História A Espadinha Neon - Capítulo 1


Escrita por: e BunnyTeaser

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Suga
Tags Bonecospiratas, Bunnyteaser, Comoconquistarocrush, Jiminhouse, Jmh, Jmh!piratas, Yoonmin
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Palavras 3.946
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aloha, Crush's supremos do JMH!!! Primeiro, vocês provavelmente nem devem me conhecer, afinal, este é o meu debut nessa casa maravilhosa do meu utt. Então, eu me chamo Vicky e hoje é o meu niver de 17 aninhos! Yah!!! (Okay, ninguém liga 😂😂😂) Enfim, me dêem as boas vindas, estou feliz por estar aqui.

Sem delongas, boa leitura!

Capítulo 1 - O sabre de luz.


Quando os primeiros raios solares atravessaram a janela com as cortinas abertas, e o vento fresco do verão acariciou minha tez com leveza e me fez despertar do meu sono profundo, dando um breve adeus a minha noite bem dormida. Eu pude ver além do horizonte que aquele dia seria bem abençoado por G-Deus. Eu podia sentir em minhas entranhas que o meu dia seria de sorte e muita glória, porque hoje meu príncipe encantado viria me buscar, não em um alazão, mas no seu carro super chique, ostentando riqueza e exalando testosterona, e me esperaria sair deslumbrante da minha mansão.

Eu até conseguia ouvir a música sonora do meu habitat natural, e ela tinha o refrão, tipo, se não me engano: “C'mon, Barbie, let's go, Barbie”. Bom, eu era divo por natureza e possuía o meu príncipe lindo, que ainda não montava num cavalo, mas logo, logo me deixaria cavalgar nele sem hesitação...

— Park Jimin não é São Jorge, mas só vive no mundo da lua... — Fui desperto das minhas paranoias e fiz careta para a voz de minha mãe toda sarcástica, ainda me oferecendo a colher de pau dela de um modo um tanto ameaçador.

O que acabava com a minha alegria era sair do mundo dos sonhos e dar de cara com a realidade. Primeiro que eu nem morava na casa da Barbie, nem tão pouco tinha um Ken rico para me namorar. Quer dizer, eu até tinha o senpai, mas quem disse que ele me nota? Do que adianta eu ser gay, porém o crush não? A minha vida não tinha sentido! Eu era totalmente revoltado com isso.

— Ainda tem nessa mente maligna como conquistar o crush? Já disse que esse seu plano é ridículo demais, Park Jimin. — Senhorita Myuhim poderia ser várias coisas nessa vida, mas o papel de senso do IBGE que possuía em se meter na vida do outros, ela exercia com mérito.

Revirei os olhos por ela querer novamente me contaminar com a sua negatividade. Fiz “xô xô xô” com a boca e estralei os dedos para me ver protegido.

— Mamãe, eu só sei que Min Yoongi pode ter vários exemplares dos seus piratinhas favoritos, mas o qual que ele vai adorar ver a espadinha é o do meu pirata hoje à noite.

E eu era perverso, e Min Suga iria provar da minha perversidade.

Desde que eu descobri o maior fraco do meu senpai, através de Min Jihoon, — sua irmã mais nova, — fora colocada em número um na minha lista de “Como Conquistar o crush”, grafado em letras maiúsculas as seguintes palavras: “Dê ao senpai o que ele curte”, e se Yoongi dizia curtir piratas, eu seria o seu piratinha particular preferido, sem mais. O fato era que o esverdeado relutava contra os meus encantos, afirmava aos quatro cantos que era hétero de nascença e nunca deixaria de ser, então o problema era fazê-lo me querer.

Foi aí que começou o meu TCC pessoal de como fazer o cara que eu gostava me querer. Essa vasta pesquisa teve como entrevistada a minha melhor amiga, justamente a loiríssima Jihoon e, se eu era o organizador de eventos da escola, eu poderia fazer o que quisesse e daria uma festa a fantasia e, adivinha? Eu seria o próprio piratinha real e oficial de Min Yoongi. Só bastava alguns copos de soju e, voilá, ele cederia a mim.

