

só para falar de mais um trabalho, eu até ia passar aí, mas não deu, tive que ajudar meu irmão. – Han revirou os olhos, era só o mesmo faltar que os professores inventavam mais trabalhos para passar, só ontem já foram dois, hoje seriam quantos?

– Ah sim, e qual seria o... – Jisung ouviu uma batida na porta. – Um minuto saeng... – Ele abriu a porta e se deparou com seu Hyung – Oi Minho.

– só vim avisar que eu vou ficar na portaria hoje. – O Lee sorriu.

– Ah, tudo bem, até depois Príncipe Hyung. – O menor retribuiu o sorriso, só que um sorriso maior, um sorriso que o Han não sabia explicar.

O Lee saiu novamente da casa, deixando o castanho sozinho sorrindo pro nada, até que o mesmo se ligou que seu amigo estava o esperando.

– Ta... Qual seria o – Jisung logo foi interrompido.

– Quem era? – O Park era extremamente curioso então já era de se esperar que ele fosse perguntar.

– Meu amigo. – Han disse encostando no batente da porta.

– Amigo... Sei... – o maior o provocou, era como se já se conhecessem a anos, a intimidade que eles pegaram não eram nem um pouco comparada a que o Han e o Felix tinham, em apenas alguns dias o Park já estava bem próximo do Han.

Será que ele não estava abaixando a guarda de mais? Jisung as vezes pegava se perguntando isso, ele confia no Minho, mas e se ele tivesse feito algo? E o Jinyoung? Eles se conheciam a poucos dias, como o Han tinha certeza de que ele não faria nada... Talvez por tudo estar tranquilo, ou pior, estava tranquilo, mas a morte da babá de seu filho, não tinha haver com o Han... Ou tinha?

– Para Jinyoung, qual seria o trabalho? – Jisung mudou de assunto.

Os dois conversaram um pouco, mas não algo demorado, Jisung ainda tinha algumas coisas para resolver, O aniversário do Minho, o que ele iria fazer? Não conhecia o Lee muito bem, e também como conhecer? O Minho havia perdido a memória, e não se lembrava de algo a muito tempo, o Han já estava até perdendo a esperança de ele se lembrar, mas com toda certeza ele não deixaria a total esperança ir embora.

Assim que ele desligou a chamada viu que sua mãe havia mandado uma mensagem.

 

Mãe♡

Se for fazer o jantar para o Minho, faça Jokbal

Tenho certeza que ele vai gostar

 

Jisung imediatamente mandou uma resposta a sua mãe.

 

Tá bom...

Mas como eu faço isso??

 

O castanho ainda estava achando muito estranho esse Papinho de sua mãe, como ela podia conhecer o mais velho tão bem? Mas nessas horas isso não importa, o que importa é que sua mãe sabe como fazer Jokbal e sabe também que Minho gosta.

Não tardou para a senhora Han ligar para o seu filho para passar a receita, era um prato demorado, Jisung teve sorte de ter os ingredientes. Mesmo sendo quase quatro da tarde ele teve que começar a cozinhar, preparar o Jokbal tinham muitas etapas, e sua mãe o ajudava em tudo, claro parando de pouco em pouco para conversar sobre coisas qualquer da vida, mas ainda sim o ajudou, a hora passou rápido na cozinha o Han quase esqueceu de fazer os outros pratos, como arroz, gimbap e Kimchi.

 As sete e meia o castanho terminou tudo, já fazia um tempinho que sua mãe havia desligado o celular pois o mesmo está com a bateria baixa, assim que ele terminou de cozinhar o Han foi para o banho, não demorou muito claro, quando saiu colocou uma camiseta branca na qual ficava larga em seu corpo e uma calça preta secou seu cabelo e deu uma ajeitada no mesmo, não demorou muito para o mesmo estar na sala a espera do aniversariante.

