História A Escrava e o Senhorio - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Escravo, Fanfic, Senhorio, Violencia
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Palavras 889
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - A ESCRAVA E O SENHORIO


A Escrava e o Senhorio

 

Depois de muito tempo sendo tratada como lixo, a pobre escrava se apaixona pelo seu senhor de engenho, adquirindo uma síndrome de Estocolmo (na qual a vítima se apaixona pelo agressor) ela conta para ele. Ele olha para ela com desprezo e a humilha falando de sua raça, sua cor, e seu estado atual na sociedade (escrava). Ela começa a chorar porque nunca vai poder se casar com o homem que a ama pois ela sabe que é só um objeto e embora seu grande amor fosse prometido a outra mulher ela nunca iria deixar de ama-lo independente de tudo que ele fez e se humilha para ele dizendo que o ama.

A cada vez que ela declara seu amor ele põe ela afastada dos outros escravos, e a tortura ainda mais, ele a empurra com toda força no chão e começa a xingar ela e humilhar ela por ter abraçado ele, após isso ele prende ela e vai para seus aposentos para se lavar da imundice da escrava. Mas em seu banho quente ele lembra do calor do corpo, todo ensanguentado, da escrava. Então ele começa a brigar consigo mesmo para que esqueça essa situação, E ele fica repetindo para si mesmo "E só uma escrava imunda, eu sou casado com uma mulher branca e bem rica, nada mais".

Após alguns dias ele se recusa a visitar seus escravos novamente, talvez esteja abalado pelo que aconteceu naquele dia. Sua mulher indignada com seu marido frouxo que está com receio de ver alguns escravos diz que vai passar uns dias na sua tia meggie que mora a 3 dias de viagem, "Talvez alguns dias sozinho te faça bem"- diz ela.

No primeiro dia sem sua mulher, sozinho somente com seus escravos, súditos, fortuna. Ele decide ir castigar a escrava por ter lhe abraçado sem permissão. Quando ele a chama para vir se apresentar ela vem toda feliz pensando que ele tinha mudado, mas assim que ela para a dois passos dele, ela toma um tapa na sua cara, um tapa que parecia mais fraco que antes pois não fez ela nem virar o rosto. Os outros escravos ao verem isso começam a fazer piadas sobre seu senhor falando que ele estava pegando leve com uma mulher, diante disso ele dá um soco no meio do nariz da mulher fazendo escorrer sangue entre os dedos dele, um sangue quente e gélido que a tempos ele não sentia, E o sangue escorrendo entre o sorriso, que agora se desfaça e se torna em uma boca sem expressão e sem sentimentos, descendo entre os seios da garota fazendo ela sentir um arrepio.

 

Diante deste soco ele não se contenta então lhe soca na barriga fazendo a escrava ficar com falta de ar, aquele sangue todo espirra da mão dele e voa na cara de seus súditos que estão atrás dele por segurança. Assim os escravos que estavam em alegria logo se encheram de medo e voltaram a trabalhar mais rápido possível. O senhorio fica animado sobe em cima da escrava e começa a socar sua cara. Ele acaba ficando animado e seus súditos tem que tirar ele de cima dela porque senão ele iria matar ela. E ele sorria e ria de alegria como uma criança num dia de verão com roupas novas e doce ganhado de sua tia que fizera um almoço esplendido

A pobre escrava agonizando de dor sendo levada pelos outros escravos estava se perguntando vagamente em sua cabeça quase inconsciente "o que me faz amar um homem tão horrível que despreza meu amor? Alguém que não tem misericórdia da mulher que o ama? Que a espanca quase até sua morte ~ela desmaia~.

Ao chegar aos seus aposentos ele olha sua mão ensanguentada e começa a tentar refletir sobre o ocorrido, ele começa a refletir de como e o real motivo de sua fúria sobre Alice (a escrava) então ele entra em um paradoxo de pensamentos porque ele não entende se sua raiva está sob o amor demonstrado por ela ou se a fúria dele está sob os seus escravos lhe desrespeitando, mas ele sabe que o real motivo é porque ele está interessado em sentir novamente o corpo quente e frio e molhado de sua escrava. Preocupado com seu objeto de maior prazer ele vai aonde Alice está sem que ninguém saiba muito menos seus escravo, ao chegar lá ele vê ela toda machucada respirando fraco e indefesa, então ele faz algo que nem ele pensa que iria fazer um dia ou em nessa vida, Ele a abraça preocupado se ela irá estar bem. Mas nesse exato momento ela acorda assustada e por um minuto os dois ficam se olhando. Ela fica pensando em que sua vida vai melhorar e que ela poderá se libertar e ser feliz, Ele, no entanto pensa que isso pode acabar se ele simplesmente matar ela. Assim seus pensamentos não estariam mais confusos e ele não precisaria se preocupar em educar uma escrava novamente. Mas isso não é realmente o que ele deseja
 ~ele pega uma faca que tinha escondido nas calças~
então ele avança no pescoço dela mas acaba parando com a faca na sua garganta. Ele parou por um motivo, Ela estava sorrindo e não esboçou reação de resistencia ou de ternura com aquela situação

 

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