A festa estava toda organizada porque tudo que eu, Park Jimin, fazia era perfeito. O dia já estava chegando ao fim lá fora, e eu me encontrava sendo produzido por Jihoon em seu quarto. Eu possuía uma maquiagem bem marcada no rosto, apliques no cabelo e um tampa-olho não tão legal... Bom, eu tinha descido do meu salto quinze, mas, ao menos ainda divava no salto oito.

— Mesmo com essa cara de Jack Sparrow, você ainda continua bonito como o Willy Wonka, Chim.

— Quê? — Alguém explica para essa garota que Jack Sparrow e Willy Wonka é o Johnny Depp, por favor? E os dois personagens são estranhos para um caralho. — Isso foi uma tentativa de elogio, Jihoon? Pois não me pareceu.

Recebi a sua revirada de olhos em troca.

— Já estou me arrependendo por querer te ajudar com o meu irmão. — Me deu as costas, ainda me fazendo não querer imaginar o que ela escondia por debaixo daquele robe. — Não shippo mais yoonmin...

— Eu não quero ser shippado com seu irmão, eu quero “shupar”  ele, entendeu a diferença? — Fiz cara safada, me pondo de pé para olhar meu reflexo brilhante no espelho.

Eu estava lindo, como sempre, só me faltava o chapéu de pirata como adereço.

— Suga não quer alguém vadia como você, Park Jimin...

— Mas pode ter certeza que ele vai querer, Arlequina.

Uma das minhas táticas mais infalíveis no colegial contra a vergonha e usada para a conquista, era o álcool. Se eu queria beijar mais de 50 bocas desconhecidas em uma festa, eu bebia uma vodka para me transformar na minha própria versão sóbria. Porque, para falar a verdade, eu era vadia estando bêbado ou não. Mas numa coisa que o álcool  era realmente minha aliada, essa coisa era na arte de levar os caras para minha cama. Eu sei que todo mundo tem essa tática, mas no meu caso, na real e na maioria das vezes, o meu charme que era fatal.

Foi assim que eu cheguei divando. Eu não tinha um salto nos pés, mas ainda assim me sentia alto. As luzes piscavam reluzentes, e dessa vez eu tinha um foco. Min Yoongi não iria me escapar. Foi chegando próximo ao prédio principal da escola que eu vi a comoção toda. Tinham jovens jogados no jardim da esquina do colégio e copos vermelhos por todos os lugares. O toc-toc do salto da Jihoon já me irritava ao meu lado, porém a música alta da caixa de som do DJ que eu contratei já me fazia entrar no clima.

Porém eu paralisei no segundo seguinte que coloquei meus lindos pezinhos dentro do prédio do terceiro ano. Eu quis explodir. Agora, pode imaginar a cena de um filme de Beverly Hills onde a garota malvada para de abrupto e sobrepõem o corpo da segunda garota malvada, — porém uma versão menos gostosa, — com o braço.

— Jihoon, eu vou ter um ataque de pelanca. — Ela me olhou assustada, se dando conta que eu falava mais sério do que nunca. — Me diz que eu sou o único vestido de pirata nessa festa e que não tem milhares de versões menos gostosa do que eu rebolando a raba por aí!

— Não se preocupe, Jimin, eles só estão parecendo com o Jack Sparrow mesmo...— Pôs a mãos no meus ombros, em sinal de tranquilidade. — Ninguém se compara a você vestido de pirata depois que ganhou o transplante da bunda da Nicky Minaj. Está bem mais seduzente.

Depois de calmo e ainda sendo o mais gostoso da festa, mesmo ainda dando de cara com milhares de exemplares de quinta meu, eu vi a hora de me aproximar de Suga. Meu sorriso transparecia perversidade, enquanto do outro lado da multidão Jihoon me jogava um “joinha” em motivação. A minha presa estava de costas para mim enquanto assistia os outros caras gastarem suas moedinhas com fichas nos jogos. Eu levava em mãos uma bebida mais do que batizada com a minha própria malignidade, e Suga não perdia por esperar.

— Ah não...

Foi só eu entrar em seu campo de visão que sua expressão tranquila mudou para apavorada. Eu me senti o próprio Lúcifer naquele momento.