Jisung começou a mexer no seu celular, ele não via a hora do Lee chegar em casa, aquele cheirinho estava o deixando com fome, mas mesmo tentando disfarçar, Jisung sabia que estava ansioso para ver o Maior, mas ele não queria aceitar isso.

Jisung se levantou do sofá e na mesma hora Minho abriu a porta.

– Oi Hannie. – Lee fechou a porta atrás de si e sorriu para o menor.– nossa que cheiro bom.

– Oi Hyung... – Jisung claramente retribuiu o sorriso. – Chegou na hora certa.

– Percebi. – o alfa olhou a cozinha.

– Vai tomar banho, eu vou colar a mesa e esquentar a comida. – Han disse empurrando de leve o castanho mais velho para seu quarto.

Enquanto o mais velho estava no banho o Han esquentou a comida e colocou 2 tigela, 2 hashis, 2 colheres e 2 copos na mesa assim como a comida quando já estava pronta e quentinha.

Perfeito, espero que esteja bom o castanho pensou e sorriu com seu trabalho, mas logo tirou o sorriso do rosto, mas e bolo?

– Droga. – o mais novo resmungou, como podia ter esquecido do mais importante? Será que ia fazer falta para o Minho, ou ele nem ligaria? Bom Jisung esperava que ele nem lembrasse do bolo.

Mas do que adiantava pensar nisso agora? Era tarde de mais para um bolo.

– Jisung eu tava aqui pensando... – Minho disse assim que saiu do banho indo para a cozinha.

– Surpresa! Feliz aniversário príncipe Hyung! – Jisung sorriu largo fazendo mãos de jazz para o maior.

– Jisung... – O castanho sorriu com a surpresa que o ômega tinha preparado. – Nossa...– o mais velho não sabia o que falar. – Obrigado..? É meu aniversário hoje?

– Sim Hyung. – O castanho mais novo concordou rindo.

– Não precisava Hannie. – Minho se aproximou do ômega para um abraço que retribuiu.

– Você merece príncipe Hyung. – Jisung encarou o maior e sorriu. – Mas vamos comer.

– Claro eu tô morrendo de fome e esse cheiro está maravilhoso.

– Eu espero que esteja bom, é a primeira vez que faço Jokbal. – Ambos se sentaram a mesa.

Jisung ficou encarando o Minho enquanto ele colocava o arroz em sua tigela, ele estava ansioso, queria saber se a comida estava boa para seu Hyung, Minho olhou Jisung de relance e franziu o cenho.

– Que foi? Tem algo no meu rosto?

– A-ah Desculpa, é só que eu quero saber o que você acha da comida. – Jisung olhou para mesa em específico para o Jokbal.

– Era só isso? Achei que meu sorriso tinha te hipnotizado. – Minho o olhou brincalhão.

– Seu bobo, eu não deveria ter falado do seu sorriso. – Jisung revirou os olhos e sorriu.

– Deveria ter falado do que então? Do meu charme? – Minho passou a mão no cabelo assim que terminou de falar.

– autoestima gritante hoje, né? – Han o olhou de cima a baixo risonho.

 

O jantar tinha começado bem, mas por algum motivo Minho estava quieto agora, passou alguns longos minutos sem dizer uma palavra se quer.

Será que ele não gostou? Será que eu falei algo errado? Jisung pensou.

O jantar tinha começado bem, mas de repente o assunto havia acabado e o Lee já não tinha mais o mesmo sorriso no rosto.

– Minho... Tá tudo bem? – Jisung colou seu hashi na mesa, ele já não aguentava mais o silêncio na mesa.

– Tá tudo...– o Lee olhou o menor que o encara preocupado.

– O que ta acontecendo? – o ômega colocou sua mão sobre a do maior que encarou as mãos cabisbaixo.

– Me desculpa Jisung... – O alfa puxou sua mão, deixando a do Han sozinha na mesa. – Me perdoa mesmo, eu... Eu deveria ter falado.

Jisung não estava entendendo o ponto da conversa.

– O que aconteceu?

