História A Estranha - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Justin Bieber, Katherine McNamara
Personagens Katherine McNamara
Tags Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Ryan Butler, Shadow Hunters, Shawn Mendes
Visualizações 31
Palavras 3.169
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii😊
Gente essa é minha primeira fanfic, então se tiver algo, relevem por fvr.
Bem... Então lá vamos nós.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction A Estranha - Capítulo 1 - Prólogo

O barulho das batidas na porta ecoavam por todo o quarto, e a cada batida meu coração parecia sair pela boca. Eu estava com medo.
Minha mãe agarrada á mim, me puxava cada vez mais para perto dela. Ela respirava rapidamente, parecia ter corrido uma maratona. Ela chorava, mais em silêncio, eu podia ver a preocupação em seus olhos.
Em seu outro braço estava Dylan, e ele não parava de chorar. E eu sabia que enquanto aquelas batidas na porta não cessarem, ele não irá ficar quieto, porque ele é um bebê e bebês choram á todo momento. Minha mãe tentava o acalmar de todas as maneiras possíveis, mais nada resolvia.
Meu olhar se encontrou com o dela e pude ver suas olheras em baixo dos olhos seu rosto estava completamente inchado.
Não era a primeira vez que isso acontecera, mas pela primeira vez eu estava com medo. Minha mãe sorriu me olhando cautelosamente. Com a mão que me segurava ela começou a me acariciar.


— Vai ficar tudo bem, minha pequena. — Ela dizia repetidas vezes enquanto ela me olhava com o sorriso nervoso. E aquilo me doeu. Eu sabia que nada ia ficar bem, eu sabia.
As lágrimas começaram a cair e ela me olhou assustada.



— Não mamãe, eu sei que não vai ficar nada bem. O papai está lá fora com uma faca nas mãos. Ele nos espera. Ele quer furar todo mundo mamãe. Eu tô com medo. Eu nunca vi ele fazer isso. — Dizia chorando e fungando. Ela negou com a cabeça e me puxou para um abraço.



— Minha filha, por que você tem que ter uma mentalidade de uma pessoa adulta quando na verdade você tem apenas oito anos? — Ela dizia e ainda ouvia o choro de Dylan, e as batidas na porta que aumentavam cada vez mais.
Me agarrei a minha mãe, e comecei a chorar cada vez mais. Eu queria estar errada, mas não. Eu sabia que algo de ruim iria acontecer ali. Eu só não sabia o momento certo.
As batidas no quarto pararam, o que me fez estranhar. O papai desistiu de querer abrir a porta?
Minha mãe ainda com Dylan no colo encarava atentamente á porta, e em seguida foi até a mesma. Ela se abaixou lentamente até a altura do buraco da fechadura, onde colocou um dos seus olhos. Ela olhava quieta e atenciosamente. O silêncio pairou sobre aquela casa, e a única coisa que eu conseguia escutar, eram os grilos.
Era tarde da noite, não conseguia especificar o horário, mas sabia que muitos já estavam dormindo á está altura.
Mamãe então levantou correndo e se afastou da porta quase caindo, tentando se apoiar em alguma coisa, ali próxima, mas ali não tinha nada, e então ela se virou rapidamente para mim, ainda com Dylan nos braços.



— Filha, saí de perto dessa janela, agora — Seus olhos estavam arregalados, mas via que ela não olhava para mim, e sim para algo atrás de mim. Sem me virar, corri rapidamente para seus braços, logo me virando para ver o que era.
O papai estava tentando abrir a janela. E sem êxito algum, a janela se abriu facilmente. E então ele conseguiu entrar.
Meu coração começou a bater rapidamente, e então minha mãe me puxou rapidamente para atrás de si, se colocando em minha frente.


— Bryan, pensa muito bem no que você vai fazer. — Minha mãe dizia para ele e eu já estava chorando novamente. Olhei para ele, e ele sorria á olhando, e tinha a faca ainda em mãos. Ele se aproximava cada vez mais. E então minha mãe correu me puxando consigo, até perto da porta. E então ela esticou seus braços, e fez com que o papai parasse de nos seguir — Deixe eles longe disso tudo Bryan, por favor. — Ela disse e eu sabia que ela estava se referindo á mim e Dylan.


— Nem pensar Cloe — Ele dizia á minha mãe — Eles vão adorar assistir á esse pequeno show, não é Nicole? — E agora ele se virou pra mim. Dei alguns passos para trás e parei quando senti a parede fria. E enquanto ele chegava mais perto de mim. Eu nao tinha pra onde correr. Então fechei os olhos com toda força, e logo abrindo de novo. Mamãe colocou Dylan na cama, pulou nas costas do papai, fazendo os dois caírem no chão, começando então, uma batalha entre eles. Ele de toda forma tentava acertar ela com a faca, e ela desviava de todas elas.
Mamãe então conseguiu ficar por cima dele e prendeu ele com as pernas, e suas mãos, deixando ele imóvel.