— Jimin, me deixa em paz alguma vez na vida! — Ele fez uma caretinha, e eu tentei, só tentei mesmo, não julgar como fofa.

— Não vê a minha surpresinha? — Me exibi, prendendo o lábio inferior entre os dentes. — Vim de piratinha especialmente por sua causa, você gosta?

— Tem milhares de piratas nessa festa! Inclusive, até eu estou o próprio Jack Sparrow hoje. Então não vejo nada de mais em você. — Deu os ombros. — Não curto caras.

Naquele momento, o meu plano foi completamente por ralo abaixo. Afinal, eu sabia que o universo estava conspirando contra mim desde o momento que entrei nessa maldita festa. Eu deveria ter dado um ultimato para toda a comunidade estudantil que só eu quem deveria estar de pirata aquela noite. Se bem que está sendo confirmado de que o idiota do Min Suga acha preferível seus piratinhas de plástico, a ter esse bonequinho lindo que cheira a avelã, Park Jimin, em sua cama.

Mas eu não me deixei abalar não. Meti um bananão para o universo, e sorri falso para aquele branquelo. Eu só sabia que iria apelar para o álcool agora.

— E isso, você curte? — Ele revirou os olhos, levando o olhar para longe quando eu ergui o copo em sua direção.

Certamente Yoongi nem queria estar ali, sua cara de bunda demonstrava o seu total desprezo.

— Ah, vamos lá! Só essa dose e te deixo em paz pelo resto da festa! — Sorri sacana, e ele pareceu pensar no caso. — Não é o que você deseja, se ver livre de mim? — Apelei para a chantagem e o ofereci a vodka novamente, ficando extremamente magoado quando ele arrancou de abrupto o copo vermelho grande de minha mão e o virou goela abaixo.

Aigoo, ele era tão mal, mas eu ainda estava satisfeito. Minha mãe até que foi legal quando me deu aquele frasquinho de afrodisíaco para pôr na bebida do Yoongi.

 

(...)


 

Eu poderia até dizer que me arrependia por ter colocado afrodisíaco na bebida do Yoon depois, mas agora tudo me fazia ficar mais do que excitado pelo o que me era revelado. Depois de ter dito que estava sentindo um calor descomunal em seu íntimo, o Min relatou que precisava de minha ajuda para chegar até o banheiro. E, bom, eu nunca que o negaria aquele pedido.

Após quase ter morrido afogado de tanto ficar com a cabeça embaixo da água corrente da torneira, ele parecia vermelho e atordoado demais aquele momento.

— Você é tão gostoso e gato, Jiminie! Miauuu… — Ele se voltou para mim de abrupto e mordeu os lábios num flerte aparente.

Okay, eu estava surtando.

— Você acha, Yoon? — Pisquei, fingindo ser adorável, já quando ele assentia com a cabeça várias vezes.

Ele chegou passos mais próximos a mim, e eu não via a hora de me jogar nos braços finos e pálidos do meu amado.

— Sua beleza é tão grande quanto a de um bela rosa e seu cheiro... — Seu nariz quente foi de encontro ao meu pescoço e fungou lá, me arrepiando por inteiro. — se compara ao doce do mel. — Uma carranca se formou levemente em meu rosto, porém eu apenas sorri pequeno em sua direção.

Ele estava tão próximo que eu conseguia sentir em minha tez o ventinho que a sua respiração fazia ao sair de seu nariz e boca. Quando ele espalmou com força suas mãos em minhas bochechas, eu pude sentir em meu íntimo que havia chegado a hora de provar do seus lábios finos, e o garoto hétero parecia determinado àquilo.

Porém, eu resolvi brincar um pouco com a situação e fiz um parada dramática no momento, sobrepondo seus lábios com o meu dedo indicativo.

— Ei, você está mesmo querendo me beijar? — Fingi surpresa, porém recebendo um sorrisinho libidinoso seu em troca. — Um garoto hétero não beija um outro cara, Yoongi.

— Eu não posso mais fingir que não te quero, Jimin... — Fez uma carinha de descontentamento.

Okay, agora eu estou em um turbilhão de nervos depois dessa revelação bombástica.

— E desde quando você me quer?

