História A Escolha- kookmin - Capítulo 8


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Jikook Koomin
Visualizações 353
Palavras 1.600
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello, até as notas finais.

Capítulo 8 - Eight.


Fanfic / Fanfiction A Escolha- kookmin - Capítulo 8 - Eight.

● A escolha. Capítulo 8


O jornal oficial estava precisando de conteúdo depois de uma semana que o público com certeza tinha achado monótona. Depois de breves comentários sobre a ida do rei à França, o comando do programa passou para Seokjin, que entrevistava os garotos da elite em maneira informal. Com perguntas não importantes à essa altura da competição. 

O que era justificável, considerando que na última vez que nos perguntaram algo realmente importante, eu sugeri o final das castas e quase fui expulso da disputa. 

Seokjin: senhor Sehun, você já conheceu a suite do segundo príncipe? 


Sorri comigo mesmo, grato por ele não ter feito aquela pergunta para mim. Sehun abriu mais seu sorriso perfeito e jogou seus cabelos para trás despreocupadamente antes de responder. 

Sehun: Bem,  Kim, ainda não. Mas espero ter esse privilégio. Claro, o rei Jeonguk nos ofereceu os melhores aposentos, e sou incapaz de imaginar algo melhor do que já temos. As camas são tão...


Sehun gaguejou um pouco ao notar que dois guardas entraram correndo no estúdio. Nossos assentos estavam de tal forma que poderíamos ver os guardas correndo até o rei. Taehyung e Hoseok estavam de costas para o que acontecia. Mas discretamente viraram para trás. 

Sehun: luxuosas... muito mais do que poderia sonhar...- continuou, sem prestar atenção em sua resposta. 


No entanto, ele nem precisou. O rei se levantou,  chegou mais perto e cortou a entrevista. 

Rei: me perdoem por interromper, senhores e senhoras, mas é urgente- com uma das mãos ele segurava um papel e a outra arrumava sua gravata- desde o nascimento do nosso país, as forças rebeldes tem sido uma maldição para nossa sociedade. Com o passar dos anos, os ataques ficaram mais agressivos. Como é de conhecimento geral os garotos da seleção são das castas dois, três, quatro e cinco, e esse fato tem sido um incentivo para os rebeldes. - olhou em nossa direção- o palácio está seguro, e vou dar meu melhor para proteger meu povo. Eu não os preocuparia de varde, mas... Os rebeldes estão atacando por ordem das castas- eu e Sehun nos olhamos confusos- há muito tempo eles desejam acabar com a monarquia. O ataque recente do jovem que participava da elite  mostrou até onde eles podem chegar. Mandamos soldados para proteger seus entes queridos. Mas não é só isso, eles estão matando pessoas das castas dos senhores. Começará pela casta dois e assim seguirá. 


Era sinistro. Como não tinham conseguido que abandonassemos a seleção pela nossa família, fariam o povo nos odiar. Quanto mais tempo participassemos daquilo, mais aumentaria o ódio das pessoas, por colocarmos a vida delas em risco.

Seokjin: triste notícia, Majestade- quebrou o silêncio. 

Rei: buscaremos uma solução, claro. Fomos informados que teve oito ataques em cinco províncias diferentes. O resultou foi uma morte em cada ataque. 


Coloquei a mão no meu peito, me segurando para não chorar. Pessoas tinham morrido naquele dia por nossa causa.

Rei: nesse momento- prosseguiu- fiquem em casa, e de preferência tranquem as portas.

Seokjin: excelente concelho, Majestade- comentou e se voltou para nós- senhores, há algo que queiram acrescentar? 


Hoseok simplesmente balançou a cabeça. 

Taehyung respirou fundo.

Taehyung: sei que dois e três são alvos agora, mas suas casas são mais seguras do que a maioria das castas inferiores. Se vocês puderem abrigar uma família de quatro e cinco, seria uma boa idéia- falou, olhando para a câmera. 

Sehun: exato - concordou com a cabeça- apenas fiquem seguros e façam  o que o rei pediu.


Ele olhou para mim e percebi que precisava dizer algo. Sempre que me sentia perdido no jornal oficial, costumava olhar para Jungkook, na esperança de receber um concelho silencioso. Busquei seus olhos. Porém,  naquele momento, Jungkook estava capsbaixo; brincando com os dedos. Eu só conseguia ver seus cabelos escuros caídos. 

Era óbvio que estava preocupado com seu povo, mas a questão ia um pouco além de proteger seus cidadãos. Ele sabia que podíamos partir.

E não deveríamos? Quantos cinco perderiam a vida por eu estar ali sentado, recebendo iluminações enquanto me filmavam?

Por outro lado, por que eu e os garotos deveríamos carregar esse fardo? Não somos nós que estamos na rua matando. Me lembrei do que E'Dawn e Stelar disseram e percebi que só havia uma coisa a fazer. 

Jimin: lutem!- olhei para uma câmera- lutem. Os rebeldes querem nos intimidar. Estão tentando assustar vocês e os forçar, para fazerem suas vontades. E se vocês obedecerem? O que eles tem para oferecer? Essas pessoas não vão parar com a violência de uma hora para a outra. Se vocês se esconderem, vão dar poder à eles. Lutem! Lutem como puderem! 


Senti o sangue e a adrenalina pulsarem dentro de mim, como se estivesse pronto para atacar. Não aguentava mais. Eles nos mantinham nervosos, matavam nossas famílias. Se um rebelde sulista estivesse em minha frente, eu não fugiria. 