— Você é um doente — Disse isso e cuspiu em sua cara. Ele se debatia tentando se soltar, mas mamãe era mais ágil. Ela era policial e conhecia todas as táticas. Suspirei aliviada, achando que aquilo tudo acabara ali. Mamãe se virou pra mim e sorriu. — Filha vai buscar aju... — E antes que ela terminasse de falar, papai conseguiu inverter as posições e agora quem estava por baixo era ela. Eu corri e peguei Dylan em meus braços. Correndo novamente para perto da porta.



— NÃO PAPAI. — Gritei chorando, mas ele nem sequer deve estar se importando com o que eu estava falando agora. Sem exitar, ele enfiou a faca diretamente no peito direito da mamãe. Ela arregalou os olhos e meu corpo estremeceu. — MAMÃE — Gritei o mais alto que eu pude e comecei a soluçar. Ele tirou a faca de dentro do seu peito e começou a esfaquear por toda a parte do seu corpo, tirando e enfiando a faca nela diversas vezes . Olhei pra mamãe que estava deitada e urrava de dor a cada facada, ele tinha o seu olhar em mim. Somente com os lábios, sem sair qualquer palavra de sua boca, ela disse, CORRE. E então foi o que eu fiz. Destranquei a porta e corri até o andar de baixo da casa, com muita dificuldade porque ainda estava com Dylan no colo. Cheguei até a porta da frente pronta para abri-la, mas algo me impediu. Papai estava ali e me olhava com um olhar medonho.
Dei alguns passos pra trás, e novamente dei de encontro com a parede gélida. Me escorreguei pela mesma e me sentei no chão. Ele se aproximava cada vez mais com a faca toda ensanguentada nas mãos. — NÃO FAZ ISSO PAPAI, POR FAVOR— Gritei novamente e abracei Dylan com toda força. Ele acertou a faca em minha coxa e o sangue começou a sair, eu me desesperei, e soltei um grito de dor e Dylan começou a chorar mais alto. Ele retirou a faca e veio novamente para cima de mim. — PARA PAPAI POR FAVOR...
....


Me levantei em um impulso, e por um tempo senti a minha cabeça doer muito. Meu peito subia e descia rapidamente, levei uma das minhas mãos á testa, que estava completamente suada.



— MAS QUE DROGA — Disse batendo minha mão na cama. Passando minhas mãos sobre o meu rosto, sentando vagarosamente na cama, me virei olhando para o relógio em cima do criado mudo.

03:30.

Me levantei indo em direção ao banheiro. A essa altura eu não ia conseguir dormir novamente. E o culpado é essa droga de passado que me assombra nas maiorias das noites.
Me despi, e fui para de baixo do chuveiro. Suspirei quando a água quente deu de encontro com a minha pele. Coloquei toda a minha cabeça em baixo da água e relaxei.

....


— Caiu da cama? — Perguntou Adam, então me virei para lhe olhar e o encarei confusa, negando com a cabeça.


— Não começa com suas gracinhas, que hoje eu não acordei pra elas. — Disse me ajeitando direito no sofá e voltando á minha atenção ao filme que passava na televisão.


— Você nunca acorda de bom humor, isso é incrível! — Ele disse me dando as costas indo até a cozinha.
Como ele consegue ser tão chato assim?
Me levantei do sofá e desliguei a TV. Já devia estar na hora de ir pro colégio mesmo, ou melhor, pro inferno.
Não gosto daquele lugar. Lá só tem um monte de idiotas, que fazen coisas idiotas, querendo chamar atenção para si mesmo.

Um barulho reconhecível, se fez em meu lado, e eu já sabia o que era. Mensagem nova.
Peguei meu celular, vendo que era mensagem do Kevin.

Já está pronta?
Passo pra te pegar às 06:30
;)

Olhei o horário e já ia dar 06:00. Como o tempo passou tão rápido assim?
Me apressei e subi as escadas correndo. Fui em direção ao corredor onde ficavam os quartos e parei em frente á porta do quarto de Dylan. Bati na porta repetidas vezes até que ele escutasse. Mas nenhuma resposta. Chamei seu nome, e mesmo assim, nenhuma resposta. Abri a porta e encontrei Dylan ainda dormindo. Como pode isso?
Fui em direção á sua cama, e balancei ele diversas vezes. Ele dormia feito um anjinho, o que me fez arrepender de estar lhe acordando.
Ele abriu os olhos lentamente, acostumando com a luz do dia que clareava o seu quarto. Ele se virou e deu de cara comigo, o que lhe assustou.


— Nic, o que faz aqui? — Ele perguntou se sentando na cama, e coçando os olhos.
Mas que anjinho mais lindo da maninha.