— Desde que te vi no primeiro dia do primeiro ano do colegial.... — Parecia envergonhado, mas uma barraca se formando entre suas pernas me mostrava o quanto a minha beleza fazia efeito.

Wow, estou de cara por descobrir que ele também me quer, mas por que pagava de hétero esse tempo todo?

— Sempre te desejei... Você é um puta gostoso — Me beijou o pescoço lentamente, me deixando com os olhos arregalados. Aquilo não parecia conversa de bêbado. — Mas, shiu, não conta pra minha mãe.

— Ué... — O afastei, olhando em seu olhos. — O que sua mãe tem a ver com isso?

— Prometi a ela que nunca mais chuparia um cara desde que ela me pegou de joelhos para o Tae, o nerdzinho do segundo ano. — Fez um cara triste, e eu quis gargalhar com a sua desgraça.

Então era por isso que ele resistia tanto? Berro, o senpai é gay!

— Ela não me deixa gostar de caras.

— Mas chupar pau não te faz gay… — Dei os ombros. — Só se tu der.

— Eu tô ligado. — Ele sorriu, se animando novamente.

Que lógica era aquela a minha?

Por isso ele me trouxe para um beijo fervoroso e cheio de língua, me prensando contra a pia de mármore do banheiro vazio. E eu não poderia estar mais feliz e me sentindo realizado. Estava quase soltando purpurina, porém apenas me continha em manter aquele ósculo afobado e tornar aquela troca de saliva mais do que grande. Seu beijo era tão gostoso e viciante, que eu me sentia nas nuvens. Ele tinha pegada e um libido imenso, e talvez não fosse apenas pelo afrodisíaco. Eu acreditava em suas palavras de que ele me desejava e por isso estava mais do que animado.

Com uma força que eu nem sabia que existia nele, Suga me pôs sobre o mármore e arrancou meu chapéu de pirata fora, inclinando minha cabeça para um lado enquanto atacava o meu colo com volúpia. Fechei meus olhos em deleite e deixei que por entre meus lábios saísse os meus gemidos despudorados.

Que gostoso, cara! Imagino o que mais ele consegue fazer de tão bom com a boca. Já estava quase pedindo para ser fodido ali mesmo.

Sua boca desceu mais, porém, por conta dos panos, ele pareceu desistir de marcar minha tez, e voltou para os meus lábios, os mordiscando vez ou outra com lentidão, me tornando ofegante por conta do ar quente e escasso que pairava entre nós. O agarrei mais em meus braços, e ele me beijou mais com afinco, apertando minha cintura com posse e firmeza.

Não faz assim que eu já abro as pernas, Min Yoongi, pensei. O fato era que elas já  se encontravam abertas com ele enfiado no meio.

Então ele se curvou e foi naquele momento que eu tremi na base. Seus dedos ágeis percorreram até os botões de minha calça, e eu no meu consciente gritava que ele iria me chupar! Daí, eu só estava com a boca aberta em um perfeito "O" quando seus olhos escuros estavam ligados ao meu e o seu primeiro toque foi sentido em meu sexo.

Meu G-Deus do céu, eu estava surtando real oficial!

Porém, — sempre existe um porém, não é mesmo? —, fomos pegos com a boca na botija, ou melhor, Yoongi quase foi pego com a boca no meu pênis. Mas, graças as forças superiores, não foi por sua mãe, mas não deixava de ser pior quando o tiozão da limpeza nos encarava com a pior expressão da face da terra com a porta arregaçada.

— Que pouca vergonha é essa?

Mas quem caralhos tinha chamado aquele velho para festa? Estava achando que aquilo era um baile da terceira idade? Omo, Eu só me fodo!

 

(...)
 

Eu não sabia o que tinha feito de tão ruim na vida passada para tudo com o crush dar errado. Primeiro que Min Yoongi mal conseguia se manter em pé em suas próprias pernas e a todo instante ficava pedindo para que eu brincasse consigo de "Os piratas dos caribes".

O fato era que, depois que o tiozinho fez o desfavor de estragar a minha felicidade, o Min fez a questão de encher a cara mais do que o necessário e agora estava mais louco do que tudo, ainda mais quando a sua vontade de transar tinha passado. Agora, estávamos no seu quarto, depois de ter o trazido para casa com segundas intenções, claro. Porém ele estava quase impossível de lidar naquele momento.