Seokjin recomeçou a falar, mas eu estava sentindo tanto ódio que só conseguia ouvir meu coração bater. Quando finalmente me acalmei, as câmeras haviam sido desligadas e algumas luzes apagadas.

Jungkook falou algo no ouvido do pai, que negou, balançando a cabeça. 

Os garotos se levantaram para sair.

Jungkook: vão direto para os seus quartos- disse educadamente- logo levarão o jantar até lá. Vejo cada um de vocês daqui alguns minutos. 


Fui até a porta. Quando passei pelo príncipe e o seu pai, o rei me tocou com a ponta do dedo. Dando um pequeno gesto para mim parar.

Rei: suas palavras não foram muito inteligentes- comentou.

Jimin: a estratégia atual não está funcionando- dei de ombros- se continuar assim, não terá mais suditos para comandar.

[...]


Jungkook bateu de leve na porta e entrou. Eu já estava de pijama e lia na cama.  Até pensei que ele não viria.

Jimin: está tão tarde- comentei baixinho.

Jungkook: eu sei. Tive que falar com os outros e foi muito desgastante. Hoseok ficou muito abalado. É o que mais sente culpa. Não me surpreenderia de saísse em menos de três dias.


Embora ele já tivesse admitido mais de uma vez sobre não ter interesse em Hoseok, ele parecia chateado. Encolhi as pernas contra o peito para que ele pudesse se sentar.

Jimin: E Sehun e Taehyung? 

Jungkook: Taehyung está otimista demais. Ele acha que as pessoas vão se cuidar e que vai ficar tudo bem. Sinceramente, isso é impossível. Mas ele é cheio de esperanças... Você sabe.

Jimin: sei.

Jungkook respirou fundo. 

Jungkook: Sehun está bem. Preocupado, claro. Mas como Taehyung notou, os dois estão mais seguros. E ele é tão determinado- riu, olhando para o chão- aparentemente, o que mais me preocupa é pensar que sinto raiva dele preferir ficar aqui invés de sua casa.

Jimin: é uma questão interessante. Você quer um esposo que não se preocupe com as ameaças aos seus súditos? 

Jungkook me encarou.

Jungkook: você está preocupado. Só que é mais esperto para se preocupar do mesmo jeito como os outros- balançou a cabeça e sorriu- eu não acredito que pediu para as pessoas lutarem.

Jimin: não acha que estamos sendo covardes?

Jungkook: você tem razão. Isso pode assustar os rebeldes ou determinar eles, mas sem dúvidas você mudou o jogo. 

Jimin: não chamaria de jogo um monte de pessoas matando inocentes por nossa causa. 

Jungkook: não, não! - reagiu rapidamente- eu nem consigo achar uma palavra para isso... eu estava falando da seleção. - olhei bem para seu olhos- para o bem ou para o mal, as pessoas conseguiram ver um pouco do seu caráter. Agora eles enxergam o garoto que ajudou a criada, o garoto que aumenta a voz com o rei quando quer ser justo. E certamente agora, terão outros olhos para o garoto que lutou para ajudar Yoongi. Antes, você era apenas o garoto que gritou com o príncipe, no primeiro encontro. Essa noite, passou a ser o garoto que não tem medo dos rebeldes. Sua imagem vai melhorar. 

Jimin: não era essa minha intenção- sacudi a  cabeça. 

Jungkook: eu sei. Eu tinha um plano para mostrar quem você é. E no fim, você fez isso sozinho por impulso. É a sua cara- seu rosto parecia ter um certo espanto, como que não deveria estar surpreso- em todo caso, você disse a coisa certa. 


Abaixei os olhos para meu pijama. Fiquei feliz por ele ter aprovado, mas o jeito que falava- como se tivesse orgulhoso- parecia íntimo demais para uma conversa após uma briga. 

Jungkook: estou cansado de brigar com você, Jimin- desabafou, e eu o olhei- eu gosto quando discordamos, é o que mais gosto na nossa relação. Mas as vezes isso se torna uma discussão séria e... Não gosto disso. Tenho o temperamento do meu pai, eu não queria isso. E você...- ele sorriu- fica impossível nervoso!


Ele balançou a cabeça, certamente lembrando de tudo. Da joelhada nas jóias reias. Toda a história do fim das castas. O tapa que dei em Sehun quando ele falou do Yoongi. Nunca tinha me achado temperamental, mas aparentemente, eu era. Ele sorriu e eu também. 

Jungkook: eu observo os outros, tento ser justo. Fico angustiado com algumas coisas que sinto. Mas... Pode ter certeza que eu sempre vou te observar. Acho que você já percebeu... à essa altura, eu não consigo evitar. - agora sim ele parecia um garoto de 18 anos.


Queria dizer a coisa certa, dizer a Jungkook que desejava ser observado por ele. Mas não me sentia tão seguro, então coloquei minha mão sobre a dele. Permanecemos quietos, olhando para nossas mãos, ele brincava com minha pusera, concentrado nela, e depois acariciou as costas da minha mão com o polegar. Foi bom ter um momento de calma com ele.

Jungkook: o que acha de passarmos o dia inteiro juntos amanhã? 

Jimin: eu adoraria- respondi,  com um sorriso no rosto. 




Notas Finais


Primeiramente: puta que pariu, era 9 horas quando eu comecei a escrever o capítulo e quando finalmente terminei acontece o quê? Trava e apaga inteiro.

Espero que tenham gostado.
Eu juro, o capítulo anterior era bem detalhado mas fiquei com uma baita preguiça de fazer tudo de novo.
Comentem suas opiniões e é isso.


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