— Vim te acordar bela adormecida. — Ri fraco, enquanto ele revirava os olhos. — Achei que tinha morrido, estava batendo na sua porta, e nada de você responder .— Ele riu.



— Que horas são? — Ele perguntou procurando alguma coisa.


— A hora que você se levanta e vai tomar banho, escovar os dentes, e se arrumar para ir pra escola. — Disse rindo e ele bufa.


— Mas cadê meu relógio? — Ele perguntou passando a mão sobre seu criado mudo.


— Eu não sei, mas acho bom você se aprontar primeiro e depois procurá-lo. — Disse me virando para sair do quarto. Escutei ele resmungar algo, então sai fechando a porta.


...

Lá estava eu de novo, descendo as escadas da minha casa, indo direto para cozinha, com a minha típica roupa estranha. Minha blusa com frases sem sentido, minha calça folgada, e meu sapato preto, já desgastado de tanto eu usar.


— Bom dia família. — Disse quando entrei na cozinha, vendo que todos estavam em volta da mesa.
Joguei minha mochila no chão, indo em direção á única cadeira que sobrava ali. Do lado de Adam.



— Bom dia Nic. — Respondeu Olívia, e Dylan levantou a mão em forma de comprimento.


— As vezes até parece que só vocês dois que tem boca aqui. — Disse pegando um pão e passando a manteiga. Alex, Adam e Maya me olharam torto, mas não falaram nada. Comi o pão, e bebi um pouco de suco, terminando logo depois, me levantei, coloquei o prato e o copo na pia. Antes de pegar minha bolsa no chão, peguei meu celular, olhando o horário. Faltava 5 minutos, para 06:30. Peguei então a bolsa, indo em direção á porta que separava a sala e a cozinha, mas parei quando ouvi a voz de Olívia.


— Filha. — Disse e eu me virei para encará-la. — Eu consegui arrumar outra psicóloga pra você, hoje. — Cruzei os braços e ri fraco — É logo depois que você sair da escola, eu passo pra te pegar lá. — Suspirei e virei meu rosto, tentando focar em qualquer outra coisa. Essas consultas não me fazem bem nem um pouco. — Tudo bem pra você? — Á encarei novamente, e assenti, fazendo ela sorrir, escutando Alex bufar. — Tenha um bom dia filha — Ela disse e jogou um beijo em minha direção. Sorri e saí da cozinha. Já escutando a companhia tocar. Gritei Dylan, que logo apareceu correndo com sua bolsa nas costas, ainda mastigando.
Abri a porta, tendo a visão de Kevin.


— Bom dia! — Disse puxando Dylan, fechando a porta logo depois.


— Não vai me convidar pra tomar café? — Ele disse quando viu que eu já estava indo em direção ao carro.


— Eu nunca convido, porque hoje seria diferente? — Respondi já esperando ele retrucar, mais não, ele ficou quieto. Ótimo, pelo menos hoje ninguém quis me perturbar. Olhei em sua direção e ele tinha seu olhar baixo.


— Eu não entendo o porque de eu nunca ter entrado na sua casa. — Disse desbloqueando o carro, e eu abri a porta de trás para Dylan entrar, fechando á depois, entrando no banco do passageiro, fechando a porta também.


— Eles não gostam de ninguém lá dentro, e você sabe disso. — Disse me referindo aos meus pais adotivos. Ele suspirou, ligando o carro logo depois.

O tempo passou tão rápido, porque só de conversar com Kevin o tempo voava. Ele era o único com quem eu conseguia desabafar.
Deixamos Dylan em sua escola, prosseguindo o caminho para o nosso colégio.
Kevin é o meu melhor amigo, na verdade o único. Ele me compreende. Na verdade ele é a única pessoa que não me acha uma completa estranha.
Mas somos apenas amigos, bem, e ele tem uma namorada, muito bonita aliás. Porém nada na vida é fácil, eu não gostava daquela menina de jeito nenhum. Ela é metida, estúpida, e totalmente arrogante, só não vê quem não quer, por exemplo, um desses que não vê nada é o Kevin.

Chegamos em cima da hora, e o sinal soou. Desci do carro rapidamente, batendo a porta do carro um pouco forte, fazendo careta ao ver o que eu tinha feito. Kevin me olhou e sorriu, revirando os olhos.


— Tá tudo bem — Ele disse me abraçando de lado, entrando logo na escola.
Paramos em frente aos nossos armários, observando que muitos ainda estavam nos corredores quando na verdade deviam estar nas suas salas. Abri o armário então, olhando o meu horário, e suspirei pesado.


— Parece que vamos ter a mesma aula agora — Disse Kevin rindo — E é a melhor de todas, história — Ironizou e eu ri fraco, revirando os olhos.