— Venha até a mim Jack Sparrow e me acerte com seu “sabre de luz”! — Sua risada ecoou por todo o seu quarto e ele pulava na cama junto a trocentos bonecos largados nela.

Que sentido teve o que ele acabou de falar mesmo?

Meu Deus, eu poderia ter gostado de alguém menos idiota quando bêbado, não é? Que versão bêbada de Min Yoongi vergonhosa era aquela que eu não conhecia? O que eu esqueci era que Suga nunca pôs uma gota de álcool no bico. Eu deveria ter ouvido os avisos de Jihoon.

— Ei ei, vamos fazer aquilo que nós queríamos fazer desde a festa, uh? — Tentei acalmar sua hiperatividade, o descendo como uma criança do seu colchão e o parando em minha frente. — É para isso que estamos aqui certo?

Ele ainda ostentava uma expressão bizarra de nerd na cara. Quer dizer, existe uma expressão que te deixa com cara de nerd bobalhão? Se não, Yoongi acabou de inventar.

— É…? Mas o que nós queríamos fazer lá na festa? — Sua expressão era de pura confusão, enquanto ele me segurava pelos os braços igual uma criancinha perdida.

Ah que remorso eu sinto ao ter que corromper alguém tão hétero como Suga. Só que não.

— Deixa que eu te mostro.

Com o decreto, eu apenas parti para o agarre, porém, nesse momento, o efeito da substância que eu tinha posto em sua bebida parecia ter se ido pois ele não me beijava no mesmo ardor e volúpia que antes e, mesmo que eu tentasse pôr mais fogo naquele beijo um tanto frio, o mais velho só parecia estar no mundo da lua e não me beijando de fato. Pus um pouco de pegada e fervorosidade a mais quando agarrei seus ombros, antes levando suas mãos até minhas nádegas e as espalmando lá, trazendo sua língua com o amargo da bebida para a minha cavidade entre uma chupada e outra.

Agora eu acho que deveria ter o dado um pouco de viagra também.

Eu ainda não acreditava que estava dando uns amassos em um cara vestido de pirata. Se aquilo fosse um fetiche, seria o mais estranho já visto.

No instante seguinte, eu pude perceber que trouxe o outro para a realidade novamente quando ele reagiu aos meus estímulos deixando escapar um ofego alto e, naquele momento, eu pude sentir que tinha despertado o seu libido. Pude ver o seu sorriso satisfeito quando busquei chupar da tez branquinha do seu pescoço, e ele apalpou com gosto as minhas nádegas.

Opa, acho que o Yoongi transão está de volta.

Só percebi que já estava jogado no meio de sua cama de casal quando dei de cara com o teto repleto de estrelas brilhantes coladas por toda a sua extensão. Eu estava muito afim de Min Yoongi mesmo para não broxar com uma coisa daquelas. Se bem que eu era tão gay quanto ele, e olha que o branquelo afirmava ser hétero pela sua mamãezinha.

Nossa, não quero nem ver a carinha dele amanhã ao descobrir que dormiu comigo mesmo a mamãe dele não deixando. Mas quem ia dar era eu, não é mesmo?

Entre chupadas cá e lambidas lá, eu descobri que o outro era um bom boqueteiro e tive certeza que eu nem era o seu primeiro. Aquilo deixou meu orgulho ferido. Eu não seria o primeiro a obter a cura hétero. Me sentia magoado, mas não mais ao ter que dividir uma cama com vários bonecos aterrorizantes. Aquilo se assemelhava a quase uma suruba completa, só faltava as câmeras. Quando sua boquinha gostosa voltou para a minha, eu me sentia pleno com o sentimento de que eu venci na vida.

Eu iria quicar no crush! Minha promessa de fazer ele ver a minha espadinha ao vivo e se abrigar na minha toca estava quase completa, cara!

O suor já nos tomava o corpo, e o seus lábios inchados e molhadinhos de saliva pelos beijos anteriores escorregavam facilmente por minha tez, e eu fazia questão de gemer o quanto eu queria que ele me marcasse para mostrar a todos que eu tive uma noite fantástica com Yoongi.

