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História A Esperança Desse Mundo - Capítulo 3


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Notas do Autor


Outro capítulo nessa semana :3

Capítulo 3 - Primeiro Confronto Com os Zombes


Fanfic / Fanfiction A Esperança Desse Mundo - Capítulo 3 - Primeiro Confronto Com os Zombes

Todos estavam tremendo ao ver aquela cena, com exceção do Soya.

— O que quer dizer com inferno? — Perguntou Kyelsa sem saber como reagir.

— Isso não importa, depois eu explico tudo! — Respondeu Soya que jogou sua mochila em uma cama.

Depois Soya foi até um armário, abriu ele então pegou escondida uma mala. Ele a jogou do lado da mochila, ao abri-las foi possível ver que tinham armas brancas e outras coisas dentro delas. Soya trocou seus sapatos por botas, colocou luvas pretas e pegou um cinto e trocou pelo do uniforme. Nesse cinto tinha duas bainhas para adagas no lado de trás da cintura, na lateral tinha um facão, depois. Por fim ele colocou um sobretudo preto que chegava até suas canelas.

— Você fica com isso Keita! — Soya entregou uma katana para o keita.

— Espera... Eu não estou entendendo nada.

— Você planeja ir lá fora?! — Kyelse estava extremamente preocupada.

Até mesmo a Anna estava preocupada.

— kyelse e Keita, proteja a Anna e si mesmo! — Disse Soya destrancando a porta e abrindo ela.

— SOYA! — Gritou Keita vendo um zombe a poucos centímetros do Soya.

Na mesma hora, Soya se abaixou desviando da mordida e então pulou para trás e com um impulso socou no centro da garganta do zombe, para finalizar ele pegou uma das adagas e cortou o pescoço do inimigo e chutou o mesmo para frente o fazendoele cair no chão.

— Vai ser preciso muito mais que um simples zombe para me derrotar! — A expressão do Soya era de frieza ódio.

— Não se preocupe, eu vou voltar! — Disse Soya que logo depois fechou a porta.

Soya começou a caminhar pelo corredor olhando para todos os lados. Ao chegar em uma curva Soya notou pelo reflexo da janela dois zombes. Ele esperou os dois se virarem e então caminhou até um e pegou o facão, sem pensar duas vezes ele deu um golpe vertical na altura do pescoço do primeiro zombe e ao fazer ele bate na parede Soya continuou a aumentar a força, o que resultou na decapitação do zombe. O segundo se virou e apenas viu uma ponta afiada acertar o centro do seu rosto e jogando-o na parede, podendo fazer Soya precionar ainda mais até atravessar a cabeça do zombe e adentrar o facão na parede.

— Isso é cansativo com esse corpo... — Pensou Soya que colocou o pé no corpo do zombe e puxou o facão.

Soya então começou a caminhar para o andar de baixo. Alguns minutos depois caminhando ele chega a um corredor que tem apenas uma sala no final, mas tinham sete zombes na sua frente. Ele pode ver pela janela silhueta de pessoas observando ele.

— Isso vai ser um saco! — Pensou Soya já um pouco ofegante.

Soya percebeu que os olhos dos zombes eram inteiramente branco. Isso fez o Soya sorrir. Ele então começou a caminhar normalmente pelos zombes. As pessoas dentro do lugar mal acreditavam no que viam. Soya então chegou na porta e bateu de leve para os zombes não ouvir. Eles não abriram.

— Isso não é problema. — Pensou Soya.

Ele pegou uma das suas adagas e jogou em um armário que tinha no outro lado do corredor. Isso chamou a atenção dos zombes. Depois ele se sentou na porta esperando.

12 Minutos depois.

A porta destrancou e abriu alguns centímetros, só com isso Soya chutou ela e abriu um pouco mais, com isso ele colocou o pé na hora que foi fechar.

— AIII...MERDA ! — Pensou Soya que empurrou mais um pouco a porta e então pegou um pela camiseta e puxou para a abertura que tinha na porta.

— EU VIM AJUDAR SEUS DESGRAÇADOS! — Gritou Soya com o rosto a pouco centímetros de um garoto.

Depois eles abriram a porta e os zombes começaram correr até ele. Na mesma hora, eles abriram a porta e uma pessoa puxou ele e depois fecharam e trancaram a porta.

— Valeu... — Soya viu um monte de pessoas.

— Como você fez aquilo? — Perguntou um professor de óculos, com 176 centímetros, um terno e cabelo preto.

— Eles são cegos, mas sua audição é boa.

— Como você sabe disso?

— Não importa para você!

— Você tem belos equipamentos, por que não entrega eles para alguém mais útil como eu? — Perguntou um loiro de olhos azuis. Seu nome é Hazakri.

— Por que você não é ninguém!

—O que?

— Eu vim aqui buscar uma pessoa. A Pathy!

Soya olhou para uma menina com o cabelo rosa longo e liso, olhos laranjas e ela usava cadeira de rodas por ter sofrido um acidente.

— Você veio salvar essa inútil? — Perguntou Larima — Não acho que ela sirva para algo.

— Verdade, ela vai ser um estorvo! — Respondeu um menino moreno.

— Verdade, vamos deixar ela! — Disse uma menina de cebelos morenos e olhos verdes.

Soya conseguia ver o olhar de tristeza no rosto da menina facilmente, era óbvio que ela se considera um estorvo.

— Calem a boca! Não vou abandonar uma aluna! — Disse uma professora que usava uma roupa social, ela tinha cabelos longos e ruivos, olhos verdes e seu corpo era cobiçado por professores e alunos. Seu nome é Alía Garvost.

— Então é só matá-la! — Disse Hazakri que foi para cima da Pathy com uma faca.

— Pathy! — Gritou Alía desesperada e impedida pelo professor.

— Ahhhhhhh! — Gritou Pathy.

Tudo o que Pathy viu foi uma silhueta de uma pessoa com um sobretudo entrar na sua frente.

— Eu sei que todos nós temos um lado mal, eu também tenho... — Disse Soya de cabeça baixa, abaixado na frente da Pathy e com a faca fincada no seu antebraço esquerdo.

Mas eu devo aconselhá-los a não me obrigar a mostrar esse lado. Vocês não vão querer ver uma chacina! — Na mesma hora, Soya levantou seu rosto e seu olhar era de ódio e sede de sangue.

Isso fez o Hazakri recuar alguns metros de medo. Depois Soya voltou a uma postura normal e retirou a faca do seu corpo e a jogou para longe.

— Só vou falar uma vez: Agora a Pathy está sob a minha proteção, então qualquer um que tocar um dedo na Pathy irá sangrar e desejar nunca ter existido! — Gritou Soya retirando sua outra adaga da bainha.

Ele encarou todos com um olhar assassino.

— Professora, caso você queira eu posso te tirar daqui junto! — Disse Soya.

— Ela não escolheria um moleque como você! — O professor debochava do Soya.

Logo depois a professora foi para de trás do Soya.

— Nós já estamos indo embora! — Soya olhava friamente os demais. — E se alguém nos seguir irá morrer!

[Continua no capítulo 04]


Notas Finais


Espero que estejam gostando dessa serie :3


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