– Eu menti para você, escondi coisas de você. – os olhos do Lee marejaram.

– Minho, onde você quer chegar?

– Eu tive lembranças Jisung, eu menti para você, a pulseira do humor, foi em quem te dei, no domingo a noite quando eu peguei ela eu lembrei, era eu no museu, depois disso eu... Tive umas três lembranças... Me desculpa... – O maior começou a chorar, Jisung confiou nele, como ele pode mentir para o mesmo e omitir coisas?

– Por que você não me falou? – Jisung o olhava sério, não estava acreditando que o maior havia escondido isso dele.

– Eu... Não sei, eu achei que era coisa da minha cabeça. – Minho disse negando, com as lágrimas descendo soltas em seu rosto, ele estava arrependido de não ter contado, Jisung estava o ajudando e ele traiu a confiança do menor.

– por que seria algo da sua cabeça Minho? – Jisung perguntou calmo, ele queria tentar entender porque o maior escondeu dele suas memórias.

– Porque elas... Elas... Elas tinha você, todas elas Jisung, você estava em todas, eu achei que minha cabeça estava inventando tudo isso, mas... É real.

– Como assim? Eu nem te conhecia... Não pode ser eu.

– É você, Jisung, eu já derrubei café em você, vi você no metrô, era você no museu... Eu já tinha visto o Sunho, lembra que ele esbarrou em uma moça no shopping e essa moça chamou ele de pestinha? – o Han concordou quase imperceptivelmente. – Eu estava lá... Jisung, a gente já se viu, eu achei que era coisa da minha cabeça, me perdoa, eu não mereço mais sua confiança, você tem direito de ficar bravo comigo, eu deveria ter falado.

– Minho... Eu não tô bravo com você, talvez decepcionado, poxa, você deveria ter me falado até porque eu estou na lembrança, eu deveria saber. – O menor continuou a encaram o alfa que tentava secar suas lagrimas.

– Me perdoa, por favor me perdoa Ji... Eu.. – Minho encarou o omega.

– Minho... Eu perdoo você, mas... Não esconda mais nada de mim, por favor. Eu confio em você, não queira perder essa confiança. – Jisung ainda não acreditava que já tinha visto o Lee outras vezes, mas como pode esquecer de um rosto no qual ele achava tão lindo?

– Você confia em mim?– Lee perguntou com a voz meio fraca.

– Claro, porque não confiaria?

– Porque eu menti, escondi de você, eu não deveria ter sua confiança. – Minho franziu o cenho.

– Mas você tem, Minho... Eu confio em você mais do que qualquer pessoa, e você não sabia que era verdade, mas o importante e que você me contou. – Jisung disse compreensivo.

– Então... Agente tá bem? – Minho perguntou baixinho.

– Sim... Mas você não está me escondendo mais nada, né? – O ômega perguntou pegando um papel toalha que estava na mesa e entregando para o alfa enxugar as lágrimas.

– Eu... Eu não estou escondendo mais nada. – O Lee queria contar, mas... E se não fosse real? E se ela simplesmente tivesse deixado ele ou vise e versa, isso não importava, não era uma coisa na qual Jisung precisava saber, não é?

– Agora... Sério porque tu foi grosso comigo no museu, era só uma pulseira.– Jisung tentou descontrair.

– Eu estava aprendendo a controlar meu lobo, eu era uma babaca na época. Desculpa. – Minho explicou já mais calmo dando até uma risada fraca, ele estava feliz que ainda tinha a confiança do menor.

– Pensando pelo lado bom, se você não tivesse pegado, eu não teria agora o melhor presente que eu já ganhei. – Jisung sorriu de leve.

– Aí viu foi bom eu ter sido um babaca.

 

 

Eles haviam se distraído, estavam felizes novamente, com sorrisos adornando seus rostos, sorrisos verdadeiros, Minho esqueceu do motivo de ele estar chorando alguns minutos atrás, Jisung já não conseguia mas para de rir com as piadas e brincadeiras do Lee. 