Ele sabia o que fazer naquele momento, me fazia ver constelações todas as vezes que eu fechava as minhas pálpebras por puro deleite. Ele poderia ser considerado um guru do sexo por conta do tamanho prazer que eu sentia consigo naquela cama. Suga era uma droga que eu não me importaria em ser seu dependente até morrer de overdose.

— Fica de quatro... — As palavras escorregaram lentas e grave por entre seus lábios, e eu agarrei os seus fios verdes uma última vez antes de me virar e ficar a mercê de suas vontades.

Vi quando ele tombou para um lado, quase caindo da cama, porém tentei não broxar ao ver que ele estava um pouco embriagado demais. Apenas fechei os olhos e esperei pelo o que estava por vir, e foi naquele instante que senti seus estímulos em meu íntimo. Eu quase gritei de prazer, mas me contive.

Estava tudo nas mil maravilhas, e eu estava quase satisfeito, apenas faltava ele me consumar de uma vez.

Então logo eu me encontrava de bruços, com a minha bunda empinadinha e tudo para ele, esperando o ponto principal da noite. No final, eu só tinha em mente de que eu consegui aquilo que sempre almejei desde que encontrei com Yoongi há dois anos atrás.

Assim, eu estava lá, lindo e pleno, pronto para ser preenchido, mas o momento nunca chegava. Parecia uma eternidade desde que ele tinha pego a bendita da camisinha em sua gaveta. Eu já estava impaciente, até que eu escutei risinhos e franzi as sobrancelhas, prontamente virando para trás pronto para meter a mão nele por ser tão idiota e não usar seu pau em mim logo.

Mas, daí, eu paralisei com a vergonha alheia que me tomou. Eu não conseguia acreditar que Min Yoongi, meu crush supremo e master, era o mais broxa que eu já conheci desde o início de minha jornada no colegial.

— Não, Yoongi! — Eu estava puramente desacreditado no que meus belos olhos enxergava. — Se foder! Dá para você parar de querer me broxar? — Eu me pus de frente para ele, encarando fundo nos seus olhos castanhos, enquanto fugia daquela visão mais do que desanimadora para o meu pau. Principalmente para a minha entradinha, que parou de piscar na hora com aquela.

— A minha espadinha é neon, Jimin! — Sua gargalhada foi mais do que escandalosa naquele momento enquanto ele parecia lutar com alguém com seu próprio pau! — Meu Deus, ele realmente brilha!

Se tivesse um botão com a opção desver no meu cérebro agora, eu o apertaria. Ou a minha única opção seria arrancar meus globos oculares depois daquela visão. Quem caralhos teve a brilhante ideia de criar uma camisinha neon?! Aquela porra de pau estava parecendo um sabre de luz ambulante.

Simplesmente o pênis do garoto estava brilhando em um verde intenso na penumbra do quarto e, com aquela, eu não aguentei mais.

— Okay, desisto... — Levantei as mãos para cima, vencido. — Aceito que sou vadiazinha da vida e ela sempre vai me comer de graça, porque pra você, amor, eu não dou nem que você me pague e suas camisinhas deixem de ser neon!

Me pus de pé, apanhando minhas roupas do chão com a frustração mais do que aparente no meu pênis desfalecido.

Com aquela experiência detestável, iria também para o meu bloquinho de anotações em número um e em palavras maiúsculas a seguinte frase: “Se você só se fode com a vida, amiga, é melhor se contentar, pois ao menos ela te fode direito, porque o crush, nem isso”.

Como a Elisa Dainese diria: “Apenas dê tchau e bença”.


Notas Finais


Se você quer conquistar o crush, dê aquilo que ele gosta hehe Por exemplo, me dê Park Jimin, estou aceitando.

Querer agradecer a @Queridinho por estar me proporcionando esse cursinho de comédia, já que ela é a rainha do humor, e eu sou péssima nisso ksksksks. Deixando aqui também meus agradecimentos a @siawoo, que fez essa capa linda e toda Fluffy pra mim, e a @Lah_Jiminnie por betar essa bagunça. Muitoooo obrigada as três fadas.

Por fim, e dêem amorrrr comentando! <3333


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