— Kevin meu amor, você demorou hoje. — Disse Dayse aparecendo não sei da onde, me olhando com nojo. — Ah, oi Nicole — Ela disse forçando um sorriso, e eu fiz o mesmo. Ela se virou pra Kevin, dando um selinho no mesmo. Eca.


— Mas eu sempre chego nessas horas. — Ele disse olhando estranho pra Dayse, que ficou séria.


— Eu sei, eu só... — Ela praticamente pulou em Kevin, o que o fez assusta, mas logo sorrir para ela. — Senti sua falta nessas férias. Elas foram tão longas sem você do meu lado. — Disse toda manhosa fazendo um biquinho logo depois, e eu bufei, fazendo ela se virar para mim e me encarar. Essa menina é toda cheia de Nhe me nhe, muito melosa. Credo. — Mas e você meu amor, como foi as suas férias lá com a sua família? — Ela perguntou tirando o seu olhar de mim.


— Bem, foi legal... — Ele disse coçando a nuca parecendo estar tímido em sua frente. Cara, como assim? Os dois namoram á cinco meses e mesmo assim ela ainda consegue intimidar ele. — Depois eu te conto tudo. Eu tenho aula com o Sr. Roberts agora, e não gostaria de me atrasar. — Ele disse dando um selinho nela. — Nos encontramos depois?


— Claro que vamos — Ela respondeu e sorriu pra mim saindo rebolando, indo em direção á sala de aula. Vadia.



— Vamos? — Perguntou Kevin e eu assenti, rindo.


....


— Melanie, me responda á essa pergunta, eu sei que você sabe! — Kevin imitou a Srt. Barnes, nossa professora de matemática. Ele fez uma cara de nojo e então começamos á rir igual dois idiotas.


— O mais engraçado nem foi isso. — Disse me recompondo dos risos. — O mais engraçado foi que a Melanie não soube responder, isso foi o momento histórico — Disse e ele sorriu fraco me encarando.


— Ela paga de certinha, que sabe isso, sabe aquilo, mas lá na hora... — Ele nem terminou e gargalhou. Ah. Meu. Deus. Ele é tão lindo e essa risada é tão gostosa...


— Tá bom, vamos logo ir para o refeitório, tô cheia de fome. — Disse retirando todos os pensamentos que eu tinha sobre ele. Ele assentiu e assim fomos para o refeitório. Mal entramos e Dayse já apareceu puxando Kevin.


— Vem amor, vamos sentar ali — Ela disse apontando para uma mesa, a mesma que estava cheia de suas amigas patricinhas.


— Tudo bem. — Ele deu de ombros, me puxando junto.


— Não, ela não vem! — Ela disse retirando a mão de Kevin do meu braço que segundos atrás me puxava, e eu fiquei com vergonha, porque todos ali dentro voltaram seus olhares para nós.


— Não começa Dayse. — Kevin revirou os olhos — Nós já conversamos sobre isso — Ele disse voltando a colocar a mão sobre o meu braço. Mas eu logo me soltei.



— Pode ir com ela, eu posso comer sozinha — Disse dando o meu melhor sorriso, mas na verdade eu só queria parar de chamar tanta atenção. Pode não parecer, mas sou tímida demais.


— Certeza? — Ele perguntou.


— Sim, pode ir. — Disse e ele ainda me encarava, mas a queridinha logo o puxou. Eles saíram mas os olhares ainda continuaram, e eles se viravam cochichando. Peguei meu lanche e e meu suco, enquanto procurava uma mesa. Procurei Kevin, mas não achei, e é claro que eu não vou achar, o refeitório ta uma bagunça.
Sempre assim, a mesma coisa, já estou cansada de tudo isso.
Caminhei até uma mesa, a que ficava perto das lixeiras, óbvio que sempre tinha de sobrar aquela mesa. Lixo fica no lixo.
Recebi olhares, e até tinha esquecido de como andava. Por um momento tentei esquecer de tudo a minha volta, até que meu corpo deu encontro ao chão, e eu comecei á escutar risadas.
Me levantei vagarosamente, vendo que todos riam de mim. Porque eles são assim?

Minha vontade era de chorar. Chorar até não aguentar mais. Receber todos aqueles olhares pra mim daquela forma, era horrível.
Olhei pro chão e vi o meu lanche, ou o que restou dele, todo desmontado. Olhei ao redor novamente, e eles continuavam rindo, e foi aí que eu tive a brilhante idéia de correr.
Corri o mais rápido possível até a saída da escola, parando em um banco que havia no jardim, me encolhendo toda e começando á chorar.
Eles nunca vão parar. Eles não sabem, mais estão me matando aos poucos. Eu odeio viver, isso tudo é horrível. Por que eles me tratam como uma completa estranha? Eu não sou diferente deles, ou sou?

Oh Deus por favor me ajude, porque sozinha eu não aguento mais.



Notas Finais


Então é isso❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...