Eles terminaram de comer e passaram mais alguns poucos minutos na mesa conversando até que novamente o assunto acabou e eles ficaram em silêncio, num silêncio chato, ambos queriam continuar conversando mas por algum motivo não sabiam sobre o que.

Mas Minho quebrou o silêncio, o que fez com que o Han agradecesse mentalmente.

– A comida estava muito boa Jisung, como sabia que essa era minha comida favorita? – o Lee comentou sorrindo, ele amava jokbal, não tinha certeza se era sua comida favorita antes, mas agora com certeza era.

 – Minha mãe falou que você gostava desse prato, acho que vocês se conheciam bem antes – o Han respondeu sorrindo pequeno, enquanto levantava e começava a tirar os pratos da mesa – Que bom que você gosta.

 – Deixa que eu lavo a louça Hannie, vai descansar, você parece estar bem cansado – o acastanhado mais velho disse enquanto se levantava, retirando os pratos da mão do outro.

 – Minho...

 – Vai pra sala vai, coloca um filme bem legal, eu vou lavar a louça e fazer um chá pra gente – o alfa falou deixando os pratos da pia, e empurrando de leve o outro acastanhado pra fora da cozinha.

 – Deixa eu fazer o chá pelo menos, poxa eu não estou inválido – Jisung falou emburrado, os braços estavam cruzados enquanto ele olhava com as orbes cerradas para o alfa.

 – Okay, Okay. Faz o chá então, seu velho chato – Minho falou cutucando as bochechas do ômega, quando o mesmo passou por ele.

 – Você sabe que é mais velho que eu, né? – o ômega comentou enquanto pegava as xícaras, dano um riso leve.

 – Não estraga a piada Jisung – o Lee falou rindo, começando a lavar a louça.

 – Só estou apontando os fatos, vovô – o Han disse enquanto ria, vendo o outro lhe lançar um olhar indignado.

 – Eu? Vovô? – Minho falou com uma das mãos no peito, apontando para o acastanhado que só sabia rir naquele momento.

 – Sim, você.

 – Seu pestinha – o alfa disse enquanto jogava o pano na cara do Han, que apenas riu do Lee, que resmungava alguma coisa.

 O chá não era demorado e não havia tanta coisa pra ser lavada, então entre algumas risadas e panos jogados, os rapazes terminaram suas tarefas bem rápido, se olhando e sorrindo a cada momento.

 – E aí, que filme vamos ver? – Minho questionou quando ambos já estavam sentados no sofá, um em cada braço, se olhando enquanto bebericavam o chá.

 – Não sei na verdade, tem algum filme que queria ver? – o ômega falou depois de um longo gole do chá quente, se aconchegando mais debaixo da manta que havia pegado.

 – Ah, tem um filme novo na Netflix, o Bom Samaritano, eu acho... Enfim, parece ser legal – o acastanhado disse dando de ombros, olhando para TV e depois para o Han.

 – Pode ser.

 

 

 O filme era curto, e mesmo que a história não fosse estourada, era algo leve e bom de se assistir, a história era cativante e até mesmo parecia dar um ar de esperança para a humanidade.

 – Você é o meu bom samaritano, sabia? – o mais velho comentou sorrindo, o chá já havia acabado tinha um tempo, e agora os dois estavam grudadinhos no sofá.

 – Seu bobo...

 – É verdade, você me ajudou mesmo sem me conhecer, muito obrigado por isso Hannie – o Lee disse calmo, deixando um rápido selar na bochecha do mais baixo, que corou e sorriu pequeno com o ato.

 – Você se mostrou ser de confiança, príncipe hyung – Jisung disse baixo, olhando atentamente para o outro, que também corou, sorrindo para o outro.

 Até que o sorriso do Lee sumiu, confiança não é? Ele não a tinha quebrado no dia anterior? Ele não tinha escondido as coisas que estava se lembrando? Ele não tinha agido feito um babaca? Como Jisung ainda confiava nele?

 – Eu não mereço sua confiança Hannie... Eu não fui bom com você, eu não fui totalmente honesto e... E ontem, eu agi feito um completo babaca – Minho falava rápido, enquanto se afastava do mais baixo, o alfa se sentiu sujo ao pensar que tinha quebrado a confiança do mais novo.

 – Nos já conversamos sobre isso Minho, e está tudo bem, você já pediu desculpas e está tudo bem com a gente, eu to bem, eu já te perdoei – Jisung disse enquanto segurava as mãos do Lee, fazendo com que o mesmo olhasse para si.

 – Mas não está certo, eu não mereço seu perdão, eu não mereço sua confiança, eu... Eu não mereço Jisung – algumas lágrimas se formaram nos olhos do Lee, ele realmente acreditava naquelas palavras.

 O Han colocou suas mãos nas bochechas róseas do alfa, secando as lágrimas que começaram a cair, o acastanhado também sentia um aperto no peito, também tinha vontade de chorar, mas nesse momento sua atenção estava toda em seu príncipe hyung.

 – Minho... Olha pra mim – Jisung falou calmo, fazendo o mais alto voltar os olhos para ele – Está tudo bem.

 O acastanhado então colocou suas mãos na bochecha do alfa, aproximando seus rostos a ponto de sentirem a respiração um do outro.

 O Han olhou atentamente as orbes escuras de Minho, quando o acastanhado viu o mais alto fechar os olhos ele fez o mesmo, quebrando a distância que ainda permanecia entre eles.

 Os lábios se tocaram de leve, era algo suave, doce, o ômega então colocou mais pressão do beijo, podendo sentir o gosto agridoce dos lábios do mais velho.

 O Lee abriu um pouco os lábios e Jisung entendeu aquilo como sua deixa pra fazer o mesmo, começaram a explorar a boca um do outro, as línguas se tocando e se entrelaçando.

 Era um beijo lento, era calmo, era tão doce, tão bom, pareciam que passaram a vida toda esperando por aquele beijo.

 Era como se beijassem pela primeira vez.

 Jisung sorriu de leve entre o beijo, ele se sentia tão bem, tão leve, se sentia tão amado, a sensação era tão gostosa, era muito bom beijar Minho.

 O beijo não durou muito mais que trinta segundos, embora para o Han parecesse que tudo aquilo se passou em câmera lenta, Jisung não pode evitar de sorrir ao se afastar do mais velho e ver como as bochechas do mesmo estavam coradas.

 O alfa aproximou sua testa da do outro, deixando as mesmas coladas, a respiração pesada do mais velho fazia o Han se arrepiar.

 – Tecnicamente... Esse foi o meu primeiro beijo, já que eu não lembro de já ter beijado antes – o Lee disse baixo, abrindo um pouco os olhos, vendo quão bonito o ômega podia ficar com as bochechas e os lábios avermelhados.

 – Seu bobo... – Jisung riu baixinho, deixando um rápido selar nos lábios do acastanhado.

 Ambos se encaravam sorrindo, parecia tão certo, aquele momento era tão bom, parecia que finalmente estavam felizes, que finalmente haviam entendido o que era amor.

 Dessa vez quem deu a deixa foi o alfa, ele colocou sua destra na cintura do mais baixo, enquanto a canhota acariciava o rotos do Han.

 O beijo foi mais lento que o primeiro, as línguas se enroscavam como se já tivessem feito isso um milhão de vezes, e realmente parecia que sim, parecia que já haviam se beijado um milhão de vezes, que aquilo era simplesmente certo de mais.

 Que aquilo era quase... Quase que predestinado a acontecer.

 Jisung tinha as mãos nos ombros do mais velho, apertava com força e sorria de leve durante o beijo, ele simplesmente se sentia bem como a muito tempo não se sentia quando beijava alguém.

 As coisas começaram a esquentar, o ômega nem notou quando se sentou no colo do Lee, estava tão entregue a aquelas sensações que nem notou quando Minho começou a distribuir selares em seu pescoço.

 E de repente foi como se toda a magia tivesse sumido, quando o mais velho apertou a cintura do Han, o acastanhado só conseguiu lembrar de todos os anos que passou preso naquele casamento, de toda a dor que teve que suportar, ele só conseguia se lembrar de Yugyeom.

 Mas não era ele ali, não era o Kim ali, era o Minho, o tão adorável Minho, o alfa que ajudava ele em tudo, o alfa que cuidava dele e cuidava do seu filho, o seu príncipe hyung.

 Não era Yugyeom ali, ele não estava sendo forçado a nada.

 Então porque doía? Por que ele sentia vontade de chorar?

 – Jisung? Jisung porque você está chorando? Eu... eu fiz algo errado? Eu estou te machucando? – o omega só acordou do transe quando ouviu a voz do Lee, o mais velho soava desesperado, tinha se afastado do Han e não tirava os olhos do mesmo.

– Não... Você... Você não fez nada – o Han disse baixo, as lágrimas correndo soltas em seu rosto, ele não conseguia entender porque não conseguia continuar, porque não conseguia fazer aquilo, era algo tão simples.

– Jisung...

– Eu não consigo, não consigo Minho, desculpa... Eu queria muito, mas não posso, desculpa... – os soluços não eram mais contidos, Jisung não entendia como um momento tão bom podia se transformar naquilo.

– Ei, está tudo bem Hannie, não precisa se desculpar, está tudo bem – Minho sorriu de leve, trouxe novamente o ômega para o seu colo, o aninhou ali, abraçando ele o mais apertado que podia, como uma forma de proteger ele de tudo aquilo – Está tudo bem Hannie... tudo bem...

– Você... você não está bravo? – o mais novo falou entre soluços, a voz saindo meio fanha, mas continuava adorável para o Lee.

– O que? Claro que não, não tem motivos para mim ficar bravo, meu Deus Jisung – o alfa falou rapidamente, rindo um pouco enquanto dizia tais palavras, como se estivesse nervoso.

– Isso... Sério?

– Sim, é só um detalhe a gente não transar hoje, eu me não importo com quando vai ser, contanto que quando seja você se sinta amado, por mim está ótimo, eu irei te esperar pela tempo que for Ji – Minho disse sorrindo doce, fazendo um leve carinho nas bochechas do mais baixo, que suspirou, fechando os olhos.

– Acho que estou me apaixonando por você Minho... E eu não sei o que fazer – Jisung disse baixinho, os olhos ainda fechados e cenho meio franzino. Tão fofo.

– Vamos só deixar fluir Hannie, porque eu me sinto da mesma forma que você, sinto que me apaixono mais por você a cada dia – o Lee dizia calmo, deixando um leve selar nos lábios do mais baixo, ele apenas se sentia muito bem naquele momento, não ligava se antes tinha alguém ou qualquer coisa do tipo, tudo o que importava agora era aquele sentimento tão extraordinário que sentia por Jisung.

– Então... Estamos namorando agora? – o Han questionou rindo um pouco, abrindo os olhos e o encarou docemente, um sorriso adornado o seu rosto.

– Se assim você quiser – o alfa respondeu rindo, colando sua testa com a do menor, se sentia simplesmente leve, como se qualquer brisa pudesse o fazer voar naquele momento.

– Então estamos.– o Han deixou um selar nos lábios do seu mais novo amor, um beijo no qual era mais verdadeiro que qualquer coisa no mundo. 

 


Notas Finais


Ahhh gente tô feliz, os dois tão juntos😻😻💖💖

Mas e aí gostaram?? Valeu apena a demora para postar??

Mais uma vez me perdoem pela demora para postar o cap😔, prometo que vou tentar não demorar mais ✊

Até o próximo capítulo minha gente linda

Bye bye bjss ❤️😺

Ps: Amo muito vocês que estão acompanhando